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Não Compre um animal, Adote! Não alimente a indústria de animais de estimação!


O apelo é infalível. Você olha para o filhote indefeso em uma jaula apertada ou no porta-malas de um carro estacionado em uma praça e não resiste. Movido pelo desejo de tirar aquele animalzinho de um ambiente tão inóspito e insalubre, você acaba comprando o bichinho. E pode estar cometendo um grande erro. Cada vez que alguém cede a esse apelo, sem saber, está alimentando a indústria de animais de estimação, cujos bastidores revelam uma exploração cruel. Impulsionados pelo lucro fácil, criadores irresponsáveis multiplicam-se em feiras de shoppings, parques, praças e beiras de estrada e são fornecedores habituais de lojas de venda de animais de estimação.

Os inconvenientes da criação em série são muitos. As fêmeas reprodutoras, por exemplo, são postas para cruzar a cada cio e, para evitar despesas, não recebem alimentação e alojamento adequados e muito menos cuidados veterinários. Em muitos casos, quando perdem a capacidade reprodutora, são simplesmente sacrificadas. É muito comum também o cruzamento de animais de mesma linhagem, o que provoca problemas de saúde hereditários.   



Muitos cães são forçados a passar toda a vida em alojamentos superlotados. Esse tipo de criação provoca estresse e derruba as defesas do organismo do animal, favorecendo o aparecimento de doenças como cinomose, parvovirose e tosse dos canis, síndromes fatais com períodos de incubação de sete dias. Comerciantes e criadores inescrupulosos apressam a venda dos animais para que os sintomas apareçam já sob a responsabilidade do novo dono. Quando a compensação ao consumidor insatisfeito é inevitável, geralmente se oferece um novo filhote, garantia típica para produtos com “defeito de fábrica”. A diferença é que, nesse caso, o produto defeituoso é um ser vivo, e o destino de um animal doente invariavelmente é o descarte, ou seja, o sacrifício.

Mas nem sempre as doenças se manifestam em curto prazo. A displasia, causada por um desajuste entre o osso da bacia e o da coxa, leva até oito anos para apresentar sintomas e é um dos males mais comuns entre raças de cachorros de grande porte. Hereditária, a doença progride sem ser percebida e, em estágio avançado, priva o animal de movimento e provoca dores. A única maneira de diagnóstico é pela radiografia, feita depois do primeiro ano de vida do animal. Caso detectado o problema, é recomendado que o animal pare de reproduzir e retransmitir a doença, sugestão que muitos criadores simplesmente ignoram.

Cobrar das autoridades o controle desse mercado é um trabalho árduo. Sim, o país possui legislação que proíbe a crueldade com animais, mas a negligência e os maus-tratos para com cães e ninhadas por parte dos criadores raramente são punidos. Sem dúvida seria ótimo se os órgãos de saúde fiscalizassem o funcionamento dessas fabriquetas de filhotes, vistoriassem os mercados públicos, cobrassem a licença e os atestados de saúde veterinária obrigatórios. Mas, como isso não ocorre de forma eficaz – a multiplicação de feiras irregulares de animais está aí para comprovar –, a melhor opção é adotar medidas preventivas. Muitas cidades, por exemplo, se esforçam para reduzir a população de cães e gatos desabrigados. Os projetos vão desde a castração até o treinamento de professores para ensinar as crianças a serem mais responsáveis no trato e na posse de seus mascotes.



Para reverter esse ciclo cruel da criação e do comércio de filhotes, o papel mais eficiente é reservado aos cidadãos. Todo mundo pode fazer sua parte, sem precisar de grandes engajamentos ou protestos. Basta não alimentar o mercado da crueldade. Há várias maneiras de fazer isso. Uma delas é examinar as condições que as lojas de animais oferecem aos bichos e procurar saber se eles são provenientes de criadores responsáveis. Vale pedir o endereço para conferir pessoalmente. E ainda assim é possível ir além. Se você deseja adotar um amigo peludo ou emplumado, é bom saber que existem muitos animais à espera de adoção, sob a guarda de entidades de proteção e centros de controle de zoonoses, precisando apenas de uma chance para viver. Antes de adotar, porém, tome duas atitudes acertadas: certifique-se de que o animalzinho tenha passado por uma triagem veterinária. E lembre-se de castrá-lo a partir do segundo mês de vida.

* Presidente da ARCA Brasil, ONG que defende o respeito aos direitos dos animais (www.arcabrasil.org.br)

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Morador da Indonésia diz que tigre de 200kg é seu melhor amigo e agrada o animal com selinhos




O melhor amigo de Sholeh Abdullah não é como os “melhores amigos” de outros moradores da Indonésia. O homem de 31 anos, que vive em Malang, desenvolveu um grande afeto por um tigre chamado Mulan.

Ele é uma espécie de “babá” do bicho desde os quatro meses de vida do felino, quando Noer Mohammaed Sholeh, patrão de Abdullah, comprou o animal. Hoje, Mulan está com quatro anos de vida e pesa quase 200 quilos. O tamanho, porém, não assusta Abdullah. Ao jornal The Sun desta quinta-feira (29-11), o homem confessou ser o tigre o seu “melhor amigo”.

“Muitas vezes deixo de dormir na minha casa para passar a noite no abrigo de Mulan. Se ele dá pequenas mordidas ou me arranha, é porque está sendo um tigre normal. Não tenho medo”, disse em entrevista. Para mostrar que sua relação com o gigante é, de fato, muito íntima, ele até dá “selinhos” no animal.







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TagPet - Serviço de Identificação para o seu Pet



TagPet é o serviço de identificação do seu pet, os produtos da TagPet utilizam código de barras 2d(Qr Code) único de fácil leitura para visualização dos dados do pet e oferece diversos serviços e parceiros para melhorar a qualidade de vida do seu Pet, para saber mais acesse o site da TagPet, facebook, youtube, twitter.

QR Code?é um código de barras 2d que pode ser facilmente escaneado usando a maioria dos celulares modernos equipados com câmera. Esse código é convertido num pedaço de texto (interativo), um endereço?de site. Você já deve ter visto em revistas, jornal, internet, no Brasil ele começa a engatinhar nos meios de comunicação, mas lá fora ele é amplamente utilizado nos mais diversos locais.

Atualmente o Brasil é o segundo maior mercado do mundo com 80 milhões de pets, em alguns casos os donos incluem um pingente com nome e telefone em seus pets, caso o pet se perca o dono fica aguardando uma ligação informando que o pet foi encontrado, porém muitas vezes isto não ocorre, em menos de um ano foram registradas mais de 22 mil solicitações de recolhimento sendo que estes animais não puderam ser identificados, usando os produtos da TagPet a identificação do pet pode ser feita no local de forma simples e rápida, o dono do pet conta também com diversos serviços e parceiros para melhorar a qualidade de vida do seu Pet.

