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Páscoa: Coelho não é brinquedo e nem presente


Na época da Páscoa muitos pais acabam cedendo aos pedidos das crianças e compram coelhos para ofertar de presente junto com ovos de chocolate. “A primeira coisa é saber que um coelho é bem diferente de um ovo de páscoa. Trata-se de um animal, não um brinquedo ou um objeto. Ter um coelho é uma responsabilidade, é como ter um cão, um gato ou qualquer outro animal”, alerta o Dr. Alessandro F. A. Bijjeni, médico veterinário especialista em Animais Silvestres e professor do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária (SP).

Outra questão a ser avaliada antes da aquisição é que a expectativa de vida de um coelho é de aproximadamente 12 anos. Existem diversas raças de coelhos, dos gigantes aos anões e, obviamente, quanto maior o animal, maior sua necessidade de espaço livre. “Os indivíduos pequenos podem ser mantidos em gaiolas grandes, mas para algumas raças fica inviável. Sempre aconselho que sejam criados com a maior liberdade possível. O ideal seria manter o animal em uma área aberta, com espaço para brincar, correr, pular, se esconder”, orienta o veterinário.

Os coelhos são animais que vivem muito bem sozinhos, ainda mais quando o proprietário costuma ter bastante contato com o animal. “Aconselho como pet sempre um único coelho. Sendo animais de sexo oposto, a reprodução é certa, por isso caso queira um casal de estimação sem desejar a reprodução, indicamos sempre a castração. Optando por animais do mesmo sexo, podem haver brigas, sendo dois machos ou duas fêmeas. Alguns exemplares são extremamente territorialistas”, aponta o veterinário.

Os coelhos são animais herbívoros e a sua alimentação é muito simples, basicamente constituída de ração para coelhos, verduras escuras e frutas em menor quantidade. Portanto não se deve administrar carne, leite, doces ou qualquer outro alimento de origem animal ou que fuja da dieta de um herbívoro. Não dê catalônia, temperos, como salsinha e verduras claras, como alface. A água deve ser fornecida à vontade. “Eu particularmente sou a favor de uma oferta grande de folhas (couve, almeirão, escarola, agrião, rúcula), e a ração em uma porção menor. Geralmente as pessoas utilizam ração como base e esporadicamente verduras, mas aconselho a matéria fibrosa como base alimentar”, orienta.

É importante ressaltar que os coelhos são animais relativamente frágeis em termos de estrutura óssea, ou seja, é sempre bom tomar cuidado com quedas. Até por isso não são recomendados para crianças muito pequenas. “Não digo que não possam ficar no colo, deitados no sofá ou locais semelhantes, mas é sempre bom ficar atento com possíveis quedas”, alerta.

Dóceis e apegados aos donos, os coelhos dificilmente mordem ou machucam as pessoas. “Brinco sempre dizendo que quem tem boca, morde. Ou seja, acidentes podem acontecer. Coelhos são animais excelentes para crianças, jovens, adultos e idosos. Não são animais agressivos, mas em caso de unhas grandes elas podem arranhar sim. Em relação a mordidas, raramente acontece”, revela.

Segundo o dr. Alessandro é muito importante pesquisar antes de adquirir um exemplar. “Muita gente ainda busca um animal sem pesquisar sua manutenção e ai, acaba se desfazendo do animal de um dia para o outro. Infelizmente é a cultura do povo. Coelhos são abandonados assim como cães, gatos, pássaros e até seres humanos”, ressalta.

A criação de coelhos é bem tranquila. “São animais tranquilos em sua maioria e se tornam extremamente mansos quando criados de maneira correta. Algumas pessoas se espantam quando digo que os coelhos aprendem facilmente a urinar e defecar em locais específicos como, por exemplo, caixas de areia de gato. Isso com certeza é um ponto favorável que pesa muito no momento da aquisição de um animal. É bom deixar claro que são animais que necessitam de alimentação diária, assim como limpeza e cuidados básicos. É importantíssimo saber que podem chegar a 8, 10, 12 anos de idade, ou seja, a responsabilidade é grande e duradoura. 

Lembre-se: ANIMAL NÃO É BRINQUEDO !!!


Fonte: Época SP



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Encontrei um gatinho abandonado... E agora?











Todos os dias dezenas de gatinhos nascem nas ruas, ou são abandonados por pessoas irresponsáveis. É humanamente impossível para os protetores e ONGs resgatar todos eles – não há espaço, não há dinheiro. Mas, se cada um fizer sua parte, fizer um pouquinho, quem sabe um dia o problema será se não resolvido, pelo menos minimizado.

Se você encontrar um gatinho na rua e se dispuser a abrigá-lo e cuidar dele até que possa ser doado (você só precisa de um banheirinho, até mesmo um box de chuveiro já serve para abrigá-lo temporariamente!), nós teremos o maior prazer em ensinar e orientar sobre o que fazer, como cuidar, como divulgar para que ele encontre um lar. MAS VOCÊ TEM QUE FAZER A SUA PARTE!

Algumas dicas básicas mas muito importantes:

Sua preocupação imediata deve ser a de levar o gatinho ao veterinário, para passar por um check-up, tomar vermífugo e vacinas, dependendo do caso até um bom banho.

Se você já tem gatos em casa, em hipótese alguma coloque o gatinho encontrado em contato com eles. Ele pode ter alguma doença contagiosa que irá colocar em risco os gatos residentes (mesmo que você já o tenha levado ao veterinário, algumas doenças ficam encubadas e só vão se manifestar tempos depois). Mantenha-o isolado em um banheiro ou quarto. Sempre lave as mãos e se possível troque de roupa (ou use um roupão/avental) depois de ter contato com o gatinho resgatado.

GATINHOS ÓRFÃOS

Muitas pessoas se recusam a castrar suas gatas, e quando elas têm ninhadas simplesmente jogam os bebês no lixo, às vezes ainda com o cordão umbilical! Caso encontre gatinhos órfãos, que ainda precisam mamar, acesse os links abaixo e encontrará todas as informações necessárias para tentar salvar essas vidinhas. É trabalhoso, mas a recompensa é imensa! Nos colocamos à disposição para tirar qualquer dúvida e ajudá-lo a enfrentar essa tarefa.


