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Grupo resgata mais de 80 cães em Santa Cruz do Arari (PA)



Imaginem uma ilha muito distante, muito pobre e com dezenas de cães esfomeados, já em estado de pele e osso, morrendo aos poucos. Agora imaginem uma equipe de protetores de São Paulo unindo-se a outros de Belém do Pará e salvando 82 animais em situação deplorável. Tem mais: eles conseguiram acomodar todos os cães, de uma só vez, no recinto de um barco. Destino: uma chácara para serem vacinados e tratados. E o melhor de tudo: não é ficção. Esse resgate aconteceu mesmo entre os dias 11 e 16 de junho, na Ilha do Francês, em Santa Cruz do Arari (PA), onde cerca de 300 cães foram mortos por afogamento ou abandono.

A notícia da caça e extermínio dos cães foi amplamente noticiada e chocou o país. Como havia pagamento pela captura dos animais, não só cães de rua, mas também os que tinham lares foram roubados de suas casas para um dos mais cruéis destinos. A ação está sendo investigada pelo Ministério Público Estadual e o prefeito do município de Santa Cruz do Arari, Marcelo Pamplona (PT), pode responder pelo crime de improbidade administrativa, além de maus-tratos, por ter incitado servidores e moradores da cidade à caça aos cães em troca de dinheiro. Por motivos de segurança, o local para onde os cães sobreviventes foram levados permanece em segredo.

Mas o trabalho ainda não acabou. Segundo o organizador da operação Correa do Mel, fundador do grupo “Resgate sem Fronteiras”, ainda restam cerca de 40 animais na ilha e a equipe permanecerá em Santa Cruz do Arari até resgatar todos. “Foi um trabalho duro e comovente. O que mais vimos foi fome por toda parte. A população local é também carente e, embora tenha ajudado um ou outro animal, não pôde salvar todos. Os ribeirinhos contam que viram dezenas de cães boiando no rio e logo depois começaram a ver outros animais andando pela ilha”, conta Correa que saiu de São Paulo na companhia de outros dois protetores de animais, Juka Sobreiro e Bruno Menegassi.





A operação consistiu em atravessar um rio por quase três horas de lancha e depois mais um trecho de água até a Ilha do Francês num barco menor. Feito isso, os cães andaram de barco em duas etapas no caminho de volta e então foram transferidos para um caminhão com destino ao abrigo. Uma operação cansativa e de risco: “Tínhamos receio de ser abordados no meio do rio por pessoas contrárias a nossa ação. Já com os 82 cães no barco maior, tivemos receio dele virar num trecho em que, devido à correnteza, a embarcação começou a balançar muito. Foi um sufoco de mais de uma hora. Poucos animais resistiram a nossa intervenção porque a maioria, em virtude da fraqueza, não conseguia nem ficar em pé. Posso dizer que foi uma viagem do Inferno ao Céu”, conta Correa.

Entre os cães resgatados havia uma cachorrinha que tinha dado à luz na mata e outra grávida. No barco, como era de se esperar, houve alguma confusão, mas que pôde ser rapidamente contornada: “Tivemos o cuidado de pedir aos ribeirinhos para, antes da nossa chegada, alimentar os cães com a ração doada. Assim, a maioria deles já tinha comido alguma coisa depois de vários dias passando fome. Também amarramos cada um deles dentro do barco para evitar que tentassem pular. Um ou outro ficou bravo, mas foram incidentes curtos e sem gravidade”.



Ajude a continuar esse trabalho

O mesmo processo deve continuar nos próximos dias para salvar os 40 cães que permanecem na ilha e o grupo pretende ainda fazer uma manifestação pelos animais nas ruas de Belém do Pará antes de voltar a São Paulo. Mas todas essas manobras para resgatar os sobreviventes de Arari envolvem muitos gastos com ração, medicamentos, gasolina e transporte de barco. Os voluntários pedem ajuda para continuar o trabalho. Todos deixaram seus afazeres em São Paulo para essa missão que exige muita coragem e determinação. As contribuições em dinheiro podem ser feitas nas contas abaixo:

