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CONHEÇA O PROJETO VIDA-LATA - Dois animais em cada lar!



Uma campanha que merece ser divulgada, conheça e participe!

Estamos divulgando uma campanha de adoção de animais abandonados,
cujo foco é o bem que eles trazem ao Ser humano,
ao conviverem conosco.

Esta campanha solicita apenas que as pessoas divulguem MUITO as
informações GRATUITAS e de UTILIDADE PÚBLICA, constantes no blog.

Em momento algum, é solicitada alguma doação ou patrocínio,
basta ler de ponta a ponta o blog e, gostando da ideia, replicar no
Facebook, Twitter ou republicar em seu veículo de Mídia.

Além do blog, GRATUITO, dispomos de PALESTRAS (consulte valor) e
todo o Projeto conta com orientação Psicopedagógica,
sendo acessível a todos os públicos.

Quem quiser conhecer e abraçar a causa, favor visitar o link abaixo.
Também estão todos convidados a nos adicionar como
contatos em redes sociais, esteja à vontade!

Receba antecipadamente milhares de latidos e miados de gratidão!

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Os animais enxergam em cores?


Existem dois tipos de células sensíveis à luz no olho: os cones e os bastonetes, cujos nomes respondem à forma destas células. Cada uma delas é especializada em um aspecto distinto da captação de luz: enquanto os bastonetes respondem à intensidade luminosa (níveis baixos ou altos de luz), os cones lêem as freqüências da luz, que, na banda visível do espectro eletromagnético, são o que conhecemos como cores. Assim, os bastonetes nos ajudariam a ver de noite ou com pouca luz e os cones nos permitem perceber distintas cores.

Tanto nos bastonetes como nos cones, existem moléculas de um tamanho relativamente grande que absorvem os fótons que chegam a elas e que são as que produzem finalmente impulsos elétricos no nervo óptico.

A distinção de cores está baseada em dois aspectos:
1. A quantidade de cones diferentes que possua o animal: cada tipo de cone percebe uma freqüência luminosa diferente. Por exemplo, no caso do homem, possuímos três tipos diferentes de cones que respondem a três freqüências diferentes: luz azul, luz verde e luz vermelha. Possuímos até seis milhões de cones em nossa retina.

2. Como o cérebro do animal interpreta posteriormente a combinação das freqüências diferentes que recebe: para que um animal possa perceber um mundo em cores, precisa ter pelo menos duas classes diferentes de células sensíveis à cor em seu olho, os cones, e um cérebro que possa entender as mensagens que recebe destas células.

Os casos de alguns animais:

Um cachorro pode ver em cor, mas não tantas cores como os homens, já que possui só dois tipos distintos de cones. Por exemplo, o cachorro pode distinguir o azul do amarelo, do vermelho ou do verde, mas não pode distinguir o vermelho do verde. O esquilo e o gato possuem também só dois tipos diferentes de cones.

Uma pomba pode perceber mais cores do que um humano já que possui até cinco tipos diferentes de cones. A borboleta possui quatro tipos diferentes de cones. Um tipo de camarão tem pelo menos 12 classes de células sensíveis à cor e provavelmente seja o animal que mais cores perceba.

No outro extremo, podemos encontrar casos de animais que não possuem cones e só disponha de bastonetes em seu olho. Eles não poderão perceber cor alguma, apenas mudanças de intensidade de luz. Seu mundo é um mundo de sombras, no qual as sombras menos escuras correspondem a mais luz e as menos escuras, a menos luz. Este é o caso, por exemplo, das salamandras.

Também não verá a cor um animal que, além de bastonetes, só possua um tipo de cone (são necessários dois, no mínimo, para distinguir cores). Assim, seu mundo não será em escala de cinzas como, no caso da salamandra, mas na escala da única cor que percebam seus cones. Isso é que acontece com o polvo.

Existem no reino animal outros casos de animais que percebem um mundo de sombras mas não devido aos bastonetes de seus olhos, mas graças as manchas oculares, sistema parecido com os bastonetes localizados por todo o corpo. É o caso das minhocas de terra, que possuem centos destas manchas oculares sob a superfície da pele, perto de sua cabeça e de sua cola. Uma minhoca usa suas manchas oculares para permanecer em lugares escuros e frios. Se ela fica exposta ao sol por muito tempo, se desidrata e morre. O mesmo ocorre com os micróbios unicelulares, as sanguessugas e as medusas do mar.

As estrelas do mar também vêem só luz e escuridão, mas mediante um mecanismo distinto: o das copas oculares. Elas têm uma copa cheia de células fotosensíveis dentro da ponta de cada braço (a propriamente denominada copa ocular). Uma estrela de mar pode ver em muitas direções movendo seus braços e pode projetar suas copas oculares para fora para ver melhor. Outros animais com copas oculares são os vermes marinhos, alguns moluscos, os crustáceos e as larvas de animais marinhos.

