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Vamos ajudar no Tratamento do Alex? - Abrigo Salas


ESTE É O ALEX. Recolhido numa comunidade, todo sarnento e cheio de feridas. 

Vive em nosso abrigo desde 2010 com todos os cuidados possíveis.

Alex já chegou com a doença do carrapato, passou por algumas transfusões de sangue mas seu quadro vem se agravando, principalmente em decorrência de uma flebite e de uma grave infecção. 

Teve sua pata traseira amputada para podermos salvar sua vida. Novos exames detectaram que Alex tem aplasia de medula. O tratamento será longo e caro.

Ainda não temos todos os gastos, mas acreditamos que já superam os R$ 5.000,00.

ALEX está sendo tratado no Hospital Veterinário Dr. Hato em Santo André pelo Dr. Daniel Hato (4424-1122).

Esta rifa é para levantarmos, pelo menos, uma parte do valor que está sendo gasto, pois como todos que conhecem o Abrigo Salas sabem, temos dezenas de animais em situações semelhantes sendo tratados e lutando pela vida.


Nossos prêmios são:

Primeiro Prêmio - Televisor Sony Bravia de 32” (poucos meses de uso e doado pela colaboradora MCFreeland)

Segundo 
Prêmio - Radio Relogio Philips (novo e na caixa)

Terceiro 
Prêmio - Perfume GIVENCHY (novo e doado pela colaboradora Ivone Iodice)

Quarto 
Prêmio - 
Bolsa de couro feia a mão (sorteada em rifa anterior e doada novamente para ajudar o abrigo)

Quinto 
Prêmio Secador Portátil (sorteado em rifa anterior e doado novamente para ajudar o abrigo)

Sexto 
Prêmio Balança Digital (sorteada em rifa anterior e doada novamente para ajudar o abrigo)


Mesmo que você não precise dos prêmios, lembre-se que com apenas R$10,00,
você estará ajudando a salvar o Alex !

Os nomes vendidos correspondem aos nomes de nossos animais. 
Para comprar a rifa, entre em contato pelo email abrigosalas@superig.com.br . 
Coloque no assunto: RIFA ALEX 

Você  pode pegar um lote com 10 nomes (R$ 100,00) e nos ajudar a vendê-lo, oferecendo para seus amigos, ou comprar apenas um nome por R$10,00.

O pagamento deverá ser efetuado nas contas do Abrigo:  

Associação Lar e Abrigo de Animais Salas

Banco Itaú 
Ag. - 1684 
C/C - 15904-7 

Bradesco 
Ag. - 2036 
C/C - 33237-2 

O sorteio será realizado e filmado assim que recebermos todos os pagamentos . Convidamos voluntários para fazer o sorteio!





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A ração do Abrigo Cantinho dos Anjos está acabando - VAMOS AJUDAR?


O abrigo Cantinho dos Anjos (Cipó/Embu-Guaçu), pertencente aos meus pais, Regina e Claudio, está com dificuldades para sustentar os mais de 180 animais que vivem lá. Temos ração só para a próxima semana.

Por isso, solicito o auxílio para que divulguem esse apelo. Há anos meus pais dedicam suas vidas aos animais. E o que eles não suportam ver é os animais sem alimento. Para quem quiser assistir, seguem os links dos vídeos do abrigo: 

Matéria:
noticias.r7.com/jornal-da-record-news/videos/?idmedia=4f46d60ab51a866fcdc63758 

Vídeo:
http://youtu.be/T582uEHDInE  

Qualquer ajuda é muito bem-vinda. 

Temos o contato do vendedor Marco, que fornece essa ração e, a partir de 10 pacotes, faz a entrega semanalmente, direto no abrigo. Vou deixar meus dados bancários para quem quer colaborar. Ao efetuar o depósito, enviar um e-mail para mim (claudia_gurian@yahoo.com.br), pois assim comprometo-me a enviar a nota fiscal referente à compra das rações para todos que fizerem a doação:

Caixa Econômica Federal
agência 4010 / conta poupança 4683-0 / operação 013 / Maria Claudia Gurian Ernesto / cpf 297919988-50.

