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JOGAR CHICLETE NO CHÃO NÃO É CULTURA - ARMADILHA PARA PÁSSAROS


Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta, os passarinhos comem restos de chicletes deixados, irresponsavelmente, em qualquer lugar, ao invés de serem jogados no lixo. Ao sentirem o chiclete grudando em seu bico, os passarinhos tentam, desesperados, retirá-lo com os pés… Em algumas vezes, acontece o pior: acabam sufocados e morrem asfixiados.

Por isso quando terminar de mastigar o chiclete, por favor, embrulhe-o num pedaço de papel e joguem-no no lixo. Só assim evitaremos que o pior aconteça a delicadas criaturas como os pássaros. Vamos colaborar com esses seres maravilhosos da natureza conscientizando as crianças e conscientizando também uns aos outros. Só depende de nós a preservação de cada espécie do nosso planeta. A natureza, nossos olhos e ouvidos agradecem.

Seja você também consciente e ajude a natureza. Melhor ainda do que embrulhar o chiclete mascado e jogá-lo no lixo, seria nem consumi-lo já que ele engana nosso estômago e se engolido pode trazer sérios riscos à saúde. Mascar chiclete, um hábito comum tanto entre crianças quanto entre adultos, pode ainda provocar danos à saúde. Quando engolido, o chiclete causa diarréia, náuseas e distúrbios gastrintestinais em geral. De acordo com pediatras americanos não há mais dúvidas que a conhecida goma de mascar é um perigo, principalmente, para crianças, que, muitas vezes, engolem o chiclete involuntariamente.


















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11 DICAS SOBRE BANHOS EM CÃES E GATOS



1 ) Quantas vezes por mês cachorros e gatos devem tomar banho?

Depende do animal, tipo de pelagem e de possíveis problemas de pele. Normalmente os gatos são mais limpos, fazem a higiene do pelo (se lambem) todos os dias. No caso dos gatos um banho por mês pode ser suficiente, mais com o intuído de retirar os pelos mortos assim como a escovação do pelo diariamente. Alguns gatos podem tomar banhos com intervalos de meses. Já os cães podem tomar banhos semanalmente ou a cada 15 dias. Depende de quanto se sujam (alguns cães que saem todo dia à rua pode voltar sujos) ou mesmo na dependência do tipo de pelagem podem requerer banhos mais freqüentes. Cães com problemas de pele como seborréia ou piodermites podem até tomar 2 banhos por semana de acordo com a orientação do médico veterinário.

2 ) É comum os donos de pets optarem pelo banho caseiro. Que tipo de cuidados o dono deve ter durante o banho do animal?

Recomenda-se um local seguro para o animal e para o dono, água de preferência morna e secador e toalha. O animal deve estar calmo e acostumado a essa rotina. O xampu deve ser de uso veterinário ou um sabonete neutro. Antes de iniciar o banho deve-se colocar algodão nos ouvidos para evitar entrada de água com o cuidado de não colocar um volume muito pequeno de algodão que entre no ouvido e depois não consiga retirar. Deve-se iniciar o banho pela cabeça em direção ao corpo tomando cuidado especial com os olhos e ouvidos.

3 ) O que deve ser observado antes de escolher o xampu do animal?

Para animais sem problemas de pele um xampu neutro de uso veterinário pode ser escolhido, ou então um sabonete neutro. Para animais com problemas de pele (seborréia, piodermite etc) o xampu deve ser prescrito por um médico veterinário, assim como a freqüência dos banhos e cuidados com o uso.

4 ) Como deve ser a temperatura da água?Por quê?

A temperatura deve ser morna, para que o banho se torne agradável. Água muito fria ou muito quente pode tornar o banho desagradável. Nos dias quentes pode se optar por banho com água em temperatura ambiente (água de torneira).

5 ) De que forma os pêlos dos animais devem ser secados?

Depende do tipo de pelagem, mas na maioria dos animais deve-se iniciar a secagem com uma toalha, enxugando bem a cabeça e orelhas, retirando então o algodão dos ouvidos e depois secar o corpo. O uso ou não do secador vai depender do tipo de pelagem e da temperatura ambiente. Animais de pelo longo e/ou denso vai exigir o uso de secadores. Animais de pelo curto em dias quentes o uso somente da(s) toalha(s) pode ser suficiente. Nos dias mais quentes deve-se evitar o uso de secadores ou então usar secador com temperatura fria. Não podemos esquecer que os cães não transpiram como nós e os banhos quentes e/ou uso de secadores quentes pode aumentar consideravelmente a temperatura corpórea do seu cão.

6 ) Que tipo de problemas um banho inadequado podem ocasionar ao animal?

Otites (infecção dos ouvidos), alguns acidentes com o contato do xampu com os olhos (como úlceras de córneas), aumento da temperatura corpórea devido uso de água e/ou secador muito quente, assim como problemas de pele pelo uso incorreto do xampu ou enxágüe insuficiente (deixar com resíduos de sabonete/xampu). Para animais com predisposição a piodermites, o pelo úmido no caso de secagem incorreta pode predispor ou agravar o quadro.

7 ) A partir de que idade o pet pode tomar banho?

A partir de 40 dias de idade para filhotes saudáveis. Não recomendamos banhos em pet shops antes do final das vacinas, devido à possibilidade de contato com outros animais. O banho por si só não faz mal aos filhotes, mas a situação de estresse, assim como o contato com outros animais pode predispor a algumas doenças principalmente viroses para aqueles indivíduos com vacinação incompleta. Assim recomendamos uma limpeza se necessário com lenços umedecidos e se for o caso um banho sob orientação e cuidados do seu médico veterinário.

8 ) Existe diferença entre o banho de animais adultos e filhotes?Em caso afirmativo, qual?

Um filhote por não estar acostumado a situação do banho pode se estressar mais facilmente, mas com o tempo se acostuma. Os cuidados com os olhos e ouvidos são os mesmos. Deve se evitar para aqueles que não tiverem as vacinas completas o contato com outros animais ou mesmo a permanência dos filhotes em gaiolas no pet shop. Os animais adultos acostumados ao banho se estressam menos.

9 ) Como deve ser realizada a limpeza de regiões mais sensíveis como os olhos e a orelha?

Os olhos devem ser limpos com algodão e água passando levemente sobre as pálpebras do nariz em direção as laterais dos olhos. Os ouvidos devem ser limpos com algodão seco enrolando o algodão no dedo e limpando somente até onde o seu dedo alcança. O uso de cotonetes deve ser evitado. Caso os ouvidos tenham muita cera, sensibilidade exagerada, desconforto, coceira ou odor estranho, deve-se levar ao veterinário para ser examinado.

10 ) É comum a queda de pêlos durante o banho? Por quê?

Animais de pelo curto tem queda de pelos o ano todo, mais intenso nos meses da primavera e outono, quando ocorre a troca de pelo sazonal. Animais de pelo longo normalmente não trocam de pelo (necessitam ser tosados). Em ambos os casos não deve haver falhas na pelagem ou lesões na pele. Na troca de pelo sazonal, cai muito pelo, mas não ficam falhas na pelagem.

11 ) É necessária a utilização de uma bucha para o banho? Por quê?

Depende do tipo de pelagem, mas uma bucha pode auxiliar na limpeza principalmente no meio dos dedos.


Fonte: Pet Care


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Ensinando a fazer xixi e cocô no jornal


É preciso ter paciência pra ensinar seu cãozinho a fazer xixi e cocô no lugar certo. Mas não se preocupe, ele aprende relativamente rápido, só depende do seu método de ensino.

Pode ser que você pense que seu cão já aprendeu, mas um belo dia ele erra o local. Acontece. Não desanime nem se desespere. Essas ondas fazem parte do processo de aprendizado e não vai demorar para que ele acerte 100% das vezes.

Como ensinar a fazer no lugar certo? Vamos lá!

Nas primeiras semanas, seu cachorrinho não deve ficar solto pela casa toda. Tanto por causa das necessidades quanto por causa da segurança mesmo. Ele é um bebê. Imagine-o como uma criança, que precisa brincar em um local determinado e não pode ficar solta por todo o apartamento.

