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Declaração Universal de Bem-Estar Animal



Os animais podem experimentar sofrimento e sentir dor. Existe entretanto, uma proteção inadequada para um grande número de animais em muitas partes do mundo. Os animais continuam a sofrer desnecessariamente, devido à crueldade intencional e não intencional, a ignorância e a negligência.

Existe a necessidade urgente de um compromisso internacional para proteger os animais e suas necessidades de bem-estar. Tal compromisso iria inspirar os líderes políticos, organizações e indivíduos em tratar os animais melhor e será o começo do fim da crueldade contra os animais em todo o mundo.

Atingir esse compromisso na forma de uma Declaração Universal de Bem-Estar Animal (DUBEA) é um passo fundamental para mudanças na legislação e nas políticas, melhorando sua aplicação e inspirando atitudes positivas em relação aos animais em cada canto do mundo. Atingir esse compromisso internacional nas Nações Unidas irá promover um impulso extra para os governos, bem como estabelecer uma ligação indiscutível entre o bem-estar animal e a proteção das pessoas e do planeta.

A declaração do nosso dever de respeitar os animais e as suas necessidades de bem-estar teria um impacto de longo prazo no bem-estar de bilhões de animais e pessoas em todo o mundo.

Preparar o terreno para mudanças

O reconhecimento do bem-estar animal é uma excelente notícia para as pessoas e para o planeta. Leia abaixo os estudos de caso para saber mais.

Uma agricultura sustentável para as pessoas e o planeta

A dimensão do problema

O bem-estar animal ainda não é relevante em todo o mundo, afetando assim uma grande quantidade de animais. Os exemplos são muitos e causados por uma variedade de motivos, tais como a nossa crescente demanda por carne, o impacto de desastres naturais e a falta de compreensão em como cuidar de animais. Um acordo entre os governos é necessário a fim de se proteger os animais da crueldade e da negligência, agora e no futuro.
Bilhões de animais são criados de forma intensiva para servir como fonte de alimento. Eles têm pouco ou nenhuam espaço para se mover ou para expressar seu comportamento natural. A maioria nunca experimentou o ar fresco e a luz do dia e não têm nenhuma garantia de uma morte humanitária.

Animais selvagens são caçados e mortos cruelmente em quantidades que chegam aos milhões, para fins comerciais ou no mercado negro. Suas peles, pele, dentes, ossos e outras partes do corpo são vendidos legalmente e ilegalmente para fazer roupas, enfeites e medicamentos. Eles também são maltratados em nome do entretenimento e do esporte.

Existem cerca de 1 bilhão de gatos e cães nas ruas em todo o mundo. Por diversas vezes são temidos e perseguidos por pessoas que tem medo de contrair doenças como a raiva. As autoridades locais muitas das vezes não têm acesso as leis sobre o tratamento humanitário aos animais, utilizando métodos comuns para controle populacional como por exemplo, envenenamento, tiro e electrocussão, que causam uma morte lenta e dolorosa.

Cavalos, burros, mulas e outros animais de trabalho ajudam a pelo menos metade da população em todo o mundo a manter a sua subsistência. Existem poucas leis e recursos inadequados que protegem o seu bem-estar. Muitos trabalham por longas horas sem descanso ou água. Manqueiras e feridas causadas pela má colocação dos equipamentos, doenças e uma alimentação pobre são causadores de um terrível sofrimento.

Apoie essa causa: PARA MIM OS ANIMAIS IMPORTAM e saiba mais.

Um movimento: WSPA

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PETIÇÃO PELO DESMATAMENTO ZERO



A Liga das Florestas precisa de heróis. A fauna e a flora brasileiras estão em risco, e com elas o futuro do Brasil. Mas você pode ajudar a salvá-los. O Greenpeace lança, com outras organizações, um projeto de lei popular pelo desmatamento zero de nossas matas. Ao assinar a petição no site, e ao compartilhar e estimular seus amigos a fazerem o mesmo, você acumula pontos, ajuda a proteger um dos bens mais preciosos que o Brasil possui e ainda ganha prêmios. Participe!




1 - Salvar as florestas é mais do que uma obrigação dos brasileiros – é um direito. Você pode escrever a história e conservar o patrimônio ambiental do país ao apoiar aproposta de lei popular do desmatamento zero, que visa a evitar grandes desmatamentos e o aumento das áreas degradadas.

2 - Uma lei popular precisa de 1,4 milhão de assinaturas de eleitores para ser aceita pelo Congresso. É o primeiro obstáculo de um tortuoso caminho político, que parece feito para evitar que a voz do povo chegue aos círculos do poder em Brasília. Mas nós do Greenpeace vemos obstáculos como incentivos, e convidamos você a fazer o mesmo.

3 - Você é a favor do desmatamento da Amazônia e das outras florestas brasileiras? Nem a gente. O Brasil já tem área desmatada suficiente para dobrar sua produção de alimentos; basta que o campo receba investimentos em eficiência na produção e recuperação de áreas desmatadas. É para isso que servirá a lei do desmatamento zero.

