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Os Bichos Também Sonham!


Você acha que seu cachorro (ou gato) sonha? Com quê? A pergunta encucou dois cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), que passaram quatro anos estudando as reações de camundongos em busca de uma resposta. Os animais tiveram suas atividades neurológicas acompanhadas por monitores cerebrais quatro horas por dia, metade enquanto dormiam e a outra metade quando desenvolviam alguma atividade -percorrer um labirinto, por exemplo.

Os pesquisadores norte-americanos verificaram que determinadas partes do cérebro repetiam reações idênticas, e com a mesma intensidade, nos dois períodos. Para os cientistas, isso pode ser um sinal de que o rato está sonhando com a ação vivida durante o dia. "Para ter 100% de certeza, só perguntando à cobaia mesmo", disse à Revista o bem-humorado pesquisador Kenway Louie, um dos autores do trabalho do Departamento de Cérebro e Ciências Cognitivas do MIT.

Também não se sabe se o resultado vale para outros animais. "Não posso afirmar, mas é quase certo que sim, porque o cérebro deles é mais complexo do que o do rato, e o mecanismo do sono opera da mesma forma", afirma o biólogo Matthew Wilson, orientador do estudo.

O processo do sono dos ratos é similar ao do homem, atingindo o estágio REM (de "rapid eyes movement" ou movimento rápido dos olhos), em que acontecem os sonhos. A inspiração, porém, é um pouco diferente, acredita Kenway. "Humanos tendem a sonhar com eventos emocionais importantes -momentos de perigo ou de felicidade- acontecidos durante o dia. Já as cobaias pareciam sonhar bastante com comida, especialmente chocolate, pois repetiam as mesmas reações".

O objetivo real do estudo não é provar que os animais sonham, mas descobrir se o cérebro pode "coordenar" outras atividades mesmo quando o indivíduo está dormindo. Isso explicaria, acredita Kenway, por que as pessoas às vezes acordam com a solução de um problema que enfrentavam há dias.

Para os cientistas, a descoberta do mecanismo que faz com que determinados eventos sejam "selecionados" e repetidos durante o sono pode permitir, no futuro, uma espécie de "sono de resultados", ou seja, induzir o cérebro do dorminhoco a desenvolver outras atividades mentais, além do sonho.

Mais preocupado com o bicho, o veterinário especialista em comportamento animal Mauro Lantzman diz que sempre acreditou que animais sonhem. "Quem tem bicho sabe. Minha cadela, por exemplo, tem por hábito 'pedalar' durante a noite. Outros latem e até choram. Essas atividades são normais, mas em excesso podem indicar algum distúrbio neurológico como epilepsia."

Atenção: se seu bicho se comportar como um grande "sonhador", pode estar doente.






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Bicho também tem dor de dente!


Cães e gatos têm dentes de leite? Até que idade?
Sim. Cães e gatos também têm dentes de leite que compõem a dentição decídua. Estes dentes, assim como os dos seres humanos, sofrem o que chamamos de esfoliação (quando o dente cai), que promove a troca dos dentes pela dentição permanente. Isto acontece entre os 3 e 7 meses de idade nos cães e entre 3 e 6 meses nos gatos. No entanto, se os permanentes começarem a erupcionar sem que os de leite tenham caído, é necessário realizar a extração dos decíduos, para evitar problemas posteriores.

Meu bichinho tem muito mau hálito. Isto é normal?
Não. O mau hálito não é normal em bocas com boa higienização (escovação). No entanto, como muitos dos nossos pacientes não têm higienização regular, é comum o surgimento do mau hálito.
Na grande maioria das vezes, o mau cheiro não é provocado por problemas de estômago, mas peloacúmulo de placa bacteriana nos dentes, gengiva e língua. A placa libera subprodutos de fermentação de tecidos e restos alimentares que são os responsáveis pelo mau hálito.
Portanto, se seu animal tem "bafo" é sinal de que já existe placa bacteriana na boca dele e um tratamento profilático é indicado.

Os dentes do meu pet estão muito sujos. O que devo fazer?
Sujeira nos dentes pode ser acúmulo de "tártaro", também chamado de cálculo dental. O cálculo nada mais é que placa bacteriana mineralizada que deixa os dentes com aspecto sujo, escurecidos (placas amarronzadas, amareladas, esverdeadas ou até mesmo enegrecidas). Neste ponto, é altamente indicado um tratamento periodontal.