Itaú
agência 2948 / conta corrente 11862-1 / Maria Claudia Gurian Ernesto

Obrigada e que Deus ilumine a todos,

Claudia  





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URGENTE: Cadela prenha que corre risco de ter as 4 patas amputadas precisa de ajuda, em SP


Estou buscando ajuda para uma cachorrinha que publicaram o caso no Facebook, ela se encontra internada em uma clinica no Butantã/SP. Encontraram ela com as 4 patinhas necrosadas, e está gravida, prestes a parir (detalhe, ela tinha uma casa e “tutores”).

Não sei ao certo o que a pessoa que está responsável por ela irá fazer, porém, estão falando que será necessário amputar as QUATRO patas. Estamos desesperados, pois uma decisão dessas não é fácil.

Será que não conseguimos encontrar algum especialista em casos assim, uma equipe que possa avaliar este caso e quem sabe encontrem uma solução que não seja a amputação?

Por favor, quem puder ajudar neste caso, avaliar essa pequena, nos ajudar, pelo amor de Deus, sem as 4 patinhas e com filhotes ainda por cima, ela não merece isso.

OBS: No link abaixo estão todas as fotos tiradas até o momento, e quem é responsável pelo caso é essa moça, Elisabeth Marques .


Fonte: Anda News



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URGENTE: Gata com filhotes precisam de um lar temporário em SP


Essa gatinha apareceu em uma construção/obra no Ipiranga, em São Paulo. Deu cria a seis filhotes há uma semana. Estão em lugar de extremo risco, pois é construção pesada e há muitas pessoas transitando no local.

Por favor, ajudem, precisam de um Lar Temporário onde possam ser amamentados com segurança. Alguém pode disponibilizar um quartinho, banheirinho, espacinho para que esse anjinho possa cuidar de seus filhotes com segurança?

Faço o transporte e dôo um pacote de ração para filhotes para alimentar essa mãezinha que está muito cansada e muito apavorada com medo de perder os filhotes.

Após 30/45 dias faço doação de todos os filhotes e comprometo-me castrar a mãe e também doá-la.

Contato: Regina – Cel.: 11-979961107 OI / 11-953398475 TIM – E-mail: REGINASCHMITZ@HOTMAIL.COM


Fonte: Anda News
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Campanha Click Pet do Shopping Jardim Sul



De 17 a 26 de agosto, das 12 às 20h, o Shopping Jardim Sul promove o Click Pet! Ao doar 1 kg de ração para gato ou cão, você pode tirar uma foto sua e do seu bichinho com um fotógrafo profissional e ainda ajudar as ONGs “Adote Um Gatinho” e “Vira-lata é 10!

Participem! 

Shopping Jardim Sul, dia 17 a 26 de agosto, das 12 às 20h!


Fonte: Facebook


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Cães e gatos sofrem com a falta de sangue


Uma bolsa de sangue pode salvar a vida de 4 animais, mas a prática da doação ainda não é comum entre donos de pets. Saiba como o seu bichinho pode ajudar.

O que acidentes, lesões, traumas, cirurgias, doenças causadas por carrapatos, anemias e tumores, que atingem pets diariamente, têm em comum? A transfusão de sangue, que pode ser parte do tratamento ou a única saída para salvar a vida do seu melhor amigo em uma emergência.

Infelizmente a doação de sangue entre cães e gatos ainda não é um costume entre os donos. Até no Hospital Veterinário da Universidade de SP (USP), um dos principais do país, o estoque de bolsas de sangue é praticamente nulo. “O número é bastante reduzido, às vezes ficamos meses sem nenhuma doação”, alerta a prof. Denise Fantoni , responsável pelo banco de sangue do Hospital Veterinário da USP. Segundo a veterinária, são utilizadas mais de 20 bolsas de 450 ml mensalmente.