No ano de 2012 o mercado pet teve faturamento de 12,7 bilhões com projeções de 25 bilhões até 2020, aproximadamente existem 100 mil pontos de venda dos quais 40 mil são petshops, porém 74% deles não possuem website, 68% não participam de redes sociais, 87% não vendem pela internet. A TagPet oferece ferramentas para que estas empresas estejam presentes na internet em contato direto com seu público alvo divulgando seus serviços e produtos.



Só quem já passou pela dor de perder um grande Amigo, entende que faria qualquer coisa para recuperar seu bem inestimável.


Assista ao vídeo:



Mais informações, acesse: www.tagpet.com.br


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GATO PRETO E SUAS HISTÓRIAS.

Chega dia 31 de outubro (ou sexta feira 13 ou Semana Santa), é um corre-corre para esconder todos os gatos pretos do mundo. Existem muitas crenças, muitas histórias e muitas superstições sobre a imagem do gato preto, reunimos algumas.

Os gatos sempre foram muito referenciados na cultura popular. Muitas culturas tinham em comum a presença de deuses que se apresentavam na forma de gatos.




Os gatos são considerados por alguns povos, portadores de uma energia magica infinitamente superior ao do homem. Essa antiga crença deriva da adoração à deusa egípcia Bubastis, que tinha forma de gato. Os egípcios acreditavam que os gatos possuíam alma. Muitos restos mumificados de felinos foram achados nas escavações arqueológicas, prova dessa crença.


Na cultura celta, a deusa Ceridwen possui uma relação com o culto ao gato, por meio de seu filho Taliesin, o qual, em uma de suas reencarnações, foi descrito como sendo um gato de cabeça sarapintada.

Na mitologia nórdica, existe a deusa Freya, a qual possui uma carruagem puxada por dois gatos, que representavam as qualidades da deusa: a fertilidade e a ferocidade. Esses gatos exibiam as facetas do gato doméstico, ao mesmo tempo afetuosos, ternos e ferozes. Os templos pagãos da região nórdica eram frequentemente adornados com imagens de gatos.
Na Finlândia, havia a crença de que as almas dos mortos eram levadas ao além por meio de um trenó puxado por gatos.

A cultura islâmica relata várias associações entre os gatos e o profeta Maomé, a quem teriam inclusive salvo da morte, ao matar uma serpente que o atacava.
Na Ásia, os gatos foram venerados pelos primeiros budistas, devido a sua capacidade elevada de auto-domínio e ao fato do animal apresentar capacidade de concentração semelhante à obtida por meio da meditação.



Na China, estatuetas de gatos eram utilizadas para afugentar maus espíritos. Tal povo acreditava na existência de dois tipos distintos de gatos: os bons e os maus, que podiam ser facilmente diferenciados, uma vez que os maus tinham duas caudas.

Os hebreus acreditavam que o gato teria sido criado por Deus dentro da Arca, quando Noé, preocupado com a proliferação dos ratos que se procriaram excessivamente na embarcação, implorou à Deus para que Ele providenciasse uma solução. Deus então fez com que o leão da Arca espirrasse, e do espirro desse felino, surgiram os gatos domésticos.

Durante a Idade Média, porém, os gatos foram vítimas de inúmeras crueldades, pois algumas pessoas acreditavam que esses animais eram possuídos pelo diabo. No século XV, o papa Inocêncio VIII chegou a incluir os Gatos Pretos na lista de seres hereges perseguidos pela Inquisição. Assim, esses gatos foram acusados de estarem associados a maus espíritos e, assim, queimados nas fogueiras juntamente com as pessoas acusadas de bruxaria. E essas crenças se espalharam pelo mundo.

 Hoje em dia, os supersticiosos temem o Gato Preto, frente às más associações feita a imagem do animal. E no meio disso tudo a mais ridícula das superstições de que cruzar com Gato Preto traz um azar para a pessoa, donos de Gatos Pretos riem muito dessas historias.

De acordo com um mito existente em diversas culturas, os gatos possuem sete ou nove vidas. Esta lenda surgiu em decorrência da habilidade que esses felinos possuem para escapar de situações que envolvam risco à sua vida. Outro fator também responsável por essa crença é que, ao caírem de grandes altitudes, os gatos quase sempre atingem o solo apoiados sobre as quatro patas. Isso ocorre em função de possuírem um apurado senso de equilíbrio, permitindo-lhes girar rapidamente usando a cauda como contrapeso. Quando abandonados em áreas remotas, distantes da sociedade humana, filhotes de gatos podem converter-se ao meio de vida selvagem, passando a caçar pequenos animais para sobreviver. Isso faz com que eles sejam frequentemente vistos como animais resistentes, dotados de várias "vidas". Entretanto, a expectativa de vida de um gato de rua é de apenas três anos. Já um gato que seja cuidado por humanos pode superar os 20 anos de idade.



Hollywood e seu poder de fantasiar a mente das pessoas contribuíram, em muito, para o mito “negativo” do Gato Preto. Em 1961, depois da chamada do diretor Roger Corman, a procura de um Gato Preto, para o seu filme Tales of Terror, dezenas de pretendentes apareceram. O Fotógrafo Ralph Crane fez disso um documentário “Black Cat Auditions in Hollywood”,  que resultou em fotos interessantes (veja aqui).


Você Sabia que: Alguns gatos negros que estão em ruas brasileiras tem pedigree e são dificilmente encontrados em outras partes do mundo. Por exemplo: Gatos negros de pêlos não longos que são totalmente pretos ou com uma leve pelugem branca em baixo do pescoço e/ou na barriga são da raça Bombaim. Os Gatos da raça Bombay (ou Bombaim) podem ou não apresentar falta de pêlos na região abaixo de sua orelha. Sua cabeça é redonda, sem a presença de angulações agudas, o focinho é largo e curto com um ligeiro stop. Suas orelhas são de tamanho médio, largas na base, ligeiramente inclinadas para frente e com pontas arredondadas. Os pés são relativamente curtos com as garras pequenas e redondas. Ele se movimenta como os grandes felinos. São parecidos com a mistura genética de uma Pantera Negra com um Gato de pelo curto americano.

Dura realidade.
Graças à imagem negativa de algumas crenças, chega “Dia das Bruxas”, Sexta-feira 13 ou Semana Santa, ser Gato Preto é perigoso. Pessoas fazendo sacrifícios (sabe lá pra quem) e usam dos bichanos! ONG e Abrigos não doam gatos pretos para qualquer pessoa, são muito mais criteriosos para esses felinos. É uma estupidez sem tamanha, ainda nos dias de hoje, sacrificar um animal por causa de uma crença religiosa. Então, prenda o seu gato preto nesses dias.




Fonte:

Wikipedia (1) (2) (3) - Retronaut - R7



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Meu pet está soltando muitos pêlos, o que fazer?


Não se assuste tanto quando se deparar com um amontoado de pelos em cada canto da casa. Para quem tem gatos e cachorros, essa é uma situação comum, porém também merece atenção para saber se está tudo dentro da normalidade.

