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2a CAMPANHA DE PREVENÇÃO CONTRA O CÂNCER DE MAMA EM CADELAS



A clínica veterinária Onco Cane, realiza a 2ª Campanha de Prevenção Contra o Câncer de Mama em Cadelas, pois em pesquisas recentes os tumores mamários são, entre todos os tipos de tumores, os mais comumente diagnosticados em cadelas como nos seres humanos.Na primeira campanha foram atendidos mais de 130 cadelas onde 10% apresentaram algum tipo de manifestação da doença. A campanha quer atingir a todos os donos de cães e não só pessoas do segmento ou adoradores de cães. Para isso desenvolveu um charmoso vídeo com atuação de cães em uma bate papo de colegas (http://www.youtube.com/watch?v=RLktGlVmqjU&feature=youtu.be) sobre a prevenção.

A campanha não busca só fazer a prevenção da doença nos cadelas mas em divulga-la e alertar os proprietários que esquecem que seu pet também é um mamífero e pode ter as mesmas doenças do que os seres humanos e não sabem como descobrir tal temida doença. No caso do câncer mamário em cadelas o toque é tão fundamental para a prevenção como na mulher.

Em dados gerais em diversas pesquisas feitas fora do risco de desenvolvimento de tumores mamários em cadelas é de 0,5% em animais castradas antes do primeiro cio; 8% quando a esterilização for realizada após o primeiro cio e de 26% quando esse procedimento é feito após o segundo cio. Os animais submetidos à castração após os dois anos e meio de idade não necessariamente podem ser beneficiados pelos efeitos profiláticos da esterilização, isto porque consideramos que o tecido das glândulas mamária nesta espécie estão completamente diferenciadas neste período.





Sendo assim é muito importante alertar os donos de cadelas e até gatos da Grande SP, que segundo o IBGE é onde se concentra a maior população desse tipo de animal no Brasil. A campanha acontece no dia 27/10 no Parque do Ibirapuera, onde os donos das cadelas receberão informações gerais sobre prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama na espécie canina através de médicos veterinários e alunos dos cursos de medicina veterinária.

Os proprietários de cadelas jovens (até 1 ano de idade) serão informados e conscientizados sobre os benefícios da castração precoce como método de prevenção da doença. Proprietários de cadelas acima de 1 ano de idade e,principalmente as não castradas, caso tenham interesse, serão encaminhados para exame de palpação das mamas, realizado por médico veterinário.

O proprietário também poderão receber o treinamento de como a palpar toda a extensão de ambas as cadeias mamárias com especial atenção à consistência normal do parênquima mamário, à aparência da pele que recobre as mamas, à topografia e o formato dos mamilos.

Caso sejam detectadas quaisquer alterações como: nódulos, presença de secreção láctea ou hemática proveniente dos mamilos; fibrose ou aderênciada mama à musculatura subjacente ao à pele ou ainda ferimento da pele que recobre as mamas, o proprietário será orientado a procurar um serviço veterinário para diagnóstico e tratamento adequado.



Serviço:

2a CAMPANHA DE PREVENÇÃO CONTRA O CÂNCER DE MAMA EM CADELAS

Quando: 27/10/13 – domingo

Horário: 08h às 18h

Onde: Parque do Ibirapuera – Arena (em frente a ponte de ferro)

Site: www.oncocane.com

Vídeo da campanha: http://www.youtube.com/watch?v=RLktGlVmqjU&feature=youtu.be

Algumas fotos da 1º campanha: http://sdrv.ms/16GQmZO













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Livro traduz pensamentos bem-humorados de cães de estimação



Quem tem um cachorro de estimação em casa certamente já tentou traduzir as expressões e comportamentos inusitados destes animais. Pensando nisso, o publicitário Caio Mattoso reuniu diversas imagens dos "melhores amigos do homem" no livro Falar É Fácil, Quero Ver Latir (Ed. Original, 80 págs.) e tentou expressar o pensamento dos pets.



A proposta do autor é ver o mundo através dos olhos dos cães. O livro traz registros dos animais em momentos espontâneos e fez uma leitura bem-humorada sobre os possíveis pensamentos dos animais no momento em que foram fotografados.

Abaixo de cada frase, aparece a assinatura do "autor". Ou seja, a cada pensamento inventado, surge o nome do cachorro e sua raça. Por exemplo: "Os humanos estão destruindo o planeta e eu levo bronca porque derrubei um vaso. Quanta injustiça", diz Raul, da raça boston terrier.






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Meu pet está soltando muitos pêlos, o que fazer?


Não se assuste tanto quando se deparar com um amontoado de pelos em cada canto da casa. Para quem tem gatos e cachorros, essa é uma situação comum, porém também merece atenção para saber se está tudo dentro da normalidade.

Existem duas causas para a queda da pelagem: a fisiológica (natural) e a causada por algumadermatopatia.

A queda natural dos pelos acontece geralmente em duas épocas do ano: inverno e verão. Os pelos se “reciclam” para se adaptar as condições da temperatura da melhor forma possível. Dias de calor estimulam a queda para uma pelagem menos densa. Já os dias mais gelados estimulam a queda para substituição por novos pelos, mais grossos, que protegem o bichinho do frio.

Já na queda causada por alguma dermatopatia, é indispensável que o pet passe por uma consulta veterinária para fazer o tratamento adequado. Diferenciar os dois tipos de queda é fácil, pois na queda fisiológica, os pelos mesmo caindo continuam volumosos e normais, e na segunda, o bichinho apresenta a pelagem falha, com alguns “buracos” no meio dos pelos e a pele lesionada.

Outro motivo para as quedas pode ser a alimentação. No caso de animais que não apresentam nenhuma doença de pele, o problema pode ser regularizado oferecendo alimentação balanceada e com a já citada escovação.

Uma saída que os donos procuram, principalmente com os cachorros, são os banhos. Mas banhos muito frequentes podem mais atrapalhar do que ajudar. O ideal num cachorro saudável é que ele tome os banhos em um espaço de no mínimo uma semana. Mais do que isso pode até tornar a pelagem dele mais bonita num primeiro momento, mas provoca a remoção do “óleo” natural da pele, a barreira de proteção, deixando o animal propenso a adquirir alguma doença de pele e provocando uma queda maior ainda de pelos. Isso não significa que você deve relaxar e deixar o cachorro sujo, mas convém não exagerar. Os gatos precisam de menos banhos ainda, pois se lambem a todo o momento para fazer a higiene.

