Mostrando postagens com marcador Socorro. Mostrar todas as postagens

História Comovente de um cachorro de rua




Um cachorro que vive nas ruas, chamado Ol Boy, foi visto abandonado e doente nas ruas da Cingapura por uma pessoa que pediu ajuda à ONG “Save Our Street Dogs”. Esta é a história de um cachorro com poucos dias de vida e com um último desejo, que era de ser amado antes de morrer, como contada no vídeo feito pela ONG.

“Ol Boy nasceu nas ruas da Cingapura, e nunca soube o que era um lar. Ele passou sua vida tomando água suja e comendo restos de comida que as pessoas do comércio davam a ele.

Ele foi encontrado machucado e sem poder se mover. Ol Boy chorou de dor sozinho por 3 dias, e permanceu deitado em seu próprio excremento enquanto chorava de dor. O cachorrinho fedia a rato morto quando foi encontrado. Ele tinha carrapatos e machucados pelo corpo todo.

Após um exame, o veterinário encontrou todos os tipos de doença. Febre por carrapato, infecções, atrofia e um possível câncer. Ele não podia andar provavelmente devido à atrofia e fraqueza. Os dentes de Ol Boy estavam em péssimo estado, e ele apresentava anemia. Centeas de carrapatos foram removidos.

O tratamento para a febre e anemia foram iniciados com transfusão de sangue. Mas Ol Boy tinha algo à dizer: “Eu estou morrendo, e não tenho muito tempo de vida.”

Ele estava com muito desconforto por causa da dor, mas não queria ser eutanasiado. Ele queria morrer naturalmente, e se possível, dentro de um lar quentinho. Ele queria sentir o amor e carinho de um lar pela primeira vez. Então seu desejo foi concedido, e ele foi levado para a casa de um dos voluntários da ONG.

Ol Boy estava com muita sede mas não conseguia se levantar. Ele tomava água com ajuda de uma seringa. Os voluntários ficaram o tempo todo ao seu lado, o acariciando quando ele chorava de dor. Era só isso que Ol Boy queria, compania e ser amado.

Os voluntários e seus dois cachorros ficaram ao lado de Ol Boy.

Às duas horas da manhã, Ol Boy se sentou, e bebeu água pela última vez….

Às quatro horas da manhã, Ol Boy morreu em paz.

Ol Boy tinha um último pedido que era ser cremado, e ter suas cinzas espalhadas em um campo.

Um ritual foi feito, e pétalas de rosa foram espalhadas em seu corpo antes da cremação.

As cinzas foram espalhadas em uma praia, onde seu espírito agora corre livre…”

Os animais não querem fama e fortuna, só querem ser amados e compreendidos. Eles querem viver suas vidas com dignidade, e morrer naturalmente. Que a história de Ol Boy nos sirva de lição sobre como é possível ajudar um animal abandonado, e lhe dar uma chance de saber o que é o amor.


Assista ao vídeo de Ol Boy:







Fonte: Anda News
read more →

Empresas que NÃO Testam em Animais




Esta lista informa se a empresa Não Testa em Animais, não considerando a composição dos produtos. Para saber quais são os produtos de origem animal Clique Aqui .

Se a empresa que você procura NÃO está na lista é porque nós não temos conhecimento em relação à realização dos testes.

Todas empresas nacionais, que estão nesta lista, informaram-nos via documento, que não realizam testes com animais. Para que a empresa Nacional seja divulgada na lista da PEA de empresas que não testam em animais é necessário que ela encaminhe para nós um documento atestando não testar em animais. O documento está disponível no site da PEA e deve ser assinado por um representante legal. Esse compromisso formal, analisado sob a legislação brasileira, garante um certo conforto de que as empresas declarantes realmente não testam em animais. Uma declaração desse tipo, se fosse falsa, poderia gerar muitos transtornos para a empresa, respondendo inclusive por crimes contra o consumidor, propaganda enganosa etc.

EMPRESAS NACIONAIS

Abelha Rainha (cosméticos)
Marcas: Abelha Rainha

Acquaflora (cosméticos)
Marcas: Acquaflora

Adcos (cosméticos)
Marcas: Adcos

Afro Nature (cosméticos e tintura)
Marcas: Afro Nature, Keraseal, Nature Color, PHC, Semi di Lino, Top Fruit

Ag Fragrâncias (cosméticos)
Marcas: Ag

Água de Cheiro (cosméticos)
Marcas: Água de Cheiro

Akla (cosméticos)
Marcas: Pele Macia, Sliven

Allumé/Sunshine (cosméticos)
Marcas: Sunshine

All Vida (cosméticos)
Marcas: All Vida

Amend (cosméticos)
Marcas: Amend

Anaconda (cosméticos)
Marcas: Anaconda

Anantha (cosméticos)
Marcas: Anantha

Antídoto (cosméticos)
Marcas: Antídoto

Arte dos Aromas (cosméticos)
Marcas: Arte dos Aromas

Atelier do Banho (cosméticos)
Marcas: Atelier do Banho

Atol (produtos de limpeza)
Marcas: Atol

Avora (cosméticos)
Marcas: Avora

Bel Col (cosméticos)
Marcas: Bel col

Bioderm (cosméticos)
Marcas: Bioderm

Bio Extratus (cosméticos)
Marcas: Bio Extratus

Bio Manthus (cosméticos)
Marcas: Bio Manthus

Bionatus (medicamentos e alimentos)
Marcas: Bionatus

Biozenthi (cosméticos)
Marcas: Biozenthi

Bonyplus (tintura)
Marcas: Beauty Color, Bio Shine, Bony Girls, Fructals, Power Colors

Br Beauty (cosméticos)
Marcas: Brasil Cacau, Cadiveu Professional, Plástica dos Fios

Búfalo (produtos de limpeza)
Marcas: Búfalo, Jet, Bull, Pinho Jet, Soft

BuonaVita (cosméticos)
Marcas: Buonavita

Cassiopéia (cosmético, produto de limpeza e suco)
Marcas: Auxi, Bio Wash e Veraloe