Agora que você já delimitou o local (área da cozinha, varanda, etc), forre TODO o chão com jornal, sem deixar frestas. Ele tem que ter espaço para fazer as necessidades, além de brincar e dormir. Lembre-se de limpar SEMPRE o jornal, porque ele tem que sentir que as necessidades estão sendo absorvidas.

Deixe-o aí por uma semana (NÃO TIRE, nem com supervisão). Brinque bastante com ele nesse espaço e se ele fizer, estará fazendo no lugar certo. Elogie sempre que o vir fazendo no jornal. Faça festa, incentive.

Na segunda semana, tire uma parte do jornal (onde ele escolheu para dormir) e troque por uma cama (ou paninho), tire o jornal de onde ele come, deixando apenas as tigelinhas. Continue com todo o resto forrado com o jornal.

Vá reduzindo TODO DIA UM POUQUINHO o resto do jornal. Se ele fizer no lugar certo, agrade-o. Se ele fizer no lugar errado, volte o treinamento em um dia. Mantenha ele nesse espaço na segunda semana também. Brinque com ele aí, leve as pessoas para vê-lo nesse espaço. Não se esqueça de deixar os brinquedos para ele.

Na terceira semana, espere que ele coma, faça as necessidades e só aí deixe-o sair. Se ele começar a rodar cheirando o chão, ou a cada duas horas (o que vier antes), leve-o para o espaço com jornal. Só deixe-o sair depois de ter feito as necessidades, mesmo que pareça que ele perdeu a vontade.

Se ele começar a fazer no lugar errado, diga NÃO, pegue-o e leve-o para o espaço. Ele vai fazendo no caminho mesmo, porque ele não tem controle total sobre as necessidades. Se ele terminar no jornal, mesmo que seja uma gotinha, elogie-o como se tivesse acertado. Se não, deixe-o preso até que faça as necessidades no jornal. Não brinque exaustivamente com ele… muitos cães, para não atrapalhar a brincadeira, seguram as necessidades até não aguentar mais e fazem onde estão mesmo. Por isso, brinque bastante, mas não se esqueça de parar de vez em quando e prendê-lo (é igual a criança, é você que tem que lembrá-la que ELA está com vontade de ir ao banheiro).

Também deixe-o preso quando não puder ficar olhando.

Dentro de pouco tempo você vai perceber que ele começa a procurar o jornal sozinho. Elogie MUITO toda vez que ele acertar.

Destruir o jornal

O barulho do jornal sendo rasgado é tentador para um filhotinho e é muito comum que ele queira se divertir picotando o jornal todo com as unhas e os dentes.

Para acabar com esse hábito, borrife um pouco de água no jornal e deixe-o úmido. Dessa forma, ele não vai fazer barulho quando for rasgado e seu bichinho não vai ficar tentado a destruí-lo.

Para não deixar os papéis soltos, prenda com uma fita adesiva no chão sempre que for trocar.



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Encontrei um gatinho abandonado... E agora?











Todos os dias dezenas de gatinhos nascem nas ruas, ou são abandonados por pessoas irresponsáveis. É humanamente impossível para os protetores e ONGs resgatar todos eles – não há espaço, não há dinheiro. Mas, se cada um fizer sua parte, fizer um pouquinho, quem sabe um dia o problema será se não resolvido, pelo menos minimizado.

Se você encontrar um gatinho na rua e se dispuser a abrigá-lo e cuidar dele até que possa ser doado (você só precisa de um banheirinho, até mesmo um box de chuveiro já serve para abrigá-lo temporariamente!), nós teremos o maior prazer em ensinar e orientar sobre o que fazer, como cuidar, como divulgar para que ele encontre um lar. MAS VOCÊ TEM QUE FAZER A SUA PARTE!

Algumas dicas básicas mas muito importantes:

Sua preocupação imediata deve ser a de levar o gatinho ao veterinário, para passar por um check-up, tomar vermífugo e vacinas, dependendo do caso até um bom banho.

Se você já tem gatos em casa, em hipótese alguma coloque o gatinho encontrado em contato com eles. Ele pode ter alguma doença contagiosa que irá colocar em risco os gatos residentes (mesmo que você já o tenha levado ao veterinário, algumas doenças ficam encubadas e só vão se manifestar tempos depois). Mantenha-o isolado em um banheiro ou quarto. Sempre lave as mãos e se possível troque de roupa (ou use um roupão/avental) depois de ter contato com o gatinho resgatado.

GATINHOS ÓRFÃOS

Muitas pessoas se recusam a castrar suas gatas, e quando elas têm ninhadas simplesmente jogam os bebês no lixo, às vezes ainda com o cordão umbilical! Caso encontre gatinhos órfãos, que ainda precisam mamar, acesse os links abaixo e encontrará todas as informações necessárias para tentar salvar essas vidinhas. É trabalhoso, mas a recompensa é imensa! Nos colocamos à disposição para tirar qualquer dúvida e ajudá-lo a enfrentar essa tarefa.


Recebemos inúmeros pedidos de ajuda todos os dias, mas não temos condições físicas nem financeiras de atender a todos eles, pois já estamos cuidando dos vários gatinhos resgatados por nós mesmas. Nosso espaço é super limitado, nosso orçamento mais ainda, e parece que temos um ímã para gatinhos abandonados, onde vamos encontramos um. Não deixamos de ajudar simplesmente porque não queremos (como muita gente insinua) – nos desdobramos para ajudar sempre que possível, mas quando dizemos que não podemos pegar um gatinho é porque realmente não podemos, e sofremos com isso.

Portanto, não resgate um animal achando que vai simplesmente entregá-lo para um protetor ou ONG, porque isso é jogar a responsabilidade em cima de outras pessoas, que muitas vezes tiram do próprio bolso o dinheiro para alimentar os animais que já estão sob seus cuidados. Lembre-se que protetores e ONGs realizam um trabalho de iniciativa privada e VOLUNTÁRIO, e não têm a obrigação de recolher animais acima de sua capacidade. E se você conseguir alguém com disponibilidade para recolher o gatinho que você encontrou, o mínimo que pode fazer é se oferecer para pagar as despesas com vacinas e/ou castração.

Também não resgate um animal achando que irá levá-lo para o “abrigo” ou para o Centro de Zoonoses. Não existe “um lugar para onde eu possa levá-lo”, como muitas pessoas nos perguntam. Não existem no Brasil abrigos mantidos pelo poder público, e CCZs NÃO SÃO ABRIGOS!! O animal terá muito mais chances de sobreviver se você o deixar na rua do que se o levar para o Centro de Zoonoses.


Fonte: Resgatinhos




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Para salvar cadela com câncer, dona gasta R$ 8 mil com quimioterapia


Dona da poodle Mel diz que fará o que puder para salvar a cadelinha.
A cadelinha está na sexta sessão, faltam mais 4 para acabar o tratamento.


A cadelinha Mel, de sete anos de idade, luta há quase sete meses contra um linfoma. A doença começou com nódulos na garganta, foi diagnosticado o câncer e desde então Mel passa por cirurgias e sessões quimioterápicas, em Porto Velho. A dona da cadelinha afirma que já gastou quase R$ 8 mil com exames, cirurgias e sessões de quimioterapia.

"A Mel é tudo pra mim. Ela é muito especial, onde eu estou, ela também está. Até deixo de comprar as coisas para mim, para ajudar no tratamento dela. Enquanto eu puder ajudar, eu farei", garante Vera Gomes, dona da poodle.

Vera relata que os pelos de Mel sofreram queda e começaram a crescer mais grossos e amarelados. "Depois das sessões de quimioterapia, ela [Mel] volta para casa muito fraquinha. Vomita, tem crise de diarreia, mas a gente sabe que são efeitos do tratamento", explica a dona de Mel.

A cadelinha está na sexta sessão, faltam mais quatro para acabar o tratamento. O veterinário Julian de Paula conta que Mel está indo bem no tratamento e deve ficar boa.

Além de Mel, Vera tem mais quatro cães: o Alvin, que é 'namorado' da Mel, os dois filhotinhos do 'casal' e a Sininho, uma pinscher de 10 anos, 'que é a mais velha de todos'. " O cuidado e amor é igual com todos eles. O carinho deles com a gente é tão grande que isso é o mínimo que podemos retribuir por eles", afirma Vera.



Fonte: G1


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TORÇÃO GÁSTRICA, O QUE É ISSO?


