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Único Hospital Público Veterinário será ampliado, aumentando em 25% o número de atendimento



O único hospital veterinário público do Brasil, destinado a cães e gatos, foi inaugurado há 41 dias na capital paulista e já anuncia a ampliação do espaço físico. O novo prédio, que fica a 200 metros do antigo, se somará ao já existente para que a equipe do hospital eleve a quantidade de atendimentos em 20% a 25%.

De acordo com o diretor administrativo do hospital, o médico-veterinário Renato Tartália, tanto para o novo espaço físico quanto para a elevação do número de animais atendidos, não haverá aumento no repasse de verbas. O convênio estabelecido entre a prefeitura e a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo (Anclivepa-SP) garante R$ 600 mil mensal por um período de um ano.

O custo do aluguel do novo prédio, segundo o diretor, será R$ 9 mil por mês. Com a ampliação, o hospital passará a ter salas para doenças exclusivas de felinos - endocrinologia, oftalmologia, odontologia - mais duas salas de cirurgia. Tartália conta que o prédio trará um novo fôlego para o trabalho do hospital.

“A unidade atual é bem desconfortável para as pessoas, para os animais e, principalmente, para os veterinários e funcionários que trabalham praticamente 12 horas em condições difíceis”, disse.

Por mês, o hospital, que fica no bairro do Tatuapé (zona leste), atende aproximadamente mil novos casos. No total, são 25 veterinários que se dividem em 40 atendimentos, em média, por dia. A unidade, na verdade, tem capacidade para prestar apenas 33, conta Tartália.

Todos os dias pela manhã, às 8 h, uma fila de cerca de 25 pessoas se forma em frente ao hospital. São distribuídas senhas e a gerente de atendimento faz a seleção dos casos mais graves, que passam direto pela triagem. Os demais casos são chamados conforme o grau de urgência. Pela tarde, o hospital atende somente casos de emergência, que representam, na maioria, atropelamentos. No mínimo, são atendidos cinco bichos por dia vítimas de atropelamento.

Mesmo diante das dificuldades em atender a alta demanda, a equipe do hospital busca manter o padrão nas consultas. “A maioria dos animais, de 80% a 90%, já faz exames completos logo na primeira consulta. Hemograma, pressão arterial, glicemia”, conta o diretor do hospital.

Para conseguir o atendimento, os donos dos bichos de estimação precisam ser moradores da cidade de São Paulo, além de beneficiários dos programas Bolsa Família, Renda Mínima ou provar que não têm condições financeiras de arcar com consultas e tratamentos veterinários. Para isso, a pessoa passa por uma entrevista com a assistente social, que fica todos os dias na unidade, das 7h às 16h.

O programa é voltado apenas para a população de baixa renda. O diretor faz um apelo:“Aqueles que podem pagar, continuem indo ao seu veterinário e deixem as vagas para os que não podem.”

O público, de acordo com Tartália, além de não dispor de dinheiro para levar seu bicho de estimação a uma clínica particular, é o que mais precisa de orientação do hospital público. Nas periferias da cidade, conta ele, os animais ficam soltos e raramente são vacinados e castrados. Isso eleva os índices de reclamações feitas pelo número 156, da prefeitura, para que cães e gatos sejam apreendidos e levados ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

“Em 2001, foram 14 mil telefonemas. Isso não é aceitável, esse número é uma vergonha, não condiz com ostatus que a cidade de São Paulo tem perante o país e o mundo”, disse.

Cristiane Cerqueira Santos teve seu bichinho atendido no hospital. A auxiliar de limpeza chegou na unidade com Barbie, uma cadela de 1 mês e meio de vida, que nunca conseguiu andar. “Eu vejo ela se arrastando pelo chão e sofro junto”, conta. No hospital público, Barbie passará pelo exame de raio X para que os veterinários definam se ela será operada ou se precisará de uma cadeira de rodas para cães.

Outra cadelinha que passa por tratamento no hospital é Meg, de 3 anos. A dona, a aposentada Maria da Glória Tozato, leva o animal todos os dias, há quase um mês, para tratar uma infecção nos rins. Meg foi uma das primeiras pacientes a receber atendimento. “Se eu tivesse que pagar por isso, nunca conseguiria”, disse Maria.