No geral, a queda dos pelos é algo normal, desde que haja a certeza de que seu bichinho está saudável, bem alimentado e escovado, por isso lembre-se de leva-lo periodicamente ao veterinário para ver se está tudo bem. Com esses pequenos cuidados, seu pet terá sempre uma pelagem linda!


Fonte: Labo Vet



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Crianças confundem o rosnar de um cachorro com sorriso


Um levantamento realizado na Grã-Bretanha aponta que quase metade das crianças serão mordidas por cachorros até os 7 anos. O fato de serem alvos fáceis deve-se a um erro de interpretação por parte dos pequenos: quando um cão mostra os dentes ao rosnar, eles pensam que o animal está sorrindo e tendem a se aproximar dele.

A leitura errada do comportamento acontece porque a criança foca sua atenção principalmente na boca e nos dentes do cachorro. Os menores de 5 anos são os mais suscetíveis a ataques, porque chegam mais perto do animal no intuito de entender o que ele quer. Isso torna vulneráveis a mordidas as regiões do rosto e do pescoço.

Por isso, a Universidade de Lincoln decidiu desenvolver um DVD interativo, chamado Blue Dog,com o objetivo de ensinar crianças na faixa dos 3 anos a entender as reações dos cachorros e identificar possíveis perigos. “É importante que as crianças aprendam a ter uma ideia de como é o ponto de vista do cachorro. Assim, elas poderão entender melhor o que o animal está sentindo e ter certeza de quando é o melhor momento de se aproximar”, afirma Kerstin Meints, uma das responsáveis pelo produto.

Fonte: Revista Veja
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TORÇÃO GÁSTRICA, O QUE É ISSO?


Você que tem cão de médio a grande porte, 
saiba o que é TORÇÃO GÁSTRICA,
e aprenda a identificar esse problema. 


O QUE È A DILATAÇÃO E TORÇÃO GÁSTRICA (GVD)?
A GVD é uma patologia em que o estômago se encontra dilatado com gás e, adicionalmente, pode ocorrer uma torção sob o seu eixo maior, resultando numa fermentação e aprisionamento de gás e ingestão no estômago.



O QUE PODE PROVOCAR ESSA PATOLOGIA?
A causa definitiva ainda está por esclarecer. Provavelmente esta patologia resulta de uma interação de vários fatores de risco: exercício vigoroso após ingestão de grandes quantidades de água ou após refeições; ingestão de dietas muito fermentáveis como feijão, grão, etc., associadas a uma única refeição diária, cadelas pós-parto com aumento das necessidades calóricas, stress e aumento da aerofagia (ingestão de ar). Animais que apresentem congenitamente um aumento da laxitude dos ligamentos hepatoduodenais e hepatogástricos são mais predispostos a sofrerem de dilatação e torção gástrica. Defeitos na eructação e uma diminuição do esvaziamento gástrico contribuem também para o aparecimento de GVD.

TRATA-SE DE UMA SITUIAÇÃO DE EMERGÊNCIA MÉDICA?
Sim, provavelmente é uma das patologias não traumáticas que resultam em morte, sem a ajuda imediata do médico veterinário.

 

EXISTEM RAÇAS MAIS SUSCEPTÍVEIS ?
Estatisticamente sabe-se que raças de grande porte com peito profundo como os Doberman Pinscher, Dogue Alemão, Setter, Pastor Alemão, São Bernardo, Serras da Estrela, Fila Brasileiro entre outras, são mais predispostas para ocorrer dilatação com torção gástricas.
No entanto ocasionalmente, pode ocorrer em raças pequenas como os Bulldogs Ingleses, Terriers, Basset Hound, Teckels, Caniches e Pequinois apenas dilatação do estômago.
Não existe predisposição sexual, podendo afetar animais entre os 2 meses e 15 anos. Normalmente esta condição ocorre 2 a 3 horas após a ingestão de uma refeição.

FATORES RELEVANTES:
- Esta patologia ocorre primariamente em cães de raças grandes e peito profundo.
- A dilatação gástrica sem torção pode ocorrer ocasionalmente em raças pequenas.
- O estômago distendido confere uma aparência dilatada no flanco esquerdo do animal.
- A percussão digital do estômago por de trás da última costela produz um som timpânico característico.
- O estômago dilatado faz compressão sobre o diafragma começando a ocorrer dificuldades respiratórias.
- Os animais tentam vomitar mas não o conseguem pois a passagem do cárdia para o esôfago encontra-se obstruída pela torção. Pode existir hipersiália (formação excessiva de saliva).
- A torção do estômago faz com que a circulação entre os vasos sanguíneos gástricos e esplênicos fique comprometida, resultando num choque profundo.
- Finalmente o animal colapsa, deitando-se lateralmente, podendo observar-se o enorme volume distendendo o abdômen.

É POSSÍVEL DISTINGUIR ENTRE UMA DILATAÇÃO GÁSTRICA E
UMA DILATAÇÃO COM TORÇÃO?

Através da realização de um raio-X abdominal, o veterinário conseguirá distinguir as duas situações.


PORQUE É QUE O CÃO ENTRA EM CHOQUE?
O gás acumulado no estômago comprime as veias abdominais que transportam o sangue de volta para o coração. A privação de sangue para os tecidos tem como conseqüência uma diminuição do aporte de oxigênio, fazendo com que o animal entre em choque. Adicionalmente, a pressão exercida pelo gás nas paredes gástricas provoca uma inadequada circulação sanguínea tendo como conseqüência a morte e ruptura da parede gástrica. A entrada de toxinas para a circulação e sua posterior absorção agrava ainda mais o quadro de choque.