Recebemos inúmeros pedidos de ajuda todos os dias, mas não temos condições físicas nem financeiras de atender a todos eles, pois já estamos cuidando dos vários gatinhos resgatados por nós mesmas. Nosso espaço é super limitado, nosso orçamento mais ainda, e parece que temos um ímã para gatinhos abandonados, onde vamos encontramos um. Não deixamos de ajudar simplesmente porque não queremos (como muita gente insinua) – nos desdobramos para ajudar sempre que possível, mas quando dizemos que não podemos pegar um gatinho é porque realmente não podemos, e sofremos com isso.

Portanto, não resgate um animal achando que vai simplesmente entregá-lo para um protetor ou ONG, porque isso é jogar a responsabilidade em cima de outras pessoas, que muitas vezes tiram do próprio bolso o dinheiro para alimentar os animais que já estão sob seus cuidados. Lembre-se que protetores e ONGs realizam um trabalho de iniciativa privada e VOLUNTÁRIO, e não têm a obrigação de recolher animais acima de sua capacidade. E se você conseguir alguém com disponibilidade para recolher o gatinho que você encontrou, o mínimo que pode fazer é se oferecer para pagar as despesas com vacinas e/ou castração.

Também não resgate um animal achando que irá levá-lo para o “abrigo” ou para o Centro de Zoonoses. Não existe “um lugar para onde eu possa levá-lo”, como muitas pessoas nos perguntam. Não existem no Brasil abrigos mantidos pelo poder público, e CCZs NÃO SÃO ABRIGOS!! O animal terá muito mais chances de sobreviver se você o deixar na rua do que se o levar para o Centro de Zoonoses.


Fonte: Resgatinhos




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URGENTE: Cachorro abandonado e machucado precisa de alguém que tenha espaço e amor para dar!


Peço de coração, que ajudem a divulgar esse bonitão!

A Sra. Cida o encontrou todo machucado e o acolheu em sua casa para tratar os ferimentos, mesmo sem condições. É uma senhora aposentada mas que ainda trabalha, porém o espaço é muito pequeno para a energia desse garotão. Além disso, o espaço ainda é dividido com mais dois cachorrinhos e que não estão se dando muito bem. 

Alguém gostaria de adotar esse molecão com o olhar mais doce que já vi? Ele quer brincar o tempo todo!

Se alguém puder dar um lar temporário também ajudará bastante!

Os contatos da Sra. Cida é  (11) 2503-3359/ 8913-5212
cida-teacher@hotmail.com

Ele está na Região Central de São Paulo. 

Abaixo, mais fotos do cãozinho e dos ferimentos.





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A IMPORTÂNCIA DAS REDES SOCIAIS PARA OS ANIMAIS QUANDO SÃO USADAS PARA O BEM!


Por um tempo, eu fui pregar a importância das redes sociais para os cães de abrigos. O mais comum a nós, são maiores as chances de um cão está sendo salvo.

Em teoria , você provavelmente pense, que faz sentido . Mas talvez você precisa ver a prova real para realmente acreditar. Nico é toda a prova que você precisa.

A foto abaixo é incrivelmente triste, Nico um Dog Argentino de 6 anos e também surdo, que estava em um abrigo para animais em Los Angeles, no verão de 2009. A foto pinta um quadro tão desolador da vida de um cão. Nico estava quebrado, Derrotado, arrasado. Ele tinha desistido e perdido toda a esperança, como muitos animais fazem quando são abandonados.

É uma foto difícil de olhar, não é? Mas esta foto mudou a vida de Nico.

Quando a foto virou hit na internet, ele aquebrantou o coração de todos que o viram. Felizmente alguns corações foram tocados em um bom caminho. As pessoas se sentiam motivados a fazer alguma coisa. Eles queriam mudar o final da história de Nico.

As pessoas começaram a compartilhar a foto de Nico e sua história. E desde que o mundo da internet é um lugar muito pequeno, a notícia se espalhou como um incêndio. Logo Nico foi retirado do abrigo de Los Angeles, embora ele tenha sido rotulado como "perigoso" e se acreditava ter sido usado para rinhas de cães.

Nico acabou em Noblesville, Indiana, no abrigo onde sou voluntário. Ele foi doado para uma mãe maravilhosa que o ensinou a ser um animal de estimação. Ela mostrou-lhe, provavelmente pela primeira vez em sua vida, o que era ser amado. As pessoas que se tornaram família de Nico o encontrou graças a sua imagem no site do abrigo. Levaram-no para casa e integraram ele em sua família, e desde então eles deram a Nico muito amor e até uma irmãzinha.

A vida de Nico não tem sido sem desafios. Mas ele é outro cão hoje em dia, diferente de 3 anos atrás. Ele está vivendo o tipo de vida que um cão merece, com uma família que o adora.

Hoje Nico é o amor da família. Ele até tem seu próprio Facebook. E nada disso teria sido possível sem as almas bondosas que através das redes sociais, permitiram essa mudança na vida de Nico.

Então, da próxima vez que você estiver folheando Facebook, sites de abrigos e você se deparar com uma foto de um cão precisando de ajuda, pare e Pense sobre isso. Pergunte a si mesmo como você pode ajudar. E então, acredite pois você pode fazer a diferença .





Fonte: Facebook

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Resgatei um Animal de Rua. O que Faço Agora?



Antes de fazer qualquer coisa, coloque-se sempre no lugar do animal. Lembre-se que um animal é uma vida, e a vida deve ser preservada sempre! Ninguém quer ser e viver abandonado nas ruas, sujeito a maus-tratos, fome, sede, frio e solidão. O animal sente como nós! Você pode mudar a vida de um animal, basta querer!

Importante:
Não existem órgãos que possam recolher animais. Se você pretende ajudar e resgatar um animal necessitado, tenha em mente que a responsabilidade será sua até encontrar um novo lar para ele.

Veja algumas dicas abaixo:

Acabei de resgatar um animal. O que devo fazer?
Em primeiro lugar, você deve levá-lo para uma Clínica Veterinária e checar a saúde do animal. Vaciná-lo, vermifugá-lo e principalmente esterilizá-lo, evitando assim crias indesejados e mais abandono.

