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Vira-latas: Os verdadeiros cães de raça



Educar as pessoas quanto ao significado do "ser" um vira-lata. O que é isso?

Termo que vem do ditado popular, do folclore, que define de forma muito singular a situação dos animais de rua. O cão vira-lata, ao contrário do que muitas pessoas pensam, muitas vezes têm raça. Ser um vira-lata, por tanto, é um "estado social", significa estar abandonado, estar vivendo nas ruas, seja um animal de raça ou não. A partir disso entendemos que o significado de "ser" um vira-lata pode se estender numa relação com o homem: abandonado, que sofre de preconceitos, que é fruto da miscigenação de raças/culturas e que muitas vezes é "obrigado" a lutar pela sua própria sobrevivência. Isso é um vira-lata e esta é a temática do filme. Quando entendemos que todos vivemos num mesmo ambiente e que tudo que acontece a nossa volta é fruto do que fazemos nele ou por ele, entendemos que somos responsáveis pelo meio em que vivemos, e que, mesmo não sendo um amante de cães, este assunto precisa ser debatido pela comunidade. Utilizamos da situação do cão vira-lata, em analogia, para estudar simultaneamente a situação de nós seres humanos, neste mundo cada dia mais vira-lata.

Sinopse.
Filme homônimo baseado na obra literária Vira-latas Os verdadeiros cães de raça, parte de uma campanha inédita no país. Este filme não fala apenas dos cães em si, mas principalmente do significado do termo "vira-lata", onde neste contexto, discute questões relacionadas a responsabilidade social, educação e empreendedorismo. Um filme para toda a família.



Direção: Tiago Ferigoli
Produção Executiva: Raquel Marques

Elenco: 
1 - Maria L. Reichmann - Assistente Técnica de Saúde (Instituto Pasteur)
2 - Neide Takaoka - Diretora Geral Instituto Pasteur
3 - José Antonio Visintin - Diretor da Faculdade de Medicina Veterinária USP
4 - Marco Antonio Vigilato - Diretor do Centro de Zoonoses SP
5 - Elisabeth Martins - Pesquisadora Científica - Butantan
6 - Eleonora Mendes - Vive-Presidente UIPA 
7 - Vanice Orlandi - Presidente UIPA
8 - Heródoto Barbeiro - Jornalista
9 - Vinícius Fava Ribeiro - Fisioterapeuta - Diretor da ONG INATA 
10 - Lívia Ribeiro - Psicóloga - coordenadora técnica da ONG ATEAC
11 - Sílvia Jansen - Presidente da ONG ATEAC
12 - José Carlos Rapacci - Diretor de Marketing da MARS/Pedigree
13 - Marco Ciampi - Consultor e Presidente da ONG ARCA BRASIL
14 - Estevão Vadasz - Coordenador do projeto autismo do HC - SP
15 - Déa M. Roberto - Presid. Executiva da Casa dos Velhinhos Ondina Lobo
16 - Christina Carvalho Pinto - CEO Grupo FullJazz de Comunicação e do Mercado Ético
17 - Irvênia Prada - Médica Veterinária / Professora Titular Emérita da USP
18 - Adriana Vieira - Médica Veterinária
19 - Danilo Gentili - comediante
20 - Vera Abi Saber - Escritora e educadora
21 - Janine Borba - jornalista
22 - Ronnie Von - músico

Saiba mais:
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Filme: Água para Elefantes


Água para Elefantes, é um filme romântico, que gira em torno do jovem Jacob Jankowski (Robert Pattinson). O filme se passa na época da Grande Depressão, Jacob entrou, por um conjunto de razões, em um trem do circo dos Irmãos Benzini - O Maior Espetáculo da Terra. 
Ele era veterinário quase formado, e começou a trabalhar para o circo. O idoso Jacob (Hal Holbrook), lembra do mundo do circo como sua salvação e um inferno na Terra.
No circo, Jacob conhece Marlena (Reese Witherspoon), uma estrela do circo, noiva de August (Christoph Waltz), o treinador de animais. Conhece também Rosie, uma elefanta intreinável, que acaba sendo a grande esperança de salvação do circo. Em torno deste trio gira toda a história. O Filme é baseado no livro homônimo de Sara Gruen, dirigido por Francis Lawrence.