A quantidade de bastonetes que um animal possui faz com que sua visão noturna seja melhor. É o caso de caçadores noturnos, como o cachorro. Os caninos vêem na escuridão de 4 a 5 vezes melhor do que o ser humano. Ainda há o caso de animais que possuem células sensíveis a freqüências que ficam em faixa do espectro eletromagnético não visível para os olhos humanos. É o caso das abelhas, que vêem a luz ultravioleta (UV), uma freqüência que é invisível para nossos olhos. As abelhas usam esta visão em UV para ver os padrões das pétalas florais, os quais lhe indicam onde se encontra o néctar.

Fonte: Terra
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Handimals - Pintura Corporal por Guido Daniele

 
Guido Daniele, é um artista italiano, que desenvolveu uma técnica de "Pintura Corporal". Uma verdadeira experiência artística: usando uma técnica pintura corporal, ele cria e pinta corpos para diferentes situações, usadas em fotos publicitárias e comerciais, eventos de moda e exposições. Sua pesquisa artística pessoal recentemente levou à combinação de duas técnicas de retrato tradicionais, que são a fotografia e a pintura de óleo. Sua pesquisa começou em 2000 sobre "Handimals" marcado com o método de pintura corporal que tem um grande reconhecimento internacional. O mesmo, já esteve no Brasil em 2006 e 2008 mostrando seus trabalhos. Conheça: Guido Daniele





 


 


(Fotos apenas para divulgação, proibida sua reprodução)
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Os Dez Mandamentos da Posse Responsável



1 - Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.

2 - Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

3 - Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.

4 - Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.

5 - Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.

6 - Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.

7 - Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.

8 - Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.

9 - Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).

10 - Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.



Fonte: Confraria dos Miados e Latidos


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Garoto de 4 anos pede doações aos animais como presente de aniversário


A maioria dos meninos que se aproxima da idade dos cinco anos pediria como presente de aniversário o mais novo gadget ou brinquedo lançado recentemente, mas um jovem homenzinho tem mostrado muita sabedoria e compaixão com tão pouca idade. O nome dele é Ethan Wojdyla e tem pedido a todos que o ajudem a ajudar os animais do abrigo local da cidade onde mora, o Tom’s River Animal Shelter, em Tom’s River Township, New Jersey (EUA). As informações são do Examiner.


Ethan e o gatinho Trapper, resgatado do abandono 

“Ele é um grande fã do canal ‘Animal Planet’”, conta a mãe, Kathleen Wojdyla. “Quando ele vê comerciais na TV que mostram um abrigo, com aquela música triste pedindo ajuda, ele diz, ‘mamãe, mamãe, nós temos que ajudá-los!’.” Kathleen então perguntou o que ele gostaria de fazer, já que eles são responsáveis por três gatos e dois cães. Além disso, os pais de Ethan estão desempregados e com algumas dívidas, o que torna a adoção de outro animal fora de questão. Mas outras opções estavam disponíveis.

Kathleen sentou-se com Ethan e disse ao garotinho que se ele realmente quisesse ajudar, ele poderia ser voluntário. Mãe e filho procuraram sobre voluntariado, mas Ethan ainda é muito jovem. Entretanto, a pouca idade não o impede de ter grandes gestos. Cinco meses antes de seu aniversário (comemorado no dia 10 de agosto), Ethan ficou sabendo que algumas crianças pedem aos convidados de suas festas de aniversário que tragam, em vez de presentes, doações. Ele disse: ‘legal, vamos fazer isso!”. Para o garoto, ele tem o suficiente e os animais precisam.

O tempo passou e a mãe perguntou de novo se ele realmente queria que os convidados trouxessem brinquedos e comida para gatos e cachorros em vez de presentes. Ethan não havia mudado de ideia. Ele ainda queria ajudar os animais e começou a contar a todos que era isso que ele queria que fosse feito. Ele vinha juntando alimentos, toalhas usadas, cobertores e até seu pediatra se animou em oferecer doações depois que ouviu Ethan contar sobre a história.

O garotinho está muito animado, mas um pouco sobrecarregado com toda a atenção que tem ganhado graças à amiga da família Gina Grega, que fez com que a história alcançasse dimensões nacionais com um artigo que escreveu. Ethan diz: “Eu amo animais”. Precisa dizer algo mais?

As ações de Ethan são maiores que o vocabulário de uma criança de quatro anos. O coração dele é maior que uma sacola cheia de sonhos infantis. A festa de aniversário de Ethan acontecerá neste sábado, dia 4, e ele e sua família presentearão o abrigo de Tom’s River com todas as doações que coletaram no dia 10, data real de nascimento de Ethan.