Class (cosméticos e tintura)
Marcas: Bigen, Care Liss, Charming, Essenza e Lightner

Clorofitum (cosméticos)
Marcas: Clorofitum

Coferly (cosméticos e tintura)
Marcas: Santantonio, Soavi Capelli

Condor (higiene oral, vassouras, rodos, esponjas)
Marcas: Condor

Contém 1g (cosméticos)
Marcas: Contém 1g

Contente (higiene oral)
Marcas: Contente

Copra (alimentícia)
Marcas: Copra

Cosmética (higiene oral, cosmético)
Marcas: Cosmética

Cosinter (cosméticos)
Marcas: Red Aple, Maxi Belle, Maxi Trat

Dahuer (cosméticos)
Marcas: Anasol, OneDay, Aliviosol, Kalasol, Zaz

Davene (cosméticos)
Marcas: Davene, Sun Block

Driss (cosméticos)
Marcas: Driss, Empório Bothânico

Dr. Tozzi (cosméticos)
Marcas: Dr. Tozzi

Ecologie (cosméticos)
Marcas: Ecologie

Éh Cosméticos (cosméticos)
Marcas: Éh

Embelleze (cosméticos)
Marcas: Afro Hair, Amaci Hair, Fleury, Frizzy Hair, Hair Life, Hannaya, Henê, Idealist, Indian Hair, Lisa Hair, Maxton, Natucor, Novex, Selise, Sempre Bella, Stillus, Super Relax, Toin, Urban Hair, Yes Color, Young Hair

Essence de La Vie (cosméticos)
Marcas: Essence

Est (cosméticos)
Marcas: Est

Esthetic (cosméticos)
Marcas: Belladonna, Esthetic

Extrato da Amazônia/Natuphitus(cosméticos)
Marcas: Extrato da Amazônia

Extratophlora (cosméticos)
Marcas: Extratophlora

Farmaervas (cosméticos)
Marcas: Farmaervas, Celulan, Toltal Block, Tracta

Feito Brasil (cosméticos)
Marcas: Feito Brasil

Florestas (cosméticos)
Marcas: Florestas

Fri Dog (ração vegetariana para cães)
Marcas: Fri Dog

Gotas Verdes (cosméticos)
Marcas: Gotas Verdes

Granado (cosméticos, bebês, pets)
Marcas: Granado

Guabi (ração para cães e gatos)
Marcas: Biriba, Faro, Fiel, Herói, Natural, Sabor e Vida, Cat Meal, Top Cat, Limpi Cat

Impala (cosméticos)
Marcas: Impala

Jeune Fleur (cosméticos)
Marcas: Felicce

Jequiti (cosméticos)
Marcas: Jequiti

Koloss (cosméticos)
Marcas: Kloss

Korai (cosméticos)
Marcas: Korai

Lavalma (cosméticos)
Marcas: Lavalma

L’aqua di Fiori (cosméticos)
Marcas: L’aqua di Fiori

Leite de Rosas (cosméticos)
Marcas: Leite de Rosas

Ludovig (depilação)
Marcas: Depilsam, Évora, Depi Linea

Mahogany (cosméticos)
Marcas: Amyr Klink, Mahogany, Lyoplant, Kevin Nickols

Mairibel (cosméticos)
Marcas: Mairibel

Max Love (cosméticos)
Marcas: Max Love

Memphis (cosméticos)
Marcas: Alma de Flores, Biocrema, Bouquet de Orquídeas, 4 Estações, Ann Bow, Lavanda Memphis, Senador, Super Original

Multi Vegetal (cosméticos)
Marcas: Multi Vegetal

Mutari (cosméticos)
Marcas: Mutari

Nasha (cosméticos)
Marcas: Elke, Giovanna Baby, Phytoervas

Natura (cosméticos)
Marcas: Natura

Natustrato (cosméticos)
Marcas: Natustrato

Nazca (cosméticos e tintura)
Marcas: Acqua Kids, Maxi Color, Maxi Liss, Origem, Plusline, Ravor, Sphere

Niasi (cosméticos e tintura)
Marcas: Biocolor, Biorene, Risqué

O Boticário (cosméticos)
Marcas: O Boticário

OX (cosméticos)
Marcas: Ox

Prolev (suplementos, redução de peso, energizante)
Marcas: Guaraná, Levedura, New Diet, Sust´Up

Racco (cosméticos)
Marcas: Racco

Reserva Folio (cosméticos)
Marcas: Reserva Folio

Sabão Mauá (produtos de limpeza)
Marcas: Carícia, Fúria, Landa, Liptol, Mazal

Sensória (cosméticos)
Marcas: Sensória

Shizen (cosméticos)
Marcas: Lightner, Traty, Essenza, Charming

Sther (cosméticos)
Marcas: Loryz, Maxsther, O2, Suavity

Surya Henna (cosméticos naturais e orgânicos)
Marcas: Surya Henna, Orgânica de Frutas, Amazônia Preciosa, Sapien

Terractiva (cosméticos)
Marcas: Terractiva

Unisoap (cosméticos)
Marcas: Francis

Valmari (cosméticos)
Marcas: Valmari

Vinotage (cosmético)
Marcas: Vinotage

Vita-a (cosméticos e tintura)
Marcas: Fio & Ton, Guanidina, Keraflex, Nippon, Omega Plus, Texture, Vita-a

Vita Derm (cosméticos e tintura)
Marcas: Vita Derm

Vital Natus (suplementos)
Marcas: Vital Natus

Vitalabor (cosméticos e tintura)
Marcas: Belofio e Bio touch

Vult (cosméticos)
Marcas: Vult

Yamá (cosméticos e tintura)
Marcas: Depil Mist, Fragê, Yamá, Yamafix, Yamasterol

Ypê (produtos de limpeza)
Marcas: Holos, Ypê, Tixan

Weleda do Brasil (cosméticos)
Marcas: Weleda



Fonte: PEA


read more →

Motivos para adotar animais deficientes



Diante dos milhares de casos de abandono de animais pelas ruas do Brasil e do mundo, existem várias entidades empenhadas no incentivo a adoção, visando diminuir a população de bichos desabrigados. Prova dessa tentativa é a recente inauguração do primeiro núcleo cirúrgico da prefeitura, em São Paulo, para a realização de cirurgias de castração de cães e gatos.