Existem duas causas para a queda da pelagem: a fisiológica (natural) e a causada por algumadermatopatia.

A queda natural dos pelos acontece geralmente em duas épocas do ano: inverno e verão. Os pelos se “reciclam” para se adaptar as condições da temperatura da melhor forma possível. Dias de calor estimulam a queda para uma pelagem menos densa. Já os dias mais gelados estimulam a queda para substituição por novos pelos, mais grossos, que protegem o bichinho do frio.

Já na queda causada por alguma dermatopatia, é indispensável que o pet passe por uma consulta veterinária para fazer o tratamento adequado. Diferenciar os dois tipos de queda é fácil, pois na queda fisiológica, os pelos mesmo caindo continuam volumosos e normais, e na segunda, o bichinho apresenta a pelagem falha, com alguns “buracos” no meio dos pelos e a pele lesionada.

Outro motivo para as quedas pode ser a alimentação. No caso de animais que não apresentam nenhuma doença de pele, o problema pode ser regularizado oferecendo alimentação balanceada e com a já citada escovação.

Uma saída que os donos procuram, principalmente com os cachorros, são os banhos. Mas banhos muito frequentes podem mais atrapalhar do que ajudar. O ideal num cachorro saudável é que ele tome os banhos em um espaço de no mínimo uma semana. Mais do que isso pode até tornar a pelagem dele mais bonita num primeiro momento, mas provoca a remoção do “óleo” natural da pele, a barreira de proteção, deixando o animal propenso a adquirir alguma doença de pele e provocando uma queda maior ainda de pelos. Isso não significa que você deve relaxar e deixar o cachorro sujo, mas convém não exagerar. Os gatos precisam de menos banhos ainda, pois se lambem a todo o momento para fazer a higiene.

No geral, a queda dos pelos é algo normal, desde que haja a certeza de que seu bichinho está saudável, bem alimentado e escovado, por isso lembre-se de leva-lo periodicamente ao veterinário para ver se está tudo bem. Com esses pequenos cuidados, seu pet terá sempre uma pelagem linda!


Fonte: Labo Vet



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Motorista que transportar animais soltos no carro pode levar multa


O motorista que transportar animais soltos dentro do carro pode, além de causar acidentes no trânsito, prejudicar a saúde dos animais e até levar multa. De acordo com o CTB (Código de Trânsito Brasileiro), o motorista não pode levar animais no colo nem à sua direita.

O código prevê ainda multa caso o animal tire a atenção do motorista no trânsito.

O recomendável é que os animais sejam levados com um colete, próprio para eles. O colete fica preso por um cinto de segurança, no banco de trás do veículo.

Assista ao vídeo:




Fonte: R7


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Como ajudar seu filho a lidar com a morte do cão


Nada dura para sempre, inclusive quem amamos. Infelizmente, cães vivem pouco tempo e perde-los não é fácil pra ninguém, principalmente pra uma criança. Muitas delas nem se lembram de sua vida sem o animal e outras nascem depois que o pet chegou à família. Por isso, para elas a morte de um cão se torna mais traumático.

Diga a verdade

É comum que os pais digam “Ele foi embora”, “Ele foi dormir” para evitar o sofrimento dos filhos. Não deixe a criança confusa, porque ela sabe que quem dorme, acorda e quem vai embora, é por vontade própria. A melhor coisa a ser feita, é dizer a verdade e permitir que a criança sofra a seu modo.
Com uma voz suave e tranquila, diga que o cãozinho morreu. Escolha um lugar que seja familiar à criança e conte que o cão não voltará mais e que não é culpa dela. É importante contar o porquê ele morreu: doença, velhice… Responda todas as perguntas sem rodeios. Explique para ela que é normal se sentir triste, com raiva e que vai passar aos poucos, até que ele se tornará uma lembrança gostosa.

Compartilhe seu sofrimento

Não esconda o seu próprio sofrimento. Se você já havia passado por isso antes, principalmente na infância, compartilhe isso com seu filho. Diga a ele como se sentiu na época. Se você mostrar que também está sofrendo, a criança não se sentirá sozinha e se permitirá sofrer.

Respeite o tempo da criança

Luto é um processo, não um evento. Deixe que seu filho sofra o tempo necessário para que possa superar a dor. Permita que ele chore e não o force a sentir-se melhor. Também não lhe diga que já está crescido o bastante para se deixar abater. Crianças precisam de mais tempo para digerir a morte.

Deixe a criança dizer adeus

Faça uma cerimônia para que a família se despeça do animal. Dizer adeus é o ponto de um novo começo. Ela pode escrever uma carta ou fazer um desenho para que tire de dentro de si o que está sentindo. No filme ‘Marley e eu’ acontece uma despedida bem emocionante e você pode se inspirar.

Espere um pouco antes de ter outro animal

Se apressar para ter um novo cão pode causar mais prejuízos à criança. Ela pode se sentir ressentida e não aceitar o novo animal.


Fonte: Pet Mag




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Animais que estarão no Guinness Book 2013



Maior burro do mundo - Medindo 1,55 metro, Oklahoma Sam ganhou o título de maior burro do mundo. Ele tem 4 anos e vive em uma fazenda em Watsonville, na Califórnia. Linda Davis sua dona fala que amigos sempre comentam que Oklahoma Sam é tão grande que deve ser um tipo de recorde "Agora eu posso mostrar o livro [Guinness Book] para eles".(Reprodução/ Guinness)


Maior cão do mundo - Zeus tem 1,12 metros da pata ao garrote e foi nomeado o maior cachorro do mundo pelo Guinness Book, ele vive em Michigan, nos Estado Unidos. O recordista come 14 quilos de comida por dia e pesa 70,3 quilos. "A coisa mais comum que as pessoas perguntam é se ele é um cão ou um cavalo" disse Denise a dona do animal. (Foto: AFP)

Animais guinness

Maior cavalo do mundo - Big jake vive em uma fazenda em Ostego, Michigan e foi considerado o maior cavalo do mundo com 2,10 metros. Jerry Gilbert seu dono, diz que tudo apra ele tem que ser enorme "Para transportá-lo, temos que usar um semi-trailer". Big Jake está em uma dieta saudável, por isso ele come 1 1/2 fardos de feno e 40 litros de aveia por dia. (Reprodução/ Guinness)

Animais guinness

Menor touro do mundo - O touro Archie tem apenas 76,2 centímetros, se comparadado com outros animais de sua raça, o touro fica quase 38 centímetros abaixo da média. Archie tem 29 meses de idade e mora em County Antrim na Irlanda do Norte.(Reprodução/ Guinness)

Fonte: Yahoo! Noticias
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Bichos exóticos como animais de estimação

 

Hannah Haywood tem 23 anos e mora na cidade de FarnWorth, no Reino Unido, com um gambá. A britânica batizou o seu wild pet de Einstein. Ele só tem três anos de idade, mas é uma companhia inseparável: até viagens ele faz com ela.