O Tom’s River tem sido administrado com um orçamento apertado e é um dos quatro abrigos municipais que restou em New Jersey.


Ethan e Murphy, um dos gatos da família 




Fonte: Anda News


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Como Entreter seu Cachorro na sua Ausência

Conheça várias dicas de estímulos e atividades que evitam tédio no cão e suas conseqüências, como compulsão (lamber a pata até feri-la, por exemplo), ansiedade de separação e destrutividade

Objetivo: manter o cão ocupado
Mente vazia, oficina do diabo, diz o provérbio... Você já pensou que o seu cão, enquanto faz coisas saudáveis e corretas, não incomoda pessoas nem destrói a casa ou se automutila? Ocupá-lo é também muito mais saudável do que simplesmente impedi-lo de fazer o que ele quer.

Como entreter
Todo mundo sabe entreter o cão levando-o para passear, brincando de cabo-de-guerra com ele ou atirando bolinha. Mas poucos sabem como entretê-lo enquanto conversam com alguém, vêem televisão ou dão atenção a uma visita.

A dica é preparar diversão para esses momentos. Vale tudo que entretenha o cão e que nos deixe livres para fazer o que quisermos. Existem algumas técnicas que utilizo para proporcionar esse tipo de entretenimento.

Busca por alimento
Esconda petiscos e estimule o cão a procurá-los. Com o tempo, ele passará a vasculhar cada pedacinho da casa, com a esperança de encontrar algo apetitoso. No início, procure facilitar a localização. Depois, pouco a pouco, torne a busca mais difícil. Crie novos esconderijos e dificulte o acesso cada vez mais. Para não estimular o cão a ir aonde você não deseja, evite colocar os petiscos nesses lugares.

Garrafa pet
Esse é um dos meus instrumentos preferidos, mas pode tornar-se um pouco barulhento, dependendo da estratégia utilizada pelo cão. O procedimento consiste em fazer uns furos laterais numa garrafa pet vazia. Deseja-se que, ao ser utilizada pelo cão, caiam alguns pedaços de petisco ou grânulos de ração previamente colocados. Essa é uma ótima maneira de dar ração em vez de simplesmente servi-la no pratinho de comida. No início, faça buracos maiores na garrafa, já que muitos cães podem desistir nessa fase. Aos poucos, dificulte e exija cada vez mais. Assim poderá proporcionar entretenimento por horas, até o cão conseguir tirar o último pedacinho de alimento de dentro da garrafa.

Roer e destruir
Ossos e brinquedos mastigáveis também são ótimas opções. Muitos cães gostam do desafio de destruir coisas, como arrancar pedaços de um bichinho de pelúcia, desde os olhos e o nariz até a espuma de dentro, despedaçar uma bola ou arrancar nacos de um osso de couro.

Conheço vários cães que adoram tirar o rótulo e a tampinha de garrafas pet! Muitos também apreciam destruir coco verde - a bagunça que fica com os fiapos restantes é fácil de limpar e o seu cão merece um bom passatempo!

Outra dica é embrulhar petiscos em pedaços de cartolina ou de papel e deixar o próprio cão rasgar a embalagem.

Embora destruição seja uma ótima terapia para o cão, preste atenção. Se ele for do tipo que engole tudo, só lhe dê objetos cujos pedaços sejam digeríveis e que não possam machucá-lo ou causar obstrução gástrica.

Criações do próprio cão
É impressionante como os cães criam as próprias atividades. Infelizmente, muitas vezes não estimulamos essas iniciativas ou até mesmo as reprimimos. É comum o cão ansioso descobrir que ter uma bolinha na boca para ficar mastigando o ajuda muito nos momentos de maior ansiedade. Um exemplo é o do cão que, quando percebe que terá interação com o dono, corre e agarra uma bolinha. Para ele, é importante ter sempre uma bolinha à disposição e, no entanto, muitas vezes o dono se livra da bolinha porque se tornou vício. O contato com esse objeto permite ao cão extravasar a ansiedade e conseguir não morder a mão do dono nem destruir algum objeto da casa.

Mais uma atividade de diversos cães é correr de um lado para outro quando estão muito ansiosos, incluindo, às vezes, dar voltas em torno da mesa de jantar. Em vez de reprimir o cão por fazer bagunça, deve-se procurar ajustar a casa para essa atividade. Por exemplo, fixar os tapetes no chão e tirar objetos que possam ser derrubados durante o percurso. Essa é também uma maneira de respeitar o cão. Afinal, ele talvez preferisse, se pudesse, pular em você ou rasgar sua roupa.



Fonte: Revista Cães & Cia, n. 346, março de 2008 Via: caocidadao.com.br
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Convivência do bem: Crianças e Animais


Muitos mitos, boatos e tabus giram em torno da convivência de crianças e pets, especialmente das crianças que ainda estão na barriga das mães ou são bebês. Para os amantes de pets, nenhuma novidade, mas para muitos, uma surpresa: a convivência com os animais é benéfica para a saúde dos humanos.