Banco do Brasil
Agência: 6970 – 1
Cc: 17536 – 6
Benedito Rodrigues Correa (CPF: 067.999.688-50)


Bradesco
Agência: 593
Cc: 243547 – 0
Bruno B. Menegassi (CPF: 401.122.128-75)




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Prefeito de cidade do Pará paga de R$5,00 a R$10,00 para quem matar cães



Uma medida de saneamento adotada pelo prefeito de Santa Cruz do Arari, no arquipélago do Marajó, no Pará, provocou polêmica: cerca de duzentos cães foram capturados por servidores municipais e enviados para a zona rural da cidade, no último dia 28. De acordo com Marcelo Pamplona, prefeito da cidade, a ação ocorreu porque havia muitos cachorros nas ruas, o que provocava sujeira e transmitia doenças para a população.

A iniciativa da prefeitura desagradou moradores. De acordo com denúncias, até mesmo animais com donos foram capturados, e muitos teriam morrido por maus-tratos. Vídeos registram cachorros sendo laçados até por crianças, que teriam recebido dinheiro para caçar os animais.

“Estavam pagando R$5 pelo cachorro e R$ 10 pela cadela”, conta o cozinheiro Aragonei dos Santos, de 29 anos, que fez os flagrantes.

As imagens mostram ainda um curral com animais presos por cordas, e outros levados até canoas, amarrados e amontoados em um pequeno porão da embarcação.

O vídeo registra também os animais sendo agredidos e outros mortos, sendo jogados no rio, e alguns sobreviventes, que tentavam sair da água.



Aragonei conta que teve seus cinco cachorros levados por agentes da prefeitura. Avisado por vizinhos, ele foi em busca dos animais. “Peguei uma câmera e fui atrás. Consegui salvar, mas fui ameaçado. Homens me seguiram quando eu estava no trapiche e me espancaram”, denuncia o cozinheiro, que sofreu um ferimento na cabeça, que precisou ser suturado.

O morador conta ainda que tentou registrar a agressão na delegacia da cidade, mas não conseguiu porque ninguém quis fazer a ocorrência. Para conseguir o B.O, ele se dirigiu até o município vizinho, Cachoeira do Arari, e no último sábado (1º), fez um boletim de ocorrência do caso e passou por exames médicos da perícia que constataram a agressão.

Prefeito diz que população 'cobrava atitude'

O prefeito de Santa Cruz do Arari , Marcelo Pamplona (PT) confirmou a ação de caça aos cachorros. Ele explicou que a medida pretendia reduzir o número de animais nas ruas. “Esses bichos causam uma sujeira enorme, defecam nas ruas, e transmitem doenças. Algumas pessoas foram atacadas por eles. Os cães até atacam bezerros. A própria população me cobrava uma atitude”, declarou.

Ainda de acordo com o prefeito, os cachorros capturados foram levados para a zona rural da cidade. Ele admite que o novo espaço para ao animais não teria qualquer infraestrutura para receber os cachorros. “A cidade é muito pequena, falta tudo. Não temos agentes do zoonoses para cuidar da proliferação dos cachorros. Solicitei em maio de 2012 para o estado uma equipe do zoonoses para cá, mas ninguém nos atendeu”.

Pamplona nega que os animais tenham sido sacrificados, mas admite que possa ter havido excesso por parte dos agentes que fizeram a captura. “A população do município gostou da nossa atitude. Mas se na hora de capturar o animal houve algum excesso, se eles, de repente, foram esganados ou algo assim, tem que apurar isso. Agora, cachorro da rua, brabo, vai capturar como? Tem que ser no laço”, alega. Quanto a denúncia de agressão contra o morador, Pamplona nega o caso e declarou que se trata de perseguição política.

Polícia apura o caso

O caso foi denunciado à Delegacia de Meio Ambiente (Dema), que afirmou que uma equipe será enviada até Santa Cruz do Arari para apurar a situação. O reponsável pela denúncia foi ouvido em depoimento pela delegada Vera Batista. As imagens do caso serão encaminhadas à perícia criminal.



“Aparentemente, a captura procede, porque temos imagens desses animais. Agora, precisamos apurar a questão do extermínio, para saber se houve mesmo", declarou a delegada Vera Batista.