Curioso também é o caso da norte-americana Christie Carr. Ela tem um canguru — !!! Em sua casa em Broken Arrow, no estado de Oklahoma, nos Estados Unidos, ela diz que eles vivem em perfeita harmonia. Irwin chegou quando Christie estava numa depressão severa e, graças ao animal, se recuperou em seguida.




Um ganso foi adotado como animal de estimação por um chinês que vive na capital de Pequim. Tudo começou quando ele, o dono, encontrou ele, o ganso, perdido na rua. A simpática ave tem até carteira de identidade! Repare no pescoço dele.




Yes, nós (também) temos bichos exóticos! Em São Paulo, uma moradora dos Jardins passeia com seu porco de estimação todas as manhãs. Ele ainda revela: “Ele é muito limpinha. Não sobe no sofá e não suja o apartamento. Tudo que tem pra fazer, faz na rua”.


Em alguns lugares do mundo, a domesticação de animais selvagens é um hábito muito comum. Na Austrália, por exemplo, o governo ajuda financeiramente na adoção de cangurus e coalas que perderam os seus pais em algum acidente. Mas não esqueça que esses animais precisam de cuidados veterinários. O porco, por exemplo, deve ser vacinado contra leptospirose e erisipela suína nas primeiras 6 semanas de vida. Quando for domesticado, o reforço deve ser anual. Por isso, é imprescindível a consulta com veterinário — mesmo se o seu animal não for doméstico.

Será que essa moda pega: ter, dentro de casa, os bichos que costumávamos ver no zoológico ou soltos na natureza?


Fonte: Greenvana

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Campanha de Vacinação Gratuita Contra Raiva em SP


A Campanha Municipal de Vacinação contra Raiva em Cães e Gatos foi prorrogada até o dia 31 de agosto. Nessa etapa, dez postos fixos espalhados pela cidade estarão disponíveis para atender a demanda. Até o momento foram vacinados 1.103.530 animais (892.378 cães e 221.152 gatos).

Para receber a vacina, os animais domésticos devem ter, no mínimo, três meses de vida. Eles não podem apresentar sinais de doença nem estar em recuperação de acidentes ou cirurgias. As fêmeas em período de gestação, no cio ou em fase de amamentação também podem ser imunizadas. Não é necessário apresentar documento do proprietário nem do animal. Quem comparecer receberá umcomprovante, válido por um ano, necessário à obtenção do Registro Geral Animal (RGA), que contém informações do bicho de estimação e do proprietário.

A raiva é uma doença transmissível, que se caracteriza pelo contágio direto, por meio de mordidas, arranhões e lambidas de qualquer animal infectado. O único meio de prevenir a ocorrência da doença é com a vacinação anual de cães e gatos. A relação dos postos pode ser consultada na Central de Atendimento e Informações da Prefeitura de São Paulo (156).

Confira a lista dos postos fixos de vacinação:

SUVIS ARICANDUVA - Rua dos Trilhos, 869 – Mooca – Tel.: 2692-0644 – De segunda a sexta-feira das 8h30 às 17h

SUVIS BUTANTÃ - Avenida Caxingui, 656/658 – Jardim Caxingui – Tel.: 3721-7698 – De segunda a sexta-feira, das 9h às 16h

SUVIS CAMPO LIMPO - Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 65 - Jardim Laranjal - Tel.: 5814-8805 - De segunda a sexta-feira, das 9h às 16h

SUVIS CIDADE ADEMAR/ SANTO AMARO - Rua Maria Cuofono Salzano, 185 – Jardim Sto Antoninho – Tel.: 5671- 4224 – De segunda a sexta-feira, das 9h às 15h

SUVIS GUAIANASES - Rua Hipólito de Camargo, 180 – Guaianases – Tel.: 2553-2833 – De segunda a sexta-feira, das 9h às 15h

SUVIS ITAIM PAULISTA - Rua Erere, 260 - Vila Curuçá – Tel.: 2035-2027 – De segunda a sexta-feira, das 8h às 12h

SUVIS PERUS - Rua Salles Gomes, 130 – Perus – Tel.: 3917-6177 – De segunda a sexta-feira, das 9h às 16h30

SUVIS SÃO MATEUS - Rua Mauro Bonafé Pauletti, 199 - Jardim Três Maias – Tel.: 2013-1139 – De segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h

SUVIS CIDADE TIRADENTES - Rua Manuel Moscoso, 15 – Tel.: 2285-5011 – De segunda a sexta-feira, das 9h às 16h

CCZ - Rua Santa Eulália, 86 – Santana – Tel.: 2224-5500 – De segunda a sexta-feira, das 9h às 17h e aos sábados das 9h às 15h



Fonte: Prefeitura de SP
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Amigo não se compra, se adota.


Se para muita gente parece estranha a idéia de ter um animal de estimação que não tenha sido comprado, queremos aqui demonstrar que estranho é justamente comprar animais.
Se entendermos que animais não são mercadorias, mas seres capazes de sentimento, que têm necessidades de amar e de serem amados, concordaremos que não há sentido em se comprar animais.

Nós não compramos um amigo humano, porque deveríamos comprar um animal?

Há uma cruel tradição humana de entender que animais são coisas, são produtos, são fonte de renda e de lucro.

O comprador de animais em feiras de filhotes muitas vezes não tem consciência disso, assim como desconhece a quantidade imensa de animais que aguardam adoção ou que aguardam a morte no corredor final do CCZ, Centro de Controle de Zoonoses das prefeituras. Muitas pessoas inclusive chamam a 'carrocinha' desconhecendo que ali os animais na sua grande maioria encontrarão apenas doença e morte.

Queremos chamar as pessoas à consciência do mal que causam inadvertidamente ao adquirir/ comprar / pagar por um animal de estimação.

Por outro lado, as pessoas desconhecem o que é um criadouro. Em geral, pouco se conhece dos criadores, pois nas feiras, vêem-se apenas os filhotinhos. E quem resiste a um filhotinho? Ainda mais se puder parcelar em cinco vezes...

Existe uma verdadeira Indústria de filhotes, que lucra mediante o sofrimento dos animais.
O Movimento de Proteção Animal em todo o país recebe um número cada vez maior de denúncias contra criadores. Nos últimos anos sugiram muitos criadouros 'de fundo de quintal', mas os criadouros luxuosos e que vendem animais por uma fortuna também escondem crueldade e abuso por trás dos anúncios que trazem lindos animais. 

Matriz de Maltês (Foto:Divulgação)
Matriz de Maltês (Foto:Divulgação)

As fêmeas são chamadas de 'matrizes' numa clara evidência de que se trata de um 'negócio'. Essas fêmeas têm filhotes após todos os cios. Quando as fêmeas envelhecem e não servem mais como reprodutoras, muitas vezes são abandonadas ou sacrificadas. Acontece o mesmo com os machos velhos que são usados em exposições. Além disso, como freqüentemente é feito cruzamento entre parentes, nascem animais com problemas físicos, que também são abandonados, por não possuírem valor comercial.