É verdade que devo escovar os dentes dos meus animais? Com que freqüência?
É verdade. A escovação remove restos de comida que ficam na boca e, principalmente, a placa bacteriana que está aderida aos dentes. Esta placa bacteriana, se não for removida através da escovação, pode causar danos ao periodonto do seu pet, provocando mau hálito, gengivite e periodontite, e serve como base para a formação do tártaro. A escovação deve ser feita diariamente ou pelo menos quatro vezes por semana. Aliado a isto, pelo menos uma visita anual ao médico veterinário especialista é recomendada.

Meu bichinho esta começando a perder os dentes, isto é normal?
Não é normal. A perda dos dentes acontece porque a doença periodontal avançou muito. E isso acontece, na maioria das vezes, devido a falta de higienização da boca. Quando não há escovação diária, a placa bacteriana acumula-se e, com o tempo, causa lesões no periodonto (estruturas que sustentam e protegem os dentes). Estas lesões, em graus mais avançados, levam a destruição dos tecidos de sustentação dos dentes e à perda dos mesmos.

Ração comercial costuma dar mais tártaro que alimento caseiro?
Não é verdade. O que provoca o surgimento do cálculo dental é a placa bacteriana que se forma quando não há escovação e independe do tipo de alimento oferecido. Quando o animal mastiga o alimento, existe uma "raspagem" natural, que ajuda a remover parte da placa bacteriana. Quanto mais duro é o alimento, há maior atrito, e conseqüentemente, maior "raspagem" nos dentes. É por isso que animais que roem ossos tendem a acumular menos cálculo. Nada substitui, porém, a escovação dental diária.

Meu animalzinho quebrou um dente. Como devo proceder?
O ideal é uma consulta ao médico veterinário especializado que avaliará a necessidade de tratamento. Em geral, quando há exposição do canal (ponto vermelho ou preto no meio do dente), é necessário o tratamento de canal que aliviará eventual dor que o animal possa estar sentindo e evitará contaminação do dente e do organismo como um todo. Mesmo que não haja exposição direta do canal, porém, é preciso avaliar se houve ou não lesão na parte interna do dente (polpa). De qualquer forma, o veterinário especializado indicará qual a melhor conduta para cada caso.

Apareceu uma ferida logo abaixo do olho do meu cão. O que pode ser?
É freqüente o surgimento de lesões logo abaixo do olho, principalmente em cães, decorrentes de afecções nos dentes (fraturas dentais ou periodontites), conhecidas como "fístula do carniceiro". Neste caso, é indicado o tratamento do canal ou até mesmo a extração do dente acometido. Consulte seu veterinário que poderá fazer um diagnóstico diferencial com problemas de pele ou doenças oftálmicas.

Percebi há algum tempo uma ferida na gengiva de meu bichinho que não melhora nunca. Será que devo me preocupar?
Lesões em cavidade oral de difícil cicatrização ou que aumentam de volume sem causa aparente podem ser indicativas de processos tumorais e são mais freqüentes em animais idosos. Ao perceber qualquer anormalidade deste tipo, procure logo que possível o médico veterinário especializado que poderá avaliar o que está ocorrendo e recomendar o melhor tratamento.

Meu gatinho começou a salivar, está comendo menos e emagrecendo. O que está acontecendo com ele?
Existem algumas afecções que são específicas dos felinos. Entre elas podemos destacar a lesão reabsortiva e o complexo gengivo-estomatite. Em ambos os casos os sintomas mais comuns são dor (recusa alimentos, passa a pata na boca, salivação aumentada), e vermelhidão na cavidade oral. O médico veterinário especializado está apto para averiguar e tratar estas afecções, bastante comuns nos gatinhos.

Posso oferecer ossos e biscoitos aos meus animais para limpar os dentes?
Sim, desde que seja feito com alguns critérios: ossos naturais são os melhores para remoção de parte da placa bacteriana, diminuindo a formação de cálculo. No entanto, são os principais responsáveis por fraturas dentais, principalmente nos dentes posteriores. Ossinhos artificiais ajudam na limpeza, porém, alguns animais não os toleram e apresentam distúrbios gastro-intestinais. Por último, os biscoitos podem ser oferecidos, mas não oferecem grandes benefícios em relação à higiene oral. Lembre-se: nada substitui a escovação se o intuito é manter os dentes saudáveis.




Fonte: Odontovet

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Experimento mostra que 6% dos motoristas são possíveis assassinos de animais



O americano Mark Rober pegou três animais de brinquedo — uma cobra, uma aranha e uma tartaruga — para realizar um teste bastante interessante: quantas pessoas, na estrada, poderiam se desviar do caminho para passar por cima de alguns desses bichos?