O problema é que, infelizmente, se para os bichinhos sem raça definida já é difícil encontrar um novo lar, imagine para os idosos, por exemplo. Ainda na lista de animais preteridos está também um grupo muito especial: os deficientes físicos. Dentre eles, o número de abandono é ainda maior.

Apesar da triste realidade, pelo menos, a crença antiga de que animais nesta condição precisam ser sacrificados tem se tornado cada vez menos difundida. Segundo o médico veterinário Mário Marcondes, diretor clínico Hospital Veterinário Sena Madureira, “hoje em dia existem vários tipos de terapias que têm o objetivo de dar qualidade de vida à estes pets”.
Preconceito e desinformação

Assim como, por vezes, acontece entre humanos, o preconceito ainda reina entre os peludos deficientes. Muitos bichinhos acabam sendo abandonados por serem considerados “feios”, por não conseguirem fazer todos os truques que um animal sem deficiência faz ou porque seus proprietários acreditam que eles darão muito trabalho devido às necessidades especiais.

Nesse sentido, o dr. Mário diz que o veterinário tem um papel fundamental. “O médico entra como um profissional importante para dar a orientação correta para o proprietário de um animal com deficiência, expondo todos os tipos de terapia existentes para melhorar a vida dele”.

Segundo o veterinário, a paralisia de membros é a limitação mais frequente em cães. Os principais casos são os animais com problemas de coluna que evoluem para uma paralisia. “Isso é muito comum em raças com a coluna longa e patas curtas como o dachshund.
Um caso de carinho

Mais que uma paralisia, Tom, um dachshund, de 6 anos, desenvolveu um problema bem mais grave por conta da coluna. Além disso, o bichinho nasceu sem as duas patas dianteiras. De acordo com sua dona, Christiane Aguiar, um veterinário disse que o problema pode ter sido ocasionado por uma doença genética ou até mesmo por remédios abortivos dado a mãe do cachorro.

Pitoco Crédito: Arquivo Pessoal

A jornalista de 23 anos adotou Pitoco, como é chamado carinhosamente, porque não gostava de como o tratavam em seu primeiro lar. “Depois que ele nasceu, a outra filhote que nasceu da mesma cria foi adotada, mas ninguém queria o Tom por causa da sua deficiência. Ele ficava jogado no fundo do quintal no meio da sujeira, já que os antigos donos não limpavam nada”.

Ela conta ainda que o cãozinho, muitas vezes, nem mesmo comia, pois havia outros cachorros maiores no quintal, que chegavam mais rápido até o alimento. Foi assim que Pitoco entrou na vida da família de Christiane, que tem mais duas cadelas, Neguinha, uma dachshund de 7 anos e irmã de Pitoco e Lilica, uma SRD de 2 anos, que foi abandonada no portão da casa da jornalista.

E apesar da aparência frágil, felizmente, segundo o dr. Mário, os animais nessas condições se adaptam facilmente. O veterinário destaca, por exemplo, o caso dos cães cegos, que utilizam seus outros sentidos para se adaptar ao ambiente. Ele ainda dá uma dica aos donos de cãezinhos com o problema: “mantenha os objetos sempre no mesmo local, como comedouros e cama, assim o animal vai se adaptar mais rápido”.

Christiane aprendeu bem a lição e procura facilitar a vida de Pitoco, que se locomove com dificuldade, deixando tudo que ele precisa por perto. Também toma cuidado para que ele não se asse, o que pode acontecer devido ao fato dele se arrastar pela casa.
Tratamento com células tronco

A lesão na coluna é a principal alteração causadora de paralisia. Hoje, o tratamento inicial é com medicamento, além de cirurgia (em alguns casos) e fisioterapia. Em muitos casos a acupuntura ou somente a fisioterapia são indicados.

Uma outra alternativa bem mais recente é o tratamento com células tronco, prática adotada gratuitamente pelo Hospital Veterinário Sena Madureira, em parceria com a empresa de biotecnologia Celltrovet. Segundo o diretor clínico do hospital, já participaram do projeto por volta de 10 animais, mas as vagas ainda estão abertas para donos que estejam interessados. Os candidatos são pacientes deficientes paralisados, em decorrência de lesão na coluna, mas que já foram submetidos a um outro tratamento convencional, sem sucesso.

“A ideia é tentar melhorar a qualidade de vida destes animais com o uso das células tronco. Mas para isto, primeiro estamos realizando este projeto científico para posteriormente, com a análise dos resultados, padronizarmos um protocolo para tratamento convencional com células tronco”, disse o dr. Mário.

O veterinário destaca ainda que esta é uma evolução da área médica, mas para isto, trabalhos bem delineados devem ser realizados antes de se utilizar células tronco de maneira rotineira. Os proprietários que quiserem participar do projeto de tratamento gratuito com células tronco para animais deficientes devem se inscrever na triagem, no telefone (11) 5572-8778 - de segunda a sexta-feira, em horário comercial.

Pitoco, infelizmente, não se enquadra no perfil para o tratamento pioneiro, mas já dispõe de uma vida muito feliz ao lado da família que o acolheu e não hesita em dar carinho, amor e elogiar seu bichinho. “Ele é um animal carinhoso, que retribui todo o cuidado que temos com ele com muito amor”, finalizou Christiane.


Fonte: PetMag


read more →

Único Hospital Público Veterinário será ampliado, aumentando em 25% o número de atendimento



O único hospital veterinário público do Brasil, destinado a cães e gatos, foi inaugurado há 41 dias na capital paulista e já anuncia a ampliação do espaço físico. O novo prédio, que fica a 200 metros do antigo, se somará ao já existente para que a equipe do hospital eleve a quantidade de atendimentos em 20% a 25%.