O risco de ver os animais como produtos é esse: para aumentar os lucros, vale tudo.

Por outro lado, é preciso reconhecer que aquilo que representaria 'um bom criador', isto é, um criador com escrúpulos, não seria muito lucrativo. Isso porque todo mundo que já teve uma família de cães e gatos em casa sabe como filhotes e mães não gostariam de se separar até 60, 90 dias. Isso significa que o criador já deveria estar incluindo ração na alimentação, vacinas, tratamento para vermes e pulgas. Ou seja, um 'bom criador' deveria ter tido despesas que diminuiriam esse lucro que pretendem ter no seu 'negócio'.

Mesmo o 'bom criador', porém, sempre comete o que entendemos ser o maior erro: considerar os animais como mercadoria.
Animais precisam ter sua dignidade respeitada, ser vistos como são, seres vivos com consciência da dor, da separação, da falta de liberdade para passear, para não ter filhotes em gestações sucessivas e todo o sofrimento que sempre advém quando são considerados coisas, produtos a gerar lucros.

Os animais não nos pertencem!

Então não devo ter animais?

Bem, não se trata disso. Uma vez que o mal da domesticação já foi feito e os animais já foram vítimas dele, há três coisas que DEVEMOS fazer:
A primeira é adotar animais que foram abandonados. Se você não tem coragem de pegar o cachorrinho ou gatinho que cruza por você todo dia na rua (por não saber o que fazer com ele ou por não ter como pagar os primeiros tratamentos), busque os sites de adoção de animais que já foram recolhidos da rua e aguardam uma casa definitiva.
Vá aos links deste site e busque as ongs que fizeram esse trabalho por você. Já é um apoio e tanto.

A segunda saída para o dilema de como ajudar os animais abandonados que sofrem nas ruas é não permitir que os seus animais ou de seus conhecidos procriem. O número de animais abandonados é grande demais, já não há lar para todos. Não aumente o problema, ajude a diminuí-lo. Os animais não têm qualquer necessidade de ter filhotes, como querem nos fazer crer. Não ficam mais calmos nem mais felizes por isso.

Por fim, você pode contribuir e muito, divulgando essas idéias. Conversando com as pessoas, porque a maior parte delas são pessoas bem intencionadas, e apenas mal informadas sobre a questão animal. Esclareça as pessoas que elas não valerão mais por terem animais de raça, não ficarão mais bonitas, nem mais importantes. Pelo contrário, quem vale, vale independentemente de coisas exteriores, vale por si.

E adotar um animal abandonado, sem raça, sem beleza externa só mostra o valor e a beleza de quem adota.

Então, alie-se às seguintes idéias:

Amigo não se compra, se adota.
Animais não são mercadoria, não são produtos.
Faça um explorador de animais trabalhar, não compre ! Há muito trabalho digno no mundo humano. Ninguém que vive de vender animais parará de comer se esse 'mercado' desaparecer. E esse mercado deve desaparecer!


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Custo para manter pets subiu quatro vezes mais que inflação


O preço de tratamentos e produtos para animais na cidade de São Paulo subiu 10,84% de janeiro até o fim de julho, segundo o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O valor é quatro vezes mais do que o índice geral, de 2,2%, segundo reportagem do "Jornal da Tarde".

O segmento movimentou R$ 18,2 bilhões em 2011, gerando cerca de 3 milhões de empregos, segundo cálculos da Câmara Setorial da Cadeira Produtiva dos Animais de Estação do Ministério da Agricultura.

Na capital os estabelecimentos desse tipo somam 5 mil das 44 mil ligados ao sindicato dos lojistas.




Nota: É muito importante se planejar antes de adotar um animal de estimação. Saiba que alimentação, higiene e veterinário são fundamentais para manter o animal saudável.
Saiba mais sobre a Posse Responsável


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Após 7 anos de convivência, idosa chora e entrega cadela para ser sacrificada no CCZ


Entre a movimentação diária de animais no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Campo Grande (MS), uma cena triste. Não para os funcionários, acostumados a receberem cães e gatos doentes para serem vacinados ou sacrificados, mas para quem viu uma senhora solitária com diagnóstico de câncer entregando para tratamento sua companheira, uma cadela Fila brasileiro que segundo ela estaria com a mesma doença.

A reportagem do Midiamax chegava naquele momento e presenciou a aposentada chorando e dando o último adeus a sua cadela.

”Um dia Deus irá me explicar o que está acontecendo. Todas as vezes em que eu ficava doente, a minha filha (a cadela) também ficava. E desde que descobri em mim um tumor no peito, do lado esquerdo, ela começou a ficar doente. Tomava o mesmo antibiótico forte que eu, era minha companheira e agora não sei o que vou fazer sem a minha filha”, diz a aposentada Vanir Coffacci, 63 anos.

A fila brasileiro viveu sete anos ao lado da D. Vanir. Enquanto fazia tratamento da doença, com quimioterapia, a cadela ‘cuidava’ da casa. “Nesses últimos dias ela resistia, mas ainda se mostrou minha parceira, ficando brava com qualquer um que se aproximava de mim. Estava se alimentando aos poucos, a cada três horas e qualquer coisa parecia difícil segurar em seu estômago”, conta a aposentada.

Na noite da última quinta (16), o quadro se agravou. “Fui levar um mingau de aveia pra ela e, ao descer o vasilhame, percebi que ela estava sangrando em cima do rabo. Peguei o spray, achando que fosse por conta de alguma coceira, mas o sangue não parava. Aí tentei a ajuda de vizinhos para leva-la ao CCZ, mas ninguém pôde e aguardei o outro dia tomar uma providência”, diz aos prantos a idosa.

Na sexta-feira (18), por volta das 9h, ela já estava lá no CCZ. Tirar o animal do carro para colocar em uma gaiola parecia uma tarefa impossível. A cadela resistia, parecia estar sabendo o seu destino e foi necessário a ajuda de três pessoas para a sua retirada.

Por fim, a aposentada preencheu um formulário e se despediu da ‘filha’. “Era uma cadela amiga, sentia uma coisa inexplicável por ela. Pra mim é uma filha que estou deixando pra matar”, lamentou a idosa.

Após a idosa ir embora, levando apenas a focinheira como lembrança, a veterinária explicou o verdadeiro diagnóstico do animal.

“A cadela não tem câncer assim como ela acha, mas Leishmaniose (doença crônica transmitida ao cão e ao homem pela picada de uma mosquito). E fragilizada por conta da doença a idosa passa a acreditar em coisas que na verdade não existem. Infelizmente, por ela estar com baixa imunidade, não poderia mais conviver com um animal também doente, seria perigoso para a sua saúde. É triste, mas é a realidade”, concluiu a veterinária Iara Helena Domingos.