Você que tem cão de médio a grande porte, 
saiba o que é TORÇÃO GÁSTRICA,
e aprenda a identificar esse problema. 


O QUE È A DILATAÇÃO E TORÇÃO GÁSTRICA (GVD)?
A GVD é uma patologia em que o estômago se encontra dilatado com gás e, adicionalmente, pode ocorrer uma torção sob o seu eixo maior, resultando numa fermentação e aprisionamento de gás e ingestão no estômago.



O QUE PODE PROVOCAR ESSA PATOLOGIA?
A causa definitiva ainda está por esclarecer. Provavelmente esta patologia resulta de uma interação de vários fatores de risco: exercício vigoroso após ingestão de grandes quantidades de água ou após refeições; ingestão de dietas muito fermentáveis como feijão, grão, etc., associadas a uma única refeição diária, cadelas pós-parto com aumento das necessidades calóricas, stress e aumento da aerofagia (ingestão de ar). Animais que apresentem congenitamente um aumento da laxitude dos ligamentos hepatoduodenais e hepatogástricos são mais predispostos a sofrerem de dilatação e torção gástrica. Defeitos na eructação e uma diminuição do esvaziamento gástrico contribuem também para o aparecimento de GVD.

TRATA-SE DE UMA SITUIAÇÃO DE EMERGÊNCIA MÉDICA?
Sim, provavelmente é uma das patologias não traumáticas que resultam em morte, sem a ajuda imediata do médico veterinário.

 

EXISTEM RAÇAS MAIS SUSCEPTÍVEIS ?
Estatisticamente sabe-se que raças de grande porte com peito profundo como os Doberman Pinscher, Dogue Alemão, Setter, Pastor Alemão, São Bernardo, Serras da Estrela, Fila Brasileiro entre outras, são mais predispostas para ocorrer dilatação com torção gástricas.
No entanto ocasionalmente, pode ocorrer em raças pequenas como os Bulldogs Ingleses, Terriers, Basset Hound, Teckels, Caniches e Pequinois apenas dilatação do estômago.
Não existe predisposição sexual, podendo afetar animais entre os 2 meses e 15 anos. Normalmente esta condição ocorre 2 a 3 horas após a ingestão de uma refeição.

FATORES RELEVANTES:
- Esta patologia ocorre primariamente em cães de raças grandes e peito profundo.
- A dilatação gástrica sem torção pode ocorrer ocasionalmente em raças pequenas.
- O estômago distendido confere uma aparência dilatada no flanco esquerdo do animal.
- A percussão digital do estômago por de trás da última costela produz um som timpânico característico.
- O estômago dilatado faz compressão sobre o diafragma começando a ocorrer dificuldades respiratórias.
- Os animais tentam vomitar mas não o conseguem pois a passagem do cárdia para o esôfago encontra-se obstruída pela torção. Pode existir hipersiália (formação excessiva de saliva).
- A torção do estômago faz com que a circulação entre os vasos sanguíneos gástricos e esplênicos fique comprometida, resultando num choque profundo.
- Finalmente o animal colapsa, deitando-se lateralmente, podendo observar-se o enorme volume distendendo o abdômen.

É POSSÍVEL DISTINGUIR ENTRE UMA DILATAÇÃO GÁSTRICA E
UMA DILATAÇÃO COM TORÇÃO?

Através da realização de um raio-X abdominal, o veterinário conseguirá distinguir as duas situações.


PORQUE É QUE O CÃO ENTRA EM CHOQUE?
O gás acumulado no estômago comprime as veias abdominais que transportam o sangue de volta para o coração. A privação de sangue para os tecidos tem como conseqüência uma diminuição do aporte de oxigênio, fazendo com que o animal entre em choque. Adicionalmente, a pressão exercida pelo gás nas paredes gástricas provoca uma inadequada circulação sanguínea tendo como conseqüência a morte e ruptura da parede gástrica. A entrada de toxinas para a circulação e sua posterior absorção agrava ainda mais o quadro de choque.

O QUE PODE SER FEITO ?
A assistência por parte do médico veterinário deve ser imediata. É necessário que a pressão nas paredes do estômago e órgãos internos seja diminuída através da passagem de um tubo pelo estômago. Esta pressão também pode ser aliviada utilizando um cateter perfurando o estômago
É imperativo que se inicie o tratamento para reverter o choque com grandes quantidades de fluidos intravenosos. Uma vez que o paciente se encontre estabilizado, o estômago deverá ser recolocado na posição anatômica correta. Para tal o animal tem de ser submetido a cirurgia abdominal sem demoras.

EM QUE CONSISTE A CIRURGIA?
Após a recolocação do estômago na sua posição fisiológica, tem de se prevenir que haja recorrências, para tal é utilizado uma técnica cirúrgica – gastropexia. Este procedimento consiste em suturar uma porção do estômago à parede abdominal para que este não volte a rodar sobre si mesmo. Se existirem áreas de necrose (morte) da parede do estômago deverão ser removidas.



PODEMOS PREVINIR A GVD?
A gastropexia preventiva em animais predispostos é o método mais eficaz para evitar a ocorrência, podendo ser recomendado como profilaxia em animais valiosos. Na maior parte dos casos esta cirurgia não previne a dilatação mas sim a impossibilidade de torcer.
O maneio dietético passa por:
- administrar duas refeições fracionadas diárias 
- restrição de exercício antes e após a ingestão de água e/ou comida 
- ter especial atenção às necessidades dietéticas pós-parto e minimizar as situações de stress. 

Estas são algumas das situações em que os proprietários poderão intervir para minimizar os fatores de risco, no entanto não hesitem em contatar para mais algum esclarecimento relativamente a esta patologia que tanto afeta os nossos animais de companhia.

Existem no mercado algumas vasilhas especiais para animais gulosos,elas evitam que o animal ingira o alimento rapidamente engolindo muito ar.
Você pode também adaptar usando uma daquelas formas tradicionais de bolo com um furo no meio,ou ainda colocar uma bola(tipo de Tênis ou maior,pois alguns são capazes de engolir a de tênis) na vasilha da comida

QUAL A TAXA DE SOBREVIVÊNCIA?
Depende das circunstâncias em que o animal entre na clínica. Há que ponderar diversos fatores vitais como: severidade e agravamento da situação, problemas cardíacos secundários, extensão das áreas de necrose do estômago, entre outros. Existe a probabilidade de cerca de 15 a 20% de morte dos animais após cirurgia.

Freqüência de diagnóstico dos 3 tipos de patologias predominantes entre os cães gigantes em função da idade.
Uma pesquisa da Universidade de Purdue15 com
42 076 cães de 5 raças gigantes levados a consultórios veterinários (Dogue Alemão, São Bernardo, Rottweiler, Terra-Nova, Bouviers Suiços), ilustra a predominância de alguns problemas patológicos.
4 753 cães, ou seja, 11 % dos animais apresentavam :
• problemas ósteo-articulares (73 %)
• DILATAÇÃO-TORÇÃO GÁSTRICA (14 %) ou
• problema cardíaco (13 %).

A DILATAÇÃO-TORÇÃO GÁSTRICA
Neste estudo, a dilatação-torção gástrica representa
1,53 % das doenças diagnosticadas em cães gigantes, qualquer que seja a idade. A incidência varia com a idade, mas é máxima para os cães idosos de 7 a 10 anos. O Dogue alemão representa 73 % dos casos.

ATENÇÃO!
Ao encontrar ou resgatar um animal de rua ,desnutrido,não exagere na hora de alimenta-lo (coisa que muitos fazem,dando grande quantidade de comida de uma só vez),pois pode provocar uma Torção Gástrica. De pequenas porções ao longo do dia. 
Como o índice de óbito em animais que sofrem uma torção é muito alto (em torno de 60%) todo cuidado é pouco.

Alguns sinais que servem de alerta são:
-Inchaço anormal do abdômen
- Dificuldade para respirar;
- Salivação excessiva;
- Ânsia de vômito sem que o cão consiga vomitar;
- Palidez da mucosa (olhos e bocas).
-Inquietação seguida de apatia
-Perda de consciência
-Batimento cardíaco acelerado

Se você perceber algum desses sintomas, procure ajuda veterinária imediatamente! Uma torção gástrica pode matar o cão em apenas 3 horas. Por isso é essencial que o socorro seja imediato. 

