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TORÇÃO GÁSTRICA, O QUE É ISSO?


Você que tem cão de médio a grande porte, 
saiba o que é TORÇÃO GÁSTRICA,
e aprenda a identificar esse problema. 


O QUE È A DILATAÇÃO E TORÇÃO GÁSTRICA (GVD)?
A GVD é uma patologia em que o estômago se encontra dilatado com gás e, adicionalmente, pode ocorrer uma torção sob o seu eixo maior, resultando numa fermentação e aprisionamento de gás e ingestão no estômago.



O QUE PODE PROVOCAR ESSA PATOLOGIA?
A causa definitiva ainda está por esclarecer. Provavelmente esta patologia resulta de uma interação de vários fatores de risco: exercício vigoroso após ingestão de grandes quantidades de água ou após refeições; ingestão de dietas muito fermentáveis como feijão, grão, etc., associadas a uma única refeição diária, cadelas pós-parto com aumento das necessidades calóricas, stress e aumento da aerofagia (ingestão de ar). Animais que apresentem congenitamente um aumento da laxitude dos ligamentos hepatoduodenais e hepatogástricos são mais predispostos a sofrerem de dilatação e torção gástrica. Defeitos na eructação e uma diminuição do esvaziamento gástrico contribuem também para o aparecimento de GVD.

TRATA-SE DE UMA SITUIAÇÃO DE EMERGÊNCIA MÉDICA?
Sim, provavelmente é uma das patologias não traumáticas que resultam em morte, sem a ajuda imediata do médico veterinário.

 

EXISTEM RAÇAS MAIS SUSCEPTÍVEIS ?
Estatisticamente sabe-se que raças de grande porte com peito profundo como os Doberman Pinscher, Dogue Alemão, Setter, Pastor Alemão, São Bernardo, Serras da Estrela, Fila Brasileiro entre outras, são mais predispostas para ocorrer dilatação com torção gástricas.
No entanto ocasionalmente, pode ocorrer em raças pequenas como os Bulldogs Ingleses, Terriers, Basset Hound, Teckels, Caniches e Pequinois apenas dilatação do estômago.
Não existe predisposição sexual, podendo afetar animais entre os 2 meses e 15 anos. Normalmente esta condição ocorre 2 a 3 horas após a ingestão de uma refeição.

FATORES RELEVANTES:
- Esta patologia ocorre primariamente em cães de raças grandes e peito profundo.
- A dilatação gástrica sem torção pode ocorrer ocasionalmente em raças pequenas.
- O estômago distendido confere uma aparência dilatada no flanco esquerdo do animal.
- A percussão digital do estômago por de trás da última costela produz um som timpânico característico.
- O estômago dilatado faz compressão sobre o diafragma começando a ocorrer dificuldades respiratórias.
- Os animais tentam vomitar mas não o conseguem pois a passagem do cárdia para o esôfago encontra-se obstruída pela torção. Pode existir hipersiália (formação excessiva de saliva).
- A torção do estômago faz com que a circulação entre os vasos sanguíneos gástricos e esplênicos fique comprometida, resultando num choque profundo.
- Finalmente o animal colapsa, deitando-se lateralmente, podendo observar-se o enorme volume distendendo o abdômen.

É POSSÍVEL DISTINGUIR ENTRE UMA DILATAÇÃO GÁSTRICA E
UMA DILATAÇÃO COM TORÇÃO?

Através da realização de um raio-X abdominal, o veterinário conseguirá distinguir as duas situações.


PORQUE É QUE O CÃO ENTRA EM CHOQUE?
O gás acumulado no estômago comprime as veias abdominais que transportam o sangue de volta para o coração. A privação de sangue para os tecidos tem como conseqüência uma diminuição do aporte de oxigênio, fazendo com que o animal entre em choque. Adicionalmente, a pressão exercida pelo gás nas paredes gástricas provoca uma inadequada circulação sanguínea tendo como conseqüência a morte e ruptura da parede gástrica. A entrada de toxinas para a circulação e sua posterior absorção agrava ainda mais o quadro de choque.

O QUE PODE SER FEITO ?
A assistência por parte do médico veterinário deve ser imediata. É necessário que a pressão nas paredes do estômago e órgãos internos seja diminuída através da passagem de um tubo pelo estômago. Esta pressão também pode ser aliviada utilizando um cateter perfurando o estômago
É imperativo que se inicie o tratamento para reverter o choque com grandes quantidades de fluidos intravenosos. Uma vez que o paciente se encontre estabilizado, o estômago deverá ser recolocado na posição anatômica correta. Para tal o animal tem de ser submetido a cirurgia abdominal sem demoras.

EM QUE CONSISTE A CIRURGIA?
Após a recolocação do estômago na sua posição fisiológica, tem de se prevenir que haja recorrências, para tal é utilizado uma técnica cirúrgica – gastropexia. Este procedimento consiste em suturar uma porção do estômago à parede abdominal para que este não volte a rodar sobre si mesmo. Se existirem áreas de necrose (morte) da parede do estômago deverão ser removidas.