Fonte: MidiaMax


NOTA:
Casos tristes como esse acontecem por dois motivos: a política determinada pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária, de mandar matar cães portadores da leishmaniose visceral, não respeita os cães como sujeitos de direito nem seus tutores, que são forçados a enviá-los à morte nos CCZs; e falta no Brasil uma campanha permanente de esclarecimento e conscientização sobre a leishmaniose, preferindo-se omitir informações à população e recorrer à política do “matar é mais fácil”. Se a senhora que acabou entregando à morte a cadela tivesse sido conscientizada pelo poder público e este promovesse uma ação realmente digna e humanitária contra a proliferação da doença, esta não teria sido dada ao destino da morte violenta. Agora tanto a cadela foi privada de sua vida como a idosa corre o risco de ter seu câncer piorar ainda mais por causa do abalo emocional, graças à política obtusa e nada educativa do poder público contra a leishmaniose. No mais, são necessárias políticas de educação e informação e também de higiene e combate ao mosquito vetor da leishmânia. O extermínio deve ser abolido o quanto antes, para que os animais e seus tutores parem de sofrer por causa do descaso governamental.

Fonte da nota: Anda News

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Motivos para adotar animais deficientes



Diante dos milhares de casos de abandono de animais pelas ruas do Brasil e do mundo, existem várias entidades empenhadas no incentivo a adoção, visando diminuir a população de bichos desabrigados. Prova dessa tentativa é a recente inauguração do primeiro núcleo cirúrgico da prefeitura, em São Paulo, para a realização de cirurgias de castração de cães e gatos.

O problema é que, infelizmente, se para os bichinhos sem raça definida já é difícil encontrar um novo lar, imagine para os idosos, por exemplo. Ainda na lista de animais preteridos está também um grupo muito especial: os deficientes físicos. Dentre eles, o número de abandono é ainda maior.

Apesar da triste realidade, pelo menos, a crença antiga de que animais nesta condição precisam ser sacrificados tem se tornado cada vez menos difundida. Segundo o médico veterinário Mário Marcondes, diretor clínico Hospital Veterinário Sena Madureira, “hoje em dia existem vários tipos de terapias que têm o objetivo de dar qualidade de vida à estes pets”.
Preconceito e desinformação

Assim como, por vezes, acontece entre humanos, o preconceito ainda reina entre os peludos deficientes. Muitos bichinhos acabam sendo abandonados por serem considerados “feios”, por não conseguirem fazer todos os truques que um animal sem deficiência faz ou porque seus proprietários acreditam que eles darão muito trabalho devido às necessidades especiais.

Nesse sentido, o dr. Mário diz que o veterinário tem um papel fundamental. “O médico entra como um profissional importante para dar a orientação correta para o proprietário de um animal com deficiência, expondo todos os tipos de terapia existentes para melhorar a vida dele”.

Segundo o veterinário, a paralisia de membros é a limitação mais frequente em cães. Os principais casos são os animais com problemas de coluna que evoluem para uma paralisia. “Isso é muito comum em raças com a coluna longa e patas curtas como o dachshund.
Um caso de carinho

Mais que uma paralisia, Tom, um dachshund, de 6 anos, desenvolveu um problema bem mais grave por conta da coluna. Além disso, o bichinho nasceu sem as duas patas dianteiras. De acordo com sua dona, Christiane Aguiar, um veterinário disse que o problema pode ter sido ocasionado por uma doença genética ou até mesmo por remédios abortivos dado a mãe do cachorro.

Pitoco Crédito: Arquivo Pessoal

A jornalista de 23 anos adotou Pitoco, como é chamado carinhosamente, porque não gostava de como o tratavam em seu primeiro lar. “Depois que ele nasceu, a outra filhote que nasceu da mesma cria foi adotada, mas ninguém queria o Tom por causa da sua deficiência. Ele ficava jogado no fundo do quintal no meio da sujeira, já que os antigos donos não limpavam nada”.

Ela conta ainda que o cãozinho, muitas vezes, nem mesmo comia, pois havia outros cachorros maiores no quintal, que chegavam mais rápido até o alimento. Foi assim que Pitoco entrou na vida da família de Christiane, que tem mais duas cadelas, Neguinha, uma dachshund de 7 anos e irmã de Pitoco e Lilica, uma SRD de 2 anos, que foi abandonada no portão da casa da jornalista.

E apesar da aparência frágil, felizmente, segundo o dr. Mário, os animais nessas condições se adaptam facilmente. O veterinário destaca, por exemplo, o caso dos cães cegos, que utilizam seus outros sentidos para se adaptar ao ambiente. Ele ainda dá uma dica aos donos de cãezinhos com o problema: “mantenha os objetos sempre no mesmo local, como comedouros e cama, assim o animal vai se adaptar mais rápido”.

Christiane aprendeu bem a lição e procura facilitar a vida de Pitoco, que se locomove com dificuldade, deixando tudo que ele precisa por perto. Também toma cuidado para que ele não se asse, o que pode acontecer devido ao fato dele se arrastar pela casa.
Tratamento com células tronco

A lesão na coluna é a principal alteração causadora de paralisia. Hoje, o tratamento inicial é com medicamento, além de cirurgia (em alguns casos) e fisioterapia. Em muitos casos a acupuntura ou somente a fisioterapia são indicados.

Uma outra alternativa bem mais recente é o tratamento com células tronco, prática adotada gratuitamente pelo Hospital Veterinário Sena Madureira, em parceria com a empresa de biotecnologia Celltrovet. Segundo o diretor clínico do hospital, já participaram do projeto por volta de 10 animais, mas as vagas ainda estão abertas para donos que estejam interessados. Os candidatos são pacientes deficientes paralisados, em decorrência de lesão na coluna, mas que já foram submetidos a um outro tratamento convencional, sem sucesso.

“A ideia é tentar melhorar a qualidade de vida destes animais com o uso das células tronco. Mas para isto, primeiro estamos realizando este projeto científico para posteriormente, com a análise dos resultados, padronizarmos um protocolo para tratamento convencional com células tronco”, disse o dr. Mário.

O veterinário destaca ainda que esta é uma evolução da área médica, mas para isto, trabalhos bem delineados devem ser realizados antes de se utilizar células tronco de maneira rotineira. Os proprietários que quiserem participar do projeto de tratamento gratuito com células tronco para animais deficientes devem se inscrever na triagem, no telefone (11) 5572-8778 - de segunda a sexta-feira, em horário comercial.

Pitoco, infelizmente, não se enquadra no perfil para o tratamento pioneiro, mas já dispõe de uma vida muito feliz ao lado da família que o acolheu e não hesita em dar carinho, amor e elogiar seu bichinho. “Ele é um animal carinhoso, que retribui todo o cuidado que temos com ele com muito amor”, finalizou Christiane.


Fonte: PetMag


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Único Hospital Público Veterinário será ampliado, aumentando em 25% o número de atendimento



O único hospital veterinário público do Brasil, destinado a cães e gatos, foi inaugurado há 41 dias na capital paulista e já anuncia a ampliação do espaço físico. O novo prédio, que fica a 200 metros do antigo, se somará ao já existente para que a equipe do hospital eleve a quantidade de atendimentos em 20% a 25%.