Existe algum abrigo ou Ong onde eu possa levar o meu animal?
Não! Os abrigos existentes além de estarem lotados estão sempre precisando de ajuda, pois o abandono de animais é muito maior que as adoções. As despesas são imensuráveis e a ajuda que recebem é insuficiente para suprir suas necessidades impedindo que possam ajudar e receber outros animais.

Posso levar o animal para a Carrocinha/CCZ?
Jamais leve ou chame a carrocinha. Normalmente as carrocinhas não recebem animais entregues por munícipes. As que recebem, muitas vezes, acabam matando os animais em poucos dias.

Veja fotos, vídeos e informações no link www.pea.org.br/crueldade/carrocinhas

Posso levá-lo até vocês?
A PEA não possui abrigos para receber animais. Os animais anunciados neste site estão hospedados em lares temporários de voluntários, incluindo os lares dos responsáveis pela entidade. Alguns estão internados em clínicas veterinárias e outros estão hospedados em hotéis. Se você resgatou um animal, o melhor é você hospedá-lo temporariamente até encontrar um novo lar para ele.

Eu não tenho onde deixar esse animal. Onde posso levá-lo?
Uma sugestão que damos é que você tente ver com algum amigo, parente ou vizinho se eles poderiam abrigar o bichinho temporariamente até ser adotado. Também há clínicas, pet shops e hoteizinhos onde o bichinho pode ficar hospedado até ir para a nova casa. O importante é deixá-lo em um lugar seguro e depois partir para divulgação. Há várias  clínicas e hotéis para animais. Nesse caso, precisará arcar com as diárias cobradas pelos estabelecimentos.

Não tenho condições de pagar hospedagem e tratamento do animal, o que eu faço?
Em relação aos custos com hospedagem, tratamento e ração, uma dica é tentar fazer uma vaquinha entre seus amigos e parentes. Pode-se também fazer rifas.

Onde anunciar o animal na Internet?

Fórum QueroUmBicho: www.forumnow.com.br/vip/foruns.asp?forum=101856

PEA no Yahoo: http://br.groups.yahoo.com/group/P_E_A

Vários sites de doação: www.pea.org.br/links.htm

Fora a Internet, onde e como posso divulgar o meu animal?
Anunciar em Jornais do Bairro, em Rádios etc..
Distribuir cartazes em lugares de bastante movimento (supermercados, pet shops, padarias, farmácias, bancas de jornal, ponto de ônibus etc.).
Distribuir faixas em locais de bastante movimento.

O que deve constar no cartaz?
- Fotos (se possível)
- Dados do animal (nome, raça, sexo, idade, porte, cor, temperamento, saúde)
- Seus contatos (nome, telefone, e-mail e região em que você mora)

Como faço para levar um animal para feiras de adoção?
A maioria das feiras de adoção só aceita animais Esterilizados, Vacinados e Vermifugados. Se o seu bichinho está dentro dessas regras, procure saber onde as feirinhas são realizadas e entre em contato diretamente com o organizador da feira.

Sobre esterilização e onde esterilizar: www.pea.org.br/cuidados/esterilizacao.htm

O que é importante lembrar sobre Resgate de Animais
Não existem órgãos que possam recolher animais. O que a maioria das pessoas faz é resgatar e colocá-los em suas próprias residências para tentar doá-los. Pedir que as ONGs recolham todos os animais das ruas não é correto pois quem trabalha para as ONGs é voluntário. Os recursos dessas entidades são provenientes de doações e, na maioria das vezes, os voluntários colocam dinheiro do próprio bolso.

Um animal não é um objeto que pode ser descartado. Ao adquirir um animal, a pessoa deve ter a responsabilidade de analisar se poderá ficar com ele até o fim da vida, proporcionando bem estar, alimentação, abrigo e assistência veterinária.

Seria interessante fazer uma visita a um abrigo de animais resgatados e abandonados. Todos precisam entender a realidade desses animais e dos abrigos, que fazem de tudo para conseguir sustentar tantos animais carentes.

Há várias cidades, cujos administradores estão respondendo pelo crime de maus-tratos cometidos no canil respectivo. O cidadão que deixa seu cão no canil municipal pode ser igualmente processado, pois estava ciente do extermínio do animal e mesmo assim o deixou ali. A nossa legislação, se for respeitada, não permite que se extermine um animal sadio.

A população precisa entender que as associações não são as responsáveis pelo grande número de animais abandonados. Os culpados são aqueles que largam os animais nas ruas, além do poder público que nada faz a respeito.

Abandonar um animal é crime!


Fonte: PEA
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URGENTE: Gata com filhotes precisam de um lar temporário em SP


Essa gatinha apareceu em uma construção/obra no Ipiranga, em São Paulo. Deu cria a seis filhotes há uma semana. Estão em lugar de extremo risco, pois é construção pesada e há muitas pessoas transitando no local.

Por favor, ajudem, precisam de um Lar Temporário onde possam ser amamentados com segurança. Alguém pode disponibilizar um quartinho, banheirinho, espacinho para que esse anjinho possa cuidar de seus filhotes com segurança?

Faço o transporte e dôo um pacote de ração para filhotes para alimentar essa mãezinha que está muito cansada e muito apavorada com medo de perder os filhotes.

Após 30/45 dias faço doação de todos os filhotes e comprometo-me castrar a mãe e também doá-la.

Contato: Regina – Cel.: 11-979961107 OI / 11-953398475 TIM – E-mail: REGINASCHMITZ@HOTMAIL.COM


Fonte: Anda News
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História Comovente de um cachorro de rua




Um cachorro que vive nas ruas, chamado Ol Boy, foi visto abandonado e doente nas ruas da Cingapura por uma pessoa que pediu ajuda à ONG “Save Our Street Dogs”. Esta é a história de um cachorro com poucos dias de vida e com um último desejo, que era de ser amado antes de morrer, como contada no vídeo feito pela ONG.

“Ol Boy nasceu nas ruas da Cingapura, e nunca soube o que era um lar. Ele passou sua vida tomando água suja e comendo restos de comida que as pessoas do comércio davam a ele.