De acordo com o diretor administrativo do hospital, o médico-veterinário Renato Tartália, tanto para o novo espaço físico quanto para a elevação do número de animais atendidos, não haverá aumento no repasse de verbas. O convênio estabelecido entre a prefeitura e a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo (Anclivepa-SP) garante R$ 600 mil mensal por um período de um ano.

O custo do aluguel do novo prédio, segundo o diretor, será R$ 9 mil por mês. Com a ampliação, o hospital passará a ter salas para doenças exclusivas de felinos - endocrinologia, oftalmologia, odontologia - mais duas salas de cirurgia. Tartália conta que o prédio trará um novo fôlego para o trabalho do hospital.

“A unidade atual é bem desconfortável para as pessoas, para os animais e, principalmente, para os veterinários e funcionários que trabalham praticamente 12 horas em condições difíceis”, disse.

Por mês, o hospital, que fica no bairro do Tatuapé (zona leste), atende aproximadamente mil novos casos. No total, são 25 veterinários que se dividem em 40 atendimentos, em média, por dia. A unidade, na verdade, tem capacidade para prestar apenas 33, conta Tartália.

Todos os dias pela manhã, às 8 h, uma fila de cerca de 25 pessoas se forma em frente ao hospital. São distribuídas senhas e a gerente de atendimento faz a seleção dos casos mais graves, que passam direto pela triagem. Os demais casos são chamados conforme o grau de urgência. Pela tarde, o hospital atende somente casos de emergência, que representam, na maioria, atropelamentos. No mínimo, são atendidos cinco bichos por dia vítimas de atropelamento.

Mesmo diante das dificuldades em atender a alta demanda, a equipe do hospital busca manter o padrão nas consultas. “A maioria dos animais, de 80% a 90%, já faz exames completos logo na primeira consulta. Hemograma, pressão arterial, glicemia”, conta o diretor do hospital.

Para conseguir o atendimento, os donos dos bichos de estimação precisam ser moradores da cidade de São Paulo, além de beneficiários dos programas Bolsa Família, Renda Mínima ou provar que não têm condições financeiras de arcar com consultas e tratamentos veterinários. Para isso, a pessoa passa por uma entrevista com a assistente social, que fica todos os dias na unidade, das 7h às 16h.

O programa é voltado apenas para a população de baixa renda. O diretor faz um apelo:“Aqueles que podem pagar, continuem indo ao seu veterinário e deixem as vagas para os que não podem.”

O público, de acordo com Tartália, além de não dispor de dinheiro para levar seu bicho de estimação a uma clínica particular, é o que mais precisa de orientação do hospital público. Nas periferias da cidade, conta ele, os animais ficam soltos e raramente são vacinados e castrados. Isso eleva os índices de reclamações feitas pelo número 156, da prefeitura, para que cães e gatos sejam apreendidos e levados ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

“Em 2001, foram 14 mil telefonemas. Isso não é aceitável, esse número é uma vergonha, não condiz com ostatus que a cidade de São Paulo tem perante o país e o mundo”, disse.

Cristiane Cerqueira Santos teve seu bichinho atendido no hospital. A auxiliar de limpeza chegou na unidade com Barbie, uma cadela de 1 mês e meio de vida, que nunca conseguiu andar. “Eu vejo ela se arrastando pelo chão e sofro junto”, conta. No hospital público, Barbie passará pelo exame de raio X para que os veterinários definam se ela será operada ou se precisará de uma cadeira de rodas para cães.

Outra cadelinha que passa por tratamento no hospital é Meg, de 3 anos. A dona, a aposentada Maria da Glória Tozato, leva o animal todos os dias, há quase um mês, para tratar uma infecção nos rins. Meg foi uma das primeiras pacientes a receber atendimento. “Se eu tivesse que pagar por isso, nunca conseguiria”, disse Maria.

O hospital atende das 8h às 18h, de segunda a sábado, na Rua Professor Carlos Zagotis, número 3, no bairro do Tatuapé.


Fonte: EBC
read more →

Cães e gatos sofrem com a falta de sangue


Uma bolsa de sangue pode salvar a vida de 4 animais, mas a prática da doação ainda não é comum entre donos de pets. Saiba como o seu bichinho pode ajudar.

O que acidentes, lesões, traumas, cirurgias, doenças causadas por carrapatos, anemias e tumores, que atingem pets diariamente, têm em comum? A transfusão de sangue, que pode ser parte do tratamento ou a única saída para salvar a vida do seu melhor amigo em uma emergência.

Infelizmente a doação de sangue entre cães e gatos ainda não é um costume entre os donos. Até no Hospital Veterinário da Universidade de SP (USP), um dos principais do país, o estoque de bolsas de sangue é praticamente nulo. “O número é bastante reduzido, às vezes ficamos meses sem nenhuma doação”, alerta a prof. Denise Fantoni , responsável pelo banco de sangue do Hospital Veterinário da USP. Segundo a veterinária, são utilizadas mais de 20 bolsas de 450 ml mensalmente.

A urgência e a necessidade do sangue também é uma dura realidade para nós, humanos. Na Fundação Pró-Sangue são coletados 12 mil bolsas mensalmente, e mesmo assim só suprem 32% do sangue consumido na região metropolitana de SP.

Se para os seres humanos já é difícil, para os bichos a dificuldade é muito maior. “A maioria dos donos desconhece que existe transfusão entre os animais, e só tomam conhecimento quando os próprios pets enfrentam situações clínicas que necessitam do procedimento”, explica Dra. Simone Gonçalves, responsável pelo laboratório e centro de hemoterapia veterinária, o Hemovet.

Quando diagnosticado que o animal precisa da transfusão, o veterinário entra em contato com algum hemocentro e solicita uma bolsa de sangue, o valor varia entre R$90 e R$170. O alto custo, a dificuldade de encontrar doadores e a correria do dia a dia, faz com que esse momento sofrido fique ainda mais aflitivo.