Um inquérito foi instaurado pela Dema nesta terça-feira (4) para investigar denúncia de que pessoas estariam exterminando cachorros no município de Santa Cruz do Arari. De acordo com a Polícia Civil, a denúncia cita o prefeito do município, Marcelo Pamplona, como incentivador da morte dos animais. Segundo a denúncia, o prefeito ofereceria dinheiro para que os cachorros fossem eliminados, a fim de diminuir a quantidade de animais soltos na cidade.

De acordo com a Dema, caso o prefeito seja considerado culpado, será lavrado um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) e o processo será transferido para o Tribunal de Justiça do Pará. Caso a denúncia de maus tratos seja confirmada, as pessoas envolvidas poderão ser condenadas a até três anos de prisão.


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Cadela fica 3h dentro de carro em Shopping de Campinas


Uma cadela ficou ao menos três horas dentro de um carro no estacionamento do Shopping Iguatemi, em Campinas (SP), neste sábado (1º). Os donos, que entraram no estabelecimento comercial para fazer compras por volta das 17h, voltaram ao veículo às 20h. A Guarda Municipal foi acionada por um cliente do estabelecimento e registrou o caso.

(Correção: ao ser publicada, esta reportagem informou, com base no depoimento do dono do animal, que a cadela havia ficado cinco horas dentro do carro. A informação foi retificada pelo shopping, que verificou o horário de entrada do veículo no estabelecimento. O erro foi corrigido às 11h55.)

O funcionário público Sidnei Eduardo Padovani disse ter se revoltado com a situação. “Adentrei no shopping. Quando foi 19h, eu saí e para o meu espanto o cachorro estava lá dentro ainda, sem água, sem comida, em um carro pequeno”, contou Padovani, que acionou, então, a Guarda Municipal.

Ao retornar para o veículo, o economista Carlos Anibal Cardoso, dono do animal, admitiu que errou. “Não era para termos demorado tanto. Infelizmente [ela] ficou.” Segundo ele, também “não dava” para a cadela ficar sozinha dentro de casa, em Bragança Paulista (SP). “O cachorro já havia almoçado conosco e aí viemos para cá”, afirmou.

A assessoria do Shopping Iguatemi informou que, após tomar conhecimento da situação, foi possível identificar por meio da placa do carro que o economista era usuário do sistema Sem Parar. Com isso, conseguiu o telefone do proprietário do carro. Ele, no entanto, não atendeu as ligações. E só foi localizado após voltar ao veículo.

A assessoria informou ainda que a entrada de animais de grande porte não é permitida no estabelecimento. Apenas cães de pequeno e médio porte são aceitos, com coleira ou no colo.



 

Fonte: G1


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Empresas que NÃO Testam em Animais




Esta lista informa se a empresa Não Testa em Animais, não considerando a composição dos produtos. Para saber quais são os produtos de origem animal Clique Aqui .

Se a empresa que você procura NÃO está na lista é porque nós não temos conhecimento em relação à realização dos testes.

Todas empresas nacionais, que estão nesta lista, informaram-nos via documento, que não realizam testes com animais. Para que a empresa Nacional seja divulgada na lista da PEA de empresas que não testam em animais é necessário que ela encaminhe para nós um documento atestando não testar em animais. O documento está disponível no site da PEA e deve ser assinado por um representante legal. Esse compromisso formal, analisado sob a legislação brasileira, garante um certo conforto de que as empresas declarantes realmente não testam em animais. Uma declaração desse tipo, se fosse falsa, poderia gerar muitos transtornos para a empresa, respondendo inclusive por crimes contra o consumidor, propaganda enganosa etc.