Converse com o veterinário de seu cão, e obtenha maiores informações!
FONTE:DICAS PELUDAS


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Humanização de rotina causa transtorno psicológico a animais



Zumbi respondia aos afagos das visitas rosnando e tentava até morder quem insistisse em se aproximar. O cão da raça Chow-chow acabou ganhando fama de bravo, mas o verdadeiro motivo da agressividade só foi descoberto depois que os donos, a gestora de comunicação Iara Vieira, e o marido dela, o engenheiro mecatrônico Marcelo Mitre Filho, resolveram procurar ajuda de uma profissional. “O problema, na verdade, é que ele era muito medroso e por isso tentava atacar quem chegasse perto”, explicou a especialista em comportamento animal Ana Cláudia Garcia.

Criados em casas e apartamentos sem a devida atenção às suas diversas necessidades, animais como Zumbi podem desenvolver problemas psicológicos devido àquilo que Ana Cláudia chama de “excesso de humanização” das rotinas. “A pessoa trabalha, deixa o cão sozinho o dia inteiro, e quando chega em casa acha que basta fazer carinho ou levá-lo ao melhor pet shop da cidade. Há outras necessidades que estão relacionadas à questão do comportamento animal mesmo, como brincar com uma bolinha, passear na rua ao menos duas vezes por dia”, explica.

Atividades como as descritas pela especialista estimulam a produção de serotonina, substância bioquímica que ajuda o cérebro a regular funções como o humor, apetite e até o ritmo cardíaco. Assim como nos humanos, baixos níveis de serotonina podem provocar distúrbios no humor e até levar a quadros de depressão.

“No animal, isso vai se manifestar de diversas formas. Alguns cães uivam quando estão sozinhos, outros lambem as patas até fazer ferida, arranham a porta ou, o que é muito comum, destroem os objetos em casa. Para o cão, morder o objeto que tem o cheiro do dono é prazeroso, isso produz serotonina nele, porque ele pensa que está interagindo com o dono.”

No caso de Zumbi, os problemas foram além do comportamento agressivo. “Ele rosnava e latia, ao mesmo tempo em que ia recuando assustado. Além disso, ele era muito agitado e começou a se machucar, por ansiedade”, diz Iara.

Os donos foram orientados a pedir aos visitantes que adotassem cuidados, como falar baixo e de forma carinhosa ao interagir com o cão. “A abordagem do tratamento não está focada somente no cãozinho, mas em toda a dinâmica do ambiente. Todo mundo saiu ganhando. Recebemos sempre amigos e a família em casa, mas isso antes era motivo de estresse para ele. Hoje, a rotina da casa é outra, muito mais tranquila e harmoniosa. O Zumbi é outro cachorro, extremamente carinhoso, muito mais calmo e feliz”, conta Iara

Especialista

Mas cada caso exige um procedimento específico. O ideal, segundo Ana Cláudia, é que antes mesmo de adotar ou comprar o bicho de estimação, o futuro proprietário busque orientação. “Costumo ir à casa, ver o espaço e conhecer a rotina dos moradores, para só depois indicar uma raça mais adequada àquele ambiente”, explica. “Mas nem 5% das pessoas fazem isso. É muito comum encontrar pessoas que só depois de pegar um cão descobrem que poderiam ter, no máximo, um gato.”

Não existe regulamentação para a profissão de especialista em comportamento de animais, explica Ana Cláudia, que desenvolve o trabalho há dez anos devido à sua atuação como presidente de uma ONG de proteção a animais em Ribeirão Preto, a Cãopaixão. Interessados em desenvolver a atividade preparam-se por meio de cursos ministrados por profissionais experientes e também buscam capacitação como adestradores.

Esses profissionais cobram em média R$ 80 por consulta e a sugestão de Ana Cláudia aos interessados em contratar o serviço é que busquem recomendações em clínicas veterinárias e pet shops de confiança.

Fonte: G1

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URGENTE: Gata com filhotes precisam de um lar temporário em SP


Essa gatinha apareceu em uma construção/obra no Ipiranga, em São Paulo. Deu cria a seis filhotes há uma semana. Estão em lugar de extremo risco, pois é construção pesada e há muitas pessoas transitando no local.

Por favor, ajudem, precisam de um Lar Temporário onde possam ser amamentados com segurança. Alguém pode disponibilizar um quartinho, banheirinho, espacinho para que esse anjinho possa cuidar de seus filhotes com segurança?

Faço o transporte e dôo um pacote de ração para filhotes para alimentar essa mãezinha que está muito cansada e muito apavorada com medo de perder os filhotes.

Após 30/45 dias faço doação de todos os filhotes e comprometo-me castrar a mãe e também doá-la.

Contato: Regina – Cel.: 11-979961107 OI / 11-953398475 TIM – E-mail: REGINASCHMITZ@HOTMAIL.COM


Fonte: Anda News
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História Comovente de um cachorro de rua




Um cachorro que vive nas ruas, chamado Ol Boy, foi visto abandonado e doente nas ruas da Cingapura por uma pessoa que pediu ajuda à ONG “Save Our Street Dogs”. Esta é a história de um cachorro com poucos dias de vida e com um último desejo, que era de ser amado antes de morrer, como contada no vídeo feito pela ONG.

“Ol Boy nasceu nas ruas da Cingapura, e nunca soube o que era um lar. Ele passou sua vida tomando água suja e comendo restos de comida que as pessoas do comércio davam a ele.

Ele foi encontrado machucado e sem poder se mover. Ol Boy chorou de dor sozinho por 3 dias, e permanceu deitado em seu próprio excremento enquanto chorava de dor. O cachorrinho fedia a rato morto quando foi encontrado. Ele tinha carrapatos e machucados pelo corpo todo.

Após um exame, o veterinário encontrou todos os tipos de doença. Febre por carrapato, infecções, atrofia e um possível câncer. Ele não podia andar provavelmente devido à atrofia e fraqueza. Os dentes de Ol Boy estavam em péssimo estado, e ele apresentava anemia. Centeas de carrapatos foram removidos.

O tratamento para a febre e anemia foram iniciados com transfusão de sangue. Mas Ol Boy tinha algo à dizer: “Eu estou morrendo, e não tenho muito tempo de vida.”

Ele estava com muito desconforto por causa da dor, mas não queria ser eutanasiado. Ele queria morrer naturalmente, e se possível, dentro de um lar quentinho. Ele queria sentir o amor e carinho de um lar pela primeira vez. Então seu desejo foi concedido, e ele foi levado para a casa de um dos voluntários da ONG.

Ol Boy estava com muita sede mas não conseguia se levantar. Ele tomava água com ajuda de uma seringa. Os voluntários ficaram o tempo todo ao seu lado, o acariciando quando ele chorava de dor. Era só isso que Ol Boy queria, compania e ser amado.

Os voluntários e seus dois cachorros ficaram ao lado de Ol Boy.

Às duas horas da manhã, Ol Boy se sentou, e bebeu água pela última vez….

Às quatro horas da manhã, Ol Boy morreu em paz.

Ol Boy tinha um último pedido que era ser cremado, e ter suas cinzas espalhadas em um campo.

Um ritual foi feito, e pétalas de rosa foram espalhadas em seu corpo antes da cremação.

As cinzas foram espalhadas em uma praia, onde seu espírito agora corre livre…”

Os animais não querem fama e fortuna, só querem ser amados e compreendidos. Eles querem viver suas vidas com dignidade, e morrer naturalmente. Que a história de Ol Boy nos sirva de lição sobre como é possível ajudar um animal abandonado, e lhe dar uma chance de saber o que é o amor.


Assista ao vídeo de Ol Boy:







Fonte: Anda News
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Captura, Esterilização e Devolução - CED

 

Capturar-Esterilizar-Devolver é um método humano e eficaz de controlo de colônias de gatos e de redução da população felina silvestre. O processo envolve a captura dos gatos de uma colônia, a sua esterilização, um pequeno corte na orelha esquerda para fins de identificação, desparasitação e, por fim, a devolução do animal de volta ao seu território de origem. Sempre que possível, os animais adultos meigos e e as crias que ainda estejam em idade de sociabilização são retirados das colônias e encaminhados para adopção. Um prestador de cuidados fornece comida e abrigo aos gatos devolvidos, monitoriza a colônia à procura de elementos novos e faz a mediação dos conflitos que possam surgir entre os gatos e a comunidade envolvente.