A urgência e a necessidade do sangue também é uma dura realidade para nós, humanos. Na Fundação Pró-Sangue são coletados 12 mil bolsas mensalmente, e mesmo assim só suprem 32% do sangue consumido na região metropolitana de SP.

Se para os seres humanos já é difícil, para os bichos a dificuldade é muito maior. “A maioria dos donos desconhece que existe transfusão entre os animais, e só tomam conhecimento quando os próprios pets enfrentam situações clínicas que necessitam do procedimento”, explica Dra. Simone Gonçalves, responsável pelo laboratório e centro de hemoterapia veterinária, o Hemovet.

Quando diagnosticado que o animal precisa da transfusão, o veterinário entra em contato com algum hemocentro e solicita uma bolsa de sangue, o valor varia entre R$90 e R$170. O alto custo, a dificuldade de encontrar doadores e a correria do dia a dia, faz com que esse momento sofrido fique ainda mais aflitivo.

No Rio de Janeiro, o Hemopet encontrou uma maneira de driblar a falta de tempo dos donos de animais: a coleta é feita na própria casa do futuro doador, fator que ajuda a prevenir o estresse do pet.

Mesmo assim, a batalha é diária para conseguir novos interessados. “Divulgamos nosso trabalho em meios de comunicação, feiras de cães ou qualquer evento relacionado, mas a nossa melhor divulgação é o boca-boca de nossos doadores”, esclarece a sócia do Hemopet, Dra. Luciula Moreira Kfuri, que comprova que a boa impressão do processo é a maior propaganda.

Foi exatamente a sugestão de uma amiga que despertou essa possibilidade na vida da webdesigner Marina Corrêa e de seu labrador Francesco. “Quando soube do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, fui conhecer, e assim vi o tamanho da necessidade”, recorda Marina. “É triste ver o quanto as pessoas se sentem impotentes por não conseguir salvar a vida de seu melhor amigo porque não tem uma bolsa de sangue”, completa a protetora.

Saber que o sangue de Francesco poderia salvar a vida de quatro cães foi o detalhe final para a tomada de atitude. “Quando eu vi que poderia fazer a diferença, meu cão salvar vidas e conscientizar outras pessoas, não tive dúvida”, orgulha-se a mãezona do Francesco, doador há 4 anos.

E os gatos?

No Brasil a situação dos felinos é muito mais complicada. Não existem bancos de sangue disponíveis porque a bolsa adaptada para armazenar a coleta ainda não existe aqui. Hoje em dia, quando há um gatinho carente, os bancos e os próprios veterinários correm para encontrar um doador disponível e compatível, que possa doar o sangue no mesmo dia.

Com 22 anos nesse mercado, a empresária Elaine Jordão, dona do Gatil Blaze Star, confirmou que não existem criadores de gatos parceiros de hemocentros. “Seria uma coisa interessante, mas acho difícil um criador levar seu animal para doar sangue”. A proprietária do Gatil Bless Kellyas, Fátima Kellyas, reforçou a opinião de Elaine, “também acho difícil, o persa, por exemplo, é muito sensível e acaba se estressando facilmente”.

Contrariando a postura dos gatis, alguns canis comerciais cumprem um importante papel social ao se tornarem parceiros dos bancos de sangue consultados nessa reportagem.


Por que doar?