PODEMOS PREVINIR A GVD?
A gastropexia preventiva em animais predispostos é o método mais eficaz para evitar a ocorrência, podendo ser recomendado como profilaxia em animais valiosos. Na maior parte dos casos esta cirurgia não previne a dilatação mas sim a impossibilidade de torcer.
O maneio dietético passa por:
- administrar duas refeições fracionadas diárias 
- restrição de exercício antes e após a ingestão de água e/ou comida 
- ter especial atenção às necessidades dietéticas pós-parto e minimizar as situações de stress. 

Estas são algumas das situações em que os proprietários poderão intervir para minimizar os fatores de risco, no entanto não hesitem em contatar para mais algum esclarecimento relativamente a esta patologia que tanto afeta os nossos animais de companhia.

Existem no mercado algumas vasilhas especiais para animais gulosos,elas evitam que o animal ingira o alimento rapidamente engolindo muito ar.
Você pode também adaptar usando uma daquelas formas tradicionais de bolo com um furo no meio,ou ainda colocar uma bola(tipo de Tênis ou maior,pois alguns são capazes de engolir a de tênis) na vasilha da comida

QUAL A TAXA DE SOBREVIVÊNCIA?
Depende das circunstâncias em que o animal entre na clínica. Há que ponderar diversos fatores vitais como: severidade e agravamento da situação, problemas cardíacos secundários, extensão das áreas de necrose do estômago, entre outros. Existe a probabilidade de cerca de 15 a 20% de morte dos animais após cirurgia.

Freqüência de diagnóstico dos 3 tipos de patologias predominantes entre os cães gigantes em função da idade.
Uma pesquisa da Universidade de Purdue15 com
42 076 cães de 5 raças gigantes levados a consultórios veterinários (Dogue Alemão, São Bernardo, Rottweiler, Terra-Nova, Bouviers Suiços), ilustra a predominância de alguns problemas patológicos.
4 753 cães, ou seja, 11 % dos animais apresentavam :
• problemas ósteo-articulares (73 %)
• DILATAÇÃO-TORÇÃO GÁSTRICA (14 %) ou
• problema cardíaco (13 %).

A DILATAÇÃO-TORÇÃO GÁSTRICA
Neste estudo, a dilatação-torção gástrica representa
1,53 % das doenças diagnosticadas em cães gigantes, qualquer que seja a idade. A incidência varia com a idade, mas é máxima para os cães idosos de 7 a 10 anos. O Dogue alemão representa 73 % dos casos.

ATENÇÃO!
Ao encontrar ou resgatar um animal de rua ,desnutrido,não exagere na hora de alimenta-lo (coisa que muitos fazem,dando grande quantidade de comida de uma só vez),pois pode provocar uma Torção Gástrica. De pequenas porções ao longo do dia. 
Como o índice de óbito em animais que sofrem uma torção é muito alto (em torno de 60%) todo cuidado é pouco.

Alguns sinais que servem de alerta são:
-Inchaço anormal do abdômen
- Dificuldade para respirar;
- Salivação excessiva;
- Ânsia de vômito sem que o cão consiga vomitar;
- Palidez da mucosa (olhos e bocas).
-Inquietação seguida de apatia
-Perda de consciência
-Batimento cardíaco acelerado

Se você perceber algum desses sintomas, procure ajuda veterinária imediatamente! Uma torção gástrica pode matar o cão em apenas 3 horas. Por isso é essencial que o socorro seja imediato. 

Converse com o veterinário de seu cão, e obtenha maiores informações!
FONTE:DICAS PELUDAS


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Animais que estarão no Guinness Book 2013



Maior burro do mundo - Medindo 1,55 metro, Oklahoma Sam ganhou o título de maior burro do mundo. Ele tem 4 anos e vive em uma fazenda em Watsonville, na Califórnia. Linda Davis sua dona fala que amigos sempre comentam que Oklahoma Sam é tão grande que deve ser um tipo de recorde "Agora eu posso mostrar o livro [Guinness Book] para eles".(Reprodução/ Guinness)


Maior cão do mundo - Zeus tem 1,12 metros da pata ao garrote e foi nomeado o maior cachorro do mundo pelo Guinness Book, ele vive em Michigan, nos Estado Unidos. O recordista come 14 quilos de comida por dia e pesa 70,3 quilos. "A coisa mais comum que as pessoas perguntam é se ele é um cão ou um cavalo" disse Denise a dona do animal. (Foto: AFP)

Animais guinness

Maior cavalo do mundo - Big jake vive em uma fazenda em Ostego, Michigan e foi considerado o maior cavalo do mundo com 2,10 metros. Jerry Gilbert seu dono, diz que tudo apra ele tem que ser enorme "Para transportá-lo, temos que usar um semi-trailer". Big Jake está em uma dieta saudável, por isso ele come 1 1/2 fardos de feno e 40 litros de aveia por dia. (Reprodução/ Guinness)

Animais guinness

Menor touro do mundo - O touro Archie tem apenas 76,2 centímetros, se comparadado com outros animais de sua raça, o touro fica quase 38 centímetros abaixo da média. Archie tem 29 meses de idade e mora em County Antrim na Irlanda do Norte.(Reprodução/ Guinness)

Fonte: Yahoo! Noticias
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Livros Infantis de Direitos Animais (Gratuitos)


A União Libertária Animal, com parceria da Peta, traz para o Brasil, histórias em quadrinhos, com temas inéditos abordados sob a perspectiva dos direitos animais, mostrando como é a vida natural de alguns animais e questionando como eles são explorados pelos humanos. É um material rico em informação para crianças e adultos! Conheça o Projeto Ulinha - Direitos Animais para crianças!