O hospital atende das 8h às 18h, de segunda a sábado, na Rua Professor Carlos Zagotis, número 3, no bairro do Tatuapé.


Fonte: EBC
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MAUS-TRATOS É CRIME. DENUNCIE.


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Qual a diferença entre animal silvestre, animal exótico e animal doméstico?


É muito importante que você saiba diferenciar os diversos tipos de animais. E aprender que pra cada um existe uma forma de tratamento. Que existe leis que protegem todos os tipos de animais. E que existe animais que não devem ser tratados como cachorro e gato. Aprenda mais, um pouco nesse breve “perguntas e respostas”:

1 - Qual a diferença entre animal silvestre, animal exótico e animal doméstico?
I - Animal silvestre - É todo aquele pertencente às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres, que tenha a sua vida ou parte dela ocorrendo naturalmente dentro dos limites do território brasileiro e em suas águas jurisdicionais.
II - Animal exótico – É todo aquele cuja distribuição geográfica não inclui o território brasileiro. As espécies ou subespécies introduzidas pelo homem, inclusive domésticas que se tornaram selvagens, também são consideradas exóticas. Outras espécies exóticas são aquelas que tenham sido introduzidas fora das fronteiras brasileiras e em suas águas jurisdicionais e que entraram em território brasileiro.
III - Animal doméstico – Todo aquele que por meio de processos tradicionais e sistematizados de manejo e melhoramento zootécnico tornou-se doméstico, tendo características biológicas e comportamentais em estreita dependência do homem, podendo inclusive apresentar aparência variável, diferente da espécie silvestre que o originou.

2 - Manter um animal silvestre em cativeiro é crime?
Depende da origem do animal. Se for de origem legal, proveniente de criadouro comercial ou de comerciante devidamente registrado no Ibama, ou se a pessoa recebeu o animal em caráter de guarda ou depósito pelo Ibama, Policia Florestal ou por determinação judicial, não é crime. Podemos considerar crime se a origem legal do animal não puder ser provada. De qualquer forma, mesmo não sendo comprado de traficante, a manutenção desse animal seria, em outras palavras, conivência com o crime ou com a retirada aleatória de animais da natureza.

3 - Eu posso legalizar um animal silvestre?
Legalizar é uma palavra complicada, significa tornar legal aquilo que não é. O problema é que, para legalizar um animal, há de se legalizar todos e só uma nova lei teria poder para isso. Quem poderia legalizar seria o Ibama, mas demandaria recursos financeiros e humanos. Pessoas que possuíam, por exemplo, um papagaio antes de entrar em vigor a Lei de Proteção à Fauna (Lei nº 5.197/67), e cuja manutenção possa ser provada documentalmente, poderiam ter direito à guarda. Esses casos são passíveis de análise.

4 - Como possuir um animal silvestre legalmente?
É necessário adquirir o animal de origem legal, ou seja, proveniente de criadouros comerciais devidamente legalizados que estejam documentados com nota fiscal expedida pelo comerciante ou criadouro e constando o número de registro junto ao Ibama, com a determinação da espécie (nome vulgar e científico) e identificação individual do espécime comercializado (anilhas ou microchips).

5 - O que fazer quando encontrar alguém vendendo um animal silvestre?
Primeiro, não comprar. Em seguida, denunciar às autoridades. Se for na feira livre ou depósito de tráfico, denunciar e fornecer o maior número possível de informações, como local, data, hora, circunstância etc. Se for na beira da estrada, não comprar e repreender o vendedor dizendo que isso é ilegal e que se ele for flagrado pode, além de perder o animal, sofrer as sanções legais.

6 - Qual o risco de manter um animal silvestre em cativeiro?
Todo animal, independentemente de ser silvestre ou doméstico, pode ser portador de doenças transmissíveis ao homem, como salmonelose, ornitose, toxoplasmose, entre outras. O ideal é que um veterinário possa esclarecer sobre essas doenças, incluindo sua via de transmissão e contágio.