EMPRESAS NACIONAIS

Abelha Rainha (cosméticos)
Marcas: Abelha Rainha

Acquaflora (cosméticos)
Marcas: Acquaflora

Adcos (cosméticos)
Marcas: Adcos

Afro Nature (cosméticos e tintura)
Marcas: Afro Nature, Keraseal, Nature Color, PHC, Semi di Lino, Top Fruit

Ag Fragrâncias (cosméticos)
Marcas: Ag

Água de Cheiro (cosméticos)
Marcas: Água de Cheiro

Akla (cosméticos)
Marcas: Pele Macia, Sliven

Allumé/Sunshine (cosméticos)
Marcas: Sunshine

All Vida (cosméticos)
Marcas: All Vida

Amend (cosméticos)
Marcas: Amend

Anaconda (cosméticos)
Marcas: Anaconda

Anantha (cosméticos)
Marcas: Anantha

Antídoto (cosméticos)
Marcas: Antídoto

Arte dos Aromas (cosméticos)
Marcas: Arte dos Aromas

Atelier do Banho (cosméticos)
Marcas: Atelier do Banho

Atol (produtos de limpeza)
Marcas: Atol

Avora (cosméticos)
Marcas: Avora

Bel Col (cosméticos)
Marcas: Bel col

Bioderm (cosméticos)
Marcas: Bioderm

Bio Extratus (cosméticos)
Marcas: Bio Extratus

Bio Manthus (cosméticos)
Marcas: Bio Manthus

Bionatus (medicamentos e alimentos)
Marcas: Bionatus

Biozenthi (cosméticos)
Marcas: Biozenthi

Bonyplus (tintura)
Marcas: Beauty Color, Bio Shine, Bony Girls, Fructals, Power Colors

Br Beauty (cosméticos)
Marcas: Brasil Cacau, Cadiveu Professional, Plástica dos Fios

Búfalo (produtos de limpeza)
Marcas: Búfalo, Jet, Bull, Pinho Jet, Soft

BuonaVita (cosméticos)
Marcas: Buonavita

Cassiopéia (cosmético, produto de limpeza e suco)
Marcas: Auxi, Bio Wash e Veraloe

Class (cosméticos e tintura)
Marcas: Bigen, Care Liss, Charming, Essenza e Lightner

Clorofitum (cosméticos)
Marcas: Clorofitum

Coferly (cosméticos e tintura)
Marcas: Santantonio, Soavi Capelli

Condor (higiene oral, vassouras, rodos, esponjas)
Marcas: Condor

Contém 1g (cosméticos)
Marcas: Contém 1g

Contente (higiene oral)
Marcas: Contente

Copra (alimentícia)
Marcas: Copra

Cosmética (higiene oral, cosmético)
Marcas: Cosmética

Cosinter (cosméticos)
Marcas: Red Aple, Maxi Belle, Maxi Trat

Dahuer (cosméticos)
Marcas: Anasol, OneDay, Aliviosol, Kalasol, Zaz

Davene (cosméticos)
Marcas: Davene, Sun Block

Driss (cosméticos)
Marcas: Driss, Empório Bothânico

Dr. Tozzi (cosméticos)
Marcas: Dr. Tozzi

Ecologie (cosméticos)
Marcas: Ecologie

Éh Cosméticos (cosméticos)
Marcas: Éh

Embelleze (cosméticos)
Marcas: Afro Hair, Amaci Hair, Fleury, Frizzy Hair, Hair Life, Hannaya, Henê, Idealist, Indian Hair, Lisa Hair, Maxton, Natucor, Novex, Selise, Sempre Bella, Stillus, Super Relax, Toin, Urban Hair, Yes Color, Young Hair

Essence de La Vie (cosméticos)
Marcas: Essence

Est (cosméticos)
Marcas: Est

Esthetic (cosméticos)
Marcas: Belladonna, Esthetic

Extrato da Amazônia/Natuphitus(cosméticos)
Marcas: Extrato da Amazônia

Extratophlora (cosméticos)
Marcas: Extratophlora

Farmaervas (cosméticos)
Marcas: Farmaervas, Celulan, Toltal Block, Tracta

Feito Brasil (cosméticos)
Marcas: Feito Brasil

Florestas (cosméticos)
Marcas: Florestas

Fri Dog (ração vegetariana para cães)
Marcas: Fri Dog

Gotas Verdes (cosméticos)
Marcas: Gotas Verdes

Granado (cosméticos, bebês, pets)
Marcas: Granado

Guabi (ração para cães e gatos)
Marcas: Biriba, Faro, Fiel, Herói, Natural, Sabor e Vida, Cat Meal, Top Cat, Limpi Cat