No Rio de Janeiro, o Hemopet encontrou uma maneira de driblar a falta de tempo dos donos de animais: a coleta é feita na própria casa do futuro doador, fator que ajuda a prevenir o estresse do pet.

Mesmo assim, a batalha é diária para conseguir novos interessados. “Divulgamos nosso trabalho em meios de comunicação, feiras de cães ou qualquer evento relacionado, mas a nossa melhor divulgação é o boca-boca de nossos doadores”, esclarece a sócia do Hemopet, Dra. Luciula Moreira Kfuri, que comprova que a boa impressão do processo é a maior propaganda.

Foi exatamente a sugestão de uma amiga que despertou essa possibilidade na vida da webdesigner Marina Corrêa e de seu labrador Francesco. “Quando soube do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, fui conhecer, e assim vi o tamanho da necessidade”, recorda Marina. “É triste ver o quanto as pessoas se sentem impotentes por não conseguir salvar a vida de seu melhor amigo porque não tem uma bolsa de sangue”, completa a protetora.

Saber que o sangue de Francesco poderia salvar a vida de quatro cães foi o detalhe final para a tomada de atitude. “Quando eu vi que poderia fazer a diferença, meu cão salvar vidas e conscientizar outras pessoas, não tive dúvida”, orgulha-se a mãezona do Francesco, doador há 4 anos.

E os gatos?

No Brasil a situação dos felinos é muito mais complicada. Não existem bancos de sangue disponíveis porque a bolsa adaptada para armazenar a coleta ainda não existe aqui. Hoje em dia, quando há um gatinho carente, os bancos e os próprios veterinários correm para encontrar um doador disponível e compatível, que possa doar o sangue no mesmo dia.

Com 22 anos nesse mercado, a empresária Elaine Jordão, dona do Gatil Blaze Star, confirmou que não existem criadores de gatos parceiros de hemocentros. “Seria uma coisa interessante, mas acho difícil um criador levar seu animal para doar sangue”. A proprietária do Gatil Bless Kellyas, Fátima Kellyas, reforçou a opinião de Elaine, “também acho difícil, o persa, por exemplo, é muito sensível e acaba se estressando facilmente”.

Contrariando a postura dos gatis, alguns canis comerciais cumprem um importante papel social ao se tornarem parceiros dos bancos de sangue consultados nessa reportagem.


Por que doar?

O processo é indolor e a quantidade de sangue retirada não prejudica o animal. Antes da transfusão o animal passa por uma minuciosa avaliação. Uma ótima oportunidade de ganhar o famoso “check up”, às vezes negligenciado pelos donos por falta de recursos ou tempo. “Realizamos exames para as principais doenças em todos os nossos doadores, como hemograma, erliquiose, Lyme, dirofilariose, leishmaniose e brucelose. Todos os exames são gratuitos”, garante a Dra. Simone, da Hemovet, em SP.
Tomando certos cuidados, como a escolha de um banco sério e com profissionais competentes, a doação de sangue é um enorme ato de amor, como conta a “mãe” de Francesco, Marina:


 


“Certa vez uma cadela estava praticamente imóvel na maca. Eu vi quando preparavam a transfusão e fui acompanhar o processo. Eu comecei a falar com ela, disse que estava recebendo sangue de um cão muito arteiro, cheio de energia e que tinha que reagir, nesse momento ela abriu os olhos e em seguida levantou a cabeça. Foi uma festa! Os donos não sabiam como agradecer, então eu lhes disse, não precisa me agradecer, o meu agradecimento foi ver a filha deles reagir com o sangue do meu filho. Não tem nada no mundo que pague essa sensação”.

Quem pode doar

Cães
Peso mínimo: 27 kg
Idade: 1 a 8 anos
Vacinação e vermifugação em dia
Não pode ser portador de doenças crônicas
Estar clinicamente saudável
Temperamento dócil 

Gatos
Peso mínimo: 4,5 kg
Idade: 1 a 8 anos
Vacinação e vermifugação em dia
Não pode ser portador de doenças crônicas
Estar clinicamente saudável
Temperamento dócil

Onde doar

São Paulo

Hospital Veterinário da USP
Telefones: (11) 3091-1248 / 3091-1364 / 3091-1244
E-mail: hovet@usp.br
Site: http://www.fmvz.usp.br
Hospital Veterinário Anhembi Morumbi
Telefones: (11) 2790-4642 / 2790-4643
E-mail: hospvet@anhembi.br
Site: http://portal.anhembi.br
Hemovet
Telefone: (11) 2918-8050
E-mail: hemovet@hemovet.com.br
Site: http://www.hemovet.com.br 

Rio de Janeiro
Hemopet
Telefones: (21) Luciula 7855-8898 id: 83*31055 / Roberta 7854-5433 id: 83*30226.
Site: http://www.hemopet.net



read more →

O que fazer se seu cão for atropelado




Durante um passeio descontraído, donos de cães geralmente não imaginam que o animal possa sair correndo pela rua. Muitas vezes, essa “loucura” acontece porque o bichinho viu uma fêmea ou um gato. Como os cães que vivem dentro de casa nem sempre estão acostumados ao trânsito, eles são atropelados com mais frequência do que se imagina.

No desespero de tentar salvar o animal de estimação, o dono muitas vezes não sabe como agir e acaba atropelado também ou até mordido pelo cão. Morder é a maneira natural de cães se defenderem quando sofrem um acidente e estão sentindo dor. Quem tenta ajudar, mesmo que seja o dono, pode ser mordido.

O cachorro morde quando é tocado porque sente dor e os dentes são a arma que ele tem para se defender. O ideal é não tocar no animal e chamar um profissional para socorrê-lo. Para não piorar a lesão, é indicado movimentá-lo o mínimo possível até chegar ao veterinário mais próximo. Quando não há alternativa e o próprio dono tem de levar o cão para receber atendimento, a primeira providência a tomar é tirar o cachorro atropelado do meio da rua.