Para isso, ele posicionou os falsos animais no acostamento de uma estrada e observou a reação dos motoristas. O resultado — que também pode ser visto no vídeo acima — apontou que 94% dos mil carros observados se mantiveram no mesmo caminho, deixando os “animais” em paz.
Outros seis por cento, no entanto, foram mais cruéis e decidiram desviar do caminho apenas para atropelar os bichos — que não representavam nenhum perigo para suas vidas.
Dos três animais, a aranha foi a que sofreu o maior número de atropelamentos, seguida da cobra e da tartaruga, que ficou com o terceiro lugar. Além disso, 89% dos “assassinos” estavam em caminhonetes, enquanto o restante utilizava carros comuns. Mark Rober também utilizou uma folha de borracha no experimento, mas essa não chamou nenhuma atenção e não sofreu nenhum dano.


Fonte: TecMundo




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Motivos para adotar animais deficientes



Diante dos milhares de casos de abandono de animais pelas ruas do Brasil e do mundo, existem várias entidades empenhadas no incentivo a adoção, visando diminuir a população de bichos desabrigados. Prova dessa tentativa é a recente inauguração do primeiro núcleo cirúrgico da prefeitura, em São Paulo, para a realização de cirurgias de castração de cães e gatos.

O problema é que, infelizmente, se para os bichinhos sem raça definida já é difícil encontrar um novo lar, imagine para os idosos, por exemplo. Ainda na lista de animais preteridos está também um grupo muito especial: os deficientes físicos. Dentre eles, o número de abandono é ainda maior.

Apesar da triste realidade, pelo menos, a crença antiga de que animais nesta condição precisam ser sacrificados tem se tornado cada vez menos difundida. Segundo o médico veterinário Mário Marcondes, diretor clínico Hospital Veterinário Sena Madureira, “hoje em dia existem vários tipos de terapias que têm o objetivo de dar qualidade de vida à estes pets”.
Preconceito e desinformação

Assim como, por vezes, acontece entre humanos, o preconceito ainda reina entre os peludos deficientes. Muitos bichinhos acabam sendo abandonados por serem considerados “feios”, por não conseguirem fazer todos os truques que um animal sem deficiência faz ou porque seus proprietários acreditam que eles darão muito trabalho devido às necessidades especiais.

Nesse sentido, o dr. Mário diz que o veterinário tem um papel fundamental. “O médico entra como um profissional importante para dar a orientação correta para o proprietário de um animal com deficiência, expondo todos os tipos de terapia existentes para melhorar a vida dele”.

Segundo o veterinário, a paralisia de membros é a limitação mais frequente em cães. Os principais casos são os animais com problemas de coluna que evoluem para uma paralisia. “Isso é muito comum em raças com a coluna longa e patas curtas como o dachshund.
Um caso de carinho

Mais que uma paralisia, Tom, um dachshund, de 6 anos, desenvolveu um problema bem mais grave por conta da coluna. Além disso, o bichinho nasceu sem as duas patas dianteiras. De acordo com sua dona, Christiane Aguiar, um veterinário disse que o problema pode ter sido ocasionado por uma doença genética ou até mesmo por remédios abortivos dado a mãe do cachorro.

Pitoco Crédito: Arquivo Pessoal

A jornalista de 23 anos adotou Pitoco, como é chamado carinhosamente, porque não gostava de como o tratavam em seu primeiro lar. “Depois que ele nasceu, a outra filhote que nasceu da mesma cria foi adotada, mas ninguém queria o Tom por causa da sua deficiência. Ele ficava jogado no fundo do quintal no meio da sujeira, já que os antigos donos não limpavam nada”.

Ela conta ainda que o cãozinho, muitas vezes, nem mesmo comia, pois havia outros cachorros maiores no quintal, que chegavam mais rápido até o alimento. Foi assim que Pitoco entrou na vida da família de Christiane, que tem mais duas cadelas, Neguinha, uma dachshund de 7 anos e irmã de Pitoco e Lilica, uma SRD de 2 anos, que foi abandonada no portão da casa da jornalista.

E apesar da aparência frágil, felizmente, segundo o dr. Mário, os animais nessas condições se adaptam facilmente. O veterinário destaca, por exemplo, o caso dos cães cegos, que utilizam seus outros sentidos para se adaptar ao ambiente. Ele ainda dá uma dica aos donos de cãezinhos com o problema: “mantenha os objetos sempre no mesmo local, como comedouros e cama, assim o animal vai se adaptar mais rápido”.

Christiane aprendeu bem a lição e procura facilitar a vida de Pitoco, que se locomove com dificuldade, deixando tudo que ele precisa por perto. Também toma cuidado para que ele não se asse, o que pode acontecer devido ao fato dele se arrastar pela casa.
Tratamento com células tronco

A lesão na coluna é a principal alteração causadora de paralisia. Hoje, o tratamento inicial é com medicamento, além de cirurgia (em alguns casos) e fisioterapia. Em muitos casos a acupuntura ou somente a fisioterapia são indicados.