Abaixo um dos livros que são distribuído gratuitamente (versão on-line) pela ULA. Conheça outros livros (pagos e gratuitos) e os trabalhos de ULA - União Libertária Animal (Grupo educacional de Direitos Animais) clicando aqui.

Vida de Cachorro




Livreto da Peta, traduzido e adaptado para a língua portuguesa pelo ULA.Usa a abordagem infantil para tratar de um assunto muito sério: maus tratos a animais domesticados. Mostra a história de uma cadelinha que vive presa numa corrente e todo o sofrimento que ela passa por seus tutores não terem responsabilidade. Incentiva a adoção, guarda responsável e mostra uma lista de sites de grupos que trabalham com resgate e adoção.
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Os Dez Mandamentos da Posse Responsável



1 - Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.

2 - Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

3 - Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.

4 - Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.

5 - Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.

6 - Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.

7 - Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.

8 - Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.

9 - Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).

10 - Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.



Fonte: Confraria dos Miados e Latidos


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Como Entreter seu Cachorro na sua Ausência

Conheça várias dicas de estímulos e atividades que evitam tédio no cão e suas conseqüências, como compulsão (lamber a pata até feri-la, por exemplo), ansiedade de separação e destrutividade

Objetivo: manter o cão ocupado
Mente vazia, oficina do diabo, diz o provérbio... Você já pensou que o seu cão, enquanto faz coisas saudáveis e corretas, não incomoda pessoas nem destrói a casa ou se automutila? Ocupá-lo é também muito mais saudável do que simplesmente impedi-lo de fazer o que ele quer.

Como entreter
Todo mundo sabe entreter o cão levando-o para passear, brincando de cabo-de-guerra com ele ou atirando bolinha. Mas poucos sabem como entretê-lo enquanto conversam com alguém, vêem televisão ou dão atenção a uma visita.

A dica é preparar diversão para esses momentos. Vale tudo que entretenha o cão e que nos deixe livres para fazer o que quisermos. Existem algumas técnicas que utilizo para proporcionar esse tipo de entretenimento.

Busca por alimento
Esconda petiscos e estimule o cão a procurá-los. Com o tempo, ele passará a vasculhar cada pedacinho da casa, com a esperança de encontrar algo apetitoso. No início, procure facilitar a localização. Depois, pouco a pouco, torne a busca mais difícil. Crie novos esconderijos e dificulte o acesso cada vez mais. Para não estimular o cão a ir aonde você não deseja, evite colocar os petiscos nesses lugares.

Garrafa pet
Esse é um dos meus instrumentos preferidos, mas pode tornar-se um pouco barulhento, dependendo da estratégia utilizada pelo cão. O procedimento consiste em fazer uns furos laterais numa garrafa pet vazia. Deseja-se que, ao ser utilizada pelo cão, caiam alguns pedaços de petisco ou grânulos de ração previamente colocados. Essa é uma ótima maneira de dar ração em vez de simplesmente servi-la no pratinho de comida. No início, faça buracos maiores na garrafa, já que muitos cães podem desistir nessa fase. Aos poucos, dificulte e exija cada vez mais. Assim poderá proporcionar entretenimento por horas, até o cão conseguir tirar o último pedacinho de alimento de dentro da garrafa.

Roer e destruir
Ossos e brinquedos mastigáveis também são ótimas opções. Muitos cães gostam do desafio de destruir coisas, como arrancar pedaços de um bichinho de pelúcia, desde os olhos e o nariz até a espuma de dentro, despedaçar uma bola ou arrancar nacos de um osso de couro.

Conheço vários cães que adoram tirar o rótulo e a tampinha de garrafas pet! Muitos também apreciam destruir coco verde - a bagunça que fica com os fiapos restantes é fácil de limpar e o seu cão merece um bom passatempo!

Outra dica é embrulhar petiscos em pedaços de cartolina ou de papel e deixar o próprio cão rasgar a embalagem.

Embora destruição seja uma ótima terapia para o cão, preste atenção. Se ele for do tipo que engole tudo, só lhe dê objetos cujos pedaços sejam digeríveis e que não possam machucá-lo ou causar obstrução gástrica.

Criações do próprio cão
É impressionante como os cães criam as próprias atividades. Infelizmente, muitas vezes não estimulamos essas iniciativas ou até mesmo as reprimimos. É comum o cão ansioso descobrir que ter uma bolinha na boca para ficar mastigando o ajuda muito nos momentos de maior ansiedade. Um exemplo é o do cão que, quando percebe que terá interação com o dono, corre e agarra uma bolinha. Para ele, é importante ter sempre uma bolinha à disposição e, no entanto, muitas vezes o dono se livra da bolinha porque se tornou vício. O contato com esse objeto permite ao cão extravasar a ansiedade e conseguir não morder a mão do dono nem destruir algum objeto da casa.