Ele foi encontrado machucado e sem poder se mover. Ol Boy chorou de dor sozinho por 3 dias, e permanceu deitado em seu próprio excremento enquanto chorava de dor. O cachorrinho fedia a rato morto quando foi encontrado. Ele tinha carrapatos e machucados pelo corpo todo.

Após um exame, o veterinário encontrou todos os tipos de doença. Febre por carrapato, infecções, atrofia e um possível câncer. Ele não podia andar provavelmente devido à atrofia e fraqueza. Os dentes de Ol Boy estavam em péssimo estado, e ele apresentava anemia. Centeas de carrapatos foram removidos.

O tratamento para a febre e anemia foram iniciados com transfusão de sangue. Mas Ol Boy tinha algo à dizer: “Eu estou morrendo, e não tenho muito tempo de vida.”

Ele estava com muito desconforto por causa da dor, mas não queria ser eutanasiado. Ele queria morrer naturalmente, e se possível, dentro de um lar quentinho. Ele queria sentir o amor e carinho de um lar pela primeira vez. Então seu desejo foi concedido, e ele foi levado para a casa de um dos voluntários da ONG.

Ol Boy estava com muita sede mas não conseguia se levantar. Ele tomava água com ajuda de uma seringa. Os voluntários ficaram o tempo todo ao seu lado, o acariciando quando ele chorava de dor. Era só isso que Ol Boy queria, compania e ser amado.

Os voluntários e seus dois cachorros ficaram ao lado de Ol Boy.

Às duas horas da manhã, Ol Boy se sentou, e bebeu água pela última vez….

Às quatro horas da manhã, Ol Boy morreu em paz.

Ol Boy tinha um último pedido que era ser cremado, e ter suas cinzas espalhadas em um campo.

Um ritual foi feito, e pétalas de rosa foram espalhadas em seu corpo antes da cremação.

As cinzas foram espalhadas em uma praia, onde seu espírito agora corre livre…”

Os animais não querem fama e fortuna, só querem ser amados e compreendidos. Eles querem viver suas vidas com dignidade, e morrer naturalmente. Que a história de Ol Boy nos sirva de lição sobre como é possível ajudar um animal abandonado, e lhe dar uma chance de saber o que é o amor.


Assista ao vídeo de Ol Boy:







Fonte: Anda News
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Amigo não se compra, se adota.


Se para muita gente parece estranha a idéia de ter um animal de estimação que não tenha sido comprado, queremos aqui demonstrar que estranho é justamente comprar animais.
Se entendermos que animais não são mercadorias, mas seres capazes de sentimento, que têm necessidades de amar e de serem amados, concordaremos que não há sentido em se comprar animais.

Nós não compramos um amigo humano, porque deveríamos comprar um animal?

Há uma cruel tradição humana de entender que animais são coisas, são produtos, são fonte de renda e de lucro.

O comprador de animais em feiras de filhotes muitas vezes não tem consciência disso, assim como desconhece a quantidade imensa de animais que aguardam adoção ou que aguardam a morte no corredor final do CCZ, Centro de Controle de Zoonoses das prefeituras. Muitas pessoas inclusive chamam a 'carrocinha' desconhecendo que ali os animais na sua grande maioria encontrarão apenas doença e morte.

Queremos chamar as pessoas à consciência do mal que causam inadvertidamente ao adquirir/ comprar / pagar por um animal de estimação.

Por outro lado, as pessoas desconhecem o que é um criadouro. Em geral, pouco se conhece dos criadores, pois nas feiras, vêem-se apenas os filhotinhos. E quem resiste a um filhotinho? Ainda mais se puder parcelar em cinco vezes...

Existe uma verdadeira Indústria de filhotes, que lucra mediante o sofrimento dos animais.
O Movimento de Proteção Animal em todo o país recebe um número cada vez maior de denúncias contra criadores. Nos últimos anos sugiram muitos criadouros 'de fundo de quintal', mas os criadouros luxuosos e que vendem animais por uma fortuna também escondem crueldade e abuso por trás dos anúncios que trazem lindos animais. 

Matriz de Maltês (Foto:Divulgação)
Matriz de Maltês (Foto:Divulgação)

As fêmeas são chamadas de 'matrizes' numa clara evidência de que se trata de um 'negócio'. Essas fêmeas têm filhotes após todos os cios. Quando as fêmeas envelhecem e não servem mais como reprodutoras, muitas vezes são abandonadas ou sacrificadas. Acontece o mesmo com os machos velhos que são usados em exposições. Além disso, como freqüentemente é feito cruzamento entre parentes, nascem animais com problemas físicos, que também são abandonados, por não possuírem valor comercial.

O risco de ver os animais como produtos é esse: para aumentar os lucros, vale tudo.

Por outro lado, é preciso reconhecer que aquilo que representaria 'um bom criador', isto é, um criador com escrúpulos, não seria muito lucrativo. Isso porque todo mundo que já teve uma família de cães e gatos em casa sabe como filhotes e mães não gostariam de se separar até 60, 90 dias. Isso significa que o criador já deveria estar incluindo ração na alimentação, vacinas, tratamento para vermes e pulgas. Ou seja, um 'bom criador' deveria ter tido despesas que diminuiriam esse lucro que pretendem ter no seu 'negócio'.

Mesmo o 'bom criador', porém, sempre comete o que entendemos ser o maior erro: considerar os animais como mercadoria.
Animais precisam ter sua dignidade respeitada, ser vistos como são, seres vivos com consciência da dor, da separação, da falta de liberdade para passear, para não ter filhotes em gestações sucessivas e todo o sofrimento que sempre advém quando são considerados coisas, produtos a gerar lucros.

Os animais não nos pertencem!

Então não devo ter animais?

Bem, não se trata disso. Uma vez que o mal da domesticação já foi feito e os animais já foram vítimas dele, há três coisas que DEVEMOS fazer:
A primeira é adotar animais que foram abandonados. Se você não tem coragem de pegar o cachorrinho ou gatinho que cruza por você todo dia na rua (por não saber o que fazer com ele ou por não ter como pagar os primeiros tratamentos), busque os sites de adoção de animais que já foram recolhidos da rua e aguardam uma casa definitiva.
Vá aos links deste site e busque as ongs que fizeram esse trabalho por você. Já é um apoio e tanto.