Uma outra alternativa bem mais recente é o tratamento com células tronco, prática adotada gratuitamente pelo Hospital Veterinário Sena Madureira, em parceria com a empresa de biotecnologia Celltrovet. Segundo o diretor clínico do hospital, já participaram do projeto por volta de 10 animais, mas as vagas ainda estão abertas para donos que estejam interessados. Os candidatos são pacientes deficientes paralisados, em decorrência de lesão na coluna, mas que já foram submetidos a um outro tratamento convencional, sem sucesso.

“A ideia é tentar melhorar a qualidade de vida destes animais com o uso das células tronco. Mas para isto, primeiro estamos realizando este projeto científico para posteriormente, com a análise dos resultados, padronizarmos um protocolo para tratamento convencional com células tronco”, disse o dr. Mário.

O veterinário destaca ainda que esta é uma evolução da área médica, mas para isto, trabalhos bem delineados devem ser realizados antes de se utilizar células tronco de maneira rotineira. Os proprietários que quiserem participar do projeto de tratamento gratuito com células tronco para animais deficientes devem se inscrever na triagem, no telefone (11) 5572-8778 - de segunda a sexta-feira, em horário comercial.

Pitoco, infelizmente, não se enquadra no perfil para o tratamento pioneiro, mas já dispõe de uma vida muito feliz ao lado da família que o acolheu e não hesita em dar carinho, amor e elogiar seu bichinho. “Ele é um animal carinhoso, que retribui todo o cuidado que temos com ele com muito amor”, finalizou Christiane.


Fonte: PetMag


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8 fatos estranhos sobre animais

1 – GALINHAS PODEM NATURALMENTE SOFRER ALTERAÇÕES SEXUAIS 

Só é preciso uma disfunção do ovário para transformar uma galinha em um galo.
Dois órgãos sexuais estão presentes quando uma galinha é um embrião. Mas uma vez que seus genes sexuais se formam, apenas o órgão da esquerda se desenvolve em um ovário. Normalmente, o da direita permanece dormente.

A maioria das galinhas se contentam com apenas um ovário e vivem suas vidas como mães e botadoras de ovos. No entanto, algumas disfunções, como um cisto no ovário ou um tumor, podem fazer o ovário esquerdo de uma galinha regredir. Na sua ausência, o órgão sexual direito, até então adormecido, pode começar a se desenvolver. Se ele se tornar um testículo, ou uma combinação de ovário-testículo, ele irá produzir androgênio – um hormônio sexual masculino. Isto induz uma mudança de sexo na galinha.

Recentemente, uma galinha na Inglaterra se transformou espontaneamente em um galo. Até desenvolveu crista, ganhou peso e começou cacarejar de uma forma especialmente masculina.




2 – COALAS TAMBÉM TÊM IMPRESSÕES DIGITAIS 

Os coalas, marsupiais do tamanho de uma boneca que trepam em árvores com bebês nas suas costas, tem impressões digitais que são quase idênticas às humanas. Porém, uma análise simples com um microscópio pode facilmente diferenciar as duas.

Os parentes mais próximos dos humanos, como chimpanzés e gorilas, têm também impressões digitais. Mas a coisa mais fascinante sobre as do coala é que elas parecem ter evoluído independentemente dos outros animais. Na árvore da vida, os ancestrais dos primatas e dos coalas são separados por 70 milhões de anos. Os cientistas acreditam que a impressão digital do coala se desenvolveu muito mais recentemente na escala evolutiva, porque seus parentes mais próximos (como cangurus) não a possuem.

O fato de que as impressões digitais de primatas e coalas evoluíram separadamente revela mais sobre o propósito anatômico da função. Os estilos de vida de ambos requerem muito o uso da mão para se segurar em árvores, tanto para comer, como para escalar. Parece que esses marcantes sulcos nos dedos se desenvolveram para auxiliar os animais a se agarrarem.




3 – UM MUNDO DE ESTRANHOS PÊNIS 

O reino animal é cheio de pênis insanos. Imagine o membro de um pato argentino que tem aproximadamente 42,5 centímetros, por exemplo: é maior do que a própria ave. E ele nem é tão longo como o pênis realmente enorme de cracas – sim, aquelas criaturas que se parecem com pedras e ficam afixadas em navios e baleias – que chega a ter até 8 vezes o tamanho de seu corpo. Tem também as serpentes do gênero Python que têm duas cabeças de pênis, enquanto a equidna, um pequeno mamífero, tem quatro.