Mais uma atividade de diversos cães é correr de um lado para outro quando estão muito ansiosos, incluindo, às vezes, dar voltas em torno da mesa de jantar. Em vez de reprimir o cão por fazer bagunça, deve-se procurar ajustar a casa para essa atividade. Por exemplo, fixar os tapetes no chão e tirar objetos que possam ser derrubados durante o percurso. Essa é também uma maneira de respeitar o cão. Afinal, ele talvez preferisse, se pudesse, pular em você ou rasgar sua roupa.



Fonte: Revista Cães & Cia, n. 346, março de 2008 Via: caocidadao.com.br
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Kit de primeiros socorros para animais



Por Camila Carnicelli - Médica veterinária

Machucou! E agora... Você sabe o que é preciso para poder ajudar seu amiguinho?

Assim como para nós é importante ter em casa, na praia, ou no campo um kit de primeiros socorros, para nossos animais de estimação também é. Ele pode ser muito útil em casos de ferimentos leves, pois nem sempre é possível ter umMédico Veterinário por perto.

No kit é necessário ter:

Luvas: para proteger as mãos e evitar o contato direto com a ferida.

Tesoura: Para cortar os pêlos em volta da lesão promovendo uma melhor visualização; também para cortar esparadrapo, gaze, etc.

Soro Fisiológico: Neste caso, é para limpeza mais grosseira da ferida. Remover sujidades como folhas, terra, areia, etc.

Povidine: Possui ação anti-séptica, previne contra possíveis infecções. Convém diluir o povidine em soro fisiológico no caso de feridas muito profundas.

Gaze: para auxiliar na limpeza (evite algodão), e curativos.

Pinça: para remover objetos, por exemplo: farpas de madeira, pregos, etc.

Pomada de ação antibiótica: Para evitar a infecção da ferida através da proliferação de microorganismos, e umedecer o curativo. Ex.: Pomada à base de Nitrofurazona.

Faixa de gaze: para cobrir e proteger as áreas feridas. Lembre-se que o faixa deve ficar por cima de uma gaze, nunca direto na ferida!

Esparadrapo: para fixar a faixa. Não coloque o esparadrapo direto sobre a ferida.

Ceruminolítico: Produto próprio para a limpeza dos ouvidos em casos de feridas nesta região.

Focinheira adequada ao tamanho do cão: Qualquer animal quando sente dor, por mais dócil que seja, pode morder até o seu próprio dono. Ele se sente ameaçado e por instinto de proteção avança mesmo. Portanto, para evitar que isso aconteça, é melhor amordaçá-lo antes de começar todo o procedimento. Depois que estiver tudo bem, ele saberá que foi para o seu bem.

Colar Elisabetano adequado ao tamanho do cão: É o famoso "abajour" que envolve a cabeça do animal. Incomoda um pouco, mas é necessário. Esta é a única forma do animal não arrancar o curativo e não infeccionar a ferida através da lambedura.



Fonte: bbel.uol.com.br 



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Entendendo melhor o comportamento felino







Por Camila Carnicelli - Médica veterinária

É comum acharem que gato é um animal independente e solitário, que faz o que bem quer e que não necessita de ninguém, basta que tenha comida a disposição e um local confortável para dormir. No passado realmente eles eram assim, mas com o processo de domesticação hoje os gatos vivem bem em grupos, principalmente em grupos aparentados, mas ainda nesse quesito são muito diferentes dos cães.

O gato doméstico
O gato doméstico é descendente do gato selvagem africano, que é um caçador solitário, que depende de si próprio para se alimentar e sobreviver. O gato selvagem africano precisa cobrir uma área muito extensa da savana para garantir sua comida e deve conseguir boas presas para se manter saudável e ter sucesso na caça. Para isso, os animais desenvolveram um sistema de orientação e comunicação que permite que cada um possa caçar e sobreviver sem conflitos.

É um tipo de comunicação por rastros em que os gatos marcam seus territórios com um cheiro característico que ele e outro gato possam reconhecer. O gato nunca precisou desenvolver nenhuma forma de hierarquia ou sistema social porque não tinham contato entre indivíduos, apenas na época do acasalamento.


A domesticação
Hoje com a domesticação eles aprenderam a conviver em grupos. O contato do gato selvagem africano com o homem ocorreu há 4000 anos. Os gatos foram atraídos porque existiam muitos roedores nos silos que alimentavam o gado. Desde então os gatos mais tolerantes a companhia humana desenvolveram características comportamentais diferentes dos que habitavam as savanas. Com essa aproximação, começou a ocorrer uma concentração de animais em uma pequena área em torno do alimento, e além de conviverem melhor com o homem, aprenderam a conviver melhor uns com os outros.

O hábito dos gatos de se roçarem é uma importante coesão social que liga os animais entre si, acredita-se que esse hábito seja acompanhado da emissão de um cheiro característico. Os gatos se esfregam uns nos outros e isso faz com que glândulas da face e das costas exalem o cheiro. Gatos de determinado grupo soltam um cheiro característico que permite que reconheçam indivíduos do mesmo grupo.