A segunda saída para o dilema de como ajudar os animais abandonados que sofrem nas ruas é não permitir que os seus animais ou de seus conhecidos procriem. O número de animais abandonados é grande demais, já não há lar para todos. Não aumente o problema, ajude a diminuí-lo. Os animais não têm qualquer necessidade de ter filhotes, como querem nos fazer crer. Não ficam mais calmos nem mais felizes por isso.

Por fim, você pode contribuir e muito, divulgando essas idéias. Conversando com as pessoas, porque a maior parte delas são pessoas bem intencionadas, e apenas mal informadas sobre a questão animal. Esclareça as pessoas que elas não valerão mais por terem animais de raça, não ficarão mais bonitas, nem mais importantes. Pelo contrário, quem vale, vale independentemente de coisas exteriores, vale por si.

E adotar um animal abandonado, sem raça, sem beleza externa só mostra o valor e a beleza de quem adota.

Então, alie-se às seguintes idéias:

Amigo não se compra, se adota.
Animais não são mercadoria, não são produtos.
Faça um explorador de animais trabalhar, não compre ! Há muito trabalho digno no mundo humano. Ninguém que vive de vender animais parará de comer se esse 'mercado' desaparecer. E esse mercado deve desaparecer!


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Após 7 anos de convivência, idosa chora e entrega cadela para ser sacrificada no CCZ


Entre a movimentação diária de animais no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Campo Grande (MS), uma cena triste. Não para os funcionários, acostumados a receberem cães e gatos doentes para serem vacinados ou sacrificados, mas para quem viu uma senhora solitária com diagnóstico de câncer entregando para tratamento sua companheira, uma cadela Fila brasileiro que segundo ela estaria com a mesma doença.

A reportagem do Midiamax chegava naquele momento e presenciou a aposentada chorando e dando o último adeus a sua cadela.

”Um dia Deus irá me explicar o que está acontecendo. Todas as vezes em que eu ficava doente, a minha filha (a cadela) também ficava. E desde que descobri em mim um tumor no peito, do lado esquerdo, ela começou a ficar doente. Tomava o mesmo antibiótico forte que eu, era minha companheira e agora não sei o que vou fazer sem a minha filha”, diz a aposentada Vanir Coffacci, 63 anos.

A fila brasileiro viveu sete anos ao lado da D. Vanir. Enquanto fazia tratamento da doença, com quimioterapia, a cadela ‘cuidava’ da casa. “Nesses últimos dias ela resistia, mas ainda se mostrou minha parceira, ficando brava com qualquer um que se aproximava de mim. Estava se alimentando aos poucos, a cada três horas e qualquer coisa parecia difícil segurar em seu estômago”, conta a aposentada.

Na noite da última quinta (16), o quadro se agravou. “Fui levar um mingau de aveia pra ela e, ao descer o vasilhame, percebi que ela estava sangrando em cima do rabo. Peguei o spray, achando que fosse por conta de alguma coceira, mas o sangue não parava. Aí tentei a ajuda de vizinhos para leva-la ao CCZ, mas ninguém pôde e aguardei o outro dia tomar uma providência”, diz aos prantos a idosa.

Na sexta-feira (18), por volta das 9h, ela já estava lá no CCZ. Tirar o animal do carro para colocar em uma gaiola parecia uma tarefa impossível. A cadela resistia, parecia estar sabendo o seu destino e foi necessário a ajuda de três pessoas para a sua retirada.

Por fim, a aposentada preencheu um formulário e se despediu da ‘filha’. “Era uma cadela amiga, sentia uma coisa inexplicável por ela. Pra mim é uma filha que estou deixando pra matar”, lamentou a idosa.

Após a idosa ir embora, levando apenas a focinheira como lembrança, a veterinária explicou o verdadeiro diagnóstico do animal.

“A cadela não tem câncer assim como ela acha, mas Leishmaniose (doença crônica transmitida ao cão e ao homem pela picada de uma mosquito). E fragilizada por conta da doença a idosa passa a acreditar em coisas que na verdade não existem. Infelizmente, por ela estar com baixa imunidade, não poderia mais conviver com um animal também doente, seria perigoso para a sua saúde. É triste, mas é a realidade”, concluiu a veterinária Iara Helena Domingos.



Fonte: MidiaMax


NOTA:
Casos tristes como esse acontecem por dois motivos: a política determinada pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária, de mandar matar cães portadores da leishmaniose visceral, não respeita os cães como sujeitos de direito nem seus tutores, que são forçados a enviá-los à morte nos CCZs; e falta no Brasil uma campanha permanente de esclarecimento e conscientização sobre a leishmaniose, preferindo-se omitir informações à população e recorrer à política do “matar é mais fácil”. Se a senhora que acabou entregando à morte a cadela tivesse sido conscientizada pelo poder público e este promovesse uma ação realmente digna e humanitária contra a proliferação da doença, esta não teria sido dada ao destino da morte violenta. Agora tanto a cadela foi privada de sua vida como a idosa corre o risco de ter seu câncer piorar ainda mais por causa do abalo emocional, graças à política obtusa e nada educativa do poder público contra a leishmaniose. No mais, são necessárias políticas de educação e informação e também de higiene e combate ao mosquito vetor da leishmânia. O extermínio deve ser abolido o quanto antes, para que os animais e seus tutores parem de sofrer por causa do descaso governamental.

Fonte da nota: Anda News

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O que fazer se seu cão for atropelado




Durante um passeio descontraído, donos de cães geralmente não imaginam que o animal possa sair correndo pela rua. Muitas vezes, essa “loucura” acontece porque o bichinho viu uma fêmea ou um gato. Como os cães que vivem dentro de casa nem sempre estão acostumados ao trânsito, eles são atropelados com mais frequência do que se imagina.

No desespero de tentar salvar o animal de estimação, o dono muitas vezes não sabe como agir e acaba atropelado também ou até mordido pelo cão. Morder é a maneira natural de cães se defenderem quando sofrem um acidente e estão sentindo dor. Quem tenta ajudar, mesmo que seja o dono, pode ser mordido.