O QUE PODE SER FEITO ?
A assistência por parte do médico veterinário deve ser imediata. É necessário que a pressão nas paredes do estômago e órgãos internos seja diminuída através da passagem de um tubo pelo estômago. Esta pressão também pode ser aliviada utilizando um cateter perfurando o estômago
É imperativo que se inicie o tratamento para reverter o choque com grandes quantidades de fluidos intravenosos. Uma vez que o paciente se encontre estabilizado, o estômago deverá ser recolocado na posição anatômica correta. Para tal o animal tem de ser submetido a cirurgia abdominal sem demoras.

EM QUE CONSISTE A CIRURGIA?
Após a recolocação do estômago na sua posição fisiológica, tem de se prevenir que haja recorrências, para tal é utilizado uma técnica cirúrgica – gastropexia. Este procedimento consiste em suturar uma porção do estômago à parede abdominal para que este não volte a rodar sobre si mesmo. Se existirem áreas de necrose (morte) da parede do estômago deverão ser removidas.



PODEMOS PREVINIR A GVD?
A gastropexia preventiva em animais predispostos é o método mais eficaz para evitar a ocorrência, podendo ser recomendado como profilaxia em animais valiosos. Na maior parte dos casos esta cirurgia não previne a dilatação mas sim a impossibilidade de torcer.
O maneio dietético passa por:
- administrar duas refeições fracionadas diárias 
- restrição de exercício antes e após a ingestão de água e/ou comida 
- ter especial atenção às necessidades dietéticas pós-parto e minimizar as situações de stress. 

Estas são algumas das situações em que os proprietários poderão intervir para minimizar os fatores de risco, no entanto não hesitem em contatar para mais algum esclarecimento relativamente a esta patologia que tanto afeta os nossos animais de companhia.

Existem no mercado algumas vasilhas especiais para animais gulosos,elas evitam que o animal ingira o alimento rapidamente engolindo muito ar.
Você pode também adaptar usando uma daquelas formas tradicionais de bolo com um furo no meio,ou ainda colocar uma bola(tipo de Tênis ou maior,pois alguns são capazes de engolir a de tênis) na vasilha da comida

QUAL A TAXA DE SOBREVIVÊNCIA?
Depende das circunstâncias em que o animal entre na clínica. Há que ponderar diversos fatores vitais como: severidade e agravamento da situação, problemas cardíacos secundários, extensão das áreas de necrose do estômago, entre outros. Existe a probabilidade de cerca de 15 a 20% de morte dos animais após cirurgia.

Freqüência de diagnóstico dos 3 tipos de patologias predominantes entre os cães gigantes em função da idade.
Uma pesquisa da Universidade de Purdue15 com
42 076 cães de 5 raças gigantes levados a consultórios veterinários (Dogue Alemão, São Bernardo, Rottweiler, Terra-Nova, Bouviers Suiços), ilustra a predominância de alguns problemas patológicos.
4 753 cães, ou seja, 11 % dos animais apresentavam :
• problemas ósteo-articulares (73 %)
• DILATAÇÃO-TORÇÃO GÁSTRICA (14 %) ou
• problema cardíaco (13 %).

A DILATAÇÃO-TORÇÃO GÁSTRICA
Neste estudo, a dilatação-torção gástrica representa
1,53 % das doenças diagnosticadas em cães gigantes, qualquer que seja a idade. A incidência varia com a idade, mas é máxima para os cães idosos de 7 a 10 anos. O Dogue alemão representa 73 % dos casos.

ATENÇÃO!
Ao encontrar ou resgatar um animal de rua ,desnutrido,não exagere na hora de alimenta-lo (coisa que muitos fazem,dando grande quantidade de comida de uma só vez),pois pode provocar uma Torção Gástrica. De pequenas porções ao longo do dia. 
Como o índice de óbito em animais que sofrem uma torção é muito alto (em torno de 60%) todo cuidado é pouco.

Alguns sinais que servem de alerta são:
-Inchaço anormal do abdômen
- Dificuldade para respirar;
- Salivação excessiva;
- Ânsia de vômito sem que o cão consiga vomitar;
- Palidez da mucosa (olhos e bocas).
-Inquietação seguida de apatia
-Perda de consciência
-Batimento cardíaco acelerado

Se você perceber algum desses sintomas, procure ajuda veterinária imediatamente! Uma torção gástrica pode matar o cão em apenas 3 horas. Por isso é essencial que o socorro seja imediato. 

Converse com o veterinário de seu cão, e obtenha maiores informações!
FONTE:DICAS PELUDAS


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Saiba o que é: Leishmaniose Visceral Canina



A Leishmaniose visceral canina é uma doença grave que acomete vários mamíferos, transmitida por um protozoário que tem o nome científico de Leishmania chagasi (infantum). O seu principal transmissor (vetor) é um inseto (flebotomíneo), da espécie Lutzomyia longipalpis, também conhecido como “mosquito palha”. O contágio em cães e no homem ocorre através da picada do inseto infectado.

O cão é considerado um importante reservatório do parasita pela sua proximidade com o homem e constitui o principal elo na cadeia de transmissão de Leishmaniose visceral nas zonas urbanas. Há outros animais silvestres que podem servir de hospedeiros intermediários desta doença, mas é impossível pegar a doença por contato direto com esses animais.

A Leishmaniose não é transmitida através de lambidas, mordidas ou afagos. O contágio ocorre somente através da picada da fêmea infectada do “mosquito palha”.

Mapa da leishmaniose visceral humana no Brasil

Abaixo podemos ver as principais áreas de risco da Leishmaniose visceral humana. E no caso da Leishmaniose visceral canina as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, são as mais prevalentes, porem a doença tem avançado também nos Estados da região Sudeste.





Principais sintomas

O aparecimento dos primeiros sintomas da Leishmaniose, após a transmissão pela picada do “mosquito palha”, pode demorar semanas ou até alguns anos; cerca de 20% dos animais infectados podem nunca manifestar sintomas. A maioria dos animais aparenta estar saudáveis na época do diagnóstico clínico, mas quando desenvolvem a doença podem apresentar os seguintes sintomas:

- Apatia (desânimo, fraqueza, sonolência);
- Perda de apetite;
- Emagrecimento rápido;
- Feridas na pele, principalmente no focinho, orelhas, articulações e cauda (que demoram a cicatrizar);
- Pelos opacos, descamação e perda de pelos;
- Crescimento anormal das unhas (onicogrifose) com o avanço da doença;
- Aumento abdominal (“barriga inchada” pelo aumento do fígado e do baço);
- Problemas oculares (olho vermelho, secreção ocular);
- Diarreia, vômito e sangramento intestinal.