4 - Ajude a salvar as florestas do Brasil com o reforço dos seus amigos, e ainda entrar em uma competição emocionante para ganhar uma camisetas e kit com suvenirs do Greenpeace – é uma forma divertida de exercer a cidadania.

Campanha: Greenpeace
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Passaredo


Passaredo 
(Francis Hime - Chico Buarque / 1975-1976)


Ei, pintassilgo
Oi, pintaroxo
Melro, uirapuru
Ai, chega-e-vira
Engole-vento
Saíra, inhambu
Foge asa-branca
Vai, patativa
Tordo, tuju, tuim
Xô, tié-sangue
Xô, tié-fogo
Xô, rouxinol sem fim
Some, coleiro
Anda, trigueiro
Te esconde colibri
Voa, macuco
Voa, viúva
Utiariti
Bico calado
Toma cuidado
Que o homem vem aí
O homem vem aí
O homem vem aí
Ei, quero-quero
Oi, tico-tico
Anum, pardal, chapim
Xô, cotovia
Xô, ave-fria
Xô, pescador-martim
Some, rolinha
Anda, andorinha
Te esconde, bem-te-vi
Voa, bicudo
Voa, sanhaço
Vai, juriti
Bico calado
Muito cuidado
Que o homem vem aí
O homem vem aí
O homem vem aí


O principal motivo para postar esse vídeo é para conscientizarmos sobre o mal que fazemos aos animais, direta ou indiretamente. Lembre-se: Respeito aos animais. Respeito a vida.

Nota: Apesar de muito poético, Chico Buarque não é um ecologista. Apenas escreveu a letra a pedido de Francis Hime, para o filme "A noiva da cidade" de Alex Viany.  Fonte: Chico Buarque

(Todos Direitos Reservado)
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Declaração Universal dos Direitos dos Animais





DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS

PROCLAMADA PELA UNESCO EM SESSÃO REALIZADA EM BRUXELAS, EM 27 DE JANEIRO DE 1978.

- Considerando que cada animal tem direitos;
- Considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos levaram e continuam levando o homem a cometer crimes contra a natureza e contra os animais;
- Considerando que o reconhecimento por parte da espécie humana do direito à existência das outras espécies animais, constitui o fundamento da coexistência das espécies no mundo;
- Considerando que genocídios são perpetrados pelo homem e que outros ainda podem ocorrer;
- Considerando que o respeito pelos animais por parte do homem está ligado ao respeito dos homens entre si;
- Considerando que a educação deve ensinar à infância a observar, compreender e respeitar os animais, PROCLAMA-SE:

Art. 1º
Todos os animais nascem iguais diante da vida e tem o direito a existência.

Art. 2º
a) Cada animal tem o direito ao respeito.
b) O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou explorá-los, violando este direito. Ele tem o dever de colocar a sua consciência a serviço dos outros animais.
c) Cada animal tem o direito à consideração, à cura e à proteção do homem.

Art. 3º
a) Nenhum animal deverá ser submetido a maltrato e a atos cruéis.
b) Se a morte de um animal é necessária, deve ser instantânea, sem dor nem angústia.

Art. 4º
a) Cada animal que pertence à uma espécie selvagem, tem o direito de viver livre no seu ambiente natural terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de reproduzir-se.
b) A privação da liberdade, ainda que para fins educativos, é contrária a este direito.

Art. 5º
a) Cada animal pertence à uma espécie, que vive habitualmente no ambiente do homem, tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condições de vida e de liberdade, que são próprias da sua espécie.
b) Toda modificação deste ritmo e destas condições impostas pelo homem para fins mercantis é contrária a este direito.

Art. 6º
a) Cada animal que o homem escolher para companheiro tem o direito a uma duração de vida, conforme sua natural longevidade.
b) O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.

Art. 7º
Cada animal que trabalha tem o direito a uma razoável limitação do tempo e intensidade do trabalho, a uma alimentação adequada e repouso.

Art. 8º
a) A experimentação animal, que implica em um sofrimento físico e psíquico, é incompatível com os direitos do animal, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra.
b) As técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.

Art. 9º
No caso do animal ser criado para servir de alimentação, deve ser nutrido, alojado, transportado e morto sem que para ele resulte ansiedade ou dor.

Art. 10
a) Nenhum animal deve ser usado para divertimento do homem.
b) A exibição dos animais e os espetáculos, que utilizam animais são incompatíveis com a dignidade do animal.

Art. 11
O ato que leva à morte de um animal sem necessidade, é um biocídio, ou seja, um delito contra a vida.

Art. 12
a) Cada ato que leva à morte de um grande número de animais selvagens, é um genocídio, ou seja, um delito contra a espécie.
b) O aniquilamento e a destruição do ambiente natural levam ao genocídio.

Art. 13
a) O animal morto dever ser tratado com respeito.
b) As cenas de violência de que os animais são vítimas, devem ser proibidas no cinema e na televisão, a menos que tenham como fim mostrar um atentado aos direitos do animal.

Art. 14
a) As associações de proteção e de salvaguarda dos animais devem ser representadas a nível de governo.
b) Os direitos do animal devem ser definidos por leis, com os direitos do homem

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