O cachorro morde quando é tocado porque sente dor e os dentes são a arma que ele tem para se defender. O ideal é não tocar no animal e chamar um profissional para socorrê-lo. Para não piorar a lesão, é indicado movimentá-lo o mínimo possível até chegar ao veterinário mais próximo. Quando não há alternativa e o próprio dono tem de levar o cão para receber atendimento, a primeira providência a tomar é tirar o cachorro atropelado do meio da rua.

Em primeiro lugar, o dono precisa ter cuidado consigo mesmo. Muitos, para tentar ajudar o cachorro, se esquecem da própria segurança e acabam atropelados também. Para movimentar o cão, recomenda-se que o animal seja laçado com uma corda e arrastado até um lugar mais seguro.

Depois de tirá-lo da rua, é necessário isolar a boca do cão. O mais recomendado é colocar uma contenção adequada, como uma focinheira, ou mesmo amordaçar o cachorro, para que ele possa ser encaminhado para um veterinário. Cães estão sempre sujeitos a sofrer acidentes desse tipo e mordem mesmo. O uso de coleiras, mesmo nos cães mais sossegados, é essencial.

Como deve ser feito o socorro de um cão atropelado:

- Não mexa no cão nem toque nos ferimentos após o acidente
- Se não for possível esperar a chegada de um veterinário, espere até que o animal se acalme
- Lace o animal e o arraste até um local seguro
- Coloque uma contenção adequada para prevenir mordidas, como focinheira
- Tente movimentá-lo o mínimo possível até chegar ao veterinário.

Se o cão acidentado for um animal desconhecido, o cuidado deve ser redobrado, pois ele pode não estar vacinado e transmitir doenças à pessoa. Quando alguém é mordido por um animal estranho tem de tomar uma série de remédios para prevenir doenças, como a raiva.

Em caso de atropelamento, o serviço de limpeza pública da maioria das cidades do país recolhe o animal para ser feita eutanásia. Em caso de morte, o serviço transporta o corpo até o aterro sanitário.

Coleiras adequadas

Para que o animal não escape é importante que ele use uma coleira adequada. Na avaliação de Sayegh, os produtos oferecidos no mercado atualmente são muito bons e dificilmente se rompem ou apresentam problemas. Hoje, quando o cão escapa, é porque o dono não soube ajustar a coleira corretamente no animal.

O veterinário recomenda os “enforcadores”, que são ajustados no pescoço do cachorro e permitem que o dono tenha mais domínio. Existem produtos feitos com nylon, que são os mais indicados e oferecem grande resistência. Chegam a durar 10 anos sem apresentar problema nenhum, as pessoas podem trocar para variar as cores.

O modelo gentle leader também é indicado. É parecido com um cabresto de cavalo e mantém o animal sob controle. A coleira menos indicada é a peitoral. Muita gente deixa o peitoral frouxo e perde todo o controle sobre o cão, principalmente se for de grande porte. Alguns cães conseguem encolher a pata, passar pela coleira e fugir.

O dono não deve correr atrás do animal em caso de fuga. Se o cachorro escapar, o certo é não correr para alcançá-lo, mas chamá-lo de volta no lugar. Uma dica é correr na direção contrária. O cão vê que o proprietário quer brincar e corre para junto dele também.


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Procura-se tutor para poodle encontrado na Av. Morumbi, em São Paulo



Este poodle estava no meio da Avenida Morumbi, velando seu amigo atropelado. Nao saía do lado dele de jeito nenhum, um ônibus passou e quase o pegou também.

Enfim, foi resgatado, estava com a cara tosada conforme a foto. Será castrado e já esta para adoção. Ele é novinho, a veterinária estima um ano e meio no máximo, é pequeno e baixinho. Bonzinho, se dá bem com todos.

Está tomando um banho e tosa. Ficará lindo.

Se souberem quem perdeu um poodle ou quiserem adotar esse pequeno falem comigo.

Contato: Lara lara.300anjos@gmail.com




Fonte: Anda News

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Cadela surpreende ao andar em apenas duas patas



Casos de maus-tratos contra animais são cada vez mais frequentes no noticiário jornalístico. Mas a história da cadelinha Manuela impressiona pelo desfecho. Após cair de uma laje e não ser socorrida pelo próprio tutor, o animal precisou amputar as duas patas esquerdas.

Para a surpresa de todos os funcionários da Coordenadoria de Proteção à Vida Animal (Coprovida) de Santos, Manuela não somente consegue andar, como também se levanta e come sozinha. “Em mais de 20 anos lidando com animais, eu nunca vi um cão amputado conseguir andar e correr só com as patas de um lado do corpo. A recuperação dela é impressionante”, afirma a responsável pela Coprovida, Leila Abreu.

Uma das explicações para tamanha resistência é a idade do animal: Manuela tem pouco mais de um ano. Além de ser muito dócil, também é muito ativa. A Manu – como também é chamada pelos funcionários da Coprovida – adora correr e brincar como qualquer cão jovem. A outra razão para Manuela conseguir se equilibrar só com as patas direitas é o porte físico semelhante aos cães da raça whippet, cujo corpo é esbelto e com forma anatômica ideal para atingir grandes velocidades. “Só conhecia a história de um whippet, nos Estados Unidos, que anda com as laterais. No Brasil, é a primeira vez que vejo um animal como a Manuela”, destaca Leila.

Ela se refere a Dominic, um greyhound (galgo inglês, semelhante aos whippets), que teve as duas patas direitas amputadas após ser atropelado. No caso de Manuela, o motivo da retirada das duas patinhas esquerdas foi a crueldade.

Omissão

Há três meses, a cadela foi levada à Coprovida por uma mulher que estava hospedada na casa dos tutores de Manuela. Na ocasião, ela contou que esperou os tutores saírem do imóvel, na Zona Noroeste, para buscar ajuda porque não aguentava mais ver tanto sofrimento. Após cair da laje, o animal teve fraturas expostas nas duas patas esquerdas. “Mas os tutores abandonaram a cadela machucada no quintal durante 15 dias. Devido à dor, ela não conseguia se alimentar. Por isso, também chegou aqui desnutrida”, lembra a coordenadora da Coprovida.