Diagnóstico

Ainda não existe um método de diagnóstico que seja 100% específico para identificação da Leishmaniose visceral canina. Porém, a associação dos vários métodos disponíveis permite a obtenção de diagnósticos com boa sensibilidade e especificidade. Ao observar que seu animal está com sintomas que podem ser indicativos de Leishmaniose, é importante que você consulte um veterinário de sua confiança o mais rápido possível.

O diagnóstico da Leishmaniose é complexo e requer a realização de vários exames laboratoriais associados ao exame clínico para se chegar a um resultado definitivo. Geralmente, são realizados exames iniciais de triagem, chamados exames sorológicos (ELISA e RIFI) e depois devem ser solicitados os exames parasitológicos ou moleculares para confirmar a infecção. Não existem métodos de diagnóstico que sejam 100% confiáveis.

Portanto, recomenda-se:


Utilizar sempre mais de um método diagnóstico durante o exame de um animal suspeito de estar com Leishmaniose visceral canina, pois o uso isolado de determinada técnica pode dar margem à ocorrência de falsos negativos ou falsos positivos.

Peça ao veterinário que acompanhe a etapa de coleta do material para garantir que a mostra seja adequadamente coletada e conservada, e que seja enviada a um laboratório credenciado e de confiança.

Sempre realizar um exame parasitológico ou molecular para confirmar a infecção.
Como você pode ajudar?

Como a Leishmaniose visceral canina é uma doença grave e seu tratamento é complexo, a prevenção é a estratégia mais recomendada para o controle dessa doença.

O controle do inseto transmissor é considerado a melhor opção na luta contra a doença, segundo a Fundação Nacional da Saúde.


Cuidado com áreas de potencial contágio:

- Os donos dos cães devem observar alguns cuidados em áreas úmidas ou de decomposição de lixo:

- Evitar acúmulos de lixo no quintal e descartar o lixo adequadamente: é uma maneira de contribuir para a saúde do meio ambiente e ao mesmo tempo evitar a proliferação dos mosquitos.
- Manter o ambiente do cão, o quintal ou a varanda sempre limpos, livre de fezes e acúmulo de restos de alimentos e folhagens.
- Manter a grama e o mato sempre cortados, com retirada de entulhos e lixo, evitando a formação de uma fonte de umidade e de matéria orgânica em decomposição.

- Utilizar spray repelentes ou inseticidas ou cultivar plantas com ação repelente, como a citronela ou neem, no ambiente.


Medidas para proteger o seu cão da leishmaniose visceral canina:

- Vacine o seu cão anualmente com vacinas específicas para a Leishmaniose. Atualmente existem duas vacinas licenciadas pelo MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: a Leishtec® e a Leishmune®

- Utilize coleiras impregnadas com inseticidas (Scalibor®: trocar a cada seis meses) ou produtos spot on (solução em gotas aplicadas topicamente) de ação prolongada, que devem ser reaplicados a cada mês, inclusive ao transportar os animais para outras regiões

- Evite passeios com o seu cão no final da tarde e início da noite, que é o horário de maior atividade do mosquito palha

- Use telas de malha bem fina no canil ou na casinha do cachorro, nas portas e janelas de sua casa

- Utilize plantas com ação repelente a mosquitos (como citronela e neem)

- Manter o abrigo do seu cão sempre limpo, sem fezes ou restos de alimento.
Conheça a legislação sobre Leishmanioses.

Faça o download do folder e divulgue para os seus amigos e na redes sociais todas as recomendações e esclarecimentos sobre a Leishmaniose visceral canina. >>

PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.426, DE 11 DE JULHO DE 2008 , que proíbe o tratamento de leishmaniose visceral canina com produtos de uso humano ou não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

DECRETO Nº 51.838, DE 14 DE MARÇO DE 1963 , que baixa normas técnicas especiais para o combate às leishmanioses.


FONTE: WSPA BRASIL



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Filme: Água para Elefantes


Água para Elefantes, é um filme romântico, que gira em torno do jovem Jacob Jankowski (Robert Pattinson). O filme se passa na época da Grande Depressão, Jacob entrou, por um conjunto de razões, em um trem do circo dos Irmãos Benzini - O Maior Espetáculo da Terra. 
Ele era veterinário quase formado, e começou a trabalhar para o circo. O idoso Jacob (Hal Holbrook), lembra do mundo do circo como sua salvação e um inferno na Terra.
No circo, Jacob conhece Marlena (Reese Witherspoon), uma estrela do circo, noiva de August (Christoph Waltz), o treinador de animais. Conhece também Rosie, uma elefanta intreinável, que acaba sendo a grande esperança de salvação do circo. Em torno deste trio gira toda a história. O Filme é baseado no livro homônimo de Sara Gruen, dirigido por Francis Lawrence.

Indicamos esse filme pelo simples fato de que, apesar do romance do filme, a elefanta Rosie, rouba toda a cena do filme. É claro que, se tratando de um filme de época, o tratamento que se dava aos animais (e as pessoas) no começo do século passado, faz você "gostar" do filme entre aspas. Mas, apesar disso, retrata bem como o carinho e a compreensão, são melhores do que a estupidez humana!  Se você já assistiu, esperamos que tenha "gostado", se você não assistiu, assista para entender os "aspas", e depois comente para nós o que achou.



Fonte: Wikipedia, IMDb.