Gatos de outros grupos não soltam o mesmo cheiro e seriam por isso,reconhecidos como ameaças, pois o tamanho do grupo é relacionado à quantidade de comida disponível em determinada área, um intruso representa ameaça para a sobrevivência do grupo residente. O mesmo se aplica a gatos que residem em ambientes domésticos, mas nem sempre gatos que convivem na mesma casa pertencem ao mesmo grupo.

Pessoas que possuem vários gatos devem colocar a comida em diversos locais pela casa, para que todos tenham acesso ao alimento no momento que quiserem, de forma tranqüila, sem estresse ou conflitos. Isso ajudará a manter a harmonia na casa.

Gatos estressados apresentam algumas alterações comportamentais como, por exemplo, urinar ou defecar em locais inadequados, além de roçar demais o pêlo. Certas doenças como a cistite pode ter como causa de base o estresse.


Fonte: bbel.uol.com.br


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Entendendo melhor o comportamento canino




Para muitas pessoas que têm cachorros de estimação, alimentá-los, fazer carinho e levá-los ao veterinário regularmente reúne todos os cuidados que um bom dono pode ter com seu cão. Poucos são aquele que, ao trazerem um companheiro para casa, buscam informações sobre como devem se comportar e agir para que o cão tenha também um comportamento saudável.

Para o médico veterinário Luiz Luccas, o primeiro grande passo nesta direção é entender que os cachorros são diferentes dos homens, ou seja, os donos precisam controlar sua tendência de humanizar os cães e de esperar deles respostas similares àquelas dadas por seres humanos em diversas situações. "Nem tudo que é lógico no comportamento humano, é no animal", afirma Luiz Luccas, que também é presidente da Comissão de Animais de Companhia (COMAC), vinculada ao Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (SINDAN).

Não adianta também tentar educar seu cão usando métodos violentos, como esfregar o focinho do cachorro no xixi quando ele urina fora do lugar. "Na educação dos animais, tanto a recompensa quanto a punição tem de ser dadas quase que imediatamente ao comportamento que você quer estimular ou inibir. Por isso, ao esfregar a cabeça dele na urina, o animal não vai entender o porquê e essa práticapode acabar gerando um comportamento agressivo", explica Luiz.

Outro cuidado importante em relação aos comportamentos agressivos é repreendê-los da forma correta, como ressalta Alexandre Rossi, especialista em bem-estar animal e idealizador da empresa Cão Cidadão. "Eu estou andando na praça com o cachorro e ele quer pegar uma criança ou latir para ela, isso precisa ser inibido e a maioria das pessoas recompensa sem querer, por exemplo, passando a mão na cabeça do cão e dizendo carinhosamente 'calma, é amigo', ou então o pegando no colo", menciona Alexandre.

O especialista em bem-estar animal enumera que educar, demonstrar limites e recompensar os comportamentos bons são os três pilares para tratar os cachorros da melhor maneira possível tanto para eles quanto para a sociedade. Veja na próxima página, como decifrar o significado de alguns comportamentos típicos dos cães.





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Convivência do bem: Crianças e Animais


Muitos mitos, boatos e tabus giram em torno da convivência de crianças e pets, especialmente das crianças que ainda estão na barriga das mães ou são bebês. Para os amantes de pets, nenhuma novidade, mas para muitos, uma surpresa: a convivência com os animais é benéfica para a saúde dos humanos.

Um estudo realizado na Finlândia e publicado na Pediatrics revelou que as crianças que convivem com cães têm menos chances de apresentar alguns tipos de infecções nos ouvidos ou problemas respiratórios do que aquelas que não têm bichos de estimação.

A pesquisa comprovou que os animais são responsáveis por desenvolver e aflorar o sistema imunológico dos bebês, ainda em seu primeiro ano de vida.

O estudo foi realizado com 397 crianças, entre nove e 52 semanas, que foram avaliadas por médicos do Hospital Universitário Kuopio, na Finlândia. Foi concluído que as crianças que tiveram contato com cães e gatos em casa ficaram significativamente mais saudáveis durante o período da pesquisa.


Além de nos dar muito amor e carinho e ser o melhor amigo do homem, os cachorros também são responsáveis pela saúde e bem estar de nossas crias. Apaixonante, não é mesmo?


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Você sabe identificar quando o seu pet está com dor?



Eles não choram nem gritam como os humanos. E justamente por isso nem sempre são bem interpretados. Os animais de estimação sentem dor, mas demonstram de maneiras diferentes. E o difícil, muitas vezes, é identificar isso.

De acordo com a veterinária Josimara Cazetta cães, gatos e aves reagem de forma parecida. “Mancar, movimentar a língua muitas vezes com ruídos altos, vômitos recorrentes sem motivo aparente, movimento repetitivo de lamber e mordiscar patas e articulações, olhos tristes e lacrimejantes são sinais de alerta”, conta.