Um estudo realizado na Finlândia e publicado na Pediatrics revelou que as crianças que convivem com cães têm menos chances de apresentar alguns tipos de infecções nos ouvidos ou problemas respiratórios do que aquelas que não têm bichos de estimação.

A pesquisa comprovou que os animais são responsáveis por desenvolver e aflorar o sistema imunológico dos bebês, ainda em seu primeiro ano de vida.

O estudo foi realizado com 397 crianças, entre nove e 52 semanas, que foram avaliadas por médicos do Hospital Universitário Kuopio, na Finlândia. Foi concluído que as crianças que tiveram contato com cães e gatos em casa ficaram significativamente mais saudáveis durante o período da pesquisa.


Além de nos dar muito amor e carinho e ser o melhor amigo do homem, os cachorros também são responsáveis pela saúde e bem estar de nossas crias. Apaixonante, não é mesmo?


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Qual a diferença entre animal silvestre, animal exótico e animal doméstico?


É muito importante que você saiba diferenciar os diversos tipos de animais. E aprender que pra cada um existe uma forma de tratamento. Que existe leis que protegem todos os tipos de animais. E que existe animais que não devem ser tratados como cachorro e gato. Aprenda mais, um pouco nesse breve “perguntas e respostas”:

1 - Qual a diferença entre animal silvestre, animal exótico e animal doméstico?
I - Animal silvestre - É todo aquele pertencente às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres, que tenha a sua vida ou parte dela ocorrendo naturalmente dentro dos limites do território brasileiro e em suas águas jurisdicionais.
II - Animal exótico – É todo aquele cuja distribuição geográfica não inclui o território brasileiro. As espécies ou subespécies introduzidas pelo homem, inclusive domésticas que se tornaram selvagens, também são consideradas exóticas. Outras espécies exóticas são aquelas que tenham sido introduzidas fora das fronteiras brasileiras e em suas águas jurisdicionais e que entraram em território brasileiro.
III - Animal doméstico – Todo aquele que por meio de processos tradicionais e sistematizados de manejo e melhoramento zootécnico tornou-se doméstico, tendo características biológicas e comportamentais em estreita dependência do homem, podendo inclusive apresentar aparência variável, diferente da espécie silvestre que o originou.

2 - Manter um animal silvestre em cativeiro é crime?
Depende da origem do animal. Se for de origem legal, proveniente de criadouro comercial ou de comerciante devidamente registrado no Ibama, ou se a pessoa recebeu o animal em caráter de guarda ou depósito pelo Ibama, Policia Florestal ou por determinação judicial, não é crime. Podemos considerar crime se a origem legal do animal não puder ser provada. De qualquer forma, mesmo não sendo comprado de traficante, a manutenção desse animal seria, em outras palavras, conivência com o crime ou com a retirada aleatória de animais da natureza.

3 - Eu posso legalizar um animal silvestre?
Legalizar é uma palavra complicada, significa tornar legal aquilo que não é. O problema é que, para legalizar um animal, há de se legalizar todos e só uma nova lei teria poder para isso. Quem poderia legalizar seria o Ibama, mas demandaria recursos financeiros e humanos. Pessoas que possuíam, por exemplo, um papagaio antes de entrar em vigor a Lei de Proteção à Fauna (Lei nº 5.197/67), e cuja manutenção possa ser provada documentalmente, poderiam ter direito à guarda. Esses casos são passíveis de análise.

4 - Como possuir um animal silvestre legalmente?
É necessário adquirir o animal de origem legal, ou seja, proveniente de criadouros comerciais devidamente legalizados que estejam documentados com nota fiscal expedida pelo comerciante ou criadouro e constando o número de registro junto ao Ibama, com a determinação da espécie (nome vulgar e científico) e identificação individual do espécime comercializado (anilhas ou microchips).

5 - O que fazer quando encontrar alguém vendendo um animal silvestre?
Primeiro, não comprar. Em seguida, denunciar às autoridades. Se for na feira livre ou depósito de tráfico, denunciar e fornecer o maior número possível de informações, como local, data, hora, circunstância etc. Se for na beira da estrada, não comprar e repreender o vendedor dizendo que isso é ilegal e que se ele for flagrado pode, além de perder o animal, sofrer as sanções legais.

6 - Qual o risco de manter um animal silvestre em cativeiro?
Todo animal, independentemente de ser silvestre ou doméstico, pode ser portador de doenças transmissíveis ao homem, como salmonelose, ornitose, toxoplasmose, entre outras. O ideal é que um veterinário possa esclarecer sobre essas doenças, incluindo sua via de transmissão e contágio.