(Busque as melhores ofertas de DVD para esse filme, clicando aqui)

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Documentário sobre senciência animal


Em 2008 a WSPA Brasil, lançou um documentário “Animais: Seres Sencientes”. A senciência e o bem-estar animal têm ganhado crescente relevância no panorama internacional, influenciando inclusive os hábitos de consumo e o comportamento da sociedade. A questão também está intimamente ligada à balança comercial dos países, levando a adaptações de governos, que procuram seguir padrões internacionais de bem-estar e até mesmo lançam mão de sistemas produtivos alternativos – comentou Ingrid Eder, veterinária e Gerente de Campanhas da WSPA Brasil

Segundo Ingrid, a preocupação não se restringe aos animais de consumo: Isso atinge não só os animais de produção, como também os selvagens. Hoje a caça comercial de baleias, por exemplo, é vista com maus olhos, levando países a optar pelo lucrativo e educativo turismo de observação de baleias. Se pensarmos em animais de companhia, como cães e gatos, a população também está bastante atuante, promovendo a guarda responsável através da esterilização, da vacinação e da redução do abandono. Os animais de tração também estão sendo beneficiados com o surgimento de regulamentações. Enfim, em todas as áreas existem avanços para que os animais sejam respeitados.

A senciência, isto é, a capacidade de os animais sentirem dor, medo, prazer, alegria e estresse – além de terem memória e até saudade – é uma discussão recente no âmbito internacional e no Brasil.

Durante cinquenta e dois minutos, é mostrado que, de acordo com as mais recentes pesquisas científicas, os animais são seres Sencientes, e não máquinas destinadas a nos servir. E isso se aplica a todos os animais vertebrados (mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes). Para transmitir esses conceitos, o documentário conta com a participação dos maiores especialistas em bem-estar animal do Brasil e do mundo, que falam de maneira clara e didática sobre os animais (de companhia, de produção, selvagens, de entretenimento, etc.).

Assista, é saiba mais acessando o site do WSPA BRASIL



Fonte: WSPA Brasil.
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Livros Infantis de Direitos Animais (Gratuitos)


A União Libertária Animal, com parceria da Peta, traz para o Brasil, histórias em quadrinhos, com temas inéditos abordados sob a perspectiva dos direitos animais, mostrando como é a vida natural de alguns animais e questionando como eles são explorados pelos humanos. É um material rico em informação para crianças e adultos! Conheça o Projeto Ulinha - Direitos Animais para crianças!


Abaixo um dos livros que são distribuído gratuitamente (versão on-line) pela ULA. Conheça outros livros (pagos e gratuitos) e os trabalhos de ULA - União Libertária Animal (Grupo educacional de Direitos Animais) clicando aqui.

Vida de Cachorro




Livreto da Peta, traduzido e adaptado para a língua portuguesa pelo ULA.Usa a abordagem infantil para tratar de um assunto muito sério: maus tratos a animais domesticados. Mostra a história de uma cadelinha que vive presa numa corrente e todo o sofrimento que ela passa por seus tutores não terem responsabilidade. Incentiva a adoção, guarda responsável e mostra uma lista de sites de grupos que trabalham com resgate e adoção.
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O que fazer se seu cão for atropelado




Durante um passeio descontraído, donos de cães geralmente não imaginam que o animal possa sair correndo pela rua. Muitas vezes, essa “loucura” acontece porque o bichinho viu uma fêmea ou um gato. Como os cães que vivem dentro de casa nem sempre estão acostumados ao trânsito, eles são atropelados com mais frequência do que se imagina.

No desespero de tentar salvar o animal de estimação, o dono muitas vezes não sabe como agir e acaba atropelado também ou até mordido pelo cão. Morder é a maneira natural de cães se defenderem quando sofrem um acidente e estão sentindo dor. Quem tenta ajudar, mesmo que seja o dono, pode ser mordido.

O cachorro morde quando é tocado porque sente dor e os dentes são a arma que ele tem para se defender. O ideal é não tocar no animal e chamar um profissional para socorrê-lo. Para não piorar a lesão, é indicado movimentá-lo o mínimo possível até chegar ao veterinário mais próximo. Quando não há alternativa e o próprio dono tem de levar o cão para receber atendimento, a primeira providência a tomar é tirar o cachorro atropelado do meio da rua.

Em primeiro lugar, o dono precisa ter cuidado consigo mesmo. Muitos, para tentar ajudar o cachorro, se esquecem da própria segurança e acabam atropelados também. Para movimentar o cão, recomenda-se que o animal seja laçado com uma corda e arrastado até um lugar mais seguro.

Depois de tirá-lo da rua, é necessário isolar a boca do cão. O mais recomendado é colocar uma contenção adequada, como uma focinheira, ou mesmo amordaçar o cachorro, para que ele possa ser encaminhado para um veterinário. Cães estão sempre sujeitos a sofrer acidentes desse tipo e mordem mesmo. O uso de coleiras, mesmo nos cães mais sossegados, é essencial.

Como deve ser feito o socorro de um cão atropelado:

- Não mexa no cão nem toque nos ferimentos após o acidente
- Se não for possível esperar a chegada de um veterinário, espere até que o animal se acalme
- Lace o animal e o arraste até um local seguro
- Coloque uma contenção adequada para prevenir mordidas, como focinheira
- Tente movimentá-lo o mínimo possível até chegar ao veterinário.

Se o cão acidentado for um animal desconhecido, o cuidado deve ser redobrado, pois ele pode não estar vacinado e transmitir doenças à pessoa. Quando alguém é mordido por um animal estranho tem de tomar uma série de remédios para prevenir doenças, como a raiva.

Em caso de atropelamento, o serviço de limpeza pública da maioria das cidades do país recolhe o animal para ser feita eutanásia. Em caso de morte, o serviço transporta o corpo até o aterro sanitário.

Coleiras adequadas

Para que o animal não escape é importante que ele use uma coleira adequada. Na avaliação de Sayegh, os produtos oferecidos no mercado atualmente são muito bons e dificilmente se rompem ou apresentam problemas. Hoje, quando o cão escapa, é porque o dono não soube ajustar a coleira corretamente no animal.

O veterinário recomenda os “enforcadores”, que são ajustados no pescoço do cachorro e permitem que o dono tenha mais domínio. Existem produtos feitos com nylon, que são os mais indicados e oferecem grande resistência. Chegam a durar 10 anos sem apresentar problema nenhum, as pessoas podem trocar para variar as cores.