   

O CED oferece uma série de vantagens tanto para as colônias como para a comunidade. Enquanto ativista de CED, é aconselhável estar informado acerca destas vantagens e ter a capacidade de as verbalizar sempre que necessário. O CED é ainda um conceito relativamente novo e muitas pessoas não vão compreender porque é uma boa ideia devolver os gatos ao local onde foram encontrados. Por isso, explique-lhes!

As vantagens do CED – na colônia


Esterilizar os gatos de uma colônia tem as seguintes vantagens para a vizinhança:

1. Não haverá mais ninhadas, e a população de gatos irá diminuir com o tempo. Se todos os gatos forem esterilizados não haverá mais ninhadas. Se eventuais novos elementos da colônia forem rapidamente capturados e castrados ou entregues para adopção, o tamanho da colônia irá diminuir drasticamente com o tempo.

2. Redução dramática do barulho. A grande parte do barulho proveniente de uma colônia fértil tem origem no acasalamento e nas lutas – comportamentos que são fortemente reduzidos com a esterilização.


3. O cheiro torna-se muito menos intenso. Os machos inteiros marcam o seu território com urina carregada de testosterona, dando origem a um cheiro especialmente forte e desagradável. Os machos castrados, pelo contrário, irão marcar muito menos o território, e em muitos casos deixam de o fazer por completo.


4. Mantém-se o controlo de roedores. Os gatos são um método natural e muito eficaz de controlo da população de roedores, principalmente devido ao seu cheiro. Devolver os gatos ao seu território vai permitir que este controlo se mantenha.

Gato a comer um rato

5. Uma colônia mais saudável e menos visível. A esterilização, alimentação regular e abrigos adequados melhoram substancialmente a saúde da colônia. Uma vantagem disto é haver muito menos parasitas, tais como pulgas. Além disso, os gatos têm menos tendência para deambular em busca de comida e parceiros para acasalar, fazendo com que se tornem também menos visíveis.


6. Exclusão do fator pena/tristeza. Os habitantes preocupados das vizinhanças deixam de se deparar com cenários miseráveis de gatos esfomeados ou crias moribundas.


7. A presença de um prestador de cuidados. Com o CED, haverá alguém responsável pela colônia, para cuidar dela e tratar de quaisquer problemas que possam surgir com a vizinhança.

8. Evita a criação de outra colônia, nova e não esterilizada. Retirar a maioria ou todos os gatos de uma colônia deixa o território aberto para ser novamente colonizado. Gatos novos e inteiros tomarão o lugar dos anteriores e os problemas antigos regressarão (efeito de vácuo). Esterilizar a colônia e deixá-la no seu território quebra este ciclo de repovoação.

As vantagens do CED – na comunidade


As vantagens do CED, quando estendido a toda a comunidade, vão além de cada colônia individual:

a) Menos gatos silvestres e vadios em toda a comunidade. Estudos recentes mostram que quando, numa dada área geográfica, 70% dos gatos de rua são esterilizados, os nascimentos diminuem e a população estabiliza. Acima dos 70%, a população começa a decrescer, diminuindo drasticamente à medida que chegamos aos 100% de esterilizações.

b) Menos eutanásias. A existência de menos gatos silvestres na comunidade devido ao CED resulta em menos casos de eutanásia nos canis locais, por dois motivos: em primeiro lugar, aparecem menos gatos silvestres e inadotáveis, cujo destino é, quase sempre, serem abatidos; em segundo lugar, havendo menos gatinhos silvestres a nascer, haverá mais espaço nos abrigos de associações de animais e mais lares para gatos domésticos abandonados ou perdidos que, de outra forma, seriam eutanasiados por falta de recursos.

c) Menos queixas às entidades camarárias. Um declínio da população felina devido a programas de CED significa menos aborrecimentos para a comunidade em geral (miados, lutas, marcação de território, estragos em automóveis, fezes) e, assim, resulta em menos queixas às entidades camarárias.

d) Mobilização de ações de voluntariado. Dado que o CED é pró-vida, atrai um número considerável de voluntários, ao contrário do que acontece com as atividades de captura e abate realizadas pelos canis municipais. O número de gatos silvestres em Portugal ascende às centenas de milhares. Por isso, a capacidade de mobilizar um exército de voluntários é essencial para pôr um fim à super população de gatos silvestres.


e) Redução de custos. A redução das taxas de eutanásia nos abrigos de associações locais e canis/gatis camarários, o menor número de queixas às entidades competentes e o recurso ao trabalho voluntário contribuem para a redução exponencial dos encargos relacionados com felídeos. Por exemplo, em 1992, no condado de San Diego, EUA, o CED foi introduzido. Ao fim de dois anos, as taxas de eutanásia diminuíram 40%. Se pensarmos nos custos associados à recolha, abrigo e eutanásia de cada gato, esta diminuição traduziu-se na poupança de centenas de milhares de dólares.


f) Maior cooperação dos prestadores de cuidados. Os prestadores de cuidados conhecem o paradeiro dos gatos, os seus hábitos e números, e são eles que podem deixar de alimentar os gatos para facilitar a sua captura. A cooperação destas pessoas é fundamental para se conseguir um controlo populacional bem sucedido. O CED é bem visto pelos prestadores de cuidados por não prejudicar os gatos, enquanto que as atividades de captura e abate dão origem à sua resistência e falta de cooperação.

g) Relações Públicas vantajosas para as entidades camarárias. Se as entidades camarárias apoiarem o CED em vez de praticarem a captura e abate, a sua imagem pública melhora. Isto dará origem a mais voluntários, mais pessoas a ir aos canis/gatis camarários para adoptar animais e maior resposta financeira aos apelos.







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Após 7 anos de convivência, idosa chora e entrega cadela para ser sacrificada no CCZ


Entre a movimentação diária de animais no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Campo Grande (MS), uma cena triste. Não para os funcionários, acostumados a receberem cães e gatos doentes para serem vacinados ou sacrificados, mas para quem viu uma senhora solitária com diagnóstico de câncer entregando para tratamento sua companheira, uma cadela Fila brasileiro que segundo ela estaria com a mesma doença.

A reportagem do Midiamax chegava naquele momento e presenciou a aposentada chorando e dando o último adeus a sua cadela.

”Um dia Deus irá me explicar o que está acontecendo. Todas as vezes em que eu ficava doente, a minha filha (a cadela) também ficava. E desde que descobri em mim um tumor no peito, do lado esquerdo, ela começou a ficar doente. Tomava o mesmo antibiótico forte que eu, era minha companheira e agora não sei o que vou fazer sem a minha filha”, diz a aposentada Vanir Coffacci, 63 anos.

A fila brasileiro viveu sete anos ao lado da D. Vanir. Enquanto fazia tratamento da doença, com quimioterapia, a cadela ‘cuidava’ da casa. “Nesses últimos dias ela resistia, mas ainda se mostrou minha parceira, ficando brava com qualquer um que se aproximava de mim. Estava se alimentando aos poucos, a cada três horas e qualquer coisa parecia difícil segurar em seu estômago”, conta a aposentada.

Na noite da última quinta (16), o quadro se agravou. “Fui levar um mingau de aveia pra ela e, ao descer o vasilhame, percebi que ela estava sangrando em cima do rabo. Peguei o spray, achando que fosse por conta de alguma coceira, mas o sangue não parava. Aí tentei a ajuda de vizinhos para leva-la ao CCZ, mas ninguém pôde e aguardei o outro dia tomar uma providência”, diz aos prantos a idosa.

Na sexta-feira (18), por volta das 9h, ela já estava lá no CCZ. Tirar o animal do carro para colocar em uma gaiola parecia uma tarefa impossível. A cadela resistia, parecia estar sabendo o seu destino e foi necessário a ajuda de três pessoas para a sua retirada.

Por fim, a aposentada preencheu um formulário e se despediu da ‘filha’. “Era uma cadela amiga, sentia uma coisa inexplicável por ela. Pra mim é uma filha que estou deixando pra matar”, lamentou a idosa.