Impala (cosméticos)
Marcas: Impala

Jeune Fleur (cosméticos)
Marcas: Felicce

Jequiti (cosméticos)
Marcas: Jequiti

Koloss (cosméticos)
Marcas: Kloss

Korai (cosméticos)
Marcas: Korai

Lavalma (cosméticos)
Marcas: Lavalma

L’aqua di Fiori (cosméticos)
Marcas: L’aqua di Fiori

Leite de Rosas (cosméticos)
Marcas: Leite de Rosas

Ludovig (depilação)
Marcas: Depilsam, Évora, Depi Linea

Mahogany (cosméticos)
Marcas: Amyr Klink, Mahogany, Lyoplant, Kevin Nickols

Mairibel (cosméticos)
Marcas: Mairibel

Max Love (cosméticos)
Marcas: Max Love

Memphis (cosméticos)
Marcas: Alma de Flores, Biocrema, Bouquet de Orquídeas, 4 Estações, Ann Bow, Lavanda Memphis, Senador, Super Original

Multi Vegetal (cosméticos)
Marcas: Multi Vegetal

Mutari (cosméticos)
Marcas: Mutari

Nasha (cosméticos)
Marcas: Elke, Giovanna Baby, Phytoervas

Natura (cosméticos)
Marcas: Natura

Natustrato (cosméticos)
Marcas: Natustrato

Nazca (cosméticos e tintura)
Marcas: Acqua Kids, Maxi Color, Maxi Liss, Origem, Plusline, Ravor, Sphere

Niasi (cosméticos e tintura)
Marcas: Biocolor, Biorene, Risqué

O Boticário (cosméticos)
Marcas: O Boticário

OX (cosméticos)
Marcas: Ox

Prolev (suplementos, redução de peso, energizante)
Marcas: Guaraná, Levedura, New Diet, Sust´Up

Racco (cosméticos)
Marcas: Racco

Reserva Folio (cosméticos)
Marcas: Reserva Folio

Sabão Mauá (produtos de limpeza)
Marcas: Carícia, Fúria, Landa, Liptol, Mazal

Sensória (cosméticos)
Marcas: Sensória

Shizen (cosméticos)
Marcas: Lightner, Traty, Essenza, Charming

Sther (cosméticos)
Marcas: Loryz, Maxsther, O2, Suavity

Surya Henna (cosméticos naturais e orgânicos)
Marcas: Surya Henna, Orgânica de Frutas, Amazônia Preciosa, Sapien

Terractiva (cosméticos)
Marcas: Terractiva

Unisoap (cosméticos)
Marcas: Francis

Valmari (cosméticos)
Marcas: Valmari

Vinotage (cosmético)
Marcas: Vinotage

Vita-a (cosméticos e tintura)
Marcas: Fio & Ton, Guanidina, Keraflex, Nippon, Omega Plus, Texture, Vita-a

Vita Derm (cosméticos e tintura)
Marcas: Vita Derm

Vital Natus (suplementos)
Marcas: Vital Natus

Vitalabor (cosméticos e tintura)
Marcas: Belofio e Bio touch

Vult (cosméticos)
Marcas: Vult

Yamá (cosméticos e tintura)
Marcas: Depil Mist, Fragê, Yamá, Yamafix, Yamasterol

Ypê (produtos de limpeza)
Marcas: Holos, Ypê, Tixan

Weleda do Brasil (cosméticos)
Marcas: Weleda



Fonte: PEA


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Cão perde patas dianteiras e aprende a andar como humano



Um cachorrinho de seis meses que teve suas patas amputadas após uma queda do terceiro andar de um prédio aprendeu a andar como um humano, usando apenas as patas traseiras. O filhote de pit bull é da Califórnia e foi batizado de London, em homenagem aos Jogos Olímpicos.

A princípio, o cãozinho foi levado a um abrigo e tratado de forma que pudesse receber uma espécie de cadeira de rodas para se locomover, mas antes que seus ferimentos cicatrizassem a ponto de usar o facilitador, London aprendeu a andar sozinho com as patas traseiras.