7 - Quais os animais da nossa fauna que podem ser vendidos legalmente? Existe algum tipo de restrição caso o animal esteja ameaçado de extinção?
Teoricamente, todos os animais de uso freqüente como produtores de bens de consumo (carne, couro, pele, plumas, etc.) ou como ornamento, adorno ou mascote, poderiam ser vendidos legalmente, desde que autorizado pelo órgão supervisor, nesse caso o Ibama. Como seria essa autorização? Por meio de sua origem legal comprovada, ou seja, de criadouros comerciais devidamente regulamentados e registrados. Exemplos: papagaios, araras, canários-da-terra, bicudos, curiós, jandaias, jabutis, emas, capivaras, catetos, queixadas, veados, tartarugas, jacarés, borboletas e outros. Existem animais, porém que estão em estado crítico na natureza e relacionados na lista oficial do Ibama como ameaçados de extinção. Nesse caso, a sua comercialização somente seria possível se houvesse estoques consideráveis em cativeiro, que pudessem auto-sustentar o plantel a partir de várias gerações, ou seja, fossem animais F2 (filhos de animais já comprovadamente nascidos em cativeiro). Nunca se autorizaria a retirada de matrizes e reprodutores para formar plantel, ou seja, seriam usados os já existentes e de conhecimento do Ibama. Para o exterior, se, além de integrar a lista de fauna ameaçada do Brasil, forem animais do Anexo I da Cites (lista mundial de fauna ameaçada), somente poderiam ser vendidos se o criadouro fosse registrado no Ibama (no caso do Brasil) e, concomitantemente, no Secretariado Cites, em Genebra – Suíça. Ver definição de Cites.

8 - O que é e para que serve a Cites?
É a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Silvestres em Risco de Extinção, firmado em 1973 e que congrega 173 países, do qual o Brasil é signatário desde 1975. A Cites tem por objetivo a cooperação entre os países para evitar que o comércio de animais não seja responsável pela extinção das espécies. Esse comércio é controlado pelas partes por meio da expedição de licenças e certificados que garantem que as espécies silvestres comercializadas tenham origem legal e que estejam sendo monitoradas pelos países produtores e consumidores de seus produtos.

9 - Os animais brasileiros podem ser vendidos no exterior?
Desde que cumpridas as exigências do Ibama e da Cites, se for o caso, podem ser vendidos sem problemas. A saída do país demandaria a expedição de licenças de exportação pelo Ibama.

10 - Que critérios o governo brasileiro usa para controlar o envio de animais ao exterior?
Quando para fins comerciais, devem ser provenientes de criadouros comerciais devidamente registrados no Ibama, ou na secretaria da Cites, se for o caso. Quando para fins científicos, pesquisas conservacionistas, devem ser provenientes de cativeiro que seja de conhecimento e registro no Ibama (zoológicos, criadouros científicos, conservacionistas) ou coletados na natureza, desde que amparados por licença de captura do Ibama, mediante projeto de pesquisa que justifique a captura. Toda saída deve ser justificada, documentada e acompanhada de licença expedida pelo Ibama. Em alguns casos, como animais vivos de espécies ameaçadas de extinção, o Ibama solicita ao importador estrangeiro a assinatura de um acordo de manejo, em que, entre outros itens, exige que os animais continuem pertencendo ao governo brasileiro, assim como seus descendentes. O acordo é assinado pela instituição brasileira que está exportando os animais, pela estrangeira que está importando e pelo próprio Ibama.

11 - Quando nossos animais forem encontrados no exterior, o Ibama pode trazê-los de volta?
Se comprovada a saída ilegal do Brasil e a entrada ilegal no país, é possível. A repatriação porém é um processo demorado e depende, quase que exclusivamente, da boa vontade dos governos signatários da Cites e das embaixadas brasileiras nesses países.

12 - Se eu encontrar um animal sendo vendido no exterior, como faço para saber se ele não é produto de tráfico? Afinal, se for, eu gostaria de denunciar para as autoridades.
Verificar, com quem está vendendo, expondo ou transportando, os documentos legais de compra e venda ou que autorizam o transporte e a importação do animal. Em caso de dúvida, consultar a autoridade administrativa Cites do país.

Respostas fornecidas por:
Francisco de Assis Neo, Biólogo / Ibama


Ficou com dúvidas? Deixe seu comentário.


Fonte: Renctas 
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Castrar é prevenir o abandono


ESTERILIZAÇÃO (CASTRAÇÃO): O QUE É?

Além de prevenir doenças, a esterelização garante o bem-estar dos animais e representa a única medida eficaz no controle das populações de cães e gatos.