Após a idosa ir embora, levando apenas a focinheira como lembrança, a veterinária explicou o verdadeiro diagnóstico do animal.

“A cadela não tem câncer assim como ela acha, mas Leishmaniose (doença crônica transmitida ao cão e ao homem pela picada de uma mosquito). E fragilizada por conta da doença a idosa passa a acreditar em coisas que na verdade não existem. Infelizmente, por ela estar com baixa imunidade, não poderia mais conviver com um animal também doente, seria perigoso para a sua saúde. É triste, mas é a realidade”, concluiu a veterinária Iara Helena Domingos.



Fonte: MidiaMax


NOTA:
Casos tristes como esse acontecem por dois motivos: a política determinada pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária, de mandar matar cães portadores da leishmaniose visceral, não respeita os cães como sujeitos de direito nem seus tutores, que são forçados a enviá-los à morte nos CCZs; e falta no Brasil uma campanha permanente de esclarecimento e conscientização sobre a leishmaniose, preferindo-se omitir informações à população e recorrer à política do “matar é mais fácil”. Se a senhora que acabou entregando à morte a cadela tivesse sido conscientizada pelo poder público e este promovesse uma ação realmente digna e humanitária contra a proliferação da doença, esta não teria sido dada ao destino da morte violenta. Agora tanto a cadela foi privada de sua vida como a idosa corre o risco de ter seu câncer piorar ainda mais por causa do abalo emocional, graças à política obtusa e nada educativa do poder público contra a leishmaniose. No mais, são necessárias políticas de educação e informação e também de higiene e combate ao mosquito vetor da leishmânia. O extermínio deve ser abolido o quanto antes, para que os animais e seus tutores parem de sofrer por causa do descaso governamental.

Fonte da nota: Anda News

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Bicho também tem dor de dente!


Cães e gatos têm dentes de leite? Até que idade?
Sim. Cães e gatos também têm dentes de leite que compõem a dentição decídua. Estes dentes, assim como os dos seres humanos, sofrem o que chamamos de esfoliação (quando o dente cai), que promove a troca dos dentes pela dentição permanente. Isto acontece entre os 3 e 7 meses de idade nos cães e entre 3 e 6 meses nos gatos. No entanto, se os permanentes começarem a erupcionar sem que os de leite tenham caído, é necessário realizar a extração dos decíduos, para evitar problemas posteriores.

Meu bichinho tem muito mau hálito. Isto é normal?
Não. O mau hálito não é normal em bocas com boa higienização (escovação). No entanto, como muitos dos nossos pacientes não têm higienização regular, é comum o surgimento do mau hálito.
Na grande maioria das vezes, o mau cheiro não é provocado por problemas de estômago, mas peloacúmulo de placa bacteriana nos dentes, gengiva e língua. A placa libera subprodutos de fermentação de tecidos e restos alimentares que são os responsáveis pelo mau hálito.
Portanto, se seu animal tem "bafo" é sinal de que já existe placa bacteriana na boca dele e um tratamento profilático é indicado.

Os dentes do meu pet estão muito sujos. O que devo fazer?
Sujeira nos dentes pode ser acúmulo de "tártaro", também chamado de cálculo dental. O cálculo nada mais é que placa bacteriana mineralizada que deixa os dentes com aspecto sujo, escurecidos (placas amarronzadas, amareladas, esverdeadas ou até mesmo enegrecidas). Neste ponto, é altamente indicado um tratamento periodontal.


É verdade que devo escovar os dentes dos meus animais? Com que freqüência?
É verdade. A escovação remove restos de comida que ficam na boca e, principalmente, a placa bacteriana que está aderida aos dentes. Esta placa bacteriana, se não for removida através da escovação, pode causar danos ao periodonto do seu pet, provocando mau hálito, gengivite e periodontite, e serve como base para a formação do tártaro. A escovação deve ser feita diariamente ou pelo menos quatro vezes por semana. Aliado a isto, pelo menos uma visita anual ao médico veterinário especialista é recomendada.

Meu bichinho esta começando a perder os dentes, isto é normal?
Não é normal. A perda dos dentes acontece porque a doença periodontal avançou muito. E isso acontece, na maioria das vezes, devido a falta de higienização da boca. Quando não há escovação diária, a placa bacteriana acumula-se e, com o tempo, causa lesões no periodonto (estruturas que sustentam e protegem os dentes). Estas lesões, em graus mais avançados, levam a destruição dos tecidos de sustentação dos dentes e à perda dos mesmos.

Ração comercial costuma dar mais tártaro que alimento caseiro?
Não é verdade. O que provoca o surgimento do cálculo dental é a placa bacteriana que se forma quando não há escovação e independe do tipo de alimento oferecido. Quando o animal mastiga o alimento, existe uma "raspagem" natural, que ajuda a remover parte da placa bacteriana. Quanto mais duro é o alimento, há maior atrito, e conseqüentemente, maior "raspagem" nos dentes. É por isso que animais que roem ossos tendem a acumular menos cálculo. Nada substitui, porém, a escovação dental diária.

Meu animalzinho quebrou um dente. Como devo proceder?
O ideal é uma consulta ao médico veterinário especializado que avaliará a necessidade de tratamento. Em geral, quando há exposição do canal (ponto vermelho ou preto no meio do dente), é necessário o tratamento de canal que aliviará eventual dor que o animal possa estar sentindo e evitará contaminação do dente e do organismo como um todo. Mesmo que não haja exposição direta do canal, porém, é preciso avaliar se houve ou não lesão na parte interna do dente (polpa). De qualquer forma, o veterinário especializado indicará qual a melhor conduta para cada caso.

Apareceu uma ferida logo abaixo do olho do meu cão. O que pode ser?
É freqüente o surgimento de lesões logo abaixo do olho, principalmente em cães, decorrentes de afecções nos dentes (fraturas dentais ou periodontites), conhecidas como "fístula do carniceiro". Neste caso, é indicado o tratamento do canal ou até mesmo a extração do dente acometido. Consulte seu veterinário que poderá fazer um diagnóstico diferencial com problemas de pele ou doenças oftálmicas.

Percebi há algum tempo uma ferida na gengiva de meu bichinho que não melhora nunca. Será que devo me preocupar?
Lesões em cavidade oral de difícil cicatrização ou que aumentam de volume sem causa aparente podem ser indicativas de processos tumorais e são mais freqüentes em animais idosos. Ao perceber qualquer anormalidade deste tipo, procure logo que possível o médico veterinário especializado que poderá avaliar o que está ocorrendo e recomendar o melhor tratamento.

Meu gatinho começou a salivar, está comendo menos e emagrecendo. O que está acontecendo com ele?
Existem algumas afecções que são específicas dos felinos. Entre elas podemos destacar a lesão reabsortiva e o complexo gengivo-estomatite. Em ambos os casos os sintomas mais comuns são dor (recusa alimentos, passa a pata na boca, salivação aumentada), e vermelhidão na cavidade oral. O médico veterinário especializado está apto para averiguar e tratar estas afecções, bastante comuns nos gatinhos.

Posso oferecer ossos e biscoitos aos meus animais para limpar os dentes?
Sim, desde que seja feito com alguns critérios: ossos naturais são os melhores para remoção de parte da placa bacteriana, diminuindo a formação de cálculo. No entanto, são os principais responsáveis por fraturas dentais, principalmente nos dentes posteriores. Ossinhos artificiais ajudam na limpeza, porém, alguns animais não os toleram e apresentam distúrbios gastro-intestinais. Por último, os biscoitos podem ser oferecidos, mas não oferecem grandes benefícios em relação à higiene oral. Lembre-se: nada substitui a escovação se o intuito é manter os dentes saudáveis.




Fonte: Odontovet

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Motivos para adotar animais deficientes



Diante dos milhares de casos de abandono de animais pelas ruas do Brasil e do mundo, existem várias entidades empenhadas no incentivo a adoção, visando diminuir a população de bichos desabrigados. Prova dessa tentativa é a recente inauguração do primeiro núcleo cirúrgico da prefeitura, em São Paulo, para a realização de cirurgias de castração de cães e gatos.

O problema é que, infelizmente, se para os bichinhos sem raça definida já é difícil encontrar um novo lar, imagine para os idosos, por exemplo. Ainda na lista de animais preteridos está também um grupo muito especial: os deficientes físicos. Dentre eles, o número de abandono é ainda maior.