De acordo com o diretor administrativo do hospital, o médico-veterinário Renato Tartália, tanto para o novo espaço físico quanto para a elevação do número de animais atendidos, não haverá aumento no repasse de verbas. O convênio estabelecido entre a prefeitura e a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo (Anclivepa-SP) garante R$ 600 mil mensal por um período de um ano.

O custo do aluguel do novo prédio, segundo o diretor, será R$ 9 mil por mês. Com a ampliação, o hospital passará a ter salas para doenças exclusivas de felinos - endocrinologia, oftalmologia, odontologia - mais duas salas de cirurgia. Tartália conta que o prédio trará um novo fôlego para o trabalho do hospital.

“A unidade atual é bem desconfortável para as pessoas, para os animais e, principalmente, para os veterinários e funcionários que trabalham praticamente 12 horas em condições difíceis”, disse.

Por mês, o hospital, que fica no bairro do Tatuapé (zona leste), atende aproximadamente mil novos casos. No total, são 25 veterinários que se dividem em 40 atendimentos, em média, por dia. A unidade, na verdade, tem capacidade para prestar apenas 33, conta Tartália.

Todos os dias pela manhã, às 8 h, uma fila de cerca de 25 pessoas se forma em frente ao hospital. São distribuídas senhas e a gerente de atendimento faz a seleção dos casos mais graves, que passam direto pela triagem. Os demais casos são chamados conforme o grau de urgência. Pela tarde, o hospital atende somente casos de emergência, que representam, na maioria, atropelamentos. No mínimo, são atendidos cinco bichos por dia vítimas de atropelamento.

Mesmo diante das dificuldades em atender a alta demanda, a equipe do hospital busca manter o padrão nas consultas. “A maioria dos animais, de 80% a 90%, já faz exames completos logo na primeira consulta. Hemograma, pressão arterial, glicemia”, conta o diretor do hospital.

Para conseguir o atendimento, os donos dos bichos de estimação precisam ser moradores da cidade de São Paulo, além de beneficiários dos programas Bolsa Família, Renda Mínima ou provar que não têm condições financeiras de arcar com consultas e tratamentos veterinários. Para isso, a pessoa passa por uma entrevista com a assistente social, que fica todos os dias na unidade, das 7h às 16h.

O programa é voltado apenas para a população de baixa renda. O diretor faz um apelo:“Aqueles que podem pagar, continuem indo ao seu veterinário e deixem as vagas para os que não podem.”

O público, de acordo com Tartália, além de não dispor de dinheiro para levar seu bicho de estimação a uma clínica particular, é o que mais precisa de orientação do hospital público. Nas periferias da cidade, conta ele, os animais ficam soltos e raramente são vacinados e castrados. Isso eleva os índices de reclamações feitas pelo número 156, da prefeitura, para que cães e gatos sejam apreendidos e levados ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

“Em 2001, foram 14 mil telefonemas. Isso não é aceitável, esse número é uma vergonha, não condiz com ostatus que a cidade de São Paulo tem perante o país e o mundo”, disse.

Cristiane Cerqueira Santos teve seu bichinho atendido no hospital. A auxiliar de limpeza chegou na unidade com Barbie, uma cadela de 1 mês e meio de vida, que nunca conseguiu andar. “Eu vejo ela se arrastando pelo chão e sofro junto”, conta. No hospital público, Barbie passará pelo exame de raio X para que os veterinários definam se ela será operada ou se precisará de uma cadeira de rodas para cães.

Outra cadelinha que passa por tratamento no hospital é Meg, de 3 anos. A dona, a aposentada Maria da Glória Tozato, leva o animal todos os dias, há quase um mês, para tratar uma infecção nos rins. Meg foi uma das primeiras pacientes a receber atendimento. “Se eu tivesse que pagar por isso, nunca conseguiria”, disse Maria.

O hospital atende das 8h às 18h, de segunda a sábado, na Rua Professor Carlos Zagotis, número 3, no bairro do Tatuapé.


Fonte: EBC
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Cagada é não recolher!


Quem nunca passou pela desconfortável situação de ver, ou pior, pisar, nas fezes de cachorros não recolhidas na calçada? Infelizmente, isso é mais comum do que gostaríamos, e apesar de ser de extremo bom senso limpar a sujeira do totó, ainda tem muita gente que deixa o cocô na rua.

Pensando justamente em conscientizar de forma divertida a população que as irmãs gaúchas Ana Carolina e Manoela Trava Dutra resolveram lançar uma campanha na internet. Elas cuidam do site Cão em Quadrinhos, que tem como objetivo criar ideias para facilitar a relação cão-homem e há um ano divulgam seu projeto sobre a posse responsável.



“Quem tem cachorro, querendo ou não, está assumindo uma série de responsabilidades. Uma delas é o recolhimento do cocô do seu cachorro. Como donas responsáveis, sabemos da nossa responsabilidade com a limpeza de parques públicos e ruas”, esclarece Manoela.

Sob o slogan “cagada é não recolher”, a dupla disponibiliza para download bandeirinhas, papéis de parede e banners gratuitamente com os dizeres da campanha. As irmãs criaram ainda a linha Cocôres, que são chaveiros e enfeites de mesa, vendidos em todo o Brasil e até Estados Unidos.

Manoela explica que a ideia da campanha surgiu durante os passeios aoparque com sua irmã e os três cães da família, e notou que muitos donos não recolhiam os dejetos deixados pelos seus animais. “Apesar de muitas pessoas terem consciência, a maioria ainda não assumiu a suaresponsabilidade”.




O que começou como uma brincadeira, hoje, a campanha “Cagada é não recolher” pode ser vista em diversos sites e blogs sobre animais, além de mais de 120 cocôres já terem sido distribuídos. O enfeite de mesa custa 20 reais, enquanto o chaveiro, 15 reais, lembrando que 10% das vendas são doadas para abrigos e pessoas que cuidam de animais abandonados.

“Temos uma lista grande de contatos de pessoas sérias e que prestam contas sobre os gastos dos animais que estão sendo ajudados. Também costumamos enviar essa ajuda para o que o animal necessita, comoração, medicamentos ou pagamento de cirurgia”, finaliza Manoela.




Fonte: PetMag


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Aqui eles são bem-vindos!


Imagine poder levar seu pet para passear em todo e qualquer lugar sem ser barrado ou recriminado por olhares desaprovadores. Pois saiba que a ideia pode ser mais real do que se imagina. Isso porque diversos estabelecimentos na cidade de São Paulo já notaram a importância de disponibilizar locais exclusivos para a permanência dos amados bichinhos.

Para não infringir a lei municipal n° 10.309, que proíbe a entrada de animais em bares e restaurantes, a maior parte das casas aceita a presença deles apenas na calçada ou em ambientes abertos. Esse é o caso da padaria Quinta dos Pães, localizada no bairro da Vila Mariana, zona sul da capital. O estabelecimento oferece seis mesas em sua área externa que foi criada justamente para agradar dono e cachorro. “Como muitos clientes frequentam a casa com seus animais, decidimos fazer esse espaço para que aqueles que gostam de passear com o seu cão, também possa aproveitar o momento para tomar um café ou comprar o seu pão”, explica a nutricionista Juliana Saba, uma das proprietárias da padaria.