Outros comportamentos também podem indicar que o bichinho está com dor. Entre eles estão a apatia, ficar muito tempo deitado, não brincar e levantar-se com dificuldade. Foi o que aconteceu com o gato Mimi, de 1 ano e meio. Após uma cirurgia de castração, os pontos inflamaram e, com a dor, veio a apatia. “Ele ficava o tempo todo deitado, não brincava conosco e se afastou de nós”, conta Bruna Tagliari Tardetti. A solução foi chamar o veterinário em casa. Essa é a principal orientação em casos de suspeita de dor. “Hoje existem medicamentos muito eficientes, mas devem ser ministrados com cautela e por um profissional da área, pois medicamentos de humanos podem ser tóxicos para os pets”, completa Josimara.

O controle e tratamento da dor também podem ser feitos com medicação homeopática, fitoterápicos, sessões de acupuntura, cromoterapia e mudanças nos hábitos alimentares.

Outra avaliação importante está no clima. Os animais percebem mudanças climáticas com antecedência e em quadros de osteoartrite, problemas reumáticos e luxações a dor pode aumentar. A buldog francês Bela, de seis anos, é cadeirante há três. De acordo com a veterinária ela teve paralisia por não receber cuidados adequados nos primeiros quadros de dor. “Ela começou com dores nas costas, que evoluíram para uma lesão permanente”, completa. Este caso serve como alerta para que o dono procure tratamento assim que perceber algo diferente no animal.

Agressividade
Em alguns casos o animal fica agressivo e intolerante. Caso isso aconteça, isolar não é a solução. A orientação é mantê-lo no ambiente de convívio. “É preciso respeitar o limite e o limiar de dor desse animal, pois violência gera violência. Muitos donos querem impor sua vontade em animais debilitados e isso pode gerar agressão”, conta Josimara. Outra sugestão é manter-se calmo diante da situação para não estressar ainda mais o animal.




Fonte: gazetadopovo.com.br




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Dicas sobre Tartarugas Aquáticas

Tartarugas aquáticas são bastante admiradas como bichinhos de estimação, por seu tamanho e por sua aparência bonitinha, mas não se engane: elas são bem difíceis de manter e cuidar. Elas requerem trabalho e cuidado intenso se comparadas a outros animaizinhos domésticos. Exatamente por isso, elas não são adequadas para serem bichinhos de estimação de crianças. Seguem abaixo alguns requisitos fundamentais para que sua tartaruguinha possa viver mais e com saúde.



Quando se fala da dieta das tartaruguinhas, é importante dizer que elas são animais carnívoros. Por isso, gostam muito – e precisam – de carne em suaalimentação. Elas também podem ganhar comidinhas artificiais (ração) que você pode comprar em qualquer pet shop. Essas rações podem ser dadas às tartarugas todos os dias. Também é uma boa idéia incluir larvinhas, grilos e minhocas na sua alimentação regular. É aconselhável que você a tire da sua bacia, banheirinha ou tanque para alimentá-la. É muito importante que você providencie uma bacia ou recipiente somente para que ela faça as refeições, pois isso manterá a casinha da tartaruga muito mais limpa evitando, assim, o surgimento de bactérias que podem fazer com que seu bichinho fique doente.

Você pode providenciar suplementos para sua tartaruga, tais como vitaminas, cálcio e fósforo. Geralmente a ração que você compra no mercado já inclui tais suplementos. A quatidade de comida necessária e a freqüência de alimentação depende do tamanho e natureza da tartaruga; você pode obter mais informação com um criador ou veterinário sobre a freqüência e quantidade de comida a ser dada.


 
É essencial que você proporcione um habitat adequado para sua tartaruga aquática. Assegure-se que o recipiente que você reservar para ela seja limpo e com um tamanho suficiente; é aconselhável que o recipiente ou tanque tenha uma plataforma e degraus para que sua tartaruga possa escalar. Algumas coisas necessárias no habitat da tartaruguinha são:

Luzes: a tartaruga precisa de raios UVA e UVB para que ela possa absorver cálcio e outros nutrientes adequadamente. Essa luz pode ser natural ou artificial.

Aquecedor: outro requisito essencial. A temperatura ideal para esses animaizinhos é de 24° a 25ºC e ela pode ser facilmente atingida ao colocar um aquecedor submerso no tanque. A temperatura no banho de sol deve ser em torno de 29º a 32°C.

Purificador de água: também é importante colocar um purificador de água no tanque da sua tartaruguinha, já que elas são criaturinhas bagunceiras. Para evitar a proliferação de bactérias na água, é essencial o uso do purificador; tenha filtros submersos no tanque.

É muito importante que esses passos básicos sejam cuidadosamente preenchidos: um lugar limpo e adequado, comida fresca e limpa, e água fresca são mais do que fundamentais para a boa saúde de sua tartaruguinha aquática.






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Castrar é prevenir o abandono


ESTERILIZAÇÃO (CASTRAÇÃO): O QUE É?

Além de prevenir doenças, a esterelização garante o bem-estar dos animais e representa a única medida eficaz no controle das populações de cães e gatos.