Impedir a cada cio que o animal cruze, mas mantê-lo com os instintos para isso, representa uma constante frustração. A esterilização de cães e gatos, fêmeas e machos, é uma cirurgia que impedirá a procriação. Ela deverá ser feita por médico veterinário experiente, e o animal deverá estar sob o efeito de anestesia geral. A esterilização do macho é mais fácil e mais rápida. A esterilização das fêmeas - que consiste na retirada de útero e ovários - requer alguns dias de atenção após a cirurgia, até a completa cicatrização. Atualmente muitos veterinários utilizam nova técnica para a esterilização das fêmeas, menos invasiva, na qual o corte é menor, tornando a cirurgia e a recuperação mais rápidas. Consulte seu veterinário ou faculdades de veterinária e entidades de proteção animal.

Para os machos

Um macho esterilizado deixa de fugir tentando ir atrás de fêmeas no cio, tem menos necessidade de marcar território com urina, porém continua guardião da casa e da família.

Para as fêmeas

Uma fêmea esterilizada deixa de atrair a legião de machos à sua porta, não tenta fugir para cruzar e não tem mais cio, ou seja, não menstrua mais. Além disso, ela estará se livrando da piometra (infecção no útero) que atinge em média 60% das cadelas não esterilizadas, cujo tratamento inclui a esterilização.

Esterilize seu animal (macho ou fêmea) antes da puberdade. Não é necessário aguardar o primeiro cio de sua cadela ou gata para esterilizar. E recomendada a esterilização antes da puberdade, a partir de 2 meses de idade, cujas vantagens são:

saúde: cadelas e gatas esterilizadas antes da puberdade reduzem em mais de 90% as chances de terem câncer de mama;
conforto e bem-estar: a recuperação pós-cirurgia é mais rápida.

Castração a preços reduzidos

Esterilizações a baixo custo são realizadas em diversas clínicas veterinárias em todo o país. Várias delas estão relacionadas aqui.

Castração gratuita

Verifique também se a Prefeitura de sua cidade realiza o procedimento gratuitamente, através dos Centros de Controle de Zoonoses ou de grupos de defesa animal cadastrados.

O QUE NÃO FAZER

Não aplique injeção anticoncepcional (hormônio) em fêmeas, ela é totalmente contra-indicada. Se o fizer, você estará prejudicando a cadela, talvez condenando-a a uma morte sofrida e precoce. O único método de controle populacional indicado pela Organização Mundial da Saúde é a esterilização cirúrgica de fêmeas e machos caninos ou felinos. Hoje existe também a esterilização química de machos felinos e caninos.

As injeções de hormônio prejudicam as fêmeas e podem provocar a piometra (infecção do útero), cujo tratamento inclui a urgente esterilização (do contrário o animal pode vir a óbito por septicemia).

Há ainda o perigo de os guardiões daquele animal não perceberem a tempo os sintomas da piometra, que podem ser inapetência (nem todos os animais) e corrimento (discreto) de secreção amarelada (pus) pela vagina. Se for um animal de rua ou semi-domiciliado, dificilmente serão percebidos os sintomas.

Veja abaixo a opinião da Dra. Vanessa Mollica Caetano Teixeira - Médica veterinária - Especialista em clínica e cirurgia – UFV Mestre em cirurgia – Unesp:

"O uso de anticoncepcionais é um dos principais causadores de aparecimento de tumores de mama, infecções uterinas e tumores uterinos e de ovário, além de predisporem a doenças endócrinas, como o hiperadrenocorticismo, e promoverem resistência insulínica, provocando o surgimento da diabetes mellitus. Também pode ser observada falha, ausência ou descoloração do pelo no local da aplicação.

No caso da infecção de útero, o tratamento é a retirada do órgão de forma emergencial, antes que o animal entre no quadro de infecção generalizada, toxemia associada à insuficiência renal, colapso e morte."


Fonte: institutoninarosa.org.br


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Como cuidar de cães idosos



Por Camila Carnicelli - Médica veterinária

O tempo vai passando e mais rápido do que podemos esperar nosso bichinho querido se torna um animal idoso. O que nos alivia é que hoje em dia, com o avanço das pesquisas na medicina veterinária é possível prolongar a expectativa de vida dos animais através da prevenção ou até mesmo do diagnóstico precoce de doenças graves.

Cães de raças grandes são considerados idosos a partir dos sete anos de idade e os de raças pequenas, a partir dos oito anos. Nessa faixa etária ocorrem muitas alterações físicas e comportamentais. A pelagem vai se tornando esbranquiçada, principalmente na face. Muitos animais diminuem a atividade física e passam a dormir mais horas por dia, alterando também a necessidade de ingestão calórica.



Para isso existem no mercado rações específicas chamadas de 'senior'. Elas possuem menos gordura e mais fibras, o que ajuda na manutenção do peso, menos proteínas, para não sobrecarregar os rins sensíveis dos cães idosos, além de grãos mais fáceis de quebrar, pois os dentes do nosso amigo já não são mais os mesmos.