Em primeiro lugar, o dono precisa ter cuidado consigo mesmo. Muitos, para tentar ajudar o cachorro, se esquecem da própria segurança e acabam atropelados também. Para movimentar o cão, recomenda-se que o animal seja laçado com uma corda e arrastado até um lugar mais seguro.

Depois de tirá-lo da rua, é necessário isolar a boca do cão. O mais recomendado é colocar uma contenção adequada, como uma focinheira, ou mesmo amordaçar o cachorro, para que ele possa ser encaminhado para um veterinário. Cães estão sempre sujeitos a sofrer acidentes desse tipo e mordem mesmo. O uso de coleiras, mesmo nos cães mais sossegados, é essencial.

Como deve ser feito o socorro de um cão atropelado:

- Não mexa no cão nem toque nos ferimentos após o acidente
- Se não for possível esperar a chegada de um veterinário, espere até que o animal se acalme
- Lace o animal e o arraste até um local seguro
- Coloque uma contenção adequada para prevenir mordidas, como focinheira
- Tente movimentá-lo o mínimo possível até chegar ao veterinário.

Se o cão acidentado for um animal desconhecido, o cuidado deve ser redobrado, pois ele pode não estar vacinado e transmitir doenças à pessoa. Quando alguém é mordido por um animal estranho tem de tomar uma série de remédios para prevenir doenças, como a raiva.

Em caso de atropelamento, o serviço de limpeza pública da maioria das cidades do país recolhe o animal para ser feita eutanásia. Em caso de morte, o serviço transporta o corpo até o aterro sanitário.

Coleiras adequadas

Para que o animal não escape é importante que ele use uma coleira adequada. Na avaliação de Sayegh, os produtos oferecidos no mercado atualmente são muito bons e dificilmente se rompem ou apresentam problemas. Hoje, quando o cão escapa, é porque o dono não soube ajustar a coleira corretamente no animal.

O veterinário recomenda os “enforcadores”, que são ajustados no pescoço do cachorro e permitem que o dono tenha mais domínio. Existem produtos feitos com nylon, que são os mais indicados e oferecem grande resistência. Chegam a durar 10 anos sem apresentar problema nenhum, as pessoas podem trocar para variar as cores.

O modelo gentle leader também é indicado. É parecido com um cabresto de cavalo e mantém o animal sob controle. A coleira menos indicada é a peitoral. Muita gente deixa o peitoral frouxo e perde todo o controle sobre o cão, principalmente se for de grande porte. Alguns cães conseguem encolher a pata, passar pela coleira e fugir.

O dono não deve correr atrás do animal em caso de fuga. Se o cachorro escapar, o certo é não correr para alcançá-lo, mas chamá-lo de volta no lugar. Uma dica é correr na direção contrária. O cão vê que o proprietário quer brincar e corre para junto dele também.


read more →

Médico faz respiração boca a boca em tartaruga e salva a vida do animal


O dr. Ben Waterfall estava regando o jardim de sua casa em Swimbridge, North Devon, Inglaterra, quando viu sua tartaruga com a cabeça na água e as perninhas para o ar. Imediatamente, o médico de 34 anos pegou o animalzinho e notou que estava praticamente morto. Sem hesitar, decidiu fazer respiração boca a boca, atitude esta, que salvou a vida de Atlas.

“Eu estava regando o jardim por volta das 19h quando vi que Atlas estava com as patinhas para o ar. Tenho um pequeno tanque de concreto no quintal e ele tinha acabado de cair lá. Puxei-o para fora, mas ele não estava respirando. Estava todo molenga, parecia morto. Então, comecei a fazer respiração boca a boca”, contou Bem ao “The Sun”.
O salvamento durou seis minutos até Atlas começar a respirar novamente. “Coloquei minha boca sobre toda a cabeça dele, nariz, boca. Fiz isso por seis minutos até que começou a respirar lentamente e piscar”, explicou.

Logo em seguida o médico levou o animalzinho de oitos anos para o veterinário, para verificar se havia água nos pulmões. Mas já estava tudo bem, apenas uma medicação foi prescrita e Atlas voltou para casa. “Foi um momento emocionante, mas os meus amigos de trabalho acharam hilário”, brincou.


Fonte: Virgula


read more →

Kit de primeiros socorros para animais



Por Camila Carnicelli - Médica veterinária

Machucou! E agora... Você sabe o que é preciso para poder ajudar seu amiguinho?

Assim como para nós é importante ter em casa, na praia, ou no campo um kit de primeiros socorros, para nossos animais de estimação também é. Ele pode ser muito útil em casos de ferimentos leves, pois nem sempre é possível ter umMédico Veterinário por perto.

No kit é necessário ter:

Luvas: para proteger as mãos e evitar o contato direto com a ferida.

Tesoura: Para cortar os pêlos em volta da lesão promovendo uma melhor visualização; também para cortar esparadrapo, gaze, etc.

Soro Fisiológico: Neste caso, é para limpeza mais grosseira da ferida. Remover sujidades como folhas, terra, areia, etc.

Povidine: Possui ação anti-séptica, previne contra possíveis infecções. Convém diluir o povidine em soro fisiológico no caso de feridas muito profundas.

Gaze: para auxiliar na limpeza (evite algodão), e curativos.

Pinça: para remover objetos, por exemplo: farpas de madeira, pregos, etc.

Pomada de ação antibiótica: Para evitar a infecção da ferida através da proliferação de microorganismos, e umedecer o curativo. Ex.: Pomada à base de Nitrofurazona.

Faixa de gaze: para cobrir e proteger as áreas feridas. Lembre-se que o faixa deve ficar por cima de uma gaze, nunca direto na ferida!

Esparadrapo: para fixar a faixa. Não coloque o esparadrapo direto sobre a ferida.

Ceruminolítico: Produto próprio para a limpeza dos ouvidos em casos de feridas nesta região.