Apesar da triste realidade, pelo menos, a crença antiga de que animais nesta condição precisam ser sacrificados tem se tornado cada vez menos difundida. Segundo o médico veterinário Mário Marcondes, diretor clínico Hospital Veterinário Sena Madureira, “hoje em dia existem vários tipos de terapias que têm o objetivo de dar qualidade de vida à estes pets”.
Preconceito e desinformação

Assim como, por vezes, acontece entre humanos, o preconceito ainda reina entre os peludos deficientes. Muitos bichinhos acabam sendo abandonados por serem considerados “feios”, por não conseguirem fazer todos os truques que um animal sem deficiência faz ou porque seus proprietários acreditam que eles darão muito trabalho devido às necessidades especiais.

Nesse sentido, o dr. Mário diz que o veterinário tem um papel fundamental. “O médico entra como um profissional importante para dar a orientação correta para o proprietário de um animal com deficiência, expondo todos os tipos de terapia existentes para melhorar a vida dele”.

Segundo o veterinário, a paralisia de membros é a limitação mais frequente em cães. Os principais casos são os animais com problemas de coluna que evoluem para uma paralisia. “Isso é muito comum em raças com a coluna longa e patas curtas como o dachshund.
Um caso de carinho

Mais que uma paralisia, Tom, um dachshund, de 6 anos, desenvolveu um problema bem mais grave por conta da coluna. Além disso, o bichinho nasceu sem as duas patas dianteiras. De acordo com sua dona, Christiane Aguiar, um veterinário disse que o problema pode ter sido ocasionado por uma doença genética ou até mesmo por remédios abortivos dado a mãe do cachorro.

Pitoco Crédito: Arquivo Pessoal

A jornalista de 23 anos adotou Pitoco, como é chamado carinhosamente, porque não gostava de como o tratavam em seu primeiro lar. “Depois que ele nasceu, a outra filhote que nasceu da mesma cria foi adotada, mas ninguém queria o Tom por causa da sua deficiência. Ele ficava jogado no fundo do quintal no meio da sujeira, já que os antigos donos não limpavam nada”.

Ela conta ainda que o cãozinho, muitas vezes, nem mesmo comia, pois havia outros cachorros maiores no quintal, que chegavam mais rápido até o alimento. Foi assim que Pitoco entrou na vida da família de Christiane, que tem mais duas cadelas, Neguinha, uma dachshund de 7 anos e irmã de Pitoco e Lilica, uma SRD de 2 anos, que foi abandonada no portão da casa da jornalista.

E apesar da aparência frágil, felizmente, segundo o dr. Mário, os animais nessas condições se adaptam facilmente. O veterinário destaca, por exemplo, o caso dos cães cegos, que utilizam seus outros sentidos para se adaptar ao ambiente. Ele ainda dá uma dica aos donos de cãezinhos com o problema: “mantenha os objetos sempre no mesmo local, como comedouros e cama, assim o animal vai se adaptar mais rápido”.

Christiane aprendeu bem a lição e procura facilitar a vida de Pitoco, que se locomove com dificuldade, deixando tudo que ele precisa por perto. Também toma cuidado para que ele não se asse, o que pode acontecer devido ao fato dele se arrastar pela casa.
Tratamento com células tronco

A lesão na coluna é a principal alteração causadora de paralisia. Hoje, o tratamento inicial é com medicamento, além de cirurgia (em alguns casos) e fisioterapia. Em muitos casos a acupuntura ou somente a fisioterapia são indicados.

Uma outra alternativa bem mais recente é o tratamento com células tronco, prática adotada gratuitamente pelo Hospital Veterinário Sena Madureira, em parceria com a empresa de biotecnologia Celltrovet. Segundo o diretor clínico do hospital, já participaram do projeto por volta de 10 animais, mas as vagas ainda estão abertas para donos que estejam interessados. Os candidatos são pacientes deficientes paralisados, em decorrência de lesão na coluna, mas que já foram submetidos a um outro tratamento convencional, sem sucesso.

“A ideia é tentar melhorar a qualidade de vida destes animais com o uso das células tronco. Mas para isto, primeiro estamos realizando este projeto científico para posteriormente, com a análise dos resultados, padronizarmos um protocolo para tratamento convencional com células tronco”, disse o dr. Mário.

O veterinário destaca ainda que esta é uma evolução da área médica, mas para isto, trabalhos bem delineados devem ser realizados antes de se utilizar células tronco de maneira rotineira. Os proprietários que quiserem participar do projeto de tratamento gratuito com células tronco para animais deficientes devem se inscrever na triagem, no telefone (11) 5572-8778 - de segunda a sexta-feira, em horário comercial.

Pitoco, infelizmente, não se enquadra no perfil para o tratamento pioneiro, mas já dispõe de uma vida muito feliz ao lado da família que o acolheu e não hesita em dar carinho, amor e elogiar seu bichinho. “Ele é um animal carinhoso, que retribui todo o cuidado que temos com ele com muito amor”, finalizou Christiane.


Fonte: PetMag


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Chocolate pode matar seu Pet!


O chocolate é muito popular como guloseima para os animais. A maior parte das pessoas adora chocolate e muitos dos cães também. No entanto o chocolate não deve ser dado a animais. O chocolate contem um alcalóide chamado Teobromina. Este é um produto que sendo usado como um diurético , estimulante do coração ou como vasodilatador, pode ser venenoso em excesso. Certamente o cão teria que comer uma quantidade enorme do chocolate para ficar intoxicado, perguntam muitos donos? Não necessariamente.

As doses tóxicos são indicadas em cerca de 100 mg/kg sendo fatais perto das 200 mg/kg. A quantidade de teobromina no chocolate depende do tipo de chocolate. O chocolate de culinária e o chocolate preto amargo contêm entre 15-20 mg/grama visto que o chocolate de leite popular contem somente aproximadamente 1,5 mg/grama. Assim um Pinscher pequeno que pesa somente 2a 4 quilos teria que comer uma quantidade ínfima de chocolate para evidenciar potenciais sinais de envenenamento. Mesmo um cão com o tamanho de um Labrador poderia morrer se comesse 200 gramas de chocolate de culinária . No outro extremo da escala encontra-se o chocolate branco que é menos tóxico.

Quais são os sinais de envenenamento por chocolate?

Dependendo da quantidade comida realmente e do estado de saúde do cão, às vezes nenhum sinal é aparente e o cão será encontrado com uma falha cardíaca. Isto é provável de acontecer em cães mais velhos com problemas cardiacos. Os sinais habituais são :

- Excitação e nervosismo
- Vômitos e diarreia
- Beber muita água
- Espasmo

Que fazer?

Se tiver alguma suspeita que seu cão comeu uma quantidade excessiva do chocolate, contacte o seu médico veterinário sem demora . Como logo os sinais ocorrem? Outra vez, depende em cima da quantidade de teobromina ingerida . Um dos problemas com envenenamento por chocolate é que os sinais demoram a surgir frequentemente por mais de 12 horas. Um outro problema é que a teobromina uma vez absorvida pode às vezes permanecer activa no corpo por sobre 24 horas antes de ser eliminada. A morte na sequência de ingestão de doses fatais de doses fatais ocorre tipicamente aproximadamente 24 horas mais tarde.

Mesmo sem mostrar nenhuns sinais é essencial que o cão esteja mantido sob a observação próxima pelo menos 24 horas para verificação de algum sintoma anómalo.

Os cães são os mais afectados devido a gostarem muito desta guloseima. No entanto os gatos também podem ser afectados por ingestão de chocolate.



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Cagada é não recolher!


Quem nunca passou pela desconfortável situação de ver, ou pior, pisar, nas fezes de cachorros não recolhidas na calçada? Infelizmente, isso é mais comum do que gostaríamos, e apesar de ser de extremo bom senso limpar a sujeira do totó, ainda tem muita gente que deixa o cocô na rua.

Pensando justamente em conscientizar de forma divertida a população que as irmãs gaúchas Ana Carolina e Manoela Trava Dutra resolveram lançar uma campanha na internet. Elas cuidam do site Cão em Quadrinhos, que tem como objetivo criar ideias para facilitar a relação cão-homem e há um ano divulgam seu projeto sobre a posse responsável.