O processo é indolor e a quantidade de sangue retirada não prejudica o animal. Antes da transfusão o animal passa por uma minuciosa avaliação. Uma ótima oportunidade de ganhar o famoso “check up”, às vezes negligenciado pelos donos por falta de recursos ou tempo. “Realizamos exames para as principais doenças em todos os nossos doadores, como hemograma, erliquiose, Lyme, dirofilariose, leishmaniose e brucelose. Todos os exames são gratuitos”, garante a Dra. Simone, da Hemovet, em SP.
Tomando certos cuidados, como a escolha de um banco sério e com profissionais competentes, a doação de sangue é um enorme ato de amor, como conta a “mãe” de Francesco, Marina:


 


“Certa vez uma cadela estava praticamente imóvel na maca. Eu vi quando preparavam a transfusão e fui acompanhar o processo. Eu comecei a falar com ela, disse que estava recebendo sangue de um cão muito arteiro, cheio de energia e que tinha que reagir, nesse momento ela abriu os olhos e em seguida levantou a cabeça. Foi uma festa! Os donos não sabiam como agradecer, então eu lhes disse, não precisa me agradecer, o meu agradecimento foi ver a filha deles reagir com o sangue do meu filho. Não tem nada no mundo que pague essa sensação”.

Quem pode doar

Cães
Peso mínimo: 27 kg
Idade: 1 a 8 anos
Vacinação e vermifugação em dia
Não pode ser portador de doenças crônicas
Estar clinicamente saudável
Temperamento dócil 

Gatos
Peso mínimo: 4,5 kg
Idade: 1 a 8 anos
Vacinação e vermifugação em dia
Não pode ser portador de doenças crônicas
Estar clinicamente saudável
Temperamento dócil

Onde doar

São Paulo

Hospital Veterinário da USP
Telefones: (11) 3091-1248 / 3091-1364 / 3091-1244
E-mail: hovet@usp.br
Site: http://www.fmvz.usp.br
Hospital Veterinário Anhembi Morumbi
Telefones: (11) 2790-4642 / 2790-4643
E-mail: hospvet@anhembi.br
Site: http://portal.anhembi.br
Hemovet
Telefone: (11) 2918-8050
E-mail: hemovet@hemovet.com.br
Site: http://www.hemovet.com.br 

Rio de Janeiro
Hemopet
Telefones: (21) Luciula 7855-8898 id: 83*31055 / Roberta 7854-5433 id: 83*30226.
Site: http://www.hemopet.net



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O que fazer se seu cão for atropelado




Durante um passeio descontraído, donos de cães geralmente não imaginam que o animal possa sair correndo pela rua. Muitas vezes, essa “loucura” acontece porque o bichinho viu uma fêmea ou um gato. Como os cães que vivem dentro de casa nem sempre estão acostumados ao trânsito, eles são atropelados com mais frequência do que se imagina.

No desespero de tentar salvar o animal de estimação, o dono muitas vezes não sabe como agir e acaba atropelado também ou até mordido pelo cão. Morder é a maneira natural de cães se defenderem quando sofrem um acidente e estão sentindo dor. Quem tenta ajudar, mesmo que seja o dono, pode ser mordido.

O cachorro morde quando é tocado porque sente dor e os dentes são a arma que ele tem para se defender. O ideal é não tocar no animal e chamar um profissional para socorrê-lo. Para não piorar a lesão, é indicado movimentá-lo o mínimo possível até chegar ao veterinário mais próximo. Quando não há alternativa e o próprio dono tem de levar o cão para receber atendimento, a primeira providência a tomar é tirar o cachorro atropelado do meio da rua.

Em primeiro lugar, o dono precisa ter cuidado consigo mesmo. Muitos, para tentar ajudar o cachorro, se esquecem da própria segurança e acabam atropelados também. Para movimentar o cão, recomenda-se que o animal seja laçado com uma corda e arrastado até um lugar mais seguro.

Depois de tirá-lo da rua, é necessário isolar a boca do cão. O mais recomendado é colocar uma contenção adequada, como uma focinheira, ou mesmo amordaçar o cachorro, para que ele possa ser encaminhado para um veterinário. Cães estão sempre sujeitos a sofrer acidentes desse tipo e mordem mesmo. O uso de coleiras, mesmo nos cães mais sossegados, é essencial.