7 - Quais os animais da nossa fauna que podem ser vendidos legalmente? Existe algum tipo de restrição caso o animal esteja ameaçado de extinção?
Teoricamente, todos os animais de uso freqüente como produtores de bens de consumo (carne, couro, pele, plumas, etc.) ou como ornamento, adorno ou mascote, poderiam ser vendidos legalmente, desde que autorizado pelo órgão supervisor, nesse caso o Ibama. Como seria essa autorização? Por meio de sua origem legal comprovada, ou seja, de criadouros comerciais devidamente regulamentados e registrados. Exemplos: papagaios, araras, canários-da-terra, bicudos, curiós, jandaias, jabutis, emas, capivaras, catetos, queixadas, veados, tartarugas, jacarés, borboletas e outros. Existem animais, porém que estão em estado crítico na natureza e relacionados na lista oficial do Ibama como ameaçados de extinção. Nesse caso, a sua comercialização somente seria possível se houvesse estoques consideráveis em cativeiro, que pudessem auto-sustentar o plantel a partir de várias gerações, ou seja, fossem animais F2 (filhos de animais já comprovadamente nascidos em cativeiro). Nunca se autorizaria a retirada de matrizes e reprodutores para formar plantel, ou seja, seriam usados os já existentes e de conhecimento do Ibama. Para o exterior, se, além de integrar a lista de fauna ameaçada do Brasil, forem animais do Anexo I da Cites (lista mundial de fauna ameaçada), somente poderiam ser vendidos se o criadouro fosse registrado no Ibama (no caso do Brasil) e, concomitantemente, no Secretariado Cites, em Genebra – Suíça. Ver definição de Cites.

8 - O que é e para que serve a Cites?
É a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Silvestres em Risco de Extinção, firmado em 1973 e que congrega 173 países, do qual o Brasil é signatário desde 1975. A Cites tem por objetivo a cooperação entre os países para evitar que o comércio de animais não seja responsável pela extinção das espécies. Esse comércio é controlado pelas partes por meio da expedição de licenças e certificados que garantem que as espécies silvestres comercializadas tenham origem legal e que estejam sendo monitoradas pelos países produtores e consumidores de seus produtos.

9 - Os animais brasileiros podem ser vendidos no exterior?
Desde que cumpridas as exigências do Ibama e da Cites, se for o caso, podem ser vendidos sem problemas. A saída do país demandaria a expedição de licenças de exportação pelo Ibama.

10 - Que critérios o governo brasileiro usa para controlar o envio de animais ao exterior?
Quando para fins comerciais, devem ser provenientes de criadouros comerciais devidamente registrados no Ibama, ou na secretaria da Cites, se for o caso. Quando para fins científicos, pesquisas conservacionistas, devem ser provenientes de cativeiro que seja de conhecimento e registro no Ibama (zoológicos, criadouros científicos, conservacionistas) ou coletados na natureza, desde que amparados por licença de captura do Ibama, mediante projeto de pesquisa que justifique a captura. Toda saída deve ser justificada, documentada e acompanhada de licença expedida pelo Ibama. Em alguns casos, como animais vivos de espécies ameaçadas de extinção, o Ibama solicita ao importador estrangeiro a assinatura de um acordo de manejo, em que, entre outros itens, exige que os animais continuem pertencendo ao governo brasileiro, assim como seus descendentes. O acordo é assinado pela instituição brasileira que está exportando os animais, pela estrangeira que está importando e pelo próprio Ibama.

11 - Quando nossos animais forem encontrados no exterior, o Ibama pode trazê-los de volta?
Se comprovada a saída ilegal do Brasil e a entrada ilegal no país, é possível. A repatriação porém é um processo demorado e depende, quase que exclusivamente, da boa vontade dos governos signatários da Cites e das embaixadas brasileiras nesses países.

12 - Se eu encontrar um animal sendo vendido no exterior, como faço para saber se ele não é produto de tráfico? Afinal, se for, eu gostaria de denunciar para as autoridades.
Verificar, com quem está vendendo, expondo ou transportando, os documentos legais de compra e venda ou que autorizam o transporte e a importação do animal. Em caso de dúvida, consultar a autoridade administrativa Cites do país.

Respostas fornecidas por:
Francisco de Assis Neo, Biólogo / Ibama


Ficou com dúvidas? Deixe seu comentário.