Os dentes merecem cuidados dobrados nessa fase, pois o acúmulo de tártaro é muito comum e a gengivite que acompanha o tártaro pode ser uma porta de entrada para bactérias na corrente sanguínea, causando problemas graves nos rins e no coração.

A visão, a audição e o olfato também se alteram com a chegada da idade. A ingestão de água também deve ser observada. Fique atento se o seu animal idoso aumentou o consumo de água e a produção de urina, pois os cães estão propensos a desenvolver diabetes nessa fase da vida. Além destes, outros sintomas como a perda de peso e o aumento na ingestão de comida também estão associados à doença.

Algumas raças como o Pastor Alemão, Labrador e o Rottweiler são predispostas a problemas articulares que se agravam na velhice. Suplementos a base de condroitina, quando oferecidos durante toda a vida do animal, ajudam a amenizar esses problemas. Não se esqueça de que todo medicamento ou suplemento deve ser prescrito apenas pelo médico veterinário.

Avaliações clínicas em animais idosos devem ser feitas a cada seis meses. Além de um exame físico completo, devem ser realizados exames de sangue, fezes e urina. A ultrassonografia abdominal periódica ajuda a detectar possíveis alterações nos órgãos, possibilitando um diagnóstico precoce e o início de um tratamento mais adequado. Lembre-se que as vacinas são a principal forma de evitar doenças, inclusive nos velhinhos, e são necessárias durante toda a vida do seu animal.

O processo de envelhecimento nos animais, assim como nos seres humanos, pode variar de acordo com cada indivíduo. O que vai garantir uma aparência mais 'conservada' e um organismo mais saudável são os cuidados que ele recebeu ao longo da vida. Por isso é muito importante uma alimentação de boa qualidade, vacinas em dia e visitas periódicas ao médico veterinário, além de todo amor e carinho.


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Tribuna Animal - A serviço dos que não podem falar




Como surgimos


A idéia inicial foi de um casal que dentre muitas outras coisas em comum possui o amor pelos animais como prioridade de vida. Sendo no ano de 2002 deu-se início a um website aonde seria possível alcançar mais pessoas e assim auxiliar a um maior número de animais. Nosso primeiro site foi simples com informações básicas, com o tempo fomos nos envolvendo cada vez mais com a proteção animal, conhecendo mais pessoas e adquirindo mais conhecimentos.
Em 2003 o website cresceu, e o casal Altina e Erico Mabellini que iniciou esse trabalho foi se envolvendo de corpo e alma com a proteção animal.
Em 2006 o website amadureceu muito e se tornou uma das referências em informações a respeito da proteção animal. E assim, pessoas de grande conhecimento técnico e profissional além de muito amor pelos animais foram agregadas ao grupo (clique aqui para conhecê-las). Nesse momento percebemos que poderíamos fazer um pouco mais pelos animais se constituíssemos uma ONG. No mesmo ano nos afiliamos aoFórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.
Não podemos deixar de mencionar a nossa logomarca que está em todas as páginas de nosso portal - a beleza que dorme seu sono tranquilo no canto das páginas é Bruna Maria, ela foi nossa companheira fiel, inseparável e sempre muito dócil, estava conosco quando iniciamos o primeiro website, hoje ela descansa no céu ao lado de São Francisco. 
Com enorme prazer, muito suor e por vezes alguma dor e lágrimas seguimos em nossa luta em favor dos que não podem falar.

Qual é o nosso trabalho


Mais do que uma divulgadora e produtora de notícias e artigos, somos antes de tudo uma Organização Não Governamental que trabalha em várias frentes pela proteção e defesa dos animais, sejam eles domésticos, silvestres, de produção ou exóticos, participando e promovendo manifestações, trabalhando politicamente, organizando eventos, encaminhando castrações a custo reduzido de animais domésticos, organizando adoções e concretizando parcerias com outras entidades e protetores independentes. 


Aí nos chegam algumas perguntas, dentre elas:


1- Vocês conseguem fazer tudo isso de que forma? 


2- De onde vêm os recursos? 


3- Vocês auxiliam outras entidades e protetores independentes? Quais são essas pessoas e entidades que vocês auxiliam? Poderiam estar nos auxiliando?


4- Vocês promovem adoções, que tal então vir retirar este animalzinho que apareceu em nossa porta e não temos condições de cuidar? A Tribuna Animal possui abrigo? 


Respostas:


R.:1- Fazemos da forma como fazem a maioria das entidades que protegem os animais, com muito amor, responsabilidade, coerência e com trabalho de 24 horas pensando e agindo em favor dos animais. Toda a diretoria e eventuais voluntários que trabalham na Tribuna Animal possuem seus respectivos empregos, mas todos dedicam-se integralmente à causa dos animais. 