Como deve ser feito o socorro de um cão atropelado:

- Não mexa no cão nem toque nos ferimentos após o acidente
- Se não for possível esperar a chegada de um veterinário, espere até que o animal se acalme
- Lace o animal e o arraste até um local seguro
- Coloque uma contenção adequada para prevenir mordidas, como focinheira
- Tente movimentá-lo o mínimo possível até chegar ao veterinário.

Se o cão acidentado for um animal desconhecido, o cuidado deve ser redobrado, pois ele pode não estar vacinado e transmitir doenças à pessoa. Quando alguém é mordido por um animal estranho tem de tomar uma série de remédios para prevenir doenças, como a raiva.

Em caso de atropelamento, o serviço de limpeza pública da maioria das cidades do país recolhe o animal para ser feita eutanásia. Em caso de morte, o serviço transporta o corpo até o aterro sanitário.

Coleiras adequadas

Para que o animal não escape é importante que ele use uma coleira adequada. Na avaliação de Sayegh, os produtos oferecidos no mercado atualmente são muito bons e dificilmente se rompem ou apresentam problemas. Hoje, quando o cão escapa, é porque o dono não soube ajustar a coleira corretamente no animal.

O veterinário recomenda os “enforcadores”, que são ajustados no pescoço do cachorro e permitem que o dono tenha mais domínio. Existem produtos feitos com nylon, que são os mais indicados e oferecem grande resistência. Chegam a durar 10 anos sem apresentar problema nenhum, as pessoas podem trocar para variar as cores.

O modelo gentle leader também é indicado. É parecido com um cabresto de cavalo e mantém o animal sob controle. A coleira menos indicada é a peitoral. Muita gente deixa o peitoral frouxo e perde todo o controle sobre o cão, principalmente se for de grande porte. Alguns cães conseguem encolher a pata, passar pela coleira e fugir.

O dono não deve correr atrás do animal em caso de fuga. Se o cachorro escapar, o certo é não correr para alcançá-lo, mas chamá-lo de volta no lugar. Uma dica é correr na direção contrária. O cão vê que o proprietário quer brincar e corre para junto dele também.


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Garoto de 4 anos pede doações aos animais como presente de aniversário


A maioria dos meninos que se aproxima da idade dos cinco anos pediria como presente de aniversário o mais novo gadget ou brinquedo lançado recentemente, mas um jovem homenzinho tem mostrado muita sabedoria e compaixão com tão pouca idade. O nome dele é Ethan Wojdyla e tem pedido a todos que o ajudem a ajudar os animais do abrigo local da cidade onde mora, o Tom’s River Animal Shelter, em Tom’s River Township, New Jersey (EUA). As informações são do Examiner.


Ethan e o gatinho Trapper, resgatado do abandono 

“Ele é um grande fã do canal ‘Animal Planet’”, conta a mãe, Kathleen Wojdyla. “Quando ele vê comerciais na TV que mostram um abrigo, com aquela música triste pedindo ajuda, ele diz, ‘mamãe, mamãe, nós temos que ajudá-los!’.” Kathleen então perguntou o que ele gostaria de fazer, já que eles são responsáveis por três gatos e dois cães. Além disso, os pais de Ethan estão desempregados e com algumas dívidas, o que torna a adoção de outro animal fora de questão. Mas outras opções estavam disponíveis.

Kathleen sentou-se com Ethan e disse ao garotinho que se ele realmente quisesse ajudar, ele poderia ser voluntário. Mãe e filho procuraram sobre voluntariado, mas Ethan ainda é muito jovem. Entretanto, a pouca idade não o impede de ter grandes gestos. Cinco meses antes de seu aniversário (comemorado no dia 10 de agosto), Ethan ficou sabendo que algumas crianças pedem aos convidados de suas festas de aniversário que tragam, em vez de presentes, doações. Ele disse: ‘legal, vamos fazer isso!”. Para o garoto, ele tem o suficiente e os animais precisam.