Fonte: Renctas 
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Projeto obriga empresas a informar testes com animais

O projeto de lei do deputado federal Ricardo Trípoli (PSDB-SP), que obriga os fabricantes de cosméticos a identificar nos rótulos dos seus produtos informações sobre testes com animais, é uma das bandeiras levantadas pela ONG Pense Bicho. O presidente da ONG e integrante do Comupa (Conselho Municipal de Proteção Animal de Curitiba), Aurélio Munhoz, defende em um primeiro momento a aprovação do projeto, que tramita na casa há cinco anos, mas que por desinteresse dos parlamentares, ainda aguarda votação.
“Embora muitas empresas afirmem que já não utilizam mais animais para estudos, a falta de transparência é evidente, pois a maioria dessas embalagens não traz esta importante informação. Mas não podemos ficar restritos apenas a divulgação do uso de cobaias ou não em testes. Precisamos também definir as regras de transição que possibilitem, em um futuro próximo, abolir essas experiências com animais no país”, alerta o presidente da Pense Bicho.
Aurélio sugere ainda que um projeto semelhante ao do deputado federal seja apresentado na Assembleia Legislativa do Paraná, o que poderia ser feito por meio da criação de um “selo” informando se o fabricante realiza ou não testes com cobaias. O objetivo da proposta é evitar atos de crueldade contra cobaias, que são submetidos a todo tipo de torturas nos laboratórios, muitas vezes sem anestesia. Todo ano, estima-se que cerca de cem milhões de animais são sacrificados para a realização destes testes.
“A organização mundial Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), já licencia sua logomarca ‘coelho sem crueldade’, e também divulga uma lista empresas que usam e que não usam testes animais. É um grande avanço na área e que são exemplos para todos. Mas, são ações realizadas fora do país, e nós precisamos mudar esse cenário no nosso Brasil também”, defende.
Aurélio ainda afirma que, em alguns países, como por exemplo, na União Europeia, a meta é acabar com esses testes até 2013. Já o Brasil está apenas começando a estudar novas alternativas sobre o assunto. Recentemente, um acordo entre a Anvisa e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), criou o primeiro centro de estudos na América do Sul destinado a desenvolver métodos alternativos para validação de pesquisas que não usam animais. O Bracvam (Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos) foi inspirado em um órgão similar que existe na Europa. Está na fase de credenciar laboratórios no Brasil aptos a realizar esses outros métodos.
“Nossa luta está apenas começando. Mas precisamos da ajuda de todos, entre eles um consumidor mais consciente, que precisa estar atento aos produtos que consome”, finaliza Munhoz.
Fonte: Bonde Via Anda News

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Serviço Veterinário Gratuito da Prefeitura já está em funcionamento


Vagas limitadas

Serviço Veterinário Gratuito da Prefeitura de São Paulo já está em funcionamento
Cães e gatos já estão sendo atendidos gratuitamente na Unidade de Atendimento Veterinário implantada no Tatuapé, na zona leste de São Paulo.

O hospital proporciona, sem ônus para os tutores dos animais e também para protetores que socorrem cães e gatos abandonados e maltratados, consultas, cirurgias, medicações, curativos, exames laboratoriais – incluindo hemogramas, bioquímicos e sorologias, eletrocardiograma, ecocardiograma, ultrassom, radiografias. O equipamento conta ainda com UTI – Unidade de Terapia Intensiva.

A Prefeitura implantou a unidade a partir de convênio com a Anclivepa-SP (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais – São Paulo), responsável por equipar e gerir o equipamento. A verba inicial conseguida no orçamento municipal de 2012 foi de R$ 10 milhões, mas nesse primeiro ano serão aplicados R$ 7,2 milhões no hospital (somente atendimento e procedimentos, pois os equipamentos foram comprados pela Anclivepa).

Conforme despacho da Secretaria da Saúde no Diário Oficial da Cidade de São Paulo, publicado em 28 de junho de 2012, o convênio foi autorizado nesse valor. A Anclivepa-SP contará com um repasse mensal de até R$ 600 mil. Segundo a entidade de médicos veterinários explica, os pagamentos por parte da Secretaria da Saúde serão feitos mediante comprovação dos atendimentos, dentro desse limite.