Apesar de ser interessante ver London caminhar como um humano, isso causa uma tensão muito forte em suas costas, então, ele ainda precisará usar a cadeira de rodas para não sentir dores na coluna.

"Depois de passar por cirurgia ele está em um período de recuperação. Em duas semanas ele vai começar a terapia com natação e exercícios com bola para melhorar sua força e aliviar a pressão sobre suas costas. Para nós, ele é o nosso medalhista de ouro. Nós sabíamos que ele era definitivamente um vencedor, com certeza vai ter sucesso. Ele é muito parecido com um atleta, sua perseverança é cativante como o nosso time enviado a Londres", disse Amanda Giese, fundadora da Panda Paws, associação que cuida de animais carentes. 




Fonte: Virgula

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Zoológico maltrata animais e CQC não faz nada.



O quadro "Proteste Já" do programa CQC, do dia 06/08/2021, mostrou uma denúncia que não devia ter terminado daquele jeito.

Simplesmente porque as imagens mostram uma contravenção Penal: LEI Nº 3.688, Art. 3º Para a existência da contravenção, basta a ação ou omissão voluntária. Deve-se, todavia, ter em conta o dolo ou a culpa, se a lei faz depender, de um ou de outra, qualquer efeito jurídico.

Por isso essa DENÚNCIA deveria ter sido levada diretamente as autoridades competentes!

Não é uma ponte caindo, ou uma rua sem asfaltar, ou uma escola caindo aos pedaços por uma péssima administração pública! São animais sofrendo humilhação, num zoológico, que deveria dar o mínimo de condições para a sobrevivência dos mesmos.

Os animais estão sendo mau tratados e isso é crime:

Lei nº 9.605 de 12 de Fevereiro de 1998
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

E a produção do CQC ficou de retornar daqui cinco meses para ver se o "compromisso" firmado, foi cumprido, e se tudo foi resolvido.

Depois de morrer quantos animais??? Uma vida, seja qual for, não é motivo de brincadeira ou palhaçadas políticas!!!

Por favor, tomem uma atitude contra essa denúncia, que não pode ser tratada com descaso como o programa fez. O programa trouxe a denúncia ao público, mas o mesmo não podia ficar apenas na piadinhas de mau gosto, poderia ter ido além e tomado uma atitude humana, uma atitude de resultado, não apenas um quadro vazio. Utilizando o sofrimento dos animais para ganhar audiência e status. Não vamos ser ignorantes frente à esse quadro, como algo natural.

Veja o vídeo e faça barulho, não deixe essa denúncia ficar apenas como um simples quadro de programa de TV. Se fosse uma criança, ou um idoso, ou uma pessoa qualquer, essa seria a atitude correta??? Com nenhum ser vivo desse planeta, essa deve ser a atitude, seja animal ou não. Palhaçada tem limites. Até pro palhaço.



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O que fazer se seu cão for atropelado




Durante um passeio descontraído, donos de cães geralmente não imaginam que o animal possa sair correndo pela rua. Muitas vezes, essa “loucura” acontece porque o bichinho viu uma fêmea ou um gato. Como os cães que vivem dentro de casa nem sempre estão acostumados ao trânsito, eles são atropelados com mais frequência do que se imagina.

No desespero de tentar salvar o animal de estimação, o dono muitas vezes não sabe como agir e acaba atropelado também ou até mordido pelo cão. Morder é a maneira natural de cães se defenderem quando sofrem um acidente e estão sentindo dor. Quem tenta ajudar, mesmo que seja o dono, pode ser mordido.

O cachorro morde quando é tocado porque sente dor e os dentes são a arma que ele tem para se defender. O ideal é não tocar no animal e chamar um profissional para socorrê-lo. Para não piorar a lesão, é indicado movimentá-lo o mínimo possível até chegar ao veterinário mais próximo. Quando não há alternativa e o próprio dono tem de levar o cão para receber atendimento, a primeira providência a tomar é tirar o cachorro atropelado do meio da rua.