Focinheira adequada ao tamanho do cão: Qualquer animal quando sente dor, por mais dócil que seja, pode morder até o seu próprio dono. Ele se sente ameaçado e por instinto de proteção avança mesmo. Portanto, para evitar que isso aconteça, é melhor amordaçá-lo antes de começar todo o procedimento. Depois que estiver tudo bem, ele saberá que foi para o seu bem.

Colar Elisabetano adequado ao tamanho do cão: É o famoso "abajour" que envolve a cabeça do animal. Incomoda um pouco, mas é necessário. Esta é a única forma do animal não arrancar o curativo e não infeccionar a ferida através da lambedura.



Fonte: bbel.uol.com.br 



read more →

10 maneiras de ajudar gatos e cachorros de rua



Você pode sim adotar um cão ou um gato abandonado. No entanto, existem outras formas dar uma mão para esses bichinhos.

1. Doe ração, acessórios e remédios veterinários

Muitas ONGs estão superlotadas e não conseguem fundos para alimentar todos os animais, ficando com seu orçamento no vermelho na maioria dos meses. Por isso, doar ração todos os meses é um ótimo jeito de ‘adotar’ um cãozinho ou gato sem ter espaço dentro de casa. Um pacote de 20 quilos custa, em média, R$ 80. Pesou? Doe um pacote mês sim, mês não. Além disso, você também pode doar acessórios, como coleiras usadas, roupinhas e cobertores para as instituições. Remédios dentro do prazo de validade também são aceitos.

2. Siga e compartilhe no Facebook

Diversos animais conseguem lares através do compartilhamento e comoção gerada em redes sociais. Por isso, ajude a causa compartilhando as ações delas no seu Facebook. É uma forma de auxiliar sem gastar nada - apenas alguns segundos do seu dia.

3. Ajude com dinheiro

Se você pode contribuir com dinheiro, vez ou outra, faça uma doação através de depósito bancário para instituições de sua confiança. Vale, porém, acompanhar o trabalho da instituição, para ver se o dinheiro está sendo gasto de maneira consciente. Não há valor mínimo para doar.

4. Abra suas portas temporariamente

Muitas ONGs e protetores de animais autônomos precisam de lares temporários para os animais resgatados, pois estão com seus espaços lotados para acolherem mais animais de rua. Por isso, se você quer ser um dono temporário, basta comunicar a ONG ou ao protetor, passar por entrevistas e vistorias. Tenha em mente, porém, que você é o dono temporário e que a qualquer momento o bichinho pode ir embora. Cabe lembrar também que muitos donos temporários acabam se apegando aos animais e os adotando definitivamente.

5. Divulgue notícias de maus tratos e de animais perdidos

Para que a criminalidade relacionada a animais diminua, a sociedade precisa ficar atenta e não deixar que pessoas que os maltratam saiam impunes. Fiscalizar através de redes sociais funciona. Você se lembra do caso da enfermeira, que em dezembro de 2011, agrediu um cãozinho da raça Yorkshire até a morte? Graças a postagens em redes sociais, o vídeo teve mais de 60 mil acessos em um único dia e ainda atingiu os Trending Topics (assuntos mais discutidos) do Twitter. Porém, a punição para esses casos ainda não é como os protetores dos animais gostariam que fossem: a enfermeira não foi presa, terá apenas de pagar cestas básicas ou prestar serviços à comunidade. Ao menos, graças às redes sociais, não ficou impune. Por isso, se você abraça a causa, compartilhe notícias de maus tratos em sua rede e acompanhe o caso - não deixe que caia no esquecimento. Ah, compartilhar casos de animais perdidos também pode ajudar os bichinhos a encontrarem os donos novamente.

6. Adote um amigo

Em vez de comprar um animal de estimação, pense em adotar de ONGs e abrigos. A vantagem é que há cães e gatos de todas as idades, que se adaptarão a todos os perfis de donos - desde os mais calmos aos mais agitados. Adotar os mais idosos traz outra vantagem: o temperamento dele não mudará, ideal para quem mora em apartamento e precisa de animais mais calmos.

7. Faça trabalho voluntário

Algumas instituições precisam de ajuda voluntária para a realização de suas ações. O dia do banho, dia do passeio, etc precisa muito dessa ajuda voluntária. Além disso, muitas ONGs precisam de voluntários fixos. Basta querer ajudar e se comprometer mensalmente.

8. Assine petições contra abusos

Ficou sabendo de uma nova petição que protegerá os animais? Entre no site, assine e divulgue entre sua rede de conhecidos. 

9. Apadrinhe um animal

Você ama animais, mas não pode tê-los em casa por motivos diversos? Então, apadrinhe um. Diversas ONGs, instituições e associações oferecem essa opção. Funciona assim: você fica responsável por um animal específico, contribuindo em dinheiro para o bem-estar dele, até que ele seja adotado. Também pode visitar e levar muito carinho.

10. Socorra ao ver um animal doente na rua

Caso veja algum animal atropelado ou doente, preste socorro, levando a uma instituição ou a um hospital veterinário mais próximo. Muitos hospitais, ao saberem que o animal é de rua, cobram um preço mais barato. Além disso, os animais de São Paulo ganharam um Hospital veterinário público. O projeto é do vereador Roberto Tripoli (PV). Fica localizado no bairro do Tatuapé, zona leste da cidade. Veja o que fazer caso encontre um animal de rua que precisa de ajuda:

• Após levar ao hospital, divulgue que você encontrou o animal, com cartazes pelas ruas e também em redes sociais. Deixe o cartaz em clínicas veterinárias próximas e pet shops.

• Se não encontrar os donos e você não puder ficar com o animal, recorra a uma ONG ou a algum amigo ou parente.
 



read more →

URGENTE: Cão bebê ferido - CONTAGEM - MG


Encontrei um cão machucado em Contagem, eu o trouxe pra casa e o alimentei , porém minha família nao permitiu e o colocaram na rua novamente.