O tempo passou e a mãe perguntou de novo se ele realmente queria que os convidados trouxessem brinquedos e comida para gatos e cachorros em vez de presentes. Ethan não havia mudado de ideia. Ele ainda queria ajudar os animais e começou a contar a todos que era isso que ele queria que fosse feito. Ele vinha juntando alimentos, toalhas usadas, cobertores e até seu pediatra se animou em oferecer doações depois que ouviu Ethan contar sobre a história.

O garotinho está muito animado, mas um pouco sobrecarregado com toda a atenção que tem ganhado graças à amiga da família Gina Grega, que fez com que a história alcançasse dimensões nacionais com um artigo que escreveu. Ethan diz: “Eu amo animais”. Precisa dizer algo mais?

As ações de Ethan são maiores que o vocabulário de uma criança de quatro anos. O coração dele é maior que uma sacola cheia de sonhos infantis. A festa de aniversário de Ethan acontecerá neste sábado, dia 4, e ele e sua família presentearão o abrigo de Tom’s River com todas as doações que coletaram no dia 10, data real de nascimento de Ethan.

O Tom’s River tem sido administrado com um orçamento apertado e é um dos quatro abrigos municipais que restou em New Jersey.


Ethan e Murphy, um dos gatos da família 




Fonte: Anda News


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Você sabe identificar quando o seu pet está com dor?



Eles não choram nem gritam como os humanos. E justamente por isso nem sempre são bem interpretados. Os animais de estimação sentem dor, mas demonstram de maneiras diferentes. E o difícil, muitas vezes, é identificar isso.

De acordo com a veterinária Josimara Cazetta cães, gatos e aves reagem de forma parecida. “Mancar, movimentar a língua muitas vezes com ruídos altos, vômitos recorrentes sem motivo aparente, movimento repetitivo de lamber e mordiscar patas e articulações, olhos tristes e lacrimejantes são sinais de alerta”, conta.

Outros comportamentos também podem indicar que o bichinho está com dor. Entre eles estão a apatia, ficar muito tempo deitado, não brincar e levantar-se com dificuldade. Foi o que aconteceu com o gato Mimi, de 1 ano e meio. Após uma cirurgia de castração, os pontos inflamaram e, com a dor, veio a apatia. “Ele ficava o tempo todo deitado, não brincava conosco e se afastou de nós”, conta Bruna Tagliari Tardetti. A solução foi chamar o veterinário em casa. Essa é a principal orientação em casos de suspeita de dor. “Hoje existem medicamentos muito eficientes, mas devem ser ministrados com cautela e por um profissional da área, pois medicamentos de humanos podem ser tóxicos para os pets”, completa Josimara.

O controle e tratamento da dor também podem ser feitos com medicação homeopática, fitoterápicos, sessões de acupuntura, cromoterapia e mudanças nos hábitos alimentares.

Outra avaliação importante está no clima. Os animais percebem mudanças climáticas com antecedência e em quadros de osteoartrite, problemas reumáticos e luxações a dor pode aumentar. A buldog francês Bela, de seis anos, é cadeirante há três. De acordo com a veterinária ela teve paralisia por não receber cuidados adequados nos primeiros quadros de dor. “Ela começou com dores nas costas, que evoluíram para uma lesão permanente”, completa. Este caso serve como alerta para que o dono procure tratamento assim que perceber algo diferente no animal.

Agressividade
Em alguns casos o animal fica agressivo e intolerante. Caso isso aconteça, isolar não é a solução. A orientação é mantê-lo no ambiente de convívio. “É preciso respeitar o limite e o limiar de dor desse animal, pois violência gera violência. Muitos donos querem impor sua vontade em animais debilitados e isso pode gerar agressão”, conta Josimara. Outra sugestão é manter-se calmo diante da situação para não estressar ainda mais o animal.




Fonte: gazetadopovo.com.br




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10 maneiras de ajudar gatos e cachorros de rua



Você pode sim adotar um cão ou um gato abandonado. No entanto, existem outras formas dar uma mão para esses bichinhos.