4 – RATOS TEM CÓCEGAS 

Cócegas, uma característica que se imaginava ser exclusiva dos humanos e de seus parentes mais próximos, evoluiu nos grandes primatas como forma de vínculo social: gera divertidas interações entre pais e filhos, assim como ajuda os jovens a aprimorarem sua habilidade de autodefesa durante as batalhas de cócegas com os irmãos.

Durante a última década, pesquisadores observaram o comportamento dos animais e reuniram evidências consideráveis de que ratos também tem cócegas. Quando foram acariciados em certas regiões do corpo, os roedores emitiram ruídos de alta frequência. Estes ruídos parecem significar alegria, porque os ratos atravessam labirintos e executam atividades se eles aprendem que serão recompensados com uma boa cócegas depois. O barulho emitido pelos ratos, dizem os pesquisadores, é semelhante ao riso humano.

As cócegas provavelmente se desenvolveram em ratos por razões semelhantes que evoluíram em macacos. Os ratos também são animais extremamente brincalhões.



5 – OS GATOS PODEM LATIR 

Os cães ladram e os gatos miam. Simples assim… ou era o que se pensava.
Acontece que os gatos têm uma anatomia tão semelhante aos cães que não há nada impedindo-os de latir também. Para tornar suas vocalizações mais caninas, tudo o que os gatos tem que fazer é empurrar o ar através de suas cordas vocais com maior força que fazem normalmente. De acordo com especialistas, o gato latindo no vídeo acima provavelmente aprendeu seu incomum, embora não único, padrão de vocalização de um quase cão.




6 – ESCORPIÕES BRILHAM NO ESCURO 

Eles não são apenas equipados com pinças, chicotes venenosos nas caudas e uma armadura corporal completa. Escorpiões podem também assustar qualquer pessoa por brilhar no escuro.

Quando iluminados pelos raios ultravioletas de uma luz negra, esses aracnídeos blindados adquirem uma cor azul neon nada comum. Os raios UV que atingem os escorpiões são convertidos pelas proteínas de seus exoesqueletos em luz, que é visível ao olho humano. Aracnólogos gastaram incontáveis horas de estudo tentando descobrir para que essa fluorescência serve. Pesquisas recentes indicam que ela pode ser a maneira desses bichos medirem a quantidade de luar que brilha sobre eles. Como os escorpiões são criaturas noturnas, eles preferem ficar na moita em noites muito iluminadas.




7 – SONO DE PEIXE… ÀS VEZES NÃO O SUFICIENTE

Nem só de dormir vivem os peixes, afinal, alguns podem sofrer de insônia.

O peixe-zebra, por exemplo, é uma espécie comumente encontrada em aquários. Quando esses pequenos nadadores param para dormir a noite, eles inclinam suas caudas e vão para o fundo de onde habitam. Estudos sobre seus padrões de sono têm mostrado que, se são mantidos acordados à noite, os peixes-zebra parecem grogues e durante o dia são incapazes de aprender tão rapidamente como poderiam.

Um estudo descobriu que peixes-zebra com problemas nos receptores de hipocretina – o mesmo que às vezes leva a problemas de sono em humanos – dormiam, em média, 30% menos do que os normais.




8 – PINGUINS FAZEM ONDA 

Para os pinguins que tentam sobreviver ao duro inverno antártico, se amontoar é questão de vida ou morte. Esses pássaros vivem em uma multidão de forma tão apertada que fazer movimentos individuais é quase impossível e, por isso, os movimentos coletivos são uma obrigação. Porém, os pinguins na periferia morreriam de frio se não fossem continuamente sendo reposicionados no centro da multidão. Para realizar a reorganização contínua, o amontoado de milhões de membros fazem uma onda. Da mesma forma que as ondas sonoras se propagam através de fluidos – só que muito mais lentamente – cada pinguim dá um pequeno passo, de 2 a 4 centímetros de comprimento, e a onda de pequenos passos leva à grande reorganização.

Pinguins são muito melhores em “se deixar levar” do que os seres humanos, que também tendem a se mover em ondas quando são embalados conjuntamente em grandes multidões – nessa levada, os humanos às vezes acabam se esmagando. E ninguém sabe por que as ondas são tão turbulentas e perigosas no meio de uma multidão de humanos, mas perfeitamente civilizadas para um bando de pinguins.

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Os animais enxergam em cores?


Existem dois tipos de células sensíveis à luz no olho: os cones e os bastonetes, cujos nomes respondem à forma destas células. Cada uma delas é especializada em um aspecto distinto da captação de luz: enquanto os bastonetes respondem à intensidade luminosa (níveis baixos ou altos de luz), os cones lêem as freqüências da luz, que, na banda visível do espectro eletromagnético, são o que conhecemos como cores. Assim, os bastonetes nos ajudariam a ver de noite ou com pouca luz e os cones nos permitem perceber distintas cores.