Impedir a cada cio que o animal cruze, mas mantê-lo com os instintos para isso, representa uma constante frustração. A esterilização de cães e gatos, fêmeas e machos, é uma cirurgia que impedirá a procriação. Ela deverá ser feita por médico veterinário experiente, e o animal deverá estar sob o efeito de anestesia geral. A esterilização do macho é mais fácil e mais rápida. A esterilização das fêmeas - que consiste na retirada de útero e ovários - requer alguns dias de atenção após a cirurgia, até a completa cicatrização. Atualmente muitos veterinários utilizam nova técnica para a esterilização das fêmeas, menos invasiva, na qual o corte é menor, tornando a cirurgia e a recuperação mais rápidas. Consulte seu veterinário ou faculdades de veterinária e entidades de proteção animal.

Para os machos

Um macho esterilizado deixa de fugir tentando ir atrás de fêmeas no cio, tem menos necessidade de marcar território com urina, porém continua guardião da casa e da família.

Para as fêmeas

Uma fêmea esterilizada deixa de atrair a legião de machos à sua porta, não tenta fugir para cruzar e não tem mais cio, ou seja, não menstrua mais. Além disso, ela estará se livrando da piometra (infecção no útero) que atinge em média 60% das cadelas não esterilizadas, cujo tratamento inclui a esterilização.

Esterilize seu animal (macho ou fêmea) antes da puberdade. Não é necessário aguardar o primeiro cio de sua cadela ou gata para esterilizar. E recomendada a esterilização antes da puberdade, a partir de 2 meses de idade, cujas vantagens são:

saúde: cadelas e gatas esterilizadas antes da puberdade reduzem em mais de 90% as chances de terem câncer de mama;
conforto e bem-estar: a recuperação pós-cirurgia é mais rápida.

Castração a preços reduzidos

Esterilizações a baixo custo são realizadas em diversas clínicas veterinárias em todo o país. Várias delas estão relacionadas aqui.

Castração gratuita

Verifique também se a Prefeitura de sua cidade realiza o procedimento gratuitamente, através dos Centros de Controle de Zoonoses ou de grupos de defesa animal cadastrados.

O QUE NÃO FAZER

Não aplique injeção anticoncepcional (hormônio) em fêmeas, ela é totalmente contra-indicada. Se o fizer, você estará prejudicando a cadela, talvez condenando-a a uma morte sofrida e precoce. O único método de controle populacional indicado pela Organização Mundial da Saúde é a esterilização cirúrgica de fêmeas e machos caninos ou felinos. Hoje existe também a esterilização química de machos felinos e caninos.

As injeções de hormônio prejudicam as fêmeas e podem provocar a piometra (infecção do útero), cujo tratamento inclui a urgente esterilização (do contrário o animal pode vir a óbito por septicemia).

Há ainda o perigo de os guardiões daquele animal não perceberem a tempo os sintomas da piometra, que podem ser inapetência (nem todos os animais) e corrimento (discreto) de secreção amarelada (pus) pela vagina. Se for um animal de rua ou semi-domiciliado, dificilmente serão percebidos os sintomas.

Veja abaixo a opinião da Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira - Médica veterinária - Especialista em clínica e cirurgia – UFV Mestre em cirurgia – Unesp:

"O uso de anticoncepcionais é um dos principais causadores de aparecimento de tumores de mama, infecções uterinas e tumores uterinos e de ovário, além de predisporem a doenças endócrinas, como o hiperadrenocorticismo, e promoverem resistência insulínica, provocando o surgimento da diabetes mellitus. Também pode ser observada falha, ausência ou descoloração do pelo no local da aplicação.

No caso da infecção de útero, o tratamento é a retirada do órgão de forma emergencial, antes que o animal entre no quadro de infecção generalizada, toxemia associada à insuficiência renal, colapso e morte."


Fonte: institutoninarosa.org.br


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Como cuidar de cães idosos



Por Camila Carnicelli - Médica veterinária

O tempo vai passando e mais rápido do que podemos esperar nosso bichinho querido se torna um animal idoso. O que nos alivia é que hoje em dia, com o avanço das pesquisas na medicina veterinária é possível prolongar a expectativa de vida dos animais através da prevenção ou até mesmo do diagnóstico precoce de doenças graves.

Cães de raças grandes são considerados idosos a partir dos sete anos de idade e os de raças pequenas, a partir dos oito anos. Nessa faixa etária ocorrem muitas alterações físicas e comportamentais. A pelagem vai se tornando esbranquiçada, principalmente na face. Muitos animais diminuem a atividade física e passam a dormir mais horas por dia, alterando também a necessidade de ingestão calórica.



Para isso existem no mercado rações específicas chamadas de 'senior'. Elas possuem menos gordura e mais fibras, o que ajuda na manutenção do peso, menos proteínas, para não sobrecarregar os rins sensíveis dos cães idosos, além de grãos mais fáceis de quebrar, pois os dentes do nosso amigo já não são mais os mesmos.

Os dentes merecem cuidados dobrados nessa fase, pois o acúmulo de tártaro é muito comum e a gengivite que acompanha o tártaro pode ser uma porta de entrada para bactérias na corrente sanguínea, causando problemas graves nos rins e no coração.