O modelo gentle leader também é indicado. É parecido com um cabresto de cavalo e mantém o animal sob controle. A coleira menos indicada é a peitoral. Muita gente deixa o peitoral frouxo e perde todo o controle sobre o cão, principalmente se for de grande porte. Alguns cães conseguem encolher a pata, passar pela coleira e fugir.

O dono não deve correr atrás do animal em caso de fuga. Se o cachorro escapar, o certo é não correr para alcançá-lo, mas chamá-lo de volta no lugar. Uma dica é correr na direção contrária. O cão vê que o proprietário quer brincar e corre para junto dele também.


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Handimals - Pintura Corporal por Guido Daniele

 
Guido Daniele, é um artista italiano, que desenvolveu uma técnica de "Pintura Corporal". Uma verdadeira experiência artística: usando uma técnica pintura corporal, ele cria e pinta corpos para diferentes situações, usadas em fotos publicitárias e comerciais, eventos de moda e exposições. Sua pesquisa artística pessoal recentemente levou à combinação de duas técnicas de retrato tradicionais, que são a fotografia e a pintura de óleo. Sua pesquisa começou em 2000 sobre "Handimals" marcado com o método de pintura corporal que tem um grande reconhecimento internacional. O mesmo, já esteve no Brasil em 2006 e 2008 mostrando seus trabalhos. Conheça: Guido Daniele





 


 


(Fotos apenas para divulgação, proibida sua reprodução)
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Fazendo um cadeira de rodas de PVC para cães


 Embora o PVC tenha longa vida útil e uma durabilidade de mais de 50 anos ele é 100% reciclável, sendo assim, existem milhares de maneiras para transformar este material em algo novo e diferente. É possível até mesmo reaproveitá-lo de maneira a beneficiar um animal necessitado.


O CicloVivo dá a dica de como construir uma cadeira de rodas para animais, reutilizando o PVC; um material barato, leve e funcional. A cadeira de rodas traz conforto e mobilidade aos animais que sofreram algum tipo de acidente, foram maltratados, ou até mesmo aos que nasceram com deficiência por algum problema genético e por isso perderam a capacidade de andar normalmente.

O custo de uma cadeira de rodas deste tipo é muito alto. Pensando em uma maneira de solucionar este problema, a ambientalista e protetora dos animais, Scheyla Bittencourt, desenvolveu uma cadeira de duas rodas para os animais com dificuldade.

"As cadeirinhas possibilitam que o tutor devolva ao animal a oportunidade de se movimentar, auxiliando na reabilitação", esclarece Bittencourt. Ela completa dizendo que "o equipamento serve para valorizar o animal deficiente e provocar a reflexão sobre temas como abandono, guarda responsável, lealdade e respeito aos animais em quaisquer circunstâncias".

Material

- Tubo de PVC ¾" 2 m;

- Cotovelo PVC ¾" 90º 8 un;

- Te PVC ¾" 4 un;

- Cap PVC ¾" 2 un;

- Luva PVC 3/4" 2 un;

- Rodinha de carrinho de feira 2 un;

- Prego ou parafuso grande para eixo da rodinha 2 un;

- Pano para o assento;

- Fita para prender no peito;

- Cola para tubo de PVC peq.



Método

O passo a passo explicativo está ilustrado na galeria acima. No entanto é necessário lembrar que devem ser tiradas as medidas exatas do cachorro que usará a cadeira e ir fazendo os ajustes necessários para que ela fique adequada ao seu tamanho. Se o animal for muito grande, devem ser usadas conexões maiores. As emendas são feitas com pequenos pedaços de tubo com 1,5cm. As patas do cachorro devem ficar com livre movimentação e encostadas no chão na posição natural. O eixo da roda deve ser adaptado na ponta do Cap, sendo furado e colado.

Informações de ONG AnimaiS.O.S
Fonte: Ciclo Vivo


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Convivência do bem: Crianças e Animais


Muitos mitos, boatos e tabus giram em torno da convivência de crianças e pets, especialmente das crianças que ainda estão na barriga das mães ou são bebês. Para os amantes de pets, nenhuma novidade, mas para muitos, uma surpresa: a convivência com os animais é benéfica para a saúde dos humanos.

Um estudo realizado na Finlândia e publicado na Pediatrics revelou que as crianças que convivem com cães têm menos chances de apresentar alguns tipos de infecções nos ouvidos ou problemas respiratórios do que aquelas que não têm bichos de estimação.

A pesquisa comprovou que os animais são responsáveis por desenvolver e aflorar o sistema imunológico dos bebês, ainda em seu primeiro ano de vida.

O estudo foi realizado com 397 crianças, entre nove e 52 semanas, que foram avaliadas por médicos do Hospital Universitário Kuopio, na Finlândia. Foi concluído que as crianças que tiveram contato com cães e gatos em casa ficaram significativamente mais saudáveis durante o período da pesquisa.


Além de nos dar muito amor e carinho e ser o melhor amigo do homem, os cachorros também são responsáveis pela saúde e bem estar de nossas crias. Apaixonante, não é mesmo?


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Você sabe identificar quando o seu pet está com dor?



Eles não choram nem gritam como os humanos. E justamente por isso nem sempre são bem interpretados. Os animais de estimação sentem dor, mas demonstram de maneiras diferentes. E o difícil, muitas vezes, é identificar isso.

De acordo com a veterinária Josimara Cazetta cães, gatos e aves reagem de forma parecida. “Mancar, movimentar a língua muitas vezes com ruídos altos, vômitos recorrentes sem motivo aparente, movimento repetitivo de lamber e mordiscar patas e articulações, olhos tristes e lacrimejantes são sinais de alerta”, conta.

Outros comportamentos também podem indicar que o bichinho está com dor. Entre eles estão a apatia, ficar muito tempo deitado, não brincar e levantar-se com dificuldade. Foi o que aconteceu com o gato Mimi, de 1 ano e meio. Após uma cirurgia de castração, os pontos inflamaram e, com a dor, veio a apatia. “Ele ficava o tempo todo deitado, não brincava conosco e se afastou de nós”, conta Bruna Tagliari Tardetti. A solução foi chamar o veterinário em casa. Essa é a principal orientação em casos de suspeita de dor. “Hoje existem medicamentos muito eficientes, mas devem ser ministrados com cautela e por um profissional da área, pois medicamentos de humanos podem ser tóxicos para os pets”, completa Josimara.