Serviço:

Horário de funiconamento: de segunda a domingo, das 07h às 19h
Endereço: Rua Professor Carlos Zagotis, nº03, Tatuapé, São Paulo/SP (esquina com a Radial Leste, próximo ao metrô Vila Carrão)
Mais informações: (11) 2667-7795/ 2667-7804/ 2667-7789/ 2667-7793
Atendimento gratuito destinado destinado a animais carentes da população e protetores de animais.
Vagas limitadas. Se você puder pagar, não tire a vaga de um animal carente.


Fonte: Anda News


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PROBEM - SP

PROBEM - Programa de Proteção e Bem Estar de Cães e Gatos em SP


QUEM SOMOS
O PROBEM foi criado em 2 de julho de 2009 através do Decreto Municipal n. 50706 e em 6 de novembro de 2009 foi promulgada a lei Municipal 15023 que instituiu o Programa de Proteção e Bem Estar de Cães e Gatos - PROBEM, com o objetivo de reduzir o número de animais abandonados da cidade de São Paulo, protegendo-os, garantindo seu bem-estar e também prevenindo agravos á saúde pública e ao meio ambiente.

AÇÕES DO PROBEM
Implementamos o Projeto Piloto de Adoção, com avaliação e caracterização comportamental dos animais do CCZ, realizada por etólogos voluntários, bem como aplicação de entrevistas e questionários às famílias adotantes. Este projeto visa aumentar a compatibilidade entre a família adotante e o animal

Promovemos o enriquecimento ambiental para os animais dos canis coletivos do CCZ, com a implantação da Cãominhada, em que os animais têm a oportunidade de saírem dos canis para passeios dentro do CCZ durante 20 a 40 minutos. Os passeios são realizados todos os domingos. Isto faz parte do Projeto de Minimização do Impacto dos danos aos animais mantidos na instituição.

Realizamos campanhas publicitárias televisivas e em rádios, envolvendo temas como: guarda responsável e abandono.

Contratamos um médico veterinário etólogo para auxiliar na promoção da adoção dos animais do CCZ, bem como na avaliação comportamental dos mesmos.

Participamos do Circuito Cultural Animal, na cidade de São Paulo realizado entre os dias 26/09 a 4/10/2010. Tal evento visa conscientizar a população das necessidades dos animais, promovendo a guarda responsável e a valorização de todas as formas de vida. Foi realizado junto com diferentes setores (ONGs, Metro, SMCultura, SMVMA, etc) com uma agenda de palestras, filmes, Cãominhada, agility, promoção das esterilizações, etc.

Promovemos o Curso de Bioética, e pensamento crítico em setembro de 2009 para veterinários e parceiros.

Participamos da implementação da parceria entre protetores independentes e CCZ, que poderão esterilizar 25 animais semanalmente no CCZ.

Implementamos o FOCA (Curso de Formação de Oficiais de Controle Animal) capacitando um manejo etológico, bem estar animal e humanização a vários médicos veterinários e agentes de saúde do CCZ e das SUVIS.

Promovemos o curso de capacitação de Medico Veterinário do Coletivo para médicos veterinários do CCZ.

Participamos de mutirões de castrações, vermifugação e ações de saúde pública junto às comunidades carentes da Ilha do Borore (zona sul de SP) e do Moinho (Campos Elísios - região central de SP)


O QUE VAMOS FAZER?
O PROBEM vai lançar em 2010 o Núcleo de Proteção e Bem-Estar. O objetivo é acolher e cuidar da adoção dos animais - o que antes era realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses. Dessa forma, os bichos têm um lugar feito especialmente para eles e o CZZ ficará responsável somente pelo controle de doenças transmitidas pelos animais.

Para acabar com o ciclo de abandono e reprodução descontrolada dos animais, o PROBEM pretende passar das atuais 41 mil esterilizações por ano para 100 mil anuais. E claro, para ajudar a fazer isso tudo dar certo, serão contratados 80 veterinários e 67 biólogos que atuarão no controle de doenças e cuidados com os animais.
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