Indicamos esse filme pelo simples fato de que, apesar do romance do filme, a elefanta Rosie, rouba toda a cena do filme. É claro que, se tratando de um filme de época, o tratamento que se dava aos animais (e as pessoas) no começo do século passado, faz você "gostar" do filme entre aspas. Mas, apesar disso, retrata bem como o carinho e a compreensão, são melhores do que a estupidez humana!  Se você já assistiu, esperamos que tenha "gostado", se você não assistiu, assista para entender os "aspas", e depois comente para nós o que achou.



Fonte: Wikipedia, IMDb.

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Almas Caninas - O Filme


“Almas Caninas” é um longa com cerca 1 hora e meia de duração, produzido pela ENGENHO DA IMAGEM PRODUTORA DE FILMES LTDA, com o Apoio da marca MAX Alimento Premium da Total Alimentos. Previsão de lançamento: 1° semestre de 2013. Março de 2014. 



SINOPSE
“Almas caninas” é um filme que aborda, por meio de imagens impactantes e de uma fotografia digna de produções internacionais, os benefícios da convivência com cães. 
Os cães nos trazem muita alegria. Eles são muito companheiros e brincalhões e proporcionam alívio imediato para o stress do dia-a-dia. Olhando para eles brincando, é impossível não esboçar um sorriso!
O contato com cães pode auxiliar o homem em busca pela sua identidade. Eles representam o único elo do homem com um mundo autêntico, sem hipocrisia, sem egoísmo, sem inveja, sem rancor...
Mas o que nós oferecemos a eles? Através do relato da cadela Nikita, o espectador é transportado para uma narrativa que relata os benefícios da autêntica relação homem-cão ao passo que denuncia o que somos capazes de causar a eles.
Casos de abandono de cães estão cada vez mais presentes em nosso dia-a-dia e causam, não apenas sofrimento e dor para eles, como também grandes prejuízos para a nossa sociedade. É preciso colocarmos um ponto final nesta questão.
Ao longo do filme, através de depoimentos de profissionais da área e de donos/tutores de cães, o espectador terá contato com o mais belo de todos os sentimentos: o amor incondicional.

Filme “Almas Caninas” pretende conscientizar sobre guarda responsável e abandono de cães
Entrevista com Roteiristas do filme revela seu principal objetivo

Com cerca de uma hora e meia de duração, “Almas Caninas” aborda os benefícios da autêntica amizade entre homem e cão, ao passo que questiona o que o homem lhe dá em troca.
De acordo com o diretor e Roteirista do filme, Ricardo Bruini, o nome “Almas Caninas” remete à “essência” dos cães, ao que está por dentro desses animais tão gentis e carinhosos, que ofereceram sua amizade ao homem há mais de 14 mil anos, sem cobrar nada em troca.

Andréia Godoy, roteirista e produtora do filme, explica que o filme pretende mudar o conceito de que o cão é apenas um mero bem de consumo, e que, quando não tem mais utilidade, pode ser descartado nas ruas.

“Passamos meses pesquisando e criando o roteiro em conjunto. Quando iniciamos as gravações, demos início a mais uma etapa de pesquisa junto aos entrevistados. Foi um trabalho árduo, porém muito gratificante,” revela Andréia, que, juntamente com o diretor Ricardo Bruini, assina o roteiro para o filme.

Quando surgiu a idéia de fazer um filme sobre esta amizade tão autêntica?
Andréia Godoy: a idéia do roteiro surgiu após adotarmos dois cães irmãos abandonados com apenas 6 meses de idade, em maio de 2010, no frio e na chuva, em frente à nossa residência. Sem ter onde se abrigar, eles permaneceram juntos embaixo do telhado do portão. No dia seguinte, quando notamos sua presença, decidimos colocá-los para dentro provisoriamente, pois estava muito frio. O provisório ficou definitivo: não resistimos ao seu carinho. A história de Nick e Nikita nos inspirou a escrever o roteiro.
Ricardo Bruini: Por muito tempo, ficamos a nos perguntar: que tipo de pessoa faria uma maldade dessas? Por que abandonar dois cães ainda filhotes no frio e na chuva? Por que as pessoas abandonam seus cães? Foi com o intuito de buscar a resposta para esta pergunta que encontramos a motivação para fazer o filme. Andréia Godoy: quando pensamos no roteiro, queríamos que as pessoas tivessem consciência dos problemas ocasionados por esta prática que tem sido muito adotada ultimamente. É preciso que todos saibam que esse hábito além de ser cruel, traz grandes prejuízos à nossa sociedade.