1. Doe ração, acessórios e remédios veterinários

Muitas ONGs estão superlotadas e não conseguem fundos para alimentar todos os animais, ficando com seu orçamento no vermelho na maioria dos meses. Por isso, doar ração todos os meses é um ótimo jeito de ‘adotar’ um cãozinho ou gato sem ter espaço dentro de casa. Um pacote de 20 quilos custa, em média, R$ 80. Pesou? Doe um pacote mês sim, mês não. Além disso, você também pode doar acessórios, como coleiras usadas, roupinhas e cobertores para as instituições. Remédios dentro do prazo de validade também são aceitos.

2. Siga e compartilhe no Facebook

Diversos animais conseguem lares através do compartilhamento e comoção gerada em redes sociais. Por isso, ajude a causa compartilhando as ações delas no seu Facebook. É uma forma de auxiliar sem gastar nada - apenas alguns segundos do seu dia.

3. Ajude com dinheiro

Se você pode contribuir com dinheiro, vez ou outra, faça uma doação através de depósito bancário para instituições de sua confiança. Vale, porém, acompanhar o trabalho da instituição, para ver se o dinheiro está sendo gasto de maneira consciente. Não há valor mínimo para doar.

4. Abra suas portas temporariamente

Muitas ONGs e protetores de animais autônomos precisam de lares temporários para os animais resgatados, pois estão com seus espaços lotados para acolherem mais animais de rua. Por isso, se você quer ser um dono temporário, basta comunicar a ONG ou ao protetor, passar por entrevistas e vistorias. Tenha em mente, porém, que você é o dono temporário e que a qualquer momento o bichinho pode ir embora. Cabe lembrar também que muitos donos temporários acabam se apegando aos animais e os adotando definitivamente.

5. Divulgue notícias de maus tratos e de animais perdidos

Para que a criminalidade relacionada a animais diminua, a sociedade precisa ficar atenta e não deixar que pessoas que os maltratam saiam impunes. Fiscalizar através de redes sociais funciona. Você se lembra do caso da enfermeira, que em dezembro de 2011, agrediu um cãozinho da raça Yorkshire até a morte? Graças a postagens em redes sociais, o vídeo teve mais de 60 mil acessos em um único dia e ainda atingiu os Trending Topics (assuntos mais discutidos) do Twitter. Porém, a punição para esses casos ainda não é como os protetores dos animais gostariam que fossem: a enfermeira não foi presa, terá apenas de pagar cestas básicas ou prestar serviços à comunidade. Ao menos, graças às redes sociais, não ficou impune. Por isso, se você abraça a causa, compartilhe notícias de maus tratos em sua rede e acompanhe o caso - não deixe que caia no esquecimento. Ah, compartilhar casos de animais perdidos também pode ajudar os bichinhos a encontrarem os donos novamente.

6. Adote um amigo

Em vez de comprar um animal de estimação, pense em adotar de ONGs e abrigos. A vantagem é que há cães e gatos de todas as idades, que se adaptarão a todos os perfis de donos - desde os mais calmos aos mais agitados. Adotar os mais idosos traz outra vantagem: o temperamento dele não mudará, ideal para quem mora em apartamento e precisa de animais mais calmos.

7. Faça trabalho voluntário

Algumas instituições precisam de ajuda voluntária para a realização de suas ações. O dia do banho, dia do passeio, etc precisa muito dessa ajuda voluntária. Além disso, muitas ONGs precisam de voluntários fixos. Basta querer ajudar e se comprometer mensalmente.

8. Assine petições contra abusos

Ficou sabendo de uma nova petição que protegerá os animais? Entre no site, assine e divulgue entre sua rede de conhecidos. 

9. Apadrinhe um animal

Você ama animais, mas não pode tê-los em casa por motivos diversos? Então, apadrinhe um. Diversas ONGs, instituições e associações oferecem essa opção. Funciona assim: você fica responsável por um animal específico, contribuindo em dinheiro para o bem-estar dele, até que ele seja adotado. Também pode visitar e levar muito carinho.