R.:2- Os nossos recursos, além do investimento da própria diretoria, são provenientes de patrocínios, apoios recebidos, anuncios em nosso site, parcerias que realizamos e de produtos vendidos em nosso Shopping Virtual http://www.tribunaanimalshop.org.br/. Dessa forma existe sempre uma troca que seja interessante para ambas as partes. Não pedimos doações em dinheiro pela internet ou qualquer outro meio de comunicação. Também não recebemos qualquer quantia do governo ou autarquias, pois entendemos que o nosso papel enquanto entidade não governamental requer liberdade para agirmos e expormos a nossa opinião sem que precisemos temer a perda de algum recurso. 


R.:3- Como dito acima, a Tribuna Animal provê os seu próprios recursos, recebendo patrocínios, apoios e firmando parcerias. Dessa forma, também apoiamos a outras entidades e a protetores independentes, que são escolhidos por nossa diretoria, da forma que julgamos conveniente e principalmente para que seja efetivamente interessante e produtivo para todos. Concluindo, não vemos este trabalho como auxilio e sim como uma parceria aonde são oferecidas trocas de conhecimento e novas oportunidades de aprender. 


R.:4- A Tribuna Animal não possui abrigo porque entendemos que essa não seja a solução para o problema do abandono de animais. Esse é o pensamento de nossa entidade (pessoa jurídica), mas uma entidade é formada por pessoas humanas, e uma entidade de proteção animal é formada acima de tudo por protetores. Assim sendo, cada um dos componentes de nossa diretoria possui abrigados o numero de animais que pode manter com seus próprios recursos, a Tribuna Animal entra com o trabalho de tentar conseguir lares para esses animais. 


Se você encontrou um animal abandonado e não sabe o que fazer entre em contato conosco e lhe ofereceremos todas as informações para que você mesmo possa realizar esse trabalho de adoção, mas entenda que não poderemos ficar com o animal. 


Se possui um animal sob sua guarda e pretende se desfazer dele, veja antes as questões abaixo e reflita:


01- Você perdeu o emprego e não tem mais como cuidar do seu animal?


02- O seu condomínio não permite animais?


03- Vai se mudar para um apartamento?


04- Vai se mudar para outro país?


05- O seu animal cresceu e você não está conseguindo educá-lo?


06- Você teve a felicidade da chegada de um novo ser humano na familia e está com mêdo do contato de seu animal com este novo ser?


Para qualquer das duvidas acima, lembre-se de que o animal em nada contribuiu para que esses entraves ocorressem, sendo que até bem pouco tempo você estava feliz com a sua presença. Atente para o fato de que todos os abrigos estão lotados, muitos não possuem condições ideais de higiene e falta até mesmo comida para os animais. 


R.:01- Reflita sobre como você irá cuidar de você mesmo e daqueles que estão sob sua responsabilidade, um animal com certeza não será a maior dificuldade até que você possa se restabelecer financeiramente. Eles também se adaptam às situações e o abandono de sua parte o fará sofrer muito mais. 


R.:02- Lute pelo seu animal contra o condomínio que não quer permitir a sua presença. Ele com certeza faria isso por você. 


R.:03- Antes de mudar verifique antes se o condomínio possui restrições quanto a animais. Isso evitará futuros aborrecimentos. 


R.:04- Verifique antes os trâmites legais e de fiscalização sanitária exigidos a fim de que você possa embarcar para o seu destino e para entrar com seu animal no país para o qual pretende estar se mudando. Se a nova vida por lá será tão dificil que você não poderá dedicar um pouco de tempo a ele como vem fazendo por aqui, por quê mudar? Os animais também ajudam a refletir sobre o nosso futuro. 


R.:05- Contrate um bom adestrador, afinal você também não nasceu sabendo tudo, e a sua educação com certeza foi muito mais dispendiosa e levou muito mais tempo. 


R.:06- As relações, sejam entre pessoas ou entre pessoas e animais são construidas com base na confiança, perceba o quanto será construtiva essa relação, mas lembre-se o ser humano adulto é você, e é você (como chefe da matilha) que não deverá permitir abusos de ambas as partes.


E o mais importante, lembre-se sempre de que a fuga não resolve situações e o abandono menos ainda. 
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ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais




A imprensa não apenas informa. Ela forma conceitos. Modifica ideias. Influencia decisões. Define valores. Participa das grandes mudanças sociais e políticas trazendo o mundo para o indivíduo pensar, agir e ser.
É justamente este o objetivo da ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais: informar para transformar.
A ANDA difunde na mídia os valores de uma nova cultura, mais ética, mais justa e preocupada com a defesa e a garantia dos direitos animais. É o primeiro portal jornalístico do mundo voltado exclusivamente a fatos e informações do universo animal.
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