O controle e tratamento da dor também podem ser feitos com medicação homeopática, fitoterápicos, sessões de acupuntura, cromoterapia e mudanças nos hábitos alimentares.

Outra avaliação importante está no clima. Os animais percebem mudanças climáticas com antecedência e em quadros de osteoartrite, problemas reumáticos e luxações a dor pode aumentar. A buldog francês Bela, de seis anos, é cadeirante há três. De acordo com a veterinária ela teve paralisia por não receber cuidados adequados nos primeiros quadros de dor. “Ela começou com dores nas costas, que evoluíram para uma lesão permanente”, completa. Este caso serve como alerta para que o dono procure tratamento assim que perceber algo diferente no animal.

Agressividade
Em alguns casos o animal fica agressivo e intolerante. Caso isso aconteça, isolar não é a solução. A orientação é mantê-lo no ambiente de convívio. “É preciso respeitar o limite e o limiar de dor desse animal, pois violência gera violência. Muitos donos querem impor sua vontade em animais debilitados e isso pode gerar agressão”, conta Josimara. Outra sugestão é manter-se calmo diante da situação para não estressar ainda mais o animal.




Fonte: gazetadopovo.com.br




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10 maneiras de ajudar gatos e cachorros de rua



Você pode sim adotar um cão ou um gato abandonado. No entanto, existem outras formas dar uma mão para esses bichinhos.

1. Doe ração, acessórios e remédios veterinários

Muitas ONGs estão superlotadas e não conseguem fundos para alimentar todos os animais, ficando com seu orçamento no vermelho na maioria dos meses. Por isso, doar ração todos os meses é um ótimo jeito de ‘adotar’ um cãozinho ou gato sem ter espaço dentro de casa. Um pacote de 20 quilos custa, em média, R$ 80. Pesou? Doe um pacote mês sim, mês não. Além disso, você também pode doar acessórios, como coleiras usadas, roupinhas e cobertores para as instituições. Remédios dentro do prazo de validade também são aceitos.

2. Siga e compartilhe no Facebook

Diversos animais conseguem lares através do compartilhamento e comoção gerada em redes sociais. Por isso, ajude a causa compartilhando as ações delas no seu Facebook. É uma forma de auxiliar sem gastar nada - apenas alguns segundos do seu dia.

3. Ajude com dinheiro

Se você pode contribuir com dinheiro, vez ou outra, faça uma doação através de depósito bancário para instituições de sua confiança. Vale, porém, acompanhar o trabalho da instituição, para ver se o dinheiro está sendo gasto de maneira consciente. Não há valor mínimo para doar.

4. Abra suas portas temporariamente

Muitas ONGs e protetores de animais autônomos precisam de lares temporários para os animais resgatados, pois estão com seus espaços lotados para acolherem mais animais de rua. Por isso, se você quer ser um dono temporário, basta comunicar a ONG ou ao protetor, passar por entrevistas e vistorias. Tenha em mente, porém, que você é o dono temporário e que a qualquer momento o bichinho pode ir embora. Cabe lembrar também que muitos donos temporários acabam se apegando aos animais e os adotando definitivamente.

5. Divulgue notícias de maus tratos e de animais perdidos

Para que a criminalidade relacionada a animais diminua, a sociedade precisa ficar atenta e não deixar que pessoas que os maltratam saiam impunes. Fiscalizar através de redes sociais funciona. Você se lembra do caso da enfermeira, que em dezembro de 2011, agrediu um cãozinho da raça Yorkshire até a morte? Graças a postagens em redes sociais, o vídeo teve mais de 60 mil acessos em um único dia e ainda atingiu os Trending Topics (assuntos mais discutidos) do Twitter. Porém, a punição para esses casos ainda não é como os protetores dos animais gostariam que fossem: a enfermeira não foi presa, terá apenas de pagar cestas básicas ou prestar serviços à comunidade. Ao menos, graças às redes sociais, não ficou impune. Por isso, se você abraça a causa, compartilhe notícias de maus tratos em sua rede e acompanhe o caso - não deixe que caia no esquecimento. Ah, compartilhar casos de animais perdidos também pode ajudar os bichinhos a encontrarem os donos novamente.

6. Adote um amigo

Em vez de comprar um animal de estimação, pense em adotar de ONGs e abrigos. A vantagem é que há cães e gatos de todas as idades, que se adaptarão a todos os perfis de donos - desde os mais calmos aos mais agitados. Adotar os mais idosos traz outra vantagem: o temperamento dele não mudará, ideal para quem mora em apartamento e precisa de animais mais calmos.

7. Faça trabalho voluntário

Algumas instituições precisam de ajuda voluntária para a realização de suas ações. O dia do banho, dia do passeio, etc precisa muito dessa ajuda voluntária. Além disso, muitas ONGs precisam de voluntários fixos. Basta querer ajudar e se comprometer mensalmente.

8. Assine petições contra abusos

Ficou sabendo de uma nova petição que protegerá os animais? Entre no site, assine e divulgue entre sua rede de conhecidos. 

9. Apadrinhe um animal

Você ama animais, mas não pode tê-los em casa por motivos diversos? Então, apadrinhe um. Diversas ONGs, instituições e associações oferecem essa opção. Funciona assim: você fica responsável por um animal específico, contribuindo em dinheiro para o bem-estar dele, até que ele seja adotado. Também pode visitar e levar muito carinho.

10. Socorra ao ver um animal doente na rua

Caso veja algum animal atropelado ou doente, preste socorro, levando a uma instituição ou a um hospital veterinário mais próximo. Muitos hospitais, ao saberem que o animal é de rua, cobram um preço mais barato. Além disso, os animais de São Paulo ganharam um Hospital veterinário público. O projeto é do vereador Roberto Tripoli (PV). Fica localizado no bairro do Tatuapé, zona leste da cidade. Veja o que fazer caso encontre um animal de rua que precisa de ajuda:

• Após levar ao hospital, divulgue que você encontrou o animal, com cartazes pelas ruas e também em redes sociais. Deixe o cartaz em clínicas veterinárias próximas e pet shops.