Tanto nos bastonetes como nos cones, existem moléculas de um tamanho relativamente grande que absorvem os fótons que chegam a elas e que são as que produzem finalmente impulsos elétricos no nervo óptico.

A distinção de cores está baseada em dois aspectos:
1. A quantidade de cones diferentes que possua o animal: cada tipo de cone percebe uma freqüência luminosa diferente. Por exemplo, no caso do homem, possuímos três tipos diferentes de cones que respondem a três freqüências diferentes: luz azul, luz verde e luz vermelha. Possuímos até seis milhões de cones em nossa retina.

2. Como o cérebro do animal interpreta posteriormente a combinação das freqüências diferentes que recebe: para que um animal possa perceber um mundo em cores, precisa ter pelo menos duas classes diferentes de células sensíveis à cor em seu olho, os cones, e um cérebro que possa entender as mensagens que recebe destas células.

Os casos de alguns animais:

Um cachorro pode ver em cor, mas não tantas cores como os homens, já que possui só dois tipos distintos de cones. Por exemplo, o cachorro pode distinguir o azul do amarelo, do vermelho ou do verde, mas não pode distinguir o vermelho do verde. O esquilo e o gato possuem também só dois tipos diferentes de cones.

Uma pomba pode perceber mais cores do que um humano já que possui até cinco tipos diferentes de cones. A borboleta possui quatro tipos diferentes de cones. Um tipo de camarão tem pelo menos 12 classes de células sensíveis à cor e provavelmente seja o animal que mais cores perceba.

No outro extremo, podemos encontrar casos de animais que não possuem cones e só disponha de bastonetes em seu olho. Eles não poderão perceber cor alguma, apenas mudanças de intensidade de luz. Seu mundo é um mundo de sombras, no qual as sombras menos escuras correspondem a mais luz e as menos escuras, a menos luz. Este é o caso, por exemplo, das salamandras.

Também não verá a cor um animal que, além de bastonetes, só possua um tipo de cone (são necessários dois, no mínimo, para distinguir cores). Assim, seu mundo não será em escala de cinzas como, no caso da salamandra, mas na escala da única cor que percebam seus cones. Isso é que acontece com o polvo.

Existem no reino animal outros casos de animais que percebem um mundo de sombras mas não devido aos bastonetes de seus olhos, mas graças as manchas oculares, sistema parecido com os bastonetes localizados por todo o corpo. É o caso das minhocas de terra, que possuem centos destas manchas oculares sob a superfície da pele, perto de sua cabeça e de sua cola. Uma minhoca usa suas manchas oculares para permanecer em lugares escuros e frios. Se ela fica exposta ao sol por muito tempo, se desidrata e morre. O mesmo ocorre com os micróbios unicelulares, as sanguessugas e as medusas do mar.

As estrelas do mar também vêem só luz e escuridão, mas mediante um mecanismo distinto: o das copas oculares. Elas têm uma copa cheia de células fotosensíveis dentro da ponta de cada braço (a propriamente denominada copa ocular). Uma estrela de mar pode ver em muitas direções movendo seus braços e pode projetar suas copas oculares para fora para ver melhor. Outros animais com copas oculares são os vermes marinhos, alguns moluscos, os crustáceos e as larvas de animais marinhos.

A quantidade de bastonetes que um animal possui faz com que sua visão noturna seja melhor. É o caso de caçadores noturnos, como o cachorro. Os caninos vêem na escuridão de 4 a 5 vezes melhor do que o ser humano. Ainda há o caso de animais que possuem células sensíveis a freqüências que ficam em faixa do espectro eletromagnético não visível para os olhos humanos. É o caso das abelhas, que vêem a luz ultravioleta (UV), uma freqüência que é invisível para nossos olhos. As abelhas usam esta visão em UV para ver os padrões das pétalas florais, os quais lhe indicam onde se encontra o néctar.

Fonte: Terra
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Cagada é não recolher!


Quem nunca passou pela desconfortável situação de ver, ou pior, pisar, nas fezes de cachorros não recolhidas na calçada? Infelizmente, isso é mais comum do que gostaríamos, e apesar de ser de extremo bom senso limpar a sujeira do totó, ainda tem muita gente que deixa o cocô na rua.

Pensando justamente em conscientizar de forma divertida a população que as irmãs gaúchas Ana Carolina e Manoela Trava Dutra resolveram lançar uma campanha na internet. Elas cuidam do site Cão em Quadrinhos, que tem como objetivo criar ideias para facilitar a relação cão-homem e há um ano divulgam seu projeto sobre a posse responsável.