10. Socorra ao ver um animal doente na rua

Caso veja algum animal atropelado ou doente, preste socorro, levando a uma instituição ou a um hospital veterinário mais próximo. Muitos hospitais, ao saberem que o animal é de rua, cobram um preço mais barato. Além disso, os animais de São Paulo ganharam um Hospital veterinário público. O projeto é do vereador Roberto Tripoli (PV). Fica localizado no bairro do Tatuapé, zona leste da cidade. Veja o que fazer caso encontre um animal de rua que precisa de ajuda:

• Após levar ao hospital, divulgue que você encontrou o animal, com cartazes pelas ruas e também em redes sociais. Deixe o cartaz em clínicas veterinárias próximas e pet shops.

• Se não encontrar os donos e você não puder ficar com o animal, recorra a uma ONG ou a algum amigo ou parente.
 



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Procura-se: Cão perdido em SP



AMIGOS, 


É COM UMA IMENSA DOR NO CORAÇÃO, LÁGRIMAS NOS OLHOS E ANGÚSTIA NO PEITO QUE PEÇO-LHES AJUDA PARA ENCONTRAR MEU GRANDE AMIGO TOBBY, QUE SUMIU NESTA SEGUNDA-FEIRA POR VOLTA DO MEIO DIA NA RUA SÃO LEONARDO.

QUEM PUDER COMPARTILHAR NESTA BUSCA EU AGRADEÇO, POIS MINHAS FILHAS E MINHA MÃE ESTÃO DEPRIMIDAS PELA FALTA DE NOTÍCIAS DO NOSSO CÃOPANHEIRO FIEL!!! ELE JÁ É UM ANIMAL ADULTO, QUE VIVE DENTRO DE CASA, NÃO FICA SOZINHO E SE ALIMENTA COM DIETA ESPECIAL. ATUALMENTE NÃO ESTÁ COM O CORTE DA RAÇA, MAS SE ENCONTRA BASTANTE PELUDO (DOURADO) E COM UM TOPETE BEM CLARINHO. 

CASO ALGUÉM TENHA ALGUMA PISTA, POR FAVOR ME AVISEM NO CELULAR 11-91654275.

JÁ AGRADEÇO À TODOS PELA COMPREENSÃO. 

LUCIANA GEQUITÁ

Fonte: Facebook


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URGENTE: Cão bebê ferido - CONTAGEM - MG


Encontrei um cão machucado em Contagem, eu o trouxe pra casa e o alimentei , porém minha família nao permitiu e o colocaram na rua novamente.

Os cães da minha rua estão atacando ele, tenho medo que o machuquem , ele só fica em um cantinho e precisa de cuidado.
Eu posso ajudar com as despesas do veterinário,  alimentação e no que precisar sem problemas, porém não posso abrigá-lo.

De porte pequeno, ele parece ter cerca de 1 ano. É muito bonito e dócil. 

Por favor, me ajudem!


 Flávia Rita Tavares - 
cat.lolis@gmail.com 

Fonte: Facebook
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RESGATE: Cadela filhote abandonada precisa de ajuda, em Santo André (SP)




Esta filhotinha foi abandonada no Parque Central, na noite de quinta-feira, naquele frio. Ela deve ter menos de dois meses.

Alguém pode me ajudar a ajudá-la? Por favor, entre em contato.

Contato: Maria: vieiramavi@gmail.com



Fonte: Anda News
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URGENTE - Família de cães abandonada em ferro velho precisa de resgate em SP



Por favor, ajude a divulgar nas redes sociais, para que possivelmente chegue até alguém que possa ajudar ou tenha interesse em adotá-los.

Foram abandonados em um ferro velho na Penha, em SP.

Contato: Arlete – (11) 8557-1305 ou 5204-9904


Fonte: Anda News

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10 Maneiras de ajudar cães e gatos


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