O responsável pela cadela foi intimado a comparecer no órgão da Prefeitura. Ele foi multado em R$ 1 mil por maus-tratos e omissão de socorro. De acordo com Leila, a multa varia de R$ 50,00 a R$ 1 mil. “Aplicamos a multa mais alta. Além disso, a Manuela ficou sob a nossa guarda porque avaliamos que se ela fosse entregue aos donos correria risco”.

Recuperação

A cadela foi submetida a duas cirurgias ortopédicas para a colocação de pinos nas patas fraturadas. Mas, o procedimento não teve sucesso por causa de um quadro infeccioso. “Como ela permaneceu muito tempo sem cuidados médicos, a infecção acabou atingindo os ossos. Por isso, os pinos não se fixaram. A única saída foi amputar os dois membros”, explica Leila.

Manuela teve a pata dianteira amputada há um mês. Na semana passada, foi a vez da pata traseira. “Apesar de a operação ser recente, ela logo começou a correr e brincar. Ficamos todos muito impressionados com a vontade de viver da Manu”, diz a responsável pela Coprovida.

Assista ao vídeo da cadela Manuela aqui.

Fonte: Jornal A Tribuna
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10 maneiras de ajudar gatos e cachorros de rua



Você pode sim adotar um cão ou um gato abandonado. No entanto, existem outras formas dar uma mão para esses bichinhos.

1. Doe ração, acessórios e remédios veterinários

Muitas ONGs estão superlotadas e não conseguem fundos para alimentar todos os animais, ficando com seu orçamento no vermelho na maioria dos meses. Por isso, doar ração todos os meses é um ótimo jeito de ‘adotar’ um cãozinho ou gato sem ter espaço dentro de casa. Um pacote de 20 quilos custa, em média, R$ 80. Pesou? Doe um pacote mês sim, mês não. Além disso, você também pode doar acessórios, como coleiras usadas, roupinhas e cobertores para as instituições. Remédios dentro do prazo de validade também são aceitos.

2. Siga e compartilhe no Facebook

Diversos animais conseguem lares através do compartilhamento e comoção gerada em redes sociais. Por isso, ajude a causa compartilhando as ações delas no seu Facebook. É uma forma de auxiliar sem gastar nada - apenas alguns segundos do seu dia.

3. Ajude com dinheiro

Se você pode contribuir com dinheiro, vez ou outra, faça uma doação através de depósito bancário para instituições de sua confiança. Vale, porém, acompanhar o trabalho da instituição, para ver se o dinheiro está sendo gasto de maneira consciente. Não há valor mínimo para doar.

4. Abra suas portas temporariamente

Muitas ONGs e protetores de animais autônomos precisam de lares temporários para os animais resgatados, pois estão com seus espaços lotados para acolherem mais animais de rua. Por isso, se você quer ser um dono temporário, basta comunicar a ONG ou ao protetor, passar por entrevistas e vistorias. Tenha em mente, porém, que você é o dono temporário e que a qualquer momento o bichinho pode ir embora. Cabe lembrar também que muitos donos temporários acabam se apegando aos animais e os adotando definitivamente.

5. Divulgue notícias de maus tratos e de animais perdidos

Para que a criminalidade relacionada a animais diminua, a sociedade precisa ficar atenta e não deixar que pessoas que os maltratam saiam impunes. Fiscalizar através de redes sociais funciona. Você se lembra do caso da enfermeira, que em dezembro de 2011, agrediu um cãozinho da raça Yorkshire até a morte? Graças a postagens em redes sociais, o vídeo teve mais de 60 mil acessos em um único dia e ainda atingiu os Trending Topics (assuntos mais discutidos) do Twitter. Porém, a punição para esses casos ainda não é como os protetores dos animais gostariam que fossem: a enfermeira não foi presa, terá apenas de pagar cestas básicas ou prestar serviços à comunidade. Ao menos, graças às redes sociais, não ficou impune. Por isso, se você abraça a causa, compartilhe notícias de maus tratos em sua rede e acompanhe o caso - não deixe que caia no esquecimento. Ah, compartilhar casos de animais perdidos também pode ajudar os bichinhos a encontrarem os donos novamente.

6. Adote um amigo

Em vez de comprar um animal de estimação, pense em adotar de ONGs e abrigos. A vantagem é que há cães e gatos de todas as idades, que se adaptarão a todos os perfis de donos - desde os mais calmos aos mais agitados. Adotar os mais idosos traz outra vantagem: o temperamento dele não mudará, ideal para quem mora em apartamento e precisa de animais mais calmos.

7. Faça trabalho voluntário

Algumas instituições precisam de ajuda voluntária para a realização de suas ações. O dia do banho, dia do passeio, etc precisa muito dessa ajuda voluntária. Além disso, muitas ONGs precisam de voluntários fixos. Basta querer ajudar e se comprometer mensalmente.

8. Assine petições contra abusos

Ficou sabendo de uma nova petição que protegerá os animais? Entre no site, assine e divulgue entre sua rede de conhecidos. 

9. Apadrinhe um animal

Você ama animais, mas não pode tê-los em casa por motivos diversos? Então, apadrinhe um. Diversas ONGs, instituições e associações oferecem essa opção. Funciona assim: você fica responsável por um animal específico, contribuindo em dinheiro para o bem-estar dele, até que ele seja adotado. Também pode visitar e levar muito carinho.

10. Socorra ao ver um animal doente na rua

Caso veja algum animal atropelado ou doente, preste socorro, levando a uma instituição ou a um hospital veterinário mais próximo. Muitos hospitais, ao saberem que o animal é de rua, cobram um preço mais barato. Além disso, os animais de São Paulo ganharam um Hospital veterinário público. O projeto é do vereador Roberto Tripoli (PV). Fica localizado no bairro do Tatuapé, zona leste da cidade. Veja o que fazer caso encontre um animal de rua que precisa de ajuda:

• Após levar ao hospital, divulgue que você encontrou o animal, com cartazes pelas ruas e também em redes sociais. Deixe o cartaz em clínicas veterinárias próximas e pet shops.

• Se não encontrar os donos e você não puder ficar com o animal, recorra a uma ONG ou a algum amigo ou parente.
 