“Quem tem cachorro, querendo ou não, está assumindo uma série de responsabilidades. Uma delas é o recolhimento do cocô do seu cachorro. Como donas responsáveis, sabemos da nossa responsabilidade com a limpeza de parques públicos e ruas”, esclarece Manoela.

Sob o slogan “cagada é não recolher”, a dupla disponibiliza para download bandeirinhas, papéis de parede e banners gratuitamente com os dizeres da campanha. As irmãs criaram ainda a linha Cocôres, que são chaveiros e enfeites de mesa, vendidos em todo o Brasil e até Estados Unidos.

Manoela explica que a ideia da campanha surgiu durante os passeios aoparque com sua irmã e os três cães da família, e notou que muitos donos não recolhiam os dejetos deixados pelos seus animais. “Apesar de muitas pessoas terem consciência, a maioria ainda não assumiu a suaresponsabilidade”.




O que começou como uma brincadeira, hoje, a campanha “Cagada é não recolher” pode ser vista em diversos sites e blogs sobre animais, além de mais de 120 cocôres já terem sido distribuídos. O enfeite de mesa custa 20 reais, enquanto o chaveiro, 15 reais, lembrando que 10% das vendas são doadas para abrigos e pessoas que cuidam de animais abandonados.

“Temos uma lista grande de contatos de pessoas sérias e que prestam contas sobre os gastos dos animais que estão sendo ajudados. Também costumamos enviar essa ajuda para o que o animal necessita, comoração, medicamentos ou pagamento de cirurgia”, finaliza Manoela.




Fonte: PetMag


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Os Dez Mandamentos da Posse Responsável



1 - Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.

2 - Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

3 - Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.

4 - Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.

5 - Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.

6 - Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.

7 - Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.

8 - Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.

9 - Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).

10 - Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.



Fonte: Confraria dos Miados e Latidos


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Garoto de 4 anos pede doações aos animais como presente de aniversário


A maioria dos meninos que se aproxima da idade dos cinco anos pediria como presente de aniversário o mais novo gadget ou brinquedo lançado recentemente, mas um jovem homenzinho tem mostrado muita sabedoria e compaixão com tão pouca idade. O nome dele é Ethan Wojdyla e tem pedido a todos que o ajudem a ajudar os animais do abrigo local da cidade onde mora, o Tom’s River Animal Shelter, em Tom’s River Township, New Jersey (EUA). As informações são do Examiner.


Ethan e o gatinho Trapper, resgatado do abandono 

“Ele é um grande fã do canal ‘Animal Planet’”, conta a mãe, Kathleen Wojdyla. “Quando ele vê comerciais na TV que mostram um abrigo, com aquela música triste pedindo ajuda, ele diz, ‘mamãe, mamãe, nós temos que ajudá-los!’.” Kathleen então perguntou o que ele gostaria de fazer, já que eles são responsáveis por três gatos e dois cães. Além disso, os pais de Ethan estão desempregados e com algumas dívidas, o que torna a adoção de outro animal fora de questão. Mas outras opções estavam disponíveis.

Kathleen sentou-se com Ethan e disse ao garotinho que se ele realmente quisesse ajudar, ele poderia ser voluntário. Mãe e filho procuraram sobre voluntariado, mas Ethan ainda é muito jovem. Entretanto, a pouca idade não o impede de ter grandes gestos. Cinco meses antes de seu aniversário (comemorado no dia 10 de agosto), Ethan ficou sabendo que algumas crianças pedem aos convidados de suas festas de aniversário que tragam, em vez de presentes, doações. Ele disse: ‘legal, vamos fazer isso!”. Para o garoto, ele tem o suficiente e os animais precisam.

O tempo passou e a mãe perguntou de novo se ele realmente queria que os convidados trouxessem brinquedos e comida para gatos e cachorros em vez de presentes. Ethan não havia mudado de ideia. Ele ainda queria ajudar os animais e começou a contar a todos que era isso que ele queria que fosse feito. Ele vinha juntando alimentos, toalhas usadas, cobertores e até seu pediatra se animou em oferecer doações depois que ouviu Ethan contar sobre a história.

O garotinho está muito animado, mas um pouco sobrecarregado com toda a atenção que tem ganhado graças à amiga da família Gina Grega, que fez com que a história alcançasse dimensões nacionais com um artigo que escreveu. Ethan diz: “Eu amo animais”. Precisa dizer algo mais?