Em primeiro lugar, o dono precisa ter cuidado consigo mesmo. Muitos, para tentar ajudar o cachorro, se esquecem da própria segurança e acabam atropelados também. Para movimentar o cão, recomenda-se que o animal seja laçado com uma corda e arrastado até um lugar mais seguro.

Depois de tirá-lo da rua, é necessário isolar a boca do cão. O mais recomendado é colocar uma contenção adequada, como uma focinheira, ou mesmo amordaçar o cachorro, para que ele possa ser encaminhado para um veterinário. Cães estão sempre sujeitos a sofrer acidentes desse tipo e mordem mesmo. O uso de coleiras, mesmo nos cães mais sossegados, é essencial.

Como deve ser feito o socorro de um cão atropelado:

- Não mexa no cão nem toque nos ferimentos após o acidente
- Se não for possível esperar a chegada de um veterinário, espere até que o animal se acalme
- Lace o animal e o arraste até um local seguro
- Coloque uma contenção adequada para prevenir mordidas, como focinheira
- Tente movimentá-lo o mínimo possível até chegar ao veterinário.

Se o cão acidentado for um animal desconhecido, o cuidado deve ser redobrado, pois ele pode não estar vacinado e transmitir doenças à pessoa. Quando alguém é mordido por um animal estranho tem de tomar uma série de remédios para prevenir doenças, como a raiva.

Em caso de atropelamento, o serviço de limpeza pública da maioria das cidades do país recolhe o animal para ser feita eutanásia. Em caso de morte, o serviço transporta o corpo até o aterro sanitário.

Coleiras adequadas

Para que o animal não escape é importante que ele use uma coleira adequada. Na avaliação de Sayegh, os produtos oferecidos no mercado atualmente são muito bons e dificilmente se rompem ou apresentam problemas. Hoje, quando o cão escapa, é porque o dono não soube ajustar a coleira corretamente no animal.

O veterinário recomenda os “enforcadores”, que são ajustados no pescoço do cachorro e permitem que o dono tenha mais domínio. Existem produtos feitos com nylon, que são os mais indicados e oferecem grande resistência. Chegam a durar 10 anos sem apresentar problema nenhum, as pessoas podem trocar para variar as cores.

O modelo gentle leader também é indicado. É parecido com um cabresto de cavalo e mantém o animal sob controle. A coleira menos indicada é a peitoral. Muita gente deixa o peitoral frouxo e perde todo o controle sobre o cão, principalmente se for de grande porte. Alguns cães conseguem encolher a pata, passar pela coleira e fugir.

O dono não deve correr atrás do animal em caso de fuga. Se o cachorro escapar, o certo é não correr para alcançá-lo, mas chamá-lo de volta no lugar. Uma dica é correr na direção contrária. O cão vê que o proprietário quer brincar e corre para junto dele também.


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Cadela surpreende ao andar em apenas duas patas



Casos de maus-tratos contra animais são cada vez mais frequentes no noticiário jornalístico. Mas a história da cadelinha Manuela impressiona pelo desfecho. Após cair de uma laje e não ser socorrida pelo próprio tutor, o animal precisou amputar as duas patas esquerdas.

Para a surpresa de todos os funcionários da Coordenadoria de Proteção à Vida Animal (Coprovida) de Santos, Manuela não somente consegue andar, como também se levanta e come sozinha. “Em mais de 20 anos lidando com animais, eu nunca vi um cão amputado conseguir andar e correr só com as patas de um lado do corpo. A recuperação dela é impressionante”, afirma a responsável pela Coprovida, Leila Abreu.

Uma das explicações para tamanha resistência é a idade do animal: Manuela tem pouco mais de um ano. Além de ser muito dócil, também é muito ativa. A Manu – como também é chamada pelos funcionários da Coprovida – adora correr e brincar como qualquer cão jovem. A outra razão para Manuela conseguir se equilibrar só com as patas direitas é o porte físico semelhante aos cães da raça whippet, cujo corpo é esbelto e com forma anatômica ideal para atingir grandes velocidades. “Só conhecia a história de um whippet, nos Estados Unidos, que anda com as laterais. No Brasil, é a primeira vez que vejo um animal como a Manuela”, destaca Leila.