Os esforços para agradar os donos de cães que desejam levar seus animais em locais privados é uma tendência em diversos estabelecimentos. Na Padaria Benjamin Abrahão, por exemplo, nas unidades Jardins e Higienópolis, zona central de São Paulo, é possível deixar o cão no Stop Dog, uma parada sinalizada e segura para os pets.

Não é para menos que iniciativas como desses estabelecimentos estão se tornando cada vez mais populares e bem aceitas entre amantes de animais. De acordo com dados da Anfal Pet (Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação) há cerca de 32 milhões de cães na cidade, que fizeram, apenas em 2008, o mercado pet faturar mais de 9 milhões de reais.

Pensando nos proprietários que não desgrudam de seus pets, alguns shoppings da capital se renderam e passaram a permitir a circulação dos mesmos. No Pátio Higienópolis, por exemplo, além de ser permitida a entrada de cachorros nas suas dependências, contanto que com coleira, é possível encontrar até mesmo um bebedouro especial para os bichinhos. Vale lembrar aos donos que na área de alimentação do shopping, bem como elevadores e cinema, a permanência dos cães é proibida.


A exemplo do Pátio Higienópolis, o shopping Iguatemi, Villa-Lobos, Jardim Sul e o Santana Parque Shopping também liberam a entrada da cachorrada, pensando em atender as famílias que passaram a "agregar" o cachorro como membro familiar. “O shopping é um centro de compras voltado para a família e nós sabemos o papel desses animais na vida das pessoas. Nosso objetivo é facilitar a rotina dos nossos clientes e fazer com que eles se sintam em casa”, explica Malu Spinola, superintendente do Santana Parque Shopping.

Confira a seguir a lista dos estabelecimentos da capital paulista que permitem a entrada de seu cão:

Padaria Benjamin Abrahão
Local: Rua Maranhão, 220 - Higienópolis
Tel: (11) 3258-1855
Estacionamento: gratuito

Santa Etienne Bagueteria e Bar
Local: Rua Harmonia, 699 - Vila Madalena
Tel: (11) 3819-2578
Site: www.santaetienne.com.br

Padaria Quinta dos Pães
Local: Rua Pirapora, 197 - Vila Mariana
Tel: (11) 3884-6944
Estacionamento: gratuito

Esch Café
Local: Alameda Lorena, 1889 - Jardim Paulista
Tel: (11) 3062-2285
Site: www.esch.com.br

O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo
Local: Rua Oscar Freire, 125 - Jardim Paulistano
Tel: (11) 3061-2172
Site: www.omelhorbolodechocolatedomundo.com

Oscar Café
Local: Rua Oscar Freire, 727 - Jardim Paulistano
Tel: (11) 3063-5209
Site: www.oscarcafe.com.br

Vanilla Caffè
Local: Rua Antonio Carlos, 404 - Consolação
Tel: (11) 3262-3943
Site: www.vanillacaffe.com.br

Central das Artes
Local: Rua Apinajés, 1081 - Perdizes
Tel: (11) 3865-4165
Site: www.centraldasartes.com.br

Filial
Local: Rua Fidalga, 254 - Vila Madalena
Tel: (11) 3813-9226
Site: www.barfilial.com.br

Frangó
Local: Largo da Matriz de Nossa Senhora do Ó, 168 - Freguesia do Ó
Tel: (11) 3932-4818
Site: www.frangobar.com.br

Mercearia São Pedro
Local: Rua Rodésia, 34 - Vila Madalena
Tel: (11) 3815-7200

Boa Bistrô
Local: Rua Padre João Manuel, 950 - Jardim Paulista
Tel: (11) 3082-5709
Site: www.boabistro.com.br

Bistrô Charlô
Local: Rua Barão de Capanema, 440 - Jardim Paulista
Tel: (11) 3087-4444
Site: www.charlo.com.br/bistro.htm

Paris 6
Local: Rua Haddock Lobo, 1240 - Jardim Paulista
Tel: (11) 3085-1595
Site: www.paris6.com.br

P.J. Clarke’s
Local: Rua Doutor Mário Ferraz, 568 - Itaim
Tel: (11) 3078-2965
Site: www.pjclarkes.com.br

Passaparola Restaurante e Pizzaria
Local: Rua Jacques Felix, 239 - Vila Nova Conceição
Tel: (11) 3044-4949
Estacionamento: no local

Pasta & Vino
Local: Rua Barão de Capanema, 206 - Jardim Paulista
Tel: (11) 3081-8747
Site: www.pastaevino.com.br

Porto Luna
Local: Rua Tabapuã, 1417, Itaim Bibi
Tel: (11) 3071-2878 / 3071-2879
Site: www.portoluna.com.br

Quattrino
Local: Rua Oscar Freire, 506 - Jardim Paulista
Tel: (11) 3068-0319
Site: www.quattrino.com.br
Obs: o estabelecimento só não permite a entrada de Pit-bull

Restaurante Farfalla
Local: Rua Presidente Prudente, 117 - Jardim Paulista
Tel: (11) 3085-8146
Estacionamento: no local
Site: www.farfalla.com.br

Ruella
Local: Rua João Cachoeira, 1507 - Vila Olímpia
Tel: (11) 3842-7177
Site: www.ruella.com.br

Salve Jorge
Local: Praça Antônio Prado, 33, loja 17 - Centro
Tel: (11) 3107-0123
Site: www.barsalvejorge.com.br

Shopping Center Iguatemi São Paulo
Local: Av. Brig. Faria Lima, 2232 – Jardim Paulistano
Tel: (11) 3816-6116
Site: www.iguatemisaopaulo.com.br

Shopping Frei Caneca
Local: Rua Frei Caneca, 569 - Consolação
Tel: (11) 3472-2000
Site: www.freicanecashopping.com/paulista

Shopping Jardim Sul
Local: Giovanni Gronchi, 5819 - Morumbi
Tel: (11) 3779-3900
Site: www.jardimsul.com.br

Santana Parque Shopping
Local: Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2.780 - Santana
Tel: (11) 2238-3002
Site: www.santanaparqueshopping.com.br

Shopping Pátio Higienópolis
Local: Av. Higienópolis, 618 - Higienópolis
Tel: (11) 3823-2326
Site: www.patiohigienopolis.com.br

Shopping Villa-Lobos
Local: Av. das Nações Unidas, 4.777 - Alto de Pinheiros
Tel: (11) 3024-3851
Site: www.shoppingvilla-lobos.com.br

Fonte: PetMag

Obs: Antes de se dirigir a um dos estabelecimento a cima, confirme se não ocorreu alteração nas informações dadas, acessando o site ou por contato telefônico. 

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