As ações de Ethan são maiores que o vocabulário de uma criança de quatro anos. O coração dele é maior que uma sacola cheia de sonhos infantis. A festa de aniversário de Ethan acontecerá neste sábado, dia 4, e ele e sua família presentearão o abrigo de Tom’s River com todas as doações que coletaram no dia 10, data real de nascimento de Ethan.

O Tom’s River tem sido administrado com um orçamento apertado e é um dos quatro abrigos municipais que restou em New Jersey.


Ethan e Murphy, um dos gatos da família 




Fonte: Anda News


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Convivência do bem: Crianças e Animais


Muitos mitos, boatos e tabus giram em torno da convivência de crianças e pets, especialmente das crianças que ainda estão na barriga das mães ou são bebês. Para os amantes de pets, nenhuma novidade, mas para muitos, uma surpresa: a convivência com os animais é benéfica para a saúde dos humanos.

Um estudo realizado na Finlândia e publicado na Pediatrics revelou que as crianças que convivem com cães têm menos chances de apresentar alguns tipos de infecções nos ouvidos ou problemas respiratórios do que aquelas que não têm bichos de estimação.

A pesquisa comprovou que os animais são responsáveis por desenvolver e aflorar o sistema imunológico dos bebês, ainda em seu primeiro ano de vida.

O estudo foi realizado com 397 crianças, entre nove e 52 semanas, que foram avaliadas por médicos do Hospital Universitário Kuopio, na Finlândia. Foi concluído que as crianças que tiveram contato com cães e gatos em casa ficaram significativamente mais saudáveis durante o período da pesquisa.


Além de nos dar muito amor e carinho e ser o melhor amigo do homem, os cachorros também são responsáveis pela saúde e bem estar de nossas crias. Apaixonante, não é mesmo?


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Você sabe identificar quando o seu pet está com dor?



Eles não choram nem gritam como os humanos. E justamente por isso nem sempre são bem interpretados. Os animais de estimação sentem dor, mas demonstram de maneiras diferentes. E o difícil, muitas vezes, é identificar isso.

De acordo com a veterinária Josimara Cazetta cães, gatos e aves reagem de forma parecida. “Mancar, movimentar a língua muitas vezes com ruídos altos, vômitos recorrentes sem motivo aparente, movimento repetitivo de lamber e mordiscar patas e articulações, olhos tristes e lacrimejantes são sinais de alerta”, conta.

Outros comportamentos também podem indicar que o bichinho está com dor. Entre eles estão a apatia, ficar muito tempo deitado, não brincar e levantar-se com dificuldade. Foi o que aconteceu com o gato Mimi, de 1 ano e meio. Após uma cirurgia de castração, os pontos inflamaram e, com a dor, veio a apatia. “Ele ficava o tempo todo deitado, não brincava conosco e se afastou de nós”, conta Bruna Tagliari Tardetti. A solução foi chamar o veterinário em casa. Essa é a principal orientação em casos de suspeita de dor. “Hoje existem medicamentos muito eficientes, mas devem ser ministrados com cautela e por um profissional da área, pois medicamentos de humanos podem ser tóxicos para os pets”, completa Josimara.

O controle e tratamento da dor também podem ser feitos com medicação homeopática, fitoterápicos, sessões de acupuntura, cromoterapia e mudanças nos hábitos alimentares.

Outra avaliação importante está no clima. Os animais percebem mudanças climáticas com antecedência e em quadros de osteoartrite, problemas reumáticos e luxações a dor pode aumentar. A buldog francês Bela, de seis anos, é cadeirante há três. De acordo com a veterinária ela teve paralisia por não receber cuidados adequados nos primeiros quadros de dor. “Ela começou com dores nas costas, que evoluíram para uma lesão permanente”, completa. Este caso serve como alerta para que o dono procure tratamento assim que perceber algo diferente no animal.

Agressividade
Em alguns casos o animal fica agressivo e intolerante. Caso isso aconteça, isolar não é a solução. A orientação é mantê-lo no ambiente de convívio. “É preciso respeitar o limite e o limiar de dor desse animal, pois violência gera violência. Muitos donos querem impor sua vontade em animais debilitados e isso pode gerar agressão”, conta Josimara. Outra sugestão é manter-se calmo diante da situação para não estressar ainda mais o animal.




Fonte: gazetadopovo.com.br




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São Francisco de Assis, Protetor dos Animais



Senhor,

Fazei de mim um instrumento de vossa Paz.

Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,

Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.

Onde houver Discórdia, que eu leve a União.

Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé.

Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.

Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.

Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.

Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!

Ó Mestre,

fazei que eu procure mais:

consolar, que ser consolado;

compreender, que ser compreendido;

amar, que ser amado.

Pois é dando, que se recebe.

Perdoando, que se é perdoado e

é morrendo, que se vive para a vida eterna!

Amém


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