Ela se refere a Dominic, um greyhound (galgo inglês, semelhante aos whippets), que teve as duas patas direitas amputadas após ser atropelado. No caso de Manuela, o motivo da retirada das duas patinhas esquerdas foi a crueldade.

Omissão

Há três meses, a cadela foi levada à Coprovida por uma mulher que estava hospedada na casa dos tutores de Manuela. Na ocasião, ela contou que esperou os tutores saírem do imóvel, na Zona Noroeste, para buscar ajuda porque não aguentava mais ver tanto sofrimento. Após cair da laje, o animal teve fraturas expostas nas duas patas esquerdas. “Mas os tutores abandonaram a cadela machucada no quintal durante 15 dias. Devido à dor, ela não conseguia se alimentar. Por isso, também chegou aqui desnutrida”, lembra a coordenadora da Coprovida.

O responsável pela cadela foi intimado a comparecer no órgão da Prefeitura. Ele foi multado em R$ 1 mil por maus-tratos e omissão de socorro. De acordo com Leila, a multa varia de R$ 50,00 a R$ 1 mil. “Aplicamos a multa mais alta. Além disso, a Manuela ficou sob a nossa guarda porque avaliamos que se ela fosse entregue aos donos correria risco”.

Recuperação

A cadela foi submetida a duas cirurgias ortopédicas para a colocação de pinos nas patas fraturadas. Mas, o procedimento não teve sucesso por causa de um quadro infeccioso. “Como ela permaneceu muito tempo sem cuidados médicos, a infecção acabou atingindo os ossos. Por isso, os pinos não se fixaram. A única saída foi amputar os dois membros”, explica Leila.

Manuela teve a pata dianteira amputada há um mês. Na semana passada, foi a vez da pata traseira. “Apesar de a operação ser recente, ela logo começou a correr e brincar. Ficamos todos muito impressionados com a vontade de viver da Manu”, diz a responsável pela Coprovida.

Assista ao vídeo da cadela Manuela aqui.

Fonte: Jornal A Tribuna
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Saiba como denunciar maus-tratos com animais

Como Denunciar


Por se tratar de prática prevista como crime ambiental pelo artigo 32 da Lei Federal n° 9605/98, a competência para apurar maus-tratos com animais pertence às autoridades públicas.

Se o evento se der na Capital, um breve relatório, com dados precisos sobre o endereço do local dos fatos, dentre outras informações de que disponha o denunciante, deve ser enviado ao GECAP- Grupo de Atuação Especial de Combate aos Crimes Ambientais e de Parcelamento do Solo Urbano (Complexo Criminal da Barra Funda , Av. Dr. Abraão Ribeiro, 313,Barra Funda, São Paulo-SP, C.E.P: 01133-020), grupo do Ministério Público que, dentre outras atribuições, zela pela tutela jurídica dos animais na Capital.

Na Capital de São Paulo, o fato também pode ser noticiado ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, na Av. São João, 1247, Centro, SP (tel: 11- 3338-01-55 ).

Se o fato ocorrer em outra região do Estado de São Paulo ou do país, pode ser comunicado à Promotoria de Justiça local, ou ao Distrito Policial mais próximo.

Denúncias também podem ser oferecidas à Prefeitura (via 156), que encaminha agentes para proceder à vistoria de residências e de estabelecimentos comerciais como Pet Shops e Clínicas Veterinárias, com poderes para instaurar procedimento administrativo, aplicar multa e apreender animais.

Denúncias contra médico veterinário devem ser enviadas ao Conselho Regional de Medicina Veterinária.

A UIPA recebe denúncias via fax (3228-14-62), via e-mail (uipasp@uol.com.br), ou pelo correio e encaminha ao denunciado uma carta de advertência informativa de que a prática pode, em tese, constituir crime. O suposto infrator também é orientado sobre qual tratamento deve ser dispensado ao animal. Persistindo a situação, cabe ao denunciante comunicar o fato à entidade, o que resultará no encaminhamento do caso ao Ministério Público, órgão competente para apurar as denúncias de maus-tratos com animais.

Fonte: uipa.org.br
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