A visão, a audição e o olfato também se alteram com a chegada da idade. A ingestão de água também deve ser observada. Fique atento se o seu animal idoso aumentou o consumo de água e a produção de urina, pois os cães estão propensos a desenvolver diabetes nessa fase da vida. Além destes, outros sintomas como a perda de peso e o aumento na ingestão de comida também estão associados à doença.

Algumas raças como o Pastor Alemão, Labrador e o Rottweiler são predispostas a problemas articulares que se agravam na velhice. Suplementos a base de condroitina, quando oferecidos durante toda a vida do animal, ajudam a amenizar esses problemas. Não se esqueça de que todo medicamento ou suplemento deve ser prescrito apenas pelo médico veterinário.

Avaliações clínicas em animais idosos devem ser feitas a cada seis meses. Além de um exame físico completo, devem ser realizados exames de sangue, fezes e urina. A ultrassonografia abdominal periódica ajuda a detectar possíveis alterações nos órgãos, possibilitando um diagnóstico precoce e o início de um tratamento mais adequado. Lembre-se que as vacinas são a principal forma de evitar doenças, inclusive nos velhinhos, e são necessárias durante toda a vida do seu animal.

O processo de envelhecimento nos animais, assim como nos seres humanos, pode variar de acordo com cada indivíduo. O que vai garantir uma aparência mais 'conservada' e um organismo mais saudável são os cuidados que ele recebeu ao longo da vida. Por isso é muito importante uma alimentação de boa qualidade, vacinas em dia e visitas periódicas ao médico veterinário, além de todo amor e carinho.


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Gatinhos vêm conquistando o espaço no lares brasileiros









Quando se fala em animais domésticos, o primeiro que vem à mente das pessoas é o cachorro. Mas com os novos padrões de vida, com casas mais reduzidas, espaços adaptáveis e o tempo corrido, outro animalzinho vem entrando para as famílias brasileiras, o gato. Tidos como mais independentes e adaptáveis a qualquer espaço, as famílias contemporâneas vem se rendendo ao charme desse pequeno bichano.



Segundo a médica veterinária Rafaela Pastl, os gatos se diferenciam dos cães, pois viveriam normalmente em qualquer espaço físico, seja em casa ou apartamento e o fato de dormirem quase o dia toda, faz com que o tutor não se preocupe tanto com o tempo dedicado a ele.


“Não é verdade que o gato não se apega ao tutor. Na verdade o gato adora receber atenção e carinho do tutor, mas na hora que ele quiser”, explicou à veterinária. “E nunca brigue com o seu gatinho também, ele pode ficar profundamente sentido e por consequência, pode ficar medroso também”, aconselhou à especialista.Outro ponto importante entre cães e gatos são os padrões sociais e a interação. De acordo com a especialista, enquanto os cães vivem em bandos e precisam procurar um líder, no caso o humano, os gatos são independentes e não precisam de ninguém para liderá-lo. Mas de acordo com a Dra. Rafaela, ninguém se engane em relação ao sentimento do bichano.

Para Flávia Emilia, estudante universitária, que sempre criou gato como animal, o ponto forte desse bichano em relação aos cães é a higiene.

“Enquanto o cachorro que não é ensinado faz as necessidades em qualquer canto, os gatos só fazem em locais específicos com areia”, disse a estudante. “Além disso, não tinha muito espaço lá em casa para outro tipo de animal, já o Gato [nome de seu bichano] vivia perfeitamente bem por lá”, disse Emília.


Mas tem um ‘porém’ que ainda impedem muitas pessoas de criar gatos como animais domésticos. Eles, os gatos, tem o hábito de passear na rua e isso, às vezes, traz muita dor de cabeça para os tutores, como gatas prenhas, doenças, etc.Confirmando a afirmação da estudante, a Dra. Rafaela Pastl explicou que essa questão de higiene dos gatos é de instinto, e, dessa forma, ele só faz as necessidade em areia comum ou areia higiênica. “Só animais doentes ou com alguma perturbação fará suas necessidades fora do local propício”. Além disso, o gato, ao lameber-se, realiza sua própria limpeza e, segundo a veterinária, é comum os veterinários recomendarem que os tutores não dêem banhos em seus gatos, pois pode deixar o animal estressado.

“Animal que já está acostumado em ir à rua dificilmente deixará esse costume, então a castração é o mais indicado, assim como a vacinação e vermifugação”, explicou a especialista.

Quanto ao mito sobre a toxoplasmose, doença transmitida por gatos para mulheres grávidas, a especialista tentou desmistificar o contagio. Segundo ela, a doença só é transmitida por animais não vermifugados. “Mas a maior incidência de contaminação é a ingestão de carne crua ou mal cozida”, finalizou.

Sobre o Gato

De acordo com a especialista, os gatos são amáveis caçadores naturais e limpos. Podem viver de 15 a 20 anos, tem excelente visão noturna, olfato e audição.

Dicas básicas de alimentação

“A alimentação mais indicada é a seca, ração, mais as alimentações úmidas como latinhas e saches, são uma boa opção principalmente por conterem 80% de água e assim evitando problemas geniturinários, como urolitíases”, finalizou.

Fonte: Primeira Edição Via: Anda News




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