Os cães da minha rua estão atacando ele, tenho medo que o machuquem , ele só fica em um cantinho e precisa de cuidado.
Eu posso ajudar com as despesas do veterinário,  alimentação e no que precisar sem problemas, porém não posso abrigá-lo.

De porte pequeno, ele parece ter cerca de 1 ano. É muito bonito e dócil. 

Por favor, me ajudem!


 Flávia Rita Tavares - 
cat.lolis@gmail.com 

Fonte: Facebook
read more →

Rottweiler resgatado pelo Posto de Bombeiros Guarapiranga


Rottweiler resgatado pelo 1º Ten Antunes, Sd Helder e guarnição. Retirado do córrego no domingo (22JUL12) Docil e necessitando de um dono URGENTE.
Interessados, ou que saibam de algum, entrar em contato com o Posto de Bombeiros Guarapiranga ou Santo Amaro
Telefones: (11) 3396-2680 (Guarapiranga)
(11) 5181-5030 (Santo Amaro)


Fonte: Via Facebook
read more →

RESGATE: Cadela filhote abandonada precisa de ajuda, em Santo André (SP)




Esta filhotinha foi abandonada no Parque Central, na noite de quinta-feira, naquele frio. Ela deve ter menos de dois meses.

Alguém pode me ajudar a ajudá-la? Por favor, entre em contato.

Contato: Maria: vieiramavi@gmail.com



Fonte: Anda News
read more →

URGENTE - Família de cães abandonada em ferro velho precisa de resgate em SP



Por favor, ajude a divulgar nas redes sociais, para que possivelmente chegue até alguém que possa ajudar ou tenha interesse em adotá-los.

Foram abandonados em um ferro velho na Penha, em SP.

Contato: Arlete – (11) 8557-1305 ou 5204-9904


Fonte: Anda News

read more →

Casal de cães abandonados nas ruas e resgatados precisam de um lar, em SP


Domingo, dia 22-07-12 pela tarde, a tia do meu namorado passeava com sua cadela, próximo ao Jokey Club, quando se deparou com os dois cães. Um estava com a pata traseira machucada, e o outro aparentemente bem, mas bem desolados, com olhares tristes.

Ela levou ração, mas não queriam comer. Um segurança da rua contou que domingo pela manhã, um carro preto importado, com um homem bem aparentado, soltou os dois cães na rua paralela, AV Lineu de Paula Machado, próximo à casa cor, Jokey Club. Ele conta que no momento do abandono, os cães ficaram desesperados, e um carro que passava no local atropelou o cão menor, cor clara, macho. Os dois ficaram acuados na praça, próximo ao Jokey club.

A tia, sensibilizada com a historia, nos ligou para tentarmos resgatá-los. Conseguimos resgatá-los, levamos à um veterinário 24 hs. O macho sofreu uma fratura na pata traseira, foi medicado, colocado uma tala. Ele ficará na internação. E a cadela, como não tínhamos condições de ficarmos com ela em casa, deixamos os dois na clinica até o dia 23. Estou pedindo uma ajuda, pois não temos condições de levarmos para casa, e não temos condições de deixarmos em uma clinica ou hotel. Só temos até o dia 23, para tentarmos um lar para os dois, pois os dois são muito apegados um com o outro, mesmo na hora da medicação, a fêmea ficou o tempo inteiro na sala junto com seu companheiro.

Não temos ideia do que vamos fazer, pois por motivos maiores não podemos ficar com eles. Por favor, me ajudem a dar um final feliz para eles serem adotados juntos.

Contato: Andreza – (11) 8352-4695 – Joao Paulo – (11) 9846-0769

Fonte: Anda News


read more →

ADOÇÃO OU LAR TEMPORÁRIO SÃO PAULO - ZONA SUL



Tem uma cachorrinha pequena aqui na minha rua. Está tão judiada, com sarna, tadinha.


Não tenho condições para ajudá-la, já tenho 8 gatos e 3 cachorrinhas e meus pais não deixam eu ficar com ela, nem colocá-la pra dentro de casa pq já temos muitos animais.

Dei comida pra ela na garagem, onde tirei as fotos, mas logo teve que voltar pra rua, pois meu pai não deixa trazer mais uma, pediu pra darmos comida apenas.

Ela é pequena. Meus pais e alguns vizinhos dão comida pra ela, mas está magrinha ainda. 

Quem puder ajudar a divulgar ou encontrar alguém que possa ficar com ela...
Está na zona sul de SP.
Meu telefone é (11) 8481-9564 e o telefone de casa onde é mais fácil para saber sobre ela é (11) 5931-6159, e-mail: erikinha_mn@yahoo.com.br.
Agradeço muito se puderem ajudar, ela precisa muito.

Erika Maria.
read more →

ATENÇÃO SÃO PAULO - ZONA NORTE - RESGATE URGENTE



Pessoal,

Por favor, este anjinho precisa de resgate urgente!

Uma amiga me enviou essa foto de um cãozinho poodle, não sabe se é macho ou fêmea. Ele está com uma coleirinha velha no pescoço, está muito assustado e tem medo de tudo!

Está perambulando na rua desde sábado (21/07/12). Ele quase não consegue enxergar por causa dos pelos que estão sujos, grandes e embolados!

Parece ser um cãozinho bem novo, se alguém puder resgatá-lo, me comprometo no banho e na tosa.

É o que eu posso ajudar, pois não posso mais ter animais em casa. Moro de aluguel e já tenho 6 cães, em sua maioria porte médio e grande em um quintalzinho que cabem apenas dois, todos resgatados das ruas e uma velhinha e doente.

Por isso, peço pelo amor de Deus que ajudem, resgate-o urgente!

Ela disse que ele tenta entrar nas casas só que as pessoas o enxotam e batem nele. Está em São Paulo, Zona Norte, Rua Catolândia, altura do número 330, esquina com a Rua da Poesia Épica.

Informações, o telefone é este: (11) 8695-3465 (Tim)


Via: Silvana Tripicchio
read more →