“Quem tem cachorro, querendo ou não, está assumindo uma série de responsabilidades. Uma delas é o recolhimento do cocô do seu cachorro. Como donas responsáveis, sabemos da nossa responsabilidade com a limpeza de parques públicos e ruas”, esclarece Manoela.

Sob o slogan “cagada é não recolher”, a dupla disponibiliza para download bandeirinhas, papéis de parede e banners gratuitamente com os dizeres da campanha. As irmãs criaram ainda a linha Cocôres, que são chaveiros e enfeites de mesa, vendidos em todo o Brasil e até Estados Unidos.

Manoela explica que a ideia da campanha surgiu durante os passeios aoparque com sua irmã e os três cães da família, e notou que muitos donos não recolhiam os dejetos deixados pelos seus animais. “Apesar de muitas pessoas terem consciência, a maioria ainda não assumiu a suaresponsabilidade”.




O que começou como uma brincadeira, hoje, a campanha “Cagada é não recolher” pode ser vista em diversos sites e blogs sobre animais, além de mais de 120 cocôres já terem sido distribuídos. O enfeite de mesa custa 20 reais, enquanto o chaveiro, 15 reais, lembrando que 10% das vendas são doadas para abrigos e pessoas que cuidam de animais abandonados.

“Temos uma lista grande de contatos de pessoas sérias e que prestam contas sobre os gastos dos animais que estão sendo ajudados. Também costumamos enviar essa ajuda para o que o animal necessita, comoração, medicamentos ou pagamento de cirurgia”, finaliza Manoela.




Fonte: PetMag


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Cães e gatos sofrem com a falta de sangue


Uma bolsa de sangue pode salvar a vida de 4 animais, mas a prática da doação ainda não é comum entre donos de pets. Saiba como o seu bichinho pode ajudar.

O que acidentes, lesões, traumas, cirurgias, doenças causadas por carrapatos, anemias e tumores, que atingem pets diariamente, têm em comum? A transfusão de sangue, que pode ser parte do tratamento ou a única saída para salvar a vida do seu melhor amigo em uma emergência.

Infelizmente a doação de sangue entre cães e gatos ainda não é um costume entre os donos. Até no Hospital Veterinário da Universidade de SP (USP), um dos principais do país, o estoque de bolsas de sangue é praticamente nulo. “O número é bastante reduzido, às vezes ficamos meses sem nenhuma doação”, alerta a prof. Denise Fantoni , responsável pelo banco de sangue do Hospital Veterinário da USP. Segundo a veterinária, são utilizadas mais de 20 bolsas de 450 ml mensalmente.

A urgência e a necessidade do sangue também é uma dura realidade para nós, humanos. Na Fundação Pró-Sangue são coletados 12 mil bolsas mensalmente, e mesmo assim só suprem 32% do sangue consumido na região metropolitana de SP.

Se para os seres humanos já é difícil, para os bichos a dificuldade é muito maior. “A maioria dos donos desconhece que existe transfusão entre os animais, e só tomam conhecimento quando os próprios pets enfrentam situações clínicas que necessitam do procedimento”, explica Dra. Simone Gonçalves, responsável pelo laboratório e centro de hemoterapia veterinária, o Hemovet.

Quando diagnosticado que o animal precisa da transfusão, o veterinário entra em contato com algum hemocentro e solicita uma bolsa de sangue, o valor varia entre R$90 e R$170. O alto custo, a dificuldade de encontrar doadores e a correria do dia a dia, faz com que esse momento sofrido fique ainda mais aflitivo.

No Rio de Janeiro, o Hemopet encontrou uma maneira de driblar a falta de tempo dos donos de animais: a coleta é feita na própria casa do futuro doador, fator que ajuda a prevenir o estresse do pet.

Mesmo assim, a batalha é diária para conseguir novos interessados. “Divulgamos nosso trabalho em meios de comunicação, feiras de cães ou qualquer evento relacionado, mas a nossa melhor divulgação é o boca-boca de nossos doadores”, esclarece a sócia do Hemopet, Dra. Luciula Moreira Kfuri, que comprova que a boa impressão do processo é a maior propaganda.

Foi exatamente a sugestão de uma amiga que despertou essa possibilidade na vida da webdesigner Marina Corrêa e de seu labrador Francesco. “Quando soube do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, fui conhecer, e assim vi o tamanho da necessidade”, recorda Marina. “É triste ver o quanto as pessoas se sentem impotentes por não conseguir salvar a vida de seu melhor amigo porque não tem uma bolsa de sangue”, completa a protetora.

Saber que o sangue de Francesco poderia salvar a vida de quatro cães foi o detalhe final para a tomada de atitude. “Quando eu vi que poderia fazer a diferença, meu cão salvar vidas e conscientizar outras pessoas, não tive dúvida”, orgulha-se a mãezona do Francesco, doador há 4 anos.

E os gatos?

No Brasil a situação dos felinos é muito mais complicada. Não existem bancos de sangue disponíveis porque a bolsa adaptada para armazenar a coleta ainda não existe aqui. Hoje em dia, quando há um gatinho carente, os bancos e os próprios veterinários correm para encontrar um doador disponível e compatível, que possa doar o sangue no mesmo dia.

Com 22 anos nesse mercado, a empresária Elaine Jordão, dona do Gatil Blaze Star, confirmou que não existem criadores de gatos parceiros de hemocentros. “Seria uma coisa interessante, mas acho difícil um criador levar seu animal para doar sangue”. A proprietária do Gatil Bless Kellyas, Fátima Kellyas, reforçou a opinião de Elaine, “também acho difícil, o persa, por exemplo, é muito sensível e acaba se estressando facilmente”.

Contrariando a postura dos gatis, alguns canis comerciais cumprem um importante papel social ao se tornarem parceiros dos bancos de sangue consultados nessa reportagem.


Por que doar?

O processo é indolor e a quantidade de sangue retirada não prejudica o animal. Antes da transfusão o animal passa por uma minuciosa avaliação. Uma ótima oportunidade de ganhar o famoso “check up”, às vezes negligenciado pelos donos por falta de recursos ou tempo. “Realizamos exames para as principais doenças em todos os nossos doadores, como hemograma, erliquiose, Lyme, dirofilariose, leishmaniose e brucelose. Todos os exames são gratuitos”, garante a Dra. Simone, da Hemovet, em SP.
Tomando certos cuidados, como a escolha de um banco sério e com profissionais competentes, a doação de sangue é um enorme ato de amor, como conta a “mãe” de Francesco, Marina:


 


“Certa vez uma cadela estava praticamente imóvel na maca. Eu vi quando preparavam a transfusão e fui acompanhar o processo. Eu comecei a falar com ela, disse que estava recebendo sangue de um cão muito arteiro, cheio de energia e que tinha que reagir, nesse momento ela abriu os olhos e em seguida levantou a cabeça. Foi uma festa! Os donos não sabiam como agradecer, então eu lhes disse, não precisa me agradecer, o meu agradecimento foi ver a filha deles reagir com o sangue do meu filho. Não tem nada no mundo que pague essa sensação”.

Quem pode doar

Cães
Peso mínimo: 27 kg
Idade: 1 a 8 anos
Vacinação e vermifugação em dia
Não pode ser portador de doenças crônicas
Estar clinicamente saudável
Temperamento dócil 

Gatos
Peso mínimo: 4,5 kg
Idade: 1 a 8 anos
Vacinação e vermifugação em dia
Não pode ser portador de doenças crônicas
Estar clinicamente saudável
Temperamento dócil

Onde doar

São Paulo

Hospital Veterinário da USP
Telefones: (11) 3091-1248 / 3091-1364 / 3091-1244
E-mail: hovet@usp.br
Site: http://www.fmvz.usp.br
Hospital Veterinário Anhembi Morumbi
Telefones: (11) 2790-4642 / 2790-4643
E-mail: hospvet@anhembi.br
Site: http://portal.anhembi.br
Hemovet
Telefone: (11) 2918-8050
E-mail: hemovet@hemovet.com.br
Site: http://www.hemovet.com.br 

Rio de Janeiro
Hemopet
Telefones: (21) Luciula 7855-8898 id: 83*31055 / Roberta 7854-5433 id: 83*30226.
Site: http://www.hemopet.net



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