E quem presencia o abandono deve denunciar para inibir esta prática: abandonar animais é crime!
Ricardo Bruini: sempre fomos apaixonados por animais, especialmente cães. A idéia seria mostrar todos os benefícios que eles nos proporcionam, em contrapartida ao que nós, seres racionais, causamos a eles. Queremos que as pessoas tenham consciência do que é a guarda responsável: quando você pega um cão para criar, ele é responsabilidade sua, e não de outra pessoa.

Podemos dizer que o filme é baseado em fatos reais?
Andréia Godoy: em parte, sim. A cadela do filme chama-se Nikita e é a irmã do Nick que adotamos em maio de 2010. Mas, a estória do filme é um pouco diferente da história real dela. Ela passou apenas um dia na rua, antes de ser adotada. No filme, ela tenta sobreviver nas ruas de uma cidade movimentada.
A Nikita de “Almas Caninas” é a voz de todos os cães que são abandonados. Se eles pudessem falar, o que eles diriam?

Ficção ou documentário?
Ricardo Bruini: “Almas Caninas” tem um roteiro um pouco diferente.
No filme, o espectador é convidado a vivenciar a história da cadela Nikita que foi abandonada e luta para sobreviver nas ruas. A posição da câmera, as cores que os cães enxergam, enfim, procuramos trabalhar nas imagens o ponto de vista da cadela, fazendo com que o espectador se coloque no lugar da personagem.
O filme é um híbrido de documentário com ficção. Ao longo de Almas Caninas, os depoimentos de veterinários, treinadores, psicólogos caninos, ONGs, tutores de cães e especialistas revelam os benefícios que esses gentis animais proporcionam ao ser humano, sem deixar de abordar casos de maus tratos e abandono.

Fator Naturalidade
Ricardo Bruini: Nos depoimentos gravados para “Almas Caninas”, procuramos trabalhar com o fator naturalidade, buscando captar as imagens com a iluminação natural, evitando intervenções na luz, no local, ou até mesmo na roupa dos entrevistados; sempre com o objetivo de gravar a realidade. Na casa de uma pessoa ou no parque não existe luz de três pontos,” ressalta Bruini.
Andréia Godoy: Optamos por não contratar cães treinados para fazer o filme. Procuramos captar a beleza da espontaneidade peculiar deles, o que nos custou várias diárias de gravação.
A interação homem-cão é revelada naturalmente, em cenas que ocorrem no dia-a-dia dos entrevistados e das pessoas que participarem do filme.

Sobre Nick e Nikita
Nick e Nikita são dois irmãos mestiços de Fox Paulistinha muito simpáticos. Eles fazem tudo juntos: dormem na mesma casinha, comem juntos, brincam entre si... São muito carinhosos, porém, bastante territoriais.
A Nikita é de cor bege com manchas brancas no peito. Nick é branco, com algumas manchas de cor bege pelo corpo. Eles são muito ativos e necessitam de exercícios o tempo todo. São muito corajosos e dotados de inteligência.

Curiosidades sobre a produção
Bastante ousado e inovador, “Almas Caninas” será a prova de que, atualmente, é perfeitamente possível produzir um audiovisual de qualidade técnica com custos muito baixos, porém, contando com muito conhecimento técnico e criatividade de uma equipe engajada com a causa abordada no filme. “Assistimos à “grandes produções” onde gasta-se grandes fortunas com filmes com um roteiro péssimo e que não agregam nada a seus espectadores”, comenta o diretor Ricardo Bruini.

Inteiramente gravado em alta definição com câmeras DSLRs e equipamentos de baixo custo, este filme pretende desmentir a idéia de que necessita-se de equipamentos caros e muito dinheiro para se produzir um bom filme. O que importa é o conhecimento e comprometimento de quem está trabalhando por trás das câmeras”, afirma Andréia Godoy.

O Diretor garante que o final do filme é emocionante, e que vai atingir seu objetivo principal: conscientizar sobre a guarda responsável.

Saiba Mais: Engenho da Imagem


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