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URGENTE: Cão bebê ferido - CONTAGEM - MG


Encontrei um cão machucado em Contagem, eu o trouxe pra casa e o alimentei , porém minha família nao permitiu e o colocaram na rua novamente.

Os cães da minha rua estão atacando ele, tenho medo que o machuquem , ele só fica em um cantinho e precisa de cuidado.
Eu posso ajudar com as despesas do veterinário,  alimentação e no que precisar sem problemas, porém não posso abrigá-lo.

De porte pequeno, ele parece ter cerca de 1 ano. É muito bonito e dócil. 

Por favor, me ajudem!


 Flávia Rita Tavares - 
cat.lolis@gmail.com 

Fonte: Facebook
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Rottweiler resgatado pelo Posto de Bombeiros Guarapiranga


Rottweiler resgatado pelo 1º Ten Antunes, Sd Helder e guarnição. Retirado do córrego no domingo (22JUL12) Docil e necessitando de um dono URGENTE.
Interessados, ou que saibam de algum, entrar em contato com o Posto de Bombeiros Guarapiranga ou Santo Amaro
Telefones: (11) 3396-2680 (Guarapiranga)
(11) 5181-5030 (Santo Amaro)


Fonte: Via Facebook
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RESGATE: Cadela filhote abandonada precisa de ajuda, em Santo André (SP)




Esta filhotinha foi abandonada no Parque Central, na noite de quinta-feira, naquele frio. Ela deve ter menos de dois meses.

Alguém pode me ajudar a ajudá-la? Por favor, entre em contato.

Contato: Maria: vieiramavi@gmail.com



Fonte: Anda News
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URGENTE - Família de cães abandonada em ferro velho precisa de resgate em SP



Por favor, ajude a divulgar nas redes sociais, para que possivelmente chegue até alguém que possa ajudar ou tenha interesse em adotá-los.

Foram abandonados em um ferro velho na Penha, em SP.

Contato: Arlete – (11) 8557-1305 ou 5204-9904


Fonte: Anda News

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Casal de cães abandonados nas ruas e resgatados precisam de um lar, em SP


Domingo, dia 22-07-12 pela tarde, a tia do meu namorado passeava com sua cadela, próximo ao Jokey Club, quando se deparou com os dois cães. Um estava com a pata traseira machucada, e o outro aparentemente bem, mas bem desolados, com olhares tristes.

Ela levou ração, mas não queriam comer. Um segurança da rua contou que domingo pela manhã, um carro preto importado, com um homem bem aparentado, soltou os dois cães na rua paralela, AV Lineu de Paula Machado, próximo à casa cor, Jokey Club. Ele conta que no momento do abandono, os cães ficaram desesperados, e um carro que passava no local atropelou o cão menor, cor clara, macho. Os dois ficaram acuados na praça, próximo ao Jokey club.

A tia, sensibilizada com a historia, nos ligou para tentarmos resgatá-los. Conseguimos resgatá-los, levamos à um veterinário 24 hs. O macho sofreu uma fratura na pata traseira, foi medicado, colocado uma tala. Ele ficará na internação. E a cadela, como não tínhamos condições de ficarmos com ela em casa, deixamos os dois na clinica até o dia 23. Estou pedindo uma ajuda, pois não temos condições de levarmos para casa, e não temos condições de deixarmos em uma clinica ou hotel. Só temos até o dia 23, para tentarmos um lar para os dois, pois os dois são muito apegados um com o outro, mesmo na hora da medicação, a fêmea ficou o tempo inteiro na sala junto com seu companheiro.

Não temos ideia do que vamos fazer, pois por motivos maiores não podemos ficar com eles. Por favor, me ajudem a dar um final feliz para eles serem adotados juntos.

Contato: Andreza – (11) 8352-4695 – Joao Paulo – (11) 9846-0769

Fonte: Anda News


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ADOÇÃO OU LAR TEMPORÁRIO SÃO PAULO - ZONA SUL



Tem uma cachorrinha pequena aqui na minha rua. Está tão judiada, com sarna, tadinha.


Não tenho condições para ajudá-la, já tenho 8 gatos e 3 cachorrinhas e meus pais não deixam eu ficar com ela, nem colocá-la pra dentro de casa pq já temos muitos animais.

Dei comida pra ela na garagem, onde tirei as fotos, mas logo teve que voltar pra rua, pois meu pai não deixa trazer mais uma, pediu pra darmos comida apenas.

Ela é pequena. Meus pais e alguns vizinhos dão comida pra ela, mas está magrinha ainda. 

Quem puder ajudar a divulgar ou encontrar alguém que possa ficar com ela...
Está na zona sul de SP.
Meu telefone é (11) 8481-9564 e o telefone de casa onde é mais fácil para saber sobre ela é (11) 5931-6159, e-mail: erikinha_mn@yahoo.com.br.
Agradeço muito se puderem ajudar, ela precisa muito.

Erika Maria.
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ATENÇÃO SÃO PAULO - ZONA NORTE - RESGATE URGENTE



Pessoal,

Por favor, este anjinho precisa de resgate urgente!

Uma amiga me enviou essa foto de um cãozinho poodle, não sabe se é macho ou fêmea. Ele está com uma coleirinha velha no pescoço, está muito assustado e tem medo de tudo!

Está perambulando na rua desde sábado (21/07/12). Ele quase não consegue enxergar por causa dos pelos que estão sujos, grandes e embolados!

Parece ser um cãozinho bem novo, se alguém puder resgatá-lo, me comprometo no banho e na tosa.

É o que eu posso ajudar, pois não posso mais ter animais em casa. Moro de aluguel e já tenho 6 cães, em sua maioria porte médio e grande em um quintalzinho que cabem apenas dois, todos resgatados das ruas e uma velhinha e doente.

Por isso, peço pelo amor de Deus que ajudem, resgate-o urgente!

Ela disse que ele tenta entrar nas casas só que as pessoas o enxotam e batem nele. Está em São Paulo, Zona Norte, Rua Catolândia, altura do número 330, esquina com a Rua da Poesia Épica.

Informações, o telefone é este: (11) 8695-3465 (Tim)


Via: Silvana Tripicchio
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