• Se não encontrar os donos e você não puder ficar com o animal, recorra a uma ONG ou a algum amigo ou parente.
 



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Dicas sobre Tartarugas Aquáticas

Tartarugas aquáticas são bastante admiradas como bichinhos de estimação, por seu tamanho e por sua aparência bonitinha, mas não se engane: elas são bem difíceis de manter e cuidar. Elas requerem trabalho e cuidado intenso se comparadas a outros animaizinhos domésticos. Exatamente por isso, elas não são adequadas para serem bichinhos de estimação de crianças. Seguem abaixo alguns requisitos fundamentais para que sua tartaruguinha possa viver mais e com saúde.



Quando se fala da dieta das tartaruguinhas, é importante dizer que elas são animais carnívoros. Por isso, gostam muito – e precisam – de carne em suaalimentação. Elas também podem ganhar comidinhas artificiais (ração) que você pode comprar em qualquer pet shop. Essas rações podem ser dadas às tartarugas todos os dias. Também é uma boa idéia incluir larvinhas, grilos e minhocas na sua alimentação regular. É aconselhável que você a tire da sua bacia, banheirinha ou tanque para alimentá-la. É muito importante que você providencie uma bacia ou recipiente somente para que ela faça as refeições, pois isso manterá a casinha da tartaruga muito mais limpa evitando, assim, o surgimento de bactérias que podem fazer com que seu bichinho fique doente.

Você pode providenciar suplementos para sua tartaruga, tais como vitaminas, cálcio e fósforo. Geralmente a ração que você compra no mercado já inclui tais suplementos. A quatidade de comida necessária e a freqüência de alimentação depende do tamanho e natureza da tartaruga; você pode obter mais informação com um criador ou veterinário sobre a freqüência e quantidade de comida a ser dada.


 
É essencial que você proporcione um habitat adequado para sua tartaruga aquática. Assegure-se que o recipiente que você reservar para ela seja limpo e com um tamanho suficiente; é aconselhável que o recipiente ou tanque tenha uma plataforma e degraus para que sua tartaruga possa escalar. Algumas coisas necessárias no habitat da tartaruguinha são:

Luzes: a tartaruga precisa de raios UVA e UVB para que ela possa absorver cálcio e outros nutrientes adequadamente. Essa luz pode ser natural ou artificial.

Aquecedor: outro requisito essencial. A temperatura ideal para esses animaizinhos é de 24° a 25ºC e ela pode ser facilmente atingida ao colocar um aquecedor submerso no tanque. A temperatura no banho de sol deve ser em torno de 29º a 32°C.

Purificador de água: também é importante colocar um purificador de água no tanque da sua tartaruguinha, já que elas são criaturinhas bagunceiras. Para evitar a proliferação de bactérias na água, é essencial o uso do purificador; tenha filtros submersos no tanque.

É muito importante que esses passos básicos sejam cuidadosamente preenchidos: um lugar limpo e adequado, comida fresca e limpa, e água fresca são mais do que fundamentais para a boa saúde de sua tartaruguinha aquática.






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Como cuidar de cães idosos



Por Camila Carnicelli - Médica veterinária

O tempo vai passando e mais rápido do que podemos esperar nosso bichinho querido se torna um animal idoso. O que nos alivia é que hoje em dia, com o avanço das pesquisas na medicina veterinária é possível prolongar a expectativa de vida dos animais através da prevenção ou até mesmo do diagnóstico precoce de doenças graves.

Cães de raças grandes são considerados idosos a partir dos sete anos de idade e os de raças pequenas, a partir dos oito anos. Nessa faixa etária ocorrem muitas alterações físicas e comportamentais. A pelagem vai se tornando esbranquiçada, principalmente na face. Muitos animais diminuem a atividade física e passam a dormir mais horas por dia, alterando também a necessidade de ingestão calórica.



Para isso existem no mercado rações específicas chamadas de 'senior'. Elas possuem menos gordura e mais fibras, o que ajuda na manutenção do peso, menos proteínas, para não sobrecarregar os rins sensíveis dos cães idosos, além de grãos mais fáceis de quebrar, pois os dentes do nosso amigo já não são mais os mesmos.

Os dentes merecem cuidados dobrados nessa fase, pois o acúmulo de tártaro é muito comum e a gengivite que acompanha o tártaro pode ser uma porta de entrada para bactérias na corrente sanguínea, causando problemas graves nos rins e no coração.

A visão, a audição e o olfato também se alteram com a chegada da idade. A ingestão de água também deve ser observada. Fique atento se o seu animal idoso aumentou o consumo de água e a produção de urina, pois os cães estão propensos a desenvolver diabetes nessa fase da vida. Além destes, outros sintomas como a perda de peso e o aumento na ingestão de comida também estão associados à doença.

Algumas raças como o Pastor Alemão, Labrador e o Rottweiler são predispostas a problemas articulares que se agravam na velhice. Suplementos a base de condroitina, quando oferecidos durante toda a vida do animal, ajudam a amenizar esses problemas. Não se esqueça de que todo medicamento ou suplemento deve ser prescrito apenas pelo médico veterinário.

Avaliações clínicas em animais idosos devem ser feitas a cada seis meses. Além de um exame físico completo, devem ser realizados exames de sangue, fezes e urina. A ultrassonografia abdominal periódica ajuda a detectar possíveis alterações nos órgãos, possibilitando um diagnóstico precoce e o início de um tratamento mais adequado. Lembre-se que as vacinas são a principal forma de evitar doenças, inclusive nos velhinhos, e são necessárias durante toda a vida do seu animal.

O processo de envelhecimento nos animais, assim como nos seres humanos, pode variar de acordo com cada indivíduo. O que vai garantir uma aparência mais 'conservada' e um organismo mais saudável são os cuidados que ele recebeu ao longo da vida. Por isso é muito importante uma alimentação de boa qualidade, vacinas em dia e visitas periódicas ao médico veterinário, além de todo amor e carinho.


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10 Maneiras de